QUANDO AS SOMBRAS SILENCIAM

Ficção espiritual que conta a estória de um casal de missionários, em meio a muita ação e aventura.

HOMENS QUE LUTAM

Nova série de artigos sobre atitudes que tornam os homens mais do que vencedores.

FAMÍLIA - O PAPEL DO HOMEM.

"Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, (Efésios. 5: 25)"

FAMÍLIA - O PAPEL DA MULHER.

"Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos. (Provérbios. 14:1)"

POEMAS - Para adoçar a vida!

Poemas que nascem no coração, cresce em nossa mente e alçam vôo em nossa imaginação.

Blog Impressões Sem Pressões

"Em meio a valores distorcidos em nossa sociedade, temos JESUS CRISTO como referencial perfeito!" (Tom Alvim).

domingo, 28 de junho de 2015

Estatudo da Família?

     Sempre admirei homens corajosos e de fibra, e infelizmente isso tem-se tornado algo raro de se ver no Brasil e no mundo atual, contudo, ainda existem alguns em nosso país que estão se expondo em prol da família, dentre eles estão o Pr. Silas Malafaia e o Dep. Jair Bolsonaro. É claro que discordo de algumas coisas que eles acreditam, mas nada que possa atrapalhar essa minha admiração. Parabéns aos dois e que outros homens assim surjam no senário nacional. Vamos nos posicionar! Com a palavra, Pr. Silas Malafaia:


Vídeo: Youtube

sábado, 27 de junho de 2015

O FIM DO CASAMENTO?

Texto redigido por Norma Braga, vale à pena ler:

Suprema Corte dos EUA legaliza casamento gay

- O mundo segue firme rumo ao fim do casamento.

- Ué, por que, Norma?

- Porque havia motivos para o Estado regular e proteger o casamento tradicional: a maior fragilidade da mulher e dos filhos. Não porque o Estado é "bonzinho", mas porque estava especialmente interessado na estabilidade do núcleo familiar como o ambiente ideal para a formação de seus futuros cidadãos. Agora que as diferenças entre os sexos estão ruindo, mulheres e crianças vão deixar de ser especialmente protegidas em uma futura mudança da legislação. Duvida? Então aguarde.

- Mas o que isso tem a ver com o casamento gay?


- Quando o Estado passa a proteger uma união em que ninguém é especialmente frágil, todo mundo fica frágil, certo? Sem os fundamentos corretos para as leis, novos fundamentos são gestados. O Estado poderá passar a proteger outras relações com base em... nada de muito sólido. Com base no simples desejo "eu quero ser casado e reconhecido como tal". Sem o dever da criação de filhos, ou seja, sem a contrapartida ética. Uma sociedade que baseia o núcleo familiar em um sentimento, não na ética, não poderá durar muito. E um Estado que se interessa por regular todo tipo de relação não está pensando no bem comum, mas em seu próprio engrandecimento: quanto mais regulações, maior ele fica. 
Essa é uma decisão ruim que os gays que tiverem alguma consciência política ainda vão lamentar muito.

Quer ler mais sobre o assunto? Indico o livro (em inglês) What is marriage? Man and Woman: A Defense, de três autores que argumentam em uma linha próxima à desta postagem. Disponível em Kindle.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Valores? O que é isso mesmo, hein!

Valores. Quais são os seus? 
Os meus estão baseados na Bíblia Sagrada e mesmo aqueles que aprendi sem ler nos textos sagrados, estão inseridos lá, apenas com nomes diferentes. Na verdade tudo que é bom e saudável para o ser-humano vem das Escrituras.

O amor, está na Bíblia inteira;
A honestidade, também;
A fidelidade, idem. 
E assim por diante.

Sabe por que estou escrevendo esse texto? Por que outro dia, fui a um lugar entregar algo para uma pessoa que trabalha comigo e é um pouco mais velha do que eu. Dirigi-me à ele, chamando-o de senhor. Ele me respondeu e de repente uma senhora que estava perto de nós e ouviu o nosso diálogo, escandalizou-se. Ela se virou para uma outra senhora que estava também perto e disse mais ou menos assim: "- Você viu do que ele chamou o Fulano?" a outra senhora por sua vez disse que sim e concluiu com um " - E daí?". E eu também assustei-me com a reação impetuosa e de reprovação dela, mas não demonstrei, apenas fiquei pensativo confirmando o que tenho presenciado nesses meus 45 anos de vida, principalmente nesta era terrível de implantação do pensamento, socialista, anti-cristão e politicamente correto que desagua na Liberalidade total. 

