sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

APROPRIAÇÃO CULTURAL? QUE ESTROVENGA É ESSA?

Cultura não se apropria, se compartilha!

De uns dias para cá comecei a ouvir "a mais nova bobagem" do momento. A mais nova bobagem talvez para mim que tenho procurado não dar mais "ibope" para essas idiotices, mas dessa vez não consegui me segurar e estou aqui a escrever esse pequeno texto.
Outro dia assisti um vídeo em um grande Portal de Notícias aonde uma jovem acometida de câncer foi duramente repreendida por outras jovens de etnia diferente da dela enquanto esperava o seu namorado; por - Pasmem! "Estar se apropriando culturalmente daquilo que deveria ser usando apenas por mulheres negras", um turbante à moda africana. E eu que pensava já ter ouvido de tudo. Tamanha "asneira" só poderia surgir de uma estratégia bem sucessida das esquerdas mundiais para, dentre outras coisas, dividir as Nações. Assim, eles continuam sua tragetória rumo à colisão, colocando brancos contra negros, héteros contra gays, ricos contra pobres, e assim por diante, pois a lista é longa. 

Agora imagina se a moda pega de verdade. Todo brasileiro terá que deixar de jogar peteca, porque a peteca é um objeto de origem indígena. Não poderemos mais comer a nossa - ops! Desculpe-me, a deles? Deliciosa Feijoada. Também não poderemos mais usar calças jeans, ela foi inventada para os operários americanos. Nem poderemos usar também muitas palavras que já estão inculcadas em nossa língua, como por exemplo, caiçara ou itajubá, ou ainda pior nem poderemos mais falar o Português porque ele é dos homens brancos que vieram de Portugual.
Quanta loucura e desfaçatez.

Vivemos o tempo da pós-lucidez, criando intolerantes travestidos de pessoas engajadas por uma causa qualquer e que te olham com tanto ódio, talvez daquilo que eles mesmos não toleram - A diversidade mesclada com a misgenação, aonde uma coisa não consegue viver sem a outra.

Cultura não é privilégio de alguns, mas sim um ente subjetivo que pode ser usufruido por todas as pessoas; ou não - isso é liberdade - que deixam os seus preconceitos de lado para viverem livres de verdade, sem; com o dedo em riste afrontar quem quer que seja na rua para imporem a sua visão de vida, ou pior ainda, quiça a sua funesta visão de morte.

Autor: Tom Alvim
Imagem: Freeimages

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