QUANDO AS SOMBRAS SILENCIAM

Ficção espiritual que conta a estória de um casal de missionários, em meio a muita ação e aventura.

HOMENS QUE LUTAM

Nova série de artigos sobre atitudes que tornam os homens mais do que vencedores.

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FAMÍLIA - O PAPEL DA MULHER.

"Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos. (Provérbios. 14:1)"

POEMAS - Para adoçar a vida!

Poemas que nascem no coração, cresce em nossa mente e alçam vôo em nossa imaginação.

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"Em meio a valores distorcidos em nossa sociedade, temos JESUS CRISTO como referencial perfeito!" (Tom Alvim).

terça-feira, 29 de março de 2016

Eu Repudio o Manifesto do Ministério Missão na Íntegra



Difícil não concordar que o Manifesto "Evangélico" emitido pelo Ministério Missão na Íntegra não seja um documento pró-governo. Mesmo que seu conteúdo tenha um linguajar velado, há em seu texto argumentos que são sistematicamente utilizados pelos grupos favoráveis ao PT. São eles:

1. A defesa do Estado democrático de direito, no qual dizem estar sendo atacado.
2. Parcialidade da imprensa e alarmismo midiático.
3. Respeito aos que elegeram a Dilma pela via democrática.

O que fica de fora no referido manifesto é:
1. Uma postura de condenação a já confirmada conduta imoral do atual governo nomeando o ex-presidente Lula a um cargo de ministro para obstrução da justiça.
2. Que o processo de Impeachment é legal, constitucional e em nada compromete o Estado democrático de direito, muito pelo contrário, ele o corrobora frente às irregularidades de quem foi confiado pelo voto a presidir eticamente a nação.
3. Que até mesmo pessoas que votaram no atual governo estão arrependidas e endossam o pedido de impeachment. Pesquisa recente do Datafolha demonstra que 69% classificam o governo Dilma como ruim ou péssimo.

Sendo assim, o manifesto vai de encontro ao clamor da maioria dos brasileiros e ainda desqualifica o legítimo e - dada as atuais circunstâncias - até mesmo urgente processo de impeachment (que, diga-se de passagem, não significa que vá derrubar a Dilma, pois a mesma tem direito de defesa e só seria impedida de governar constatando-se as irregularidades de sua gestão).

Mas esse tipo de discurso é conhecido daqueles que militam ou simpatizam com o pensamento da esquerda. O Pr. Franklin Ferreira, em seu recente livro, Contra a Idolatria do Estado, denuncia esse tipo de arquitetura argumentativa. Diz ele:
(...) outro aspecto do esquerdismo é somente tolerar crítica ao partido-Estado em dois casos: se elas vierem de seus quadros ou se alvejarem igualmente o “outro lado”, ou seja, a direita – de representação inexistente no Brasil. Essa seria uma prova de suposta “neutralidade” política, uma noção epistemológica profundamente ingênua e moralmente errada. Essa “isenção” no debate é apenas um jeito de ficar do lado do dono do muro.¹

Se posicionar favorável a um governo que além de corrupto e corruptor, é também detentor de uma agenda político-ideológica que em diversas esferas é antagônica ao que ensina o Evangelho, mostra como que determinadas correntes teológicas – neste caso, a Teologia da Missão Integral – tem sido influenciadas por uma ideologia que macula o ethos do cristianismo e mantém um ponto idolátrico que deve ser denunciado por todo aquele que anela pela sã doutrina. Se nós somos cristãos e temos os nossos pressupostos baseados na Escritura, logo, não podemos abraçar uma doutrina concorrente ao cristianismo. Ainda mais quando esta corrente enxerga a religião, ou melhor, a metafísica como sendo um produto da opressão, uma vez que os oprimidos a inventaram como um entorpecente que alivia a dor (ópio). Isto é pregado pelo Marxismo, ideologia-base do partido do atual governo. Todavia, endossamos que a doutrina cristã não foi fabricada. Ela é a revelação de Deus por meio do seu Filho, trazendo boas novas de salvação. Não que ela negue que existam opressores e oprimidos, essa realidade existe e se lermos os profetas, os evangelhos e as cartas apostólicas, veremos que Deus está sempre do lado dos pobres quando os ricos não agem corretamente e tolhem a justiça, devido a sua ganância. 

