quarta-feira, 20 de abril de 2016

BOLSONARO E O JOGO DURO DE SE VER


Eu e a minha família ficamos até bem tarde da noite de domingo assistindo a votação na Câmara dos Deputados em Brasília. Para nós o que estava em jogo era "lavar a alma" vendo um desgoverno que está querendo implantar a todo o custo uma ditadura comunista no Brasil sendo desmoralizado e apanhando feio dentro da democracia, o placar foi mais do que 7 a 1, foi 367 a 137.

Voto a voto, nós parecíamos torcedores em um estádio de futebol comemorando os gols do seu time do coração. 

Nesse jogo democrático muitos jogadores estavam lá somente pelo dinheiro, outros apenas para cumprir tabela e outros para chutar a canela do adversário e depois dizer que tudo foi "intriga da oposição". 

Então, entra em campo o meu jogador preferido, daqueles que vão até o seu oponente e gritam palavras que a maioria tem medo de gritar, porque o politicamente correto os impede, mas esse jogador não tem medo, ele encara o adversário e diz o que todos queriam dizer, mas nem todos tem coragem. Contudo, nesta noite em especial, ele "pisou na bola" foi trazer à tona uma personagem controversa chamada Coronel Ustra, mesmo sendo um direito dele, não deveria, pois o outro lado estava gravando cada palavra, cada gesto, cada olhar de soslaio, cada "- Pelo meu pai, - pela minha mãe, - pelo meu papagaio, - pelos poderes de grayskull, etc, etc!". Este jogador que pretende nas próximas eleições se candidatar a treinador (Presidente), deveria ser mais maduro, pensar melhor e usar o domínio próprio a seu favor, pois mesmo falando o que quer, vai acabar colhendo o que não quer. 

Reitero, nada foi provado contra o Coronel Ustra, existem somente acusações vazias feitas pela tal "Comissão da inverdade", e a esquerda brasileira se apoderou deste militar já falecido, para ter o seu objeto preferido, os maus contra os bons, sendo que todos os que pensam diferente deles, são naturalmente os maus. O eterno jogo do eles contra nós, dos brancos contras os negros, dos pobres contra os ricos, da elite branca contra o povo mestiço, etc, continua sendo jogado (mesmo que sejam em sua maioria, ricos e "brancos") e a tática é a seguinte: "Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade (Joseph Goebbels)". Veja bem, não estou defendendo este militar por simplesmente não ter motivos para defendê-lo e nem tampouco acusá-lo, estou apenas dizendo que o Bolsonaro tem que saber jogar esse jogo ou vai tomar muitas caneladas do adversário e vai perder feio. Ele não está lidando com amadores, não está jogando uma pelada no campinho do bairro, são profissionais da mentira e da morte. O Bolsonaro precisa saber que esses sujeitos irão continuar exaltando, Che Guevara, Carlos Lamarca, Olga e Marighella (como foi feito naquela noite de domingo) sem que NINGUÉM se levante contra. Haja vista, a imprensa brasileira quase que completa está doutrinada pelo esquerdismo e muitos nem saberem que estão, apenas repetem o que ouviram de seus professores nas universidades e seus editores-chefes sem questionarem nada. Afinal de contas, o que importa é a bola rolando e os seus nomes sendo escalados para outros jogos, mesmo que isto signifique vender o seu passe por qualquer quantia.

Resumo do jogo: Os esquerdistas podem exaltar a qualquer um, facínoras ou não, mas os "outros" não podem trazer ao campo ninguém que já tenha sido pego no doping forjado,  mesmo sem provas disso.

Mesmo assim o jogo ainda está 7 a 1 - Eterna vergonha para um povo desmoralizado como tem sido o nosso.

Autor: Tom Alvim.
Imagem: Gravada da TV no dia da votação na Câmara.

2 comentários:

  1. Fiquei triste com a falta de sabedoria do Bolsonaro.
    Começo a me perguntar se votarei nele para presidente, ñ só por essa atitude, mas por outras tantas que temos visto.
    Ele tem se mostrado um sem educação, uma coisa é falar a verdade e lutar por ela outra é ofender. Denise frança

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    1. Como eu disse no texto, ou o Bolsonaro aprende a usar as palavras ou ele vai perder muitos votos....Tudo tem o seu tempo e a sua hora! Mas, mesmo assim eu ainda irei votar nele, caso seja candidato mesmo. Abraços Denise.

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