QUANDO AS SOMBRAS SILENCIAM

Ficção espiritual que conta a estória de um casal de missionários, em meio a muita ação e aventura.

HOMENS QUE LUTAM

Nova série de artigos sobre atitudes que tornam os homens mais do que vencedores.

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POEMAS - Para adoçar a vida!

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"Em meio a valores distorcidos em nossa sociedade, temos JESUS CRISTO como referencial perfeito!" (Tom Alvim).

domingo, 24 de abril de 2016

A CARA DO BRASIL - QUEDA DA CICLOVIA


A cara do Brasil retratada na queda de um monumento à incompetência, mesclada com irresponsabilidade e escárnio.

Uma obra que custou aos cofres públicos R$ 45 milhões de reais e mostrou ao mundo inteiro como são feitas as coisas por estas bandas. Depois de aproximadamente três meses uma parte da estrutura foi derrubada pela forças das ondas, mas antes de mais nada pela própria fragilidade demonstrada em si mesma.

Como um projeto destes foi aprovado? Qualquer leigo poderia ver o quão perigoso ele era. Não existem rotas de fuga, não existem acessos alternativos e a estrutura foi construída margeando a avenida Niemeyer, ou seja, de um lado um precipicio e do outro o mar. Com uma pista fina, apoiada em pilastras que visualmente não oferecem segurança nenhuma, parapeitos baixos  e as ondas e ventos batendo logo abaixo. Está aí uma fórmula para a tragédia.

Quem foi o irresponsável que aprovou esse projeto?

Não dá para acreditar que alguém tenha feito isso.

E com todo o respeito as vítimas e suas famílias, creio que se aventurar em uma "coisa" dessas é quase um ato de suicídio. Vejam bem, não quero culpar as vítimas, pois elas devem ter acreditado que uma obra feita a pouco tempo tivesse segurança, senão com certeza não teriam entrado naquele corredor da morte, mas no Brasil é difícil acreditar que nossas vidas estão seguras quando se trata de responsabilidade isenta. Temos sempre que ficar com um pé atrás quando pensamos nisso. 

Repito: R$45 milhões jogados fora e se estivessemos em um país de verdade, essa obra iria ser demolida e a empresa deveria refazer o projeto para a sociedade. Um projeto com segurança e solidez, é o que necessita ser feito, em um lugar como esse trecho das encostas do Rio de Janeiro.

A cara do Brasil em um estado Chulé como o Rio de Janeiro.

Antes de mais nada, sou carioca e sei muito bem o que estou falando.

Autor: Tom Alvim
Imagem: Site da Veja

quarta-feira, 20 de abril de 2016

BOLSONARO E O JOGO DURO DE SE VER


Eu e a minha família ficamos até bem tarde da noite de domingo assistindo a votação na Câmara dos Deputados em Brasília. Para nós o que estava em jogo era "lavar a alma" vendo um desgoverno que está querendo implantar a todo o custo uma ditadura comunista no Brasil sendo desmoralizado e apanhando feio dentro da democracia, o placar foi mais do que 7 a 1, foi 367 a 137.

Voto a voto, nós parecíamos torcedores em um estádio de futebol comemorando os gols do seu time do coração. 

Nesse jogo democrático muitos jogadores estavam lá somente pelo dinheiro, outros apenas para cumprir tabela e outros para chutar a canela do adversário e depois dizer que tudo foi "intriga da oposição". 

Então, entra em campo o meu jogador preferido, daqueles que vão até o seu oponente e gritam palavras que a maioria tem medo de gritar, porque o politicamente correto os impede, mas esse jogador não tem medo, ele encara o adversário e diz o que todos queriam dizer, mas nem todos tem coragem. Contudo, nesta noite em especial, ele "pisou na bola" foi trazer à tona uma personagem controversa chamada Coronel Ustra, mesmo sendo um direito dele, não deveria, pois o outro lado estava gravando cada palavra, cada gesto, cada olhar de soslaio, cada "- Pelo meu pai, - pela minha mãe, - pelo meu papagaio, - pelos poderes de grayskull, etc, etc!". Este jogador que pretende nas próximas eleições se candidatar a treinador (Presidente), deveria ser mais maduro, pensar melhor e usar o domínio próprio a seu favor, pois mesmo falando o que quer, vai acabar colhendo o que não quer. 