Marx, junto com Engels, criou uma soteriologia ao anunciar o fim da opressão quando o proletariado se rebelar contra a burguesia e tomar o poder político e econômico, controlando os modos de produção e a máquina estatal. É um enredo religioso-escatológico, pois a sociedade sem classes e sem miséria certamente chegaria (Marx tinha esperanças de ver isso ainda no séc. 19). A certeza deste mundo idílico é fruto de sua tese na luta de classes. Segundo Marx e Engels, toda a história se resume no conflito entre opressores e oprimidos, sendo que este segundo grupo, cansado da exploração acaba fazendo a revolução e subvertendo a ordem vigente. Logo, o governo do proletariado iria dar um basta no capitalismo burguês. O que os marxistas não esperavam é que o Capitalismo aliado à democracia cativava mais os trabalhadores do que o ideal revolucionário.

Defender o atual governo é depositar as esperanças de melhoria social no Estado, elevado a categoria de redentor das classes menos abastadas. Deixo-vos novamente com as palavras do Pr. Franklin Ferreira:
Nas Escrituras não há um único texto que apoie a ideia de que o cristão deve depositar a esperança no poder do Estado ou ser subserviente a um governo autoritário ou totalitário. A mensagem poderosa do evangelho (Rm 1.16), que tem o poder de produzir mudança social profunda, não depende do poder ou do controle do Estado.²

Eis o motivo para repudiarmos o posicionamento dos que subscreveram o manifesto em defesa do atual governo, chegando ao ponto de deslegitimar o processo de
impeachment e o grito das ruas, dando a entender que era um grito manobrado pela imprensa e por gente “mal intencionada”. O conteúdo do manifesto chega a alertar para que o clamor por justiça não se torne em injustiça, caso o atual governo venha a ser derrubado (é ou não é uma forma eufemística de dizer “não vai ter Golpe”, tal como fazem os correligionários petistas?).

Devemos protestar contra um mau governo. Devemos exercer nossa cidadania, de maneira pacífica, ordeira, tal como cabe aos santos se portarem. Mas não devemos nos calar, pois, omissão frente ao mal é colaborar com o mesmo. Não devemos ser cúmplices de um governo imoral e profanador daquilo que professamos crer. Contento-me em subscrever a declaração emitida por pastores, teólogos e líderes evangélicos que estiveram presentes no 10º Congresso de Teologia Vida Nova, nos dias 15 a 18 de março de 2016, em Águas de Lindoia, São Paulo. Eis um trecho: “Repudiamos o silêncio eloquente daqueles que, em nome de uma agenda ideológica iníqua, se eximem de fazer crítica profética a partir das Escrituras e, com isso, contribuem para a corrosão do estado democrático de direito”. 

Acrescentaria dizendo que não apenas o silêncio, mas o apoio eloquente de uma agenda (ou governo) iníqua deve ser repudiado. Eu repudio o Manifesto do Ministério Missão na Íntegra por entender que este não coaduna com a postura cristã frente a um governo corrupto. E você? 

Oremos por nossa pátria! Oremos por nossas igrejas!

Extraído: Bereianos

sexta-feira, 18 de março de 2016

Valentina de Botas: Parido ministro para sobreviver como presidente, Lula morrerá politicamente como presidiário