A destruição de valores que mantém a sociedade saudável, está se concretizando e tem se mostrado eficaz no que se propoz. Não pelo fato de se chamar alguém de você ou de senhor, mas pelo fato de se criar nas cabeças de nossos infantes principalmente, o desprezo pelo respeito ao mais velho

Lembro-me muito bem de quando eu era apenas um menino vivendo no Rio de janeiro e da educação que meus pais me deram sobre isso. Eles diziam que devíamos chamar sempre os mais velho de senhor e/ou senhora. Quando algum de meus tios chegavam em minha casa, minha mãe dizia para que eu pedisse a sua bênção, e isso era algo para mim bem prazeroso, pois podia demonstrar em palavras o respeito e admiração que sentia por eles. "- Bença tia!" "- Bença tio!" Era o máximo para mim, contudo nos dias atuais essas práticas tem caído em desuso e quem "ousa" pratica-los pode ser taxado de estranho, esquisito ou um ser de outro planeta. 

Pois, vou dizer-lhes uma coisa, não mudarei esse meu jeito de ser e ainda continuarei a ensinar os meus filhos que respeito é bom e muitas pessoas ainda gostam. 

Ensinarei a chamar os mais velhos de senhor e senhora, e principalmente de respeitá-los como pessoas mais experientes.

Agora, vou confessar uma coisa, fiquei muito triste em ver uma senhora ficar tão indignada com o respeito que demonstrei por aquele senhor que trabalha comigo, pois esperava que esse tipo de coisa partisse de pessoas bem mais jovens e já bem contaminadas pela engenharia social e doutrinação socialista impetrada pelos vermelhos que encontram-se no Poder.

Valores.
Isso realmente não tem preço.

Autor: Tom Alvim.
Imagem: Chavesweb.com

sábado, 13 de junho de 2015

Pode-se praticar cristofobia sob o pretexto de combater uma suposta homofobia?

Existem coisas que só acontecem em Estados autoritários, socialistas, comunistas e que consequentemente estão destruindo os valores básicos de uma sociedade verdadeiramente democrática. Estes fundamentos são valores judaico-cristãos que dão suporte a vida em sociedade como a conhecemos, com respeito a todas as pessoas e seus credos. O que se viu na Parada Gay em São Paulo no domingo passado foi uma afronta à lei e a inteligência comum. Afronta à lei, porque, ninguém pode sob qualquer pretexto agredir símbolos religiosos de QUALQUER religião e nem tampouco dizer que existe homofobia apenas por que alguém discorde de práticas aprendidas ou impostas. Homofobia é quando se agride, se exclui ou se persegue alguém por sua opção sexual e NÃO QUANDO SE DISCORDA DESSA PRÁTICA.

Pois bem, não vou escrever muito sobre esse tema, pois o jornalista Reinaldo Azevedo, sintetizou claramente a minha opinião e por isso deixei o texto logo abaixo para que possamos ler e divulgar em todos os meios em que estejamos inserido. Talvez assim consigamos "desconstruir", termo muito usado pelos esquerdopatas, essas mentiras que hoje já estão se tornando verdades em nossa sociedade apodrecida pelo pecado. Leia-mos:

Pode-se praticar cristofobia sob o pretexto de combater a homofobia? Ou: O mi-mi-mi dos hipócritas e autoritários. 

Por Reinaldo Azevedo

Por que tanto mi-mi-mi?
Nesta quinta, deputados das bancadas evangélica e católica postaram-se atrás da Mesa da Câmara e exibiram imagens com flagrantes da Parada Gay ocorrida em São Paulo no domingo. Havia a transexual com os seios à mostra presa a uma cruz, inferindo que os gays são os cordeiros de Deus de hoje; mulheres introduzindo objetos não identificados na vagina, pessoas caracterizadas como santos ou figuras bíblicas praticando sexo oral…
Se querem saber, não achei o protesto de bom gosto, mas compreendo as suas razões. O que não entendo é a gritaria dos “progressistas”. Que é? Foram tomados agora de um súbito puritanismo? As imagens exibidas pelos deputados foram flagrantes feitos nas ruas, em praça pública, diante de todos — o que, diga-se, afronta a lei; trata-se de comportamento tipificado no Código Penal.
É curioso que agora cobrem de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara, uma atitude. Que atitude ele poderia tomar, além de nenhuma? Diz ele: “Não emiti opinião. Já vi várias manifestações, de várias naturezas,  acontecerem no plenário, como bater panela e levantar carteira de trabalho. Não posso impedir a manifestação de parlamentar, como não impedi de bater panela”. A fala é correta.
Então os gays podem sair às ruas, patrocinados com dinheiro público — sim, com dinheiro público —, ofender a religião de milhões de pessoas, com a agressividade típica das falsas vítimas, e o Parlamento é obrigado a se calar? Ora, por que o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), sempre tão loquaz, não tomou a palavra para defender o comportamento dos que foram à parada com o propósito de agredir a Constituição?
A reação dos inconformados não passa de patrulha, má-fé e ódio à democracia. Vamos ver. Se evangélicos ou católicos, numa marcha atacarem símbolos de religiões de origem africana, o que vocês acham que vai acontecer? Vão entrar na mira do Ministério Público, que apelará à Constituição e às leis, que protegem a diversidade religiosa. Por que o cristianismo — de qualquer denominação — pode ser vilipendiado, especialmente numa manifestação, reitero, financiada com dinheiro público?
Os cristãos têm o direito de se manifestar e de protestar, ora essa! Então os que gritam por uma lei que puna o que chamam de homofobia podem exercitar a mais descarada e aviltante cristofobia? A propósito: por que somos todos obrigados a pagar para que eles façam sexo oral em praça pública? Pode não parecer, mas havia muito do nosso dinheiro lá.
Devagar aí! O estado é laico, sim, mas não é oficialmente ateu. Aliás, leio no preâmbulo da Carta Magna: “promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL”. Os ateus não gostam? Fiquem tranquilos: “sob a proteção de Deus”, seu direito de não professar fé nenhuma está resguardado. Mas também estão protegidos os símbolos religiosos.
Poucas coisas me irritam tanto quanto a gritaria das falsas vítimas. Então os promotores da Parada Gay permitem ou estimulam o vitupério contra as religiões; açulam os ânimos contra as lideranças religiosas; hostilizam de maneira deliberada a fé alheia e, quando há uma reação, ficam posando de vestais? Dizem-se perseguidos? Opa! Quem perseguiu quem na parada de domingo? A rigor, desconheço algum outro país em que o sexo oral seja patrocinado com dinheiro estatal.
As lideranças gays façam o que acharem melhor. São livres para se manifestar, mas não para agredir a Constituição e o Código Penal. E os que se sentirem ofendidos com as suas agressões também têm direito à reação — dentro da lei e da ordem. Digam-me cá: se católicos e evangélicos decidirem propor movimento de boicote às marcas que patrocinam a parada gay, estarão sendo obscurantistas ou apenas exercendo um direito democrático?
Quem vai à rua para agredir a religião alheia está escolhendo um caminho. Um mau caminho. As lideranças gays que promovem a marcha deveriam, isto sim, pedir desculpas, se é que pretendem viver num mundo civilizado. O que se viu nas ruas foi baixaria, vulgaridade e delinquência intelectual.
A propósito: eu estou entendendo errado, ou há mesmo pessoas defendendo a censura sob o pretexto de defender a diversidade sexual?
Tenham mais compostura política, se a outra se mostra impossível!

Por Reinaldo Azevedo

quinta-feira, 11 de junho de 2015

ONU se manifesta sobre estupro com nota que é filha bastarda do mesmo mal que gera a impunidade de assassinos

O Organização da Nações Unidas, por intermédio da ONU Mulheres Brasil, emitiu uma nota cobrando a punição dos estupradores e assassinos da cidade de Castelo do Piauí (PI). É claro que faz bem. O leitor menos atento, no entanto, não perceberá que essa nota também é filha bastarda do pensamento politicamente correto que leva à impunidade. Leiam. Volto em seguida.
*
A ONU Mulheres Brasil se solidariza com as quatro vítimas de estupro coletivo, ocorrido na cidade de Castelo do Piauí (PI). Este é um crime que choca a todo o Brasil e a América Latina pela crueldade com que as adolescentes, entre 15 e 17 anos, foram alvo da violência sexista, tendo seus corpos violados, torturados e mutilados. À memória da vítima fatal do feminicídio, Danielly Rodrigues Feitosa, e a seus familiares, condolências e justiça.
Desde março deste ano, o Brasil assegurou o feminicídio – assassinato de mulheres e meninas com requintes de crueldade – como crime hediondo no Código Penal por meio da Lei nº 13.104/2015. Como 16ª nação latino-americana com punição prevista em lei ao feminicídio, o Brasil foi escolhido como primeiro país-piloto para adaptar o Modelo de Protocolo Latino-americano para Investigação de Mortes Violentas de Mulheres por Razões de Gênero, elaborado pela ONU Mulheres e pelo Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU, devido às políticas e à rede de serviços públicos de enfrentamento à violência.
Contudo, para além da responsabilização do poder público aos agressores, justiça e reparação às vítimas, são necessárias transformações de comportamento e atitude na sociedade e consciência pública sobre a gravidade e os altos índices de violência contra as mulheres e meninas: cerca de 50.000 estupros e 5.000 assassinatos por ano. Isso implica mudanças diárias e mobilizações, em todos os níveis, sobre a maneira com que mulheres e homens, meninas e meninos, se relacionam, adotando valores e práticas firmados na igualdade e livres de quaisquer formas de violência.
Nadine Gasman
Representante da ONU Mulheres Brasil

Retomo
Vamos lá. É claro que está correta a solidariedade expressa às vítimas e a cobrança de punição. São as únicas coisas certas da nota. O resto é um apanhado de equívocos presos a uma covardia.
E onde está a covardia? A senhora Nadine Gasman se nega a admitir o óbvio: haverá impunidade, sim, para quatro dos cinco estupradores e assassinos. Afinal, eles são menores de 18 anos, e a Constituição e o ECA impedem que sejam responsabilizados penalmente. Mais: a ONU Mulheres Brasil sabe muito bem que os respectivos nomes dos bandidos menores não pode nem ser pronunciado pela imprensa. Eles também desaparecerão dos arquivos, e não haverá Lei de Acesso à Informação que possa levar à divulgação. Como a ONU é um dos paraísos do pensamento politicamente correto, então produz essa pérola.
Notem que, de forma confortável, a nota prefere admoestar toda a sociedade, como esta fosse responsável, como ente, pelos estupros e pela violência.
Mais: trata-se, sim, de estupro. Mas se trata, sobretudo, da agressão – e morte – de seres humanos, num país em que há mais de 50 mil homicídios por ano, boa parte dele praticados por menores, que terão garantida a impunidade. Tratar a questão apenas pelo viés da agressão contra as mulheres corresponde a escamotear o que realmente aconteceu.
Notem que o texto fala na Lei do Feminicídio, mistura de populismo judicial com demagogia, implementada pelo governo apenas para dar a impressão de que algo está sendo feito. Até porque, convenha, em que a existência dessa lei agrava a situação dos menores estupradores e assassino?
O texto prossegue, insistindo em algo que a própria imprensa se nega a ver: a suposta existência de 50 mil estupros no país. Com a lei que, na prática, iguala molestamento a estupro, sob o pretexto de endurecer a pena com molestadores, perdeu-se a dimensão do estupro e a sua gravidade. Mascaramento de dados, para baixo ou para cima, é uma boa forma de jamais corrigir um problema,
É bom que a ONU tenha se manifestado, sim. Mas poderia não ter sido covarde. No fim das contas, o texto acaba especulando sobre as culpas que seriam de toda a sociedade, não dos facínoras que praticaram aqueles atos. Trata-se de um pensamento muito típico das esquerdas: maximiza o problema, generaliza-o, faz dele um caso cultural, antropológico e sociológico e inviabiliza qualquer resposta.
Não, minha senhora da ONU: antes de ter havido um “feminicídio”, houve um homicídio, a senhora entende? A propósito: dos mais de 50 mil assassinados no Brasil, as mulheres representam algo em torno de 7%; 93% dos casos são “masculinicídio”. Como o governo não tinha resposta nenhuma a dar e cortou verba destinada à segurança pública, inventou, então, essa demagogia para embalar esquerdistas e trouxas, quase a mesma coisa. A única diferença é quem nem todo trouxa é esquerdista, mas todo esquerdista é trouxa.

Por Reinaldo Azevedo