Reitero, nada foi provado contra o Coronel Ustra, existem somente acusações vazias feitas pela tal "Comissão da inverdade", e a esquerda brasileira se apoderou deste militar já falecido, para ter o seu objeto preferido, os maus contra os bons, sendo que todos os que pensam diferente deles, são naturalmente os maus. O eterno jogo do eles contra nós, dos brancos contras os negros, dos pobres contra os ricos, da elite branca contra o povo mestiço, etc, continua sendo jogado (mesmo que sejam em sua maioria, ricos e "brancos") e a tática é a seguinte: "Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade (Joseph Goebbels)". Veja bem, não estou defendendo este militar por simplesmente não ter motivos para defendê-lo e nem tampouco acusá-lo, estou apenas dizendo que o Bolsonaro tem que saber jogar esse jogo ou vai tomar muitas caneladas do adversário e vai perder feio. Ele não está lidando com amadores, não está jogando uma pelada no campinho do bairro, são profissionais da mentira e da morte. O Bolsonaro precisa saber que esses sujeitos irão continuar exaltando, Che Guevara, Carlos Lamarca, Olga e Marighella (como foi feito naquela noite de domingo) sem que NINGUÉM se levante contra. Haja vista, a imprensa brasileira quase que completa está doutrinada pelo esquerdismo e muitos nem saberem que estão, apenas repetem o que ouviram de seus professores nas universidades e seus editores-chefes sem questionarem nada. Afinal de contas, o que importa é a bola rolando e os seus nomes sendo escalados para outros jogos, mesmo que isto signifique vender o seu passe por qualquer quantia.

Resumo do jogo: Os esquerdistas podem exaltar a qualquer um, facínoras ou não, mas os "outros" não podem trazer ao campo ninguém que já tenha sido pego no doping forjado,  mesmo sem provas disso.

Mesmo assim o jogo ainda está 7 a 1 - Eterna vergonha para um povo desmoralizado como tem sido o nosso.

Autor: Tom Alvim.
Imagem: Gravada da TV no dia da votação na Câmara.

terça-feira, 5 de abril de 2016

Ministro da Justiça legitima tortura sofrida por Dilma Rousseff

O ministro da Justiça, Eugênio Aragão, diz bem a que veio. Não me lembro — e olhem que já acompanhava política durante parte da ditadura — de um ministro da Justiça justificar a violência. E isso está sendo feito debaixo do nariz das instituições e da imprensa, que parece narcotizada e embarca agora na tese golpista, esta sim, das eleições gerais.

Num evento que discutia a segurança dos Jogos Olímpicos, o doutor foi questionado sobre o discurso da incitação à violência de setores contrários o impeachment, respondeu o seguinte:
“Esse tipo de discurso [de incitação à violência] não é produtivo. Agora, claro que existem pessoas acuadas e outras que estão acuando […]. Aí prevalece a lei de Newton: toda ação corresponde a uma reação em igual intensidade e sentido oposto, mas nós temos que evitar isso […] Não é produtivo […]”.

Querem mais? Pois não.

“Reação de quem está acuado é realmente uma reação que está em intensidade proporcional […] A manifestação de absoluta rejeição a qualquer tipo de afastamento através de golpe, mesmo que com aparência de constitucionalidade, me parece um movimento legítimo”.

As palavras fazem sentido. Tome-se a “absoluta rejeição” como sinônimo de violência. Logo, ele justifica a violência.
Esse discurso de Aragão é o que justifica o terrorismo, por exemplo: os palestinos se dizem acuados pelos israelenses; os  islâmicos se dizem acuados pelos “cruzados”; os católicos do IRA se diziam acuados pelos protestantes…
Esse discurso de Aragão legitima a tortura. Afinal, os “acuados” pela esquerda, que praticava atos terroristas, decidiram segundo a lei de Newton. Foram lá e torturaram Dilma Rousseff.

Se havia alguma dúvida de que o governo está disposto a tolerar a violência de seus seguidores, agora não há mais.
Notem que o ministro não acha a violência uma coisa errada. Ele só não a considera “produtiva”.

É evidente que tem de ser objeto de um processo de impeachment, ele também, e de ser processado.