A nomeação escarnecedora do criador odioso a ministro numa série de crimes de Dilma Rousseff que, entre a renúncia e a vergonha, terá as duas, efetivaria o “delenda Curitiba est”, equivalente a um “o Brasil precisa ser destruído”. Parido ministro para sobreviver como presidente, morrerá politicamente como presidiário acompanhado pela desonra e pela família detestável.
Na noite que antecedeu o golpe, convoquei minha mãe para ficar com a neta e fui para a Paulista, onde permaneci até o começo da madrugada. Este é o relato de uma cidadã comum, apenas uma mulher latino-americana, sem dinheiro no banco, sem parentes importantes e vinda do interior das ruas nas quais também marchou contra a ditadura militar, pois não é em nenhum refúgio que nos descobriremos: é na rua, na cidade, no meio da multidão, coisa entre as coisas, homem entre homens, segundo Sartre. E são os cidadãos comuns assim ou nem tanto, mas todos autônomos e reunidos para civilizar o país, que estão se descobrindo donos da história que tem surpreendido o cotidiano.
Mas como explicar que pessoas de bem ainda defendam os patronos do esbulho material e moral, preferindo ser crédulas ou indiferentes na barbárie a ser protagonistas na civilização do país? Não sei. Desnecessário gostar de FHC ou da Rede Globo; basta gostar da perspectiva de o país ter a chance de se civilizar. A nitidez dos diálogos sórdidos de Lula e Dilma tramando submeter a ele todos os Poderes da República deveria eliminar dúvidas residuais de que essa perspectiva inexiste sob o PT. Chegando à Paulista, adentrei a República de Curitiba, a Berlim onde ainda há juízes expandida por todo o Brasil, que o déspota repugnante quer destruir em pânico pela ineficácia dos ataques a um juiz federal seguro e sereno.

Depois de ouvir um Lula encharcado de vulgaridade e de potência só realizada no primitivismo cultivado em torno de si pela subserviência dos comparsas e pelo ódio aos desobedientes, enlouquecido na pretensão de intimidar os onze do Supremo, orgulhoso do primarismo que julga ser inteligência política de um cabra da peste, tão à vontade na imundície que, mesmo sabendo do possível grampo, chamou de “meu sítio” o sítio que diz não ter, cheguei à Paulista me sentindo suja e entristecida. Suja da voz roufenha colonizada também por ofensas às mulheres; entristecida na certeza de ainda termos de lidar com tanta sujeira por algum tempo porque a presidente tosca preferiu renunciar não em favor da nação, mas do criador miserável.

Na cerimônia da posse revogada, os farsantes tentaram um golpe a céu aberto acusando de golpista quem os vencerá no mais limpo dos combates – o de cidadãos comuns, livres, amparados na legalidade e fortalecidos na indignação. É nesse combate que me vejo limpa outra vez e, de volta para casa, a tristeza capitula quando beijo minha mãe e minha filha que acorda, a quem conto baixinho: durma, minha flor, sonhe porque Curitiba non delenda est.

segunda-feira, 14 de março de 2016

BATISTAS DA CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA PERDEM A VISÃO DE PECADO E ACEITAM A PRÁTICA DA HOMOSSEXUALIDADE NA IGREJA

Pr Dinelcir de Souza Lima

Politicamente na concepção mundana isto estaria correto, porém, biblicamente, é pecado e uma igreja de Cristo não pode ser conivente com o pecado. Precisa ensinar o Evangelho, dar oportunidades a quaisquer pessoas de ouvir e se decidir se deseja ou não viver em conformidade com o que a Bíblia ensina.
Um dos princípios das igrejas batistas, talvez o mais valorizado, é que temos a Bíblia como nossa única fonte de regra e prática da vida cristã. Isto significa que devemos rejeitar todo e qualquer pensamento humano que esteja em desacordo com os ensinamentos bíblicos. Para nós, viver fora dos princípios estabelecidos por Deus registrados na Bíblia é negar a fé.
Ao contrário do que muitos pensam, não existe A IGREJA BATISTA DO BRASIL, porém existem IGREJAS BATISTAS NO BRASIL. Somos independentes por princípio e nos unimos em cooperação umas com as outras com a finalidade de realizarmos trabalhos em conjunto, principalmente a pregação do evangelho da salvação. Isto significa que uma igreja pode tomar decisões independentemente de outras igrejas, ou até mesmo de algum órgão administrativo dos trabalhos realizados como associação de igrejas.
A  denominada Convenção Batista Brasileira é uma associação de igrejas batistas e, para fazer parte dela, uma igreja precisa concordar com uma Declaração Doutrinária bem explícita e praticar o que a Declaração estabelece. Quando uma igreja rompe com o que está estabelecido na Declaração Doutrinária, a Convenção tem o direito de desligar essa igreja do seu rol de cooperadoras. Quando a CBB não toma essa posição, de desligar ou disciplinar, torna-se conivente com o ato praticado pela igreja que se posicionou contra nossa Declaração Doutrinária.
O homossexualismo (leia-se a prática da homossexualidade) é, como disse antes, prática condenada nas Escrituras Sagradas, a Bíblia. Além disso, diante da narrativa da criação do ser humano por Deus, é anti-natural. Cremos assim como batistas. No entanto, uma igreja que se intitula batista, no Estado de Alagoas, tomou a decisão de aceitar em seu rol de membros pessoas que praticam a homossexualidade. Aparentemente um ato isolado de uma igreja independente. No entanto, uma igreja cooperadora da Convenção Batista Brasileira, que tem pastores filiados à Ordem dos Pastores Batistas do Brasil. O ato da igreja envolveu todas as igrejas batistas filiadas à Convenção Batista Brasileira.
Um grupo de pastores batistas se uniram e enviaram um manifesto à Diretoria da Convenção Batista Brasileira solicitando um posicionamento público e a Diretoria da CBB se calou até agora. Diz o ditado que “quem cala consente” e, particularmente, receio que isto esteja acontecendo com a nossa denominação (é assim que nos referimos ao somatório das igrejas filiadas à Convenção Batista Brasileira). 
O objetivo desta publicação é declarar que:
     Não são todas as igrejas batistas que concordam com o ato daquela igreja, nem todos os pastores batistas. Creio que a grande maioria não concorda.
    O silêncio dos líderes da Convenção Batista Brasileira e das Ordens de Pastores Batistas do Brasil e de Alagoas, não significa que estamos juntos com eles, e nem que vamos aceitar o que tentarem nos impor.

    Como crentes em Cristo, batistas, temos o direito de discordar religiosamente de atitudes que são tomadas por outras igrejas que se dizem formada por crentes batistas também.
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quarta-feira, 9 de março de 2016

DIAS DIFÍCEIS E ANGUSTIOSOS PARA AS IGREJAS DE CRISTO

Pr Barbosa Neto

Vivemos dias difíceis e angustiosos. Estamos a cada dia nos embrenhando numa desfiguração do cristianismo bíblico que até Deus duvida. Em nome do ‘amor’ vale tudo, até mesmo ir em encontro aos nossos princípios, chutando com os pés as nossas doutrinas e nosso posicionamento histórico. Estamos cada vez mais desfigurados e quando nos olhamos no espelho da nossa realidade, sentimo-nos vergonhados de nós mesmos... Quem somos? Aonde queremos ir e onde estamos? O liberalismo invade as nossas igrejas locais, e toma conta de nossos púlpitos, dos quais saem veneno quando deles deveriam germinar o bom alimento para saciar e fortalecer as ovelhas do Senhor.
Admoestar contra a apostasia em nosso dias parece ser semelhante a alertar os cristãos sobre a potencial vinda de um dilúvio quando eles já estão com a água da inundação até os joelhos. Infelizmente, para muitos, nem mesmo objetos flutuantes, isto é, as óbvias corrupções cometidas contras as Sagradas Escrituras por ‘pastores’ e ‘pastoras’ ostensivamente descomprometidos com a História do povo chamado e dissociados com a Palavra da Verdade do Evangelho, e que sem nenhum pudor, trazem no meio do povo de Deus um “outro evangelho”, e isso parece chamar muito a atenção.
Lamentamos que indivíduos inescrupulosos, arrotando saber ‘teológico’, de botequim de quinta categoria, tenham o desplante de alegar que os crentes fiéis e bíblicos, que vivenciam o Cristianismo, escarrando  no rosto do fiel povo de Deus, afirmando que “na maioria das suas igrejas se apegaram apaixonadamente muito mais por suas doutrinas, estruturas e estatutos do que pelas vidas/pessoas pelas quais Jesus de Nazaré derramou seu sangue”. O que estes ‘teólogos’ entendem ser o Evangelho, a Boa Nova de salvação? Evangelho que não muda vidas, que não transforma vidas, que as faz “novas criaturas” não é Evangelho da redenção, não é o Evangelho transformador, mas o “outro evangelho”. Vejamos o que o apóstolo Paulo já advertia aos gálata: “Admira-me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de Cisto para outro evangelho, o qual não é outro, senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema. Assim, como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema” (Gálatas 1.6-9).
Não obstante a toda esta enxurrada de heresias que avança em direção às nossas igrejas locais, continuamos tendo esperança e orando para que a mensagem alcance aqueles que têm olhos para ver e ouvidos pra ouvir o que a Palavra de Deus prevê claramente. Para aqueles que admitem as coisas que estão acontecendo como a Bíblia descreve como pecado, tratando o pecado coo ele é, pode ser uma experiência aflitiva e ao mesmo tempo trazer contentamento. A parte triste é o reconhecimento das consequências devastadoras e destrutivas da apostasia que está acontecendo no mundo, nas igrejas, entre nossos amigos e pessoas que amamos e que têm sucumbido aos crescentes enganos e seduções, através de ‘pregoeiros’ das trevas.
Como devemos tratar com esses tempos difíceis de liberalismo que se opõem agressivamente às instruções das Sagradas Escrituras para vivermos nossa vida de maneira que seja agradável a Deus? A resposta é simples: aprenda o que a Bíblia verdadeiramente ensina e depois faça o que ela diz, em espírito e em verdade. Um ensinamento que é uma questão de crescente preocupação é a comunhão – a falta dela – entre os crentes. Será que a igreja local onde estamos inseridos prega verdadeiramente a palavra de Deus ou ensinamentos pragmático dos homens? Ultimamente temos visto tantas igrejas locais em nosso meio aderirem a ensinamentos questionáveis e a programas não-bíblicos, e isso tem surgido para espanto nosso da noite para o dia.
Saibamos de uma coisa: nem toda igreja que se diz Batista encara a Bíblia como sua única de regra de fé e de prática, ela “é a autoridade única em matéria de religião, fiel padrão pelo qual devem ser aferidas as doutrinas e a conduta dos homens”. Aqueles que desejarem ser fiéis á fé “que uma vez por todas foi dada aos santos (Judas v3) serão no mínimo marginalizados, com experiências ainda piores nos dias que estão diante de nós. Depois de décadas de sedução espiritual devida a ensinamentos não-bíblicos, às falsas práticas, ás concessões ao mundo, à persistente aceitação das pseudos-ciências da evolução e da psicoterapia, a consideração do homossexualismo como “socialmente correto”, e ânsia por se fazerem as coisas do jeito do homem e não na maneira de Deus, chegamos ao momento em que é chegada “a ocasião de começar o juízo de Deus” ( 1Pedro 4.17).
Vivemos hoje uma imitação sedutora do cristianismo sem precedentes. Apresentamos uma forma de cristianismo bíblico falso, sema  verdade, sem a palavra da verdade do evangelho, sem suas instruções, mas a religião do Anticristo que se tornará em um sistema de crenças orientado para o amor do ego e para a deificação do ego que inicialmente tema  “forma de piedade”. Paulo diz: “nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigo do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes”. (II Timóteo 3.1-5). Aos crentes simplesmente professos lhes será dado um passe-livre para que continuem em seus pecados, em suas perversões, desagradando a Deus – mas não aos crentes bíblicos fiéis, verdadeiramente regenerados e transformados, aqueles que permanecerem firmes na palavra de Deus.
Será que a igreja cristã poderá algum dia voltar contra si mesma? Sim! E isso já está acontecendo! Mas essa será  a igreja apenas professa, com seus lideres cegados e mercenários iludidos. Eles posarão de verdadeiros pastores, mas são, na verdade, lobos vorazes vestidos em pele de ovelha. Aqueles que, de fato, fizeram o papel de cristãos, mas nunca nasceram de novo (João 3.3,5). E os que nasceram de novo, são “novas criaturas” em Cristo Jesus. (II Coríntios 5.17).               
Estamos abismados com o que aconteceu no último dia 28 de fevereiro do ano em curso, na Igreja Batista do Pinheiro, em Maceió – AL, integrante da Convenção Batista Alagoana. Não somos contra aos homossexuais, mas contra a prática do homossexualismo. E aprovar a vivência do homossexualismo no meio de uma igreja local, é algo inaceitável. E líder daquela igreja diz com todas as letras, que “louvo a Deus pela vida do irmão Júlio Daniel que, corajosamente há 10 anos, de forma pura e até inocente declarou sua condição sexual publicamente na igreja, gerando na ocasião, desconforto para alguns e desafio para outros que a partir daquele momento começaram a considerar o tema de forma mais didática e pedagógica em oração”. Em outras palavras, aquele irmão confessando a sua opção sexual, mesmo gerando desconforto àquela comunidade, foi aceito assim mesmo, como se isso fosse um comportamento do agrado de Deus.
A Bíblia fala de sexo como nenhum outro livro. O estupro, o incesto e o adultério são nela claramente mencionados porque são problemas do homem. E Deus deseja resolvê-los, mas não da forma como passaram 10 anos debatendo os líderes daquela Igreja local – Wellington Santos e Odja Barros Santos. Recentemente referido pastor, convidado que foi para ser preletor de uma recente convenção da Convenção Batista Baiana, surpreendeu a família batista baiana, quando proferiu palavras não muito familiares em uma de suas mensagens, quando chegou a perguntar para os convencionais “o que as mulheres dos pastores tinham entre as pernas, cuja intenção ser de ser agradável diante da plateia com relação a desejos e assuntos de relacionamento íntimos, desagradando e chocando centenas e centenas de irmãos e irmãs que não estão acostumados com este tipo ‘moderno’ linguajar chulo.
Na Bíblia o sexo é um fator importante na fida humana, e dentro dos propósitos divinos, cumpre sua finalidade como prazer mais alto do amor, companheirismo e procriação. Mas um homossexual não pode pensar assim. Mas na cabeça e na orientação distorcida daquela casal de lideres, pode.
Saibamos: a relação tido como “pura e inocente” do tal irmão com desvio de comportamento é sempre imperfeita – física, moral e espiritualmente. Pode ser consentida e livre, mas cheia de conflitos, e peso no coração, porque está desobedecendo ao Senhor, além de não oferecer nenhuma estabilidade ou vínculo permanente. O homossexual sabe que nunca substituirá uma mulher em qualquer nível que deseje imaginar. Só com uma mulher um homem estabelece uma ligação verdadeira, só ela pode ser companheira; só ela pode gerar filhos. E o homossexual sabe que isso é impossível no seu caso de relacionamento contrários aos planos de Deus. E um lar só se forma com um homem e uma mulher que se amam e temem a Deus. E relacionamento homossexual, mesmo que a igreja encare como “puro e inocente”, não passa de um desvio da vontade de Deus, e a Bíblia chama a isso de pecado e é contra a esse tipo de pecado e a qualquer atividade sexual incorreta. A Bíblia diz: “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação”. (Levíticos 18.22). “Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável” (Levítico 20.13).              
Desde o Gênesis, passando pela lei e pela trajetória do povo hebreu, até os evangelhos e as epístolas do Novo Testamento, a tradição bíblica aponta no sentido de que Deus criou homem e mulher com papéis sexuais definidos e complementares do ponto de vista moral, psicológico e físico. Assim, é evidente que não é possível justificar o relacionamento homossexual a partir das Escrituras, e muito menos dar à Bíblia qualquer significado que minimize ou neutralize sua caracterização como ato pecaminoso. Em nenhum momento, a Palavra de Deus justifica ou legitima um estilo homossexual de vida, como os defensores da chamada “teologia inclusiva” têm tentado fazer. Seus argumentos têm pouca ou nenhuma sustentação exegética, teológica ou hermenêutica.
A “teologia inclusiva” ou “teologia gay” é uma abordagem segundo a qual, se Deus é amor, aprovaria todas as relações humanas, sejam quais forem, desde que haja este sentimento. Essa linha de pensamento tem propiciado o surgimento de igrejas onde homossexuais, nesta condição, são admitidos como membros e a eles é ensinado que o comportamento gay não é fator impeditivo à vida.
Autor: Pr Barbosa Neto