QUANDO AS SOMBRAS SILENCIAM

Ficção espiritual que conta a estória de um casal de missionários, em meio a muita ação e aventura.

HOMENS QUE LUTAM

Nova série de artigos sobre atitudes que tornam os homens mais do que vencedores.

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"Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, (Efésios. 5: 25)"

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"Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos. (Provérbios. 14:1)"

POEMAS - Para adoçar a vida!

Poemas que nascem no coração, cresce em nossa mente e alçam vôo em nossa imaginação.

Blog Impressões Sem Pressões

"Em meio a valores distorcidos em nossa sociedade, temos JESUS CRISTO como referencial perfeito!" (Tom Alvim).

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Governo que negocia com black blocs e com truculentos que invadem a propriedade alheia não tem mesmo de negociar com caminhoneiros. Afinal, eles são uma gente muito esquisita: TRABALHAM E NÃO SÃO BASE DO PT!

Curioso este governo Dilma: negocia com bandidos, recebe invasores que partem para a porrada, deixa-se fotografar com seus líderes, mas endurece o jogo com quem trabalha e tem demandas que são, sim, justas.

Explico-me. Gilberto Carvalho, ex-secretário-geral da Presidência, confessou em entrevista que se encontrou com black blocs depois das tais jornadas de junho de 2013. Numa das conversas, ele revelou, um deles atirou um rolo de papel higiênico contra a autoridade. Carvalho continuou conversando. Entendo. 

No dia 12 de fevereiro do ano passado, uma manifestação do MST na Esplanada dos Ministérios deixou, atenção!, 30 policiais militares feridos. Carvalho foi bater um papinho com eles, e Dilma, ela mesma, os recebeu em palácio no dia seguinte. Afinal, como se sabe, eis um governo que dialoga.

Com os caminhoneiros, que são trabalhadores, a postura é bem outra. São as primeiras vítimas da recessão em curso do governo da companheira. A categoria está na lona. A equação que junta elevação dos combustíveis, preço do frete e queda das commodities quebrou as pernas da turma, que se manifesta Brasil afora bloqueando as estradas.

Já escrevi aqui e já disse no programa “Os Pingos nos Is”, da Jovem Pan: não endosso manifestações que cassam das pessoas o direito de ir e vir. Acho que é possível fazer de outro modo. Mas compreendo a justeza das reivindicações e acho que o governo tem de negociar. Houve, sim, uma reunião com lideranças dos caminhoneiros. Ocorre que são sindicalistas pelegos, que não representam os que estão efetivamente parados.

Jose Eduardo Cardozo, ministro da Justiça, resolveu endurecer o jogo, a mando de Dilma. Afirmou que os nomes dos motoristas multados por infração de trânsito nos bloqueios de estradas serão enviados aos juízes para viabilizar a cobrança das multas por descumprimento das ordens judiciais de desbloqueio. As multas da Justiça estão fixadas entre R$ 5.000 e R$ 10 mil por hora para cada caminhoneiro. O ministro afirmou, ainda, que pediu à Polícia Federal a abertura de inquérito para apurar crimes cometidos ao longo dos protestos, inclusive a suspeita de que empresas estariam por trás das manifestações.

Pois é… Pelo visto, o que falta aos caminhoneiros que estão bloqueando as estradas é um selo de qualidade ideológica. Pertencessem a um dos aparelhos que estão na rede de apoio ao petismo, não estariam sendo perseguidos pelo governo. Ou vocês já viram o MST, liderado por João Pedro Stedile, e o MTST, liderado por Guilherme Boulos, arcar com o peso das ilegalidades que promovem? Ao contrário: Dilma se deixa fotografar ao lado desses patriotas.

No fim das contas, o mal dos caminhoneiros é trabalhar, é pagar impostos. Fossem meros invasores da propriedade alheia, mas com pedigree ideológico, estariam sendo abraçados por Dilma e Cardozo.
Dilma está em maus lençóis. A companheira é hoje a principal promotora do protesto do dia 15 de março.

Por Reinaldo Azevedo

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

American Sniper: lobos e ovelhas

amspTodos admiram, mesmo que secretamente, pessoas que recusam o cinismo predominante e brindam os seus próximos com uma amostra do que é a virtude em ação.

O novo filme de Clint Eastwood começa com o sermão de um pastor sobre o apóstolo Paulo. O que Paulo ensinava e fazia, explica o ministro, era motivo de escândalo para a maioria dos seus contemporâneos. Mas Paulo tinha dentro de si a convicção de estar fazendo a coisa certa. 


Chris Kyle está no culto com sua família. Ele ainda é uma criança, mas ouve atento o pastor explicar que somos incapazes de decifrar o padrão de Deus nos eventos que ocorrem na nossa vida. Só podemos considerar real e verdadeiro o que podemos enxergar? 

Não se engane pelo cenário da história ou seu contexto histórico. American Sniper não é sobre a Guerra do Iraque – nem contra e nem a favor – ou sobre qualquer aspecto da vida militar. 

O drama de Clint Eastwood é sobre os dilemas morais enfrentados por homens de convicção em um mundo no qual a defesa de qualquer princípio – por mais óbvio que seja – é vista como uma atitude fundamentalista. A convicção é uma anomalia. O mundo jaz do relativismo.

Se você quiser defender uma visão moral, prepare-se para enfrentar dilemas terríveis. Se você quiser se sacrificar por algo maior, prepare-se para a solidão. Sim, solidão: ao dizer que está disposto a morrer pelo seu país, Kyle ouve da futura esposa: “você é um egocêntrico!”.

Chris Kyle é filho de um diácono e de uma professora de escola bíblica dominical. Desde cedo ele aprendeu que a defesa dos princípios básicos de certo e errado o colocaria em conflito com a maioria que há muito abandonou o “preto-no-branco” por mil tons de cinza. 

Ainda menino, Kyle intervém em uma briga para defender seu irmão mais novo de um típico valentão. Ao ver seu irmão apanhando, ele não tem dúvidas: soca o garoto maior até lhe tirar sangue. Ao invés de lhe repreender, o seu pai lhe explica que as pessoas são divididas em três grupos: ovelhas, predadores e cães pastores que protegem as ovelhas “do Mal”. 

“Algumas pessoas preferem acreditar que o Mal não existe. Mas se algum dia ele aparecer na sua porta, não saberão como se proteger. Essas são as ovelhas. E então existem os predadores. Eu e sua mãe não estamos criando ovelhas ou predadores”, adverte o diácono.

Kyle cresce como um típico jovem dos nossos dias. É um beberrão e mulherengo. Mas ele enxerga o que os outros não enxergam. Em certo dia, o noticiário que para seu irmão é entediante, para Chris Kyle é perturbador. E, como Saulo, ele caí do cavalo. 

Como a luz do dia
As escolhas daquele que se tornaria o atirador de elite mais letal da história militar dos Estados Unidos são pautadas por um antiquado senso de moralidade. Não há espaço para o cinismo ou a meia-verdade no horizonte de Chris Kyle. Ele enxerga o Mal tão claro como a luz do dia. É essa característica singular que irá definir o seