QUANDO AS SOMBRAS SILENCIAM

Ficção espiritual que conta a estória de um casal de missionários, em meio a muita ação e aventura.

HOMENS QUE LUTAM

Nova série de artigos sobre atitudes que tornam os homens mais do que vencedores.

FAMÍLIA - O PAPEL DO HOMEM.

"Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, (Efésios. 5: 25)"

FAMÍLIA - O PAPEL DA MULHER.

"Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos. (Provérbios. 14:1)"

POEMAS - Para adoçar a vida!

Poemas que nascem no coração, cresce em nossa mente e alçam vôo em nossa imaginação.

Blog Impressões Sem Pressões

"Em meio a valores distorcidos em nossa sociedade, temos JESUS CRISTO como referencial perfeito!" (Tom Alvim).

sábado, 30 de julho de 2016

A PALAVRA NÃO ESCRITA


Tenho a honra de postar neste blog o livro de poesias, recém lançado, de um amigo e irmão em Cristo que conheci, por estas bandas, quando comecei a aventurar-me pelo mundo da escrita em blogs. 

Não irei querer descrevê-lo, pois não tenho profundidade poética para isso e até porque já existe um excelente prefácio na própria obra que retrata muito bem quem é o autor. Fica aqui a dica para quem gosta de poesias. Eu gosto! 

Sente-se em um lugar tranquilo e aproveite a leitura.

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sexta-feira, 22 de julho de 2016

VIDA COM DEUS; SÓ NA COZINHA!


Desde que vim morar em Minas Gerais aprendi uma coisa muito gostosa: É na cozinha que o mineiro gosta de ficar e de encontrar os amigos

É na cozinha, principalmente no interior, que as famílias se reúnem ao redor de um fogão à lenha e jogam conversa fora sem pressa. 

Isso me faz pensar que se queremos ter um relacionamento verdadeiro com Deus, devemos nos encontrar com Ele na "cozinha" de nossa casa interior. Orando, jejuando, lendo a Bíblia Sagrada o maior tempo possível. Não há como crescer em espírito sem ter esse tempo prazeroso com o divino, e se colocarmos outras coisas na frente disso não iremos ter vida com Deus. Não se engane!

Quanto mais tempo gastamos no Facebook, no WhatsApp, nas mídias sociais, jogando video-games ou perdendo nossas vidas em intermináveis horas na frente de um aparelho de televisão, jamais teremos intimidade com o Pai, e isso é algo lógico. 

Quem quer conhecer outra pessoa se não convive com ela? 

Com Deus não é diferente.

Quer ter vida com Deus? Chame-o para a sua "cozinha". Lá no interior de seu coração.

Autor: Tom Alvim.
Imagem: Google

segunda-feira, 18 de julho de 2016

DEUS SEMPRE NOS RESERVA O MELHOR


Por incrível que pareça as pressões na vida podem nos fazer crescer e nos tornar pessoas mais aptas a resolver novos problemas, ou potencializar habilidades que nem sabíamos que possuíamos.

Isso me fez lembrar de um fato que ocorreu comigo quando ainda era um adolescente lá no Rio de Janeiro. Estava participando de um evento anual na "Cidade das crianças", uma entidade Batista, se não me engano, que cuidava na época de órfãos.

Nesse encontro havia campeonatos de diversas modalidades esportivas e mesmo não sendo um atleta, sempre gostava de participar e estar junto dos amigos. Contudo, naquele dia, fiquei no time reserva e no treino com o time oficial da igreja fiz 3 golaços. Um gol por baixo das pernas do goleiro, outro de voleio e o último olímpico.

Foi muito engraçado ver os garotos que haviam me deixado no time reserva chamando-me para passar para o time principal. Aceitei de pronto e curti bastante aquele campeonato amador, mesmo não tendo repetido a façanha novamente.

Diante dos times reservas da vida, Deus pode estar nos reservando uma passagem para o time principal. Basta que fiquemos atentos e aproveitemos o jogo.


Autor: Tom Alvim
Imagem: futpopclub.com

sábado, 16 de julho de 2016

TERRORISMO E OS FUGITIVOS DO ESTADO ISLÃMICO - FRANÇA

Terrorismo e os fugitivos do Estado Islâmico

Carlos Eduardo Schaffer (Correspondente – Áustria)
Atentado perpetrado pelo terrorismo islâmico em Nice (14-7-16)
O problema dos fugitivos das atrocidades do Estado Islâmico e dos atentados terroristas, sobretudo o atentado perpetrado ontem em Nice (França) ocupa hoje boa parte do noticiário nos jornais do mundo inteiro.
O sonho de uma Europa sem fronteiras internas vai encontrando dificuldades cada vez maiores. Elas começam novamente a se fechar, como meio de controlar a procedência e o destino dos que entram, bem como sua autossuficiência, a própria e a de suas famílias. É um fato o Islã estar enviando um grande número de muçulmanos para a Europa com vistas a conquistá-la através de uma “invasão pacífica”, diferente das anteriores, de 1524 e de 1683, quando o Islã foi derrotado no campo de batalha.
Além do grave problema da concessão de abrigo provisório, emprego, alimentação, vestuário e assistência médica às dezenas de milhares de pessoas que chegam continuamente, entre as quais há idosos e crianças, põe-se a questão de encontrar uma solução de moradia definitiva para essas pessoas. 
Deve-se considerá-las como imigrantes, ou como fugitivos que desejariam voltar para suas casas tão logo os problemas que causaram sua evasão estiverem resolvidos?
Provavelmente a maioria dos refugiados preferirá permanecer na Europa a voltar para suas regiões, sempre ameaçadas por novas violências dos muçulmanos radicais.
Causa espanto a atitude das nações ocidentais, que não cogitam na solução mais simples para todos esses problemas: neutralizar o “Estado Islâmico”.
Tal solução valeria para todos os envolvidos no conflito, tanto países quanto pessoas. Ela seria mais simples e menos onerosa, e provavelmente, a que salvaria mais vidas, embora não seja tão simples como à primeira vista possa parecer.
Evidentemente não se acaba com movimentos terroristas simplesmente derrotando-os no campo de batalha e tirando-lhes as armas. Eles se reorganizarão, encontrarão meios de adquirir novas armas e recomeçarão a luta.
É preciso tirar-lhes aquilo que é insubstituível: seus combatentes. E isto só se conseguirá por meio de uma campanha de esclarecimento das populações onde o Estado Islâmico faz seu recrutamento.
É verdade que é fácil dizer, mas difícil de executar, por tratar-se do tipo de luta mais complexo de ser travada: a luta no campo religioso e ideológico.
Mas não vejo outra opção.
Os governos da Europa estão dormindo sobre uma bomba relógio que tem prazo marcado para explodir: será quando o Islã sentir-se suficientemente forte para vencer uma guerra civil dentro do continente europeu. Isto, que pode parecer agora produto de uma imaginação fértil, afigura-se-me como a única explicação para esta invasão metódica e paciente que está efetuada.
A Hungria, numa atitude muito compreensiva, marcou para o dia 2 de outubro próximo a realização de um plebiscito no qual perguntará à população: se ela está de acordo que a União Europeia estipule o número de imigrantes que o país deve aceitar.
Creio que poucos admitiriam a hipótese de o povo húngaro permitir que esse problema seja decidido por Bruxelas. Certamente o objetivo de tal governo é apenas deixar Bruxelas sem porta de saída para um gigantesco e muito compreensivo NÃO da Hungria.
Milhares de muçulmanos entram diariamente na Europa pela Itália, Síria, pelos Bálcãs, por onde podem. Até a Amnesty International, entidade de tendências esquerdistas bem conhecidas, estampa artigo referente ao fluxo de “imigrantes” com o seguinte título: “Não corremos o perigo de permitir que terroristas entrem em nossos países?” (https://www.amnesty.at/de/menschenrecht-qa3)
Este é verdadeiramente o grande perigo. O Islã não desistiu de seu objetivo último: conquistar a Europa e torná-la um continente islâmico.
A entrada em massa de muçulmanos na Europa — mesmo que não seja de terroristas ou de pessoas que desejem explicitamente implantar a religião de Maomé — acaba, ainda que involuntariamente, colaborando para esse fim. Isto porque seu modo de ser, trajar, com sua culinária, seus lugares de culto etc., influirão para criar a impressão: o Islã é uma força irresistível que veio para ficar.
Se a própria Igreja Católica não estivesse passando por uma terrível crise, poder-se-ia esperar o desenvolvimento de um intenso trabalho para a conversão desses muçulmanos. Mas, infelizmente, deste lado não se pode esperar a solução, do problema.
A Carta de São Paulo aos Coríntios (9,16) contém a seguinte frase: “Anunciar o Evangelho não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe. Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho!”
Isto se aplica a todos os católicos. Devemos aproveitar todas as oportunidades para fazer apostolado com aqueles que nos são próximos.
Se esse espírito for difundido entre os católicos, e especialmente no ambiente do clero, então poderemos esperar uma solução para o grave problema decorrente da invasão islâmica.
Do contrário, a Europa deixará de ser, dentro de certo tempo, um continente cristão.
(*) Carlos Eduardo schaffer é jornalista e colaborador da Abim
Fonte: Abim

domingo, 10 de julho de 2016

TÁTICAS FEMINISTAS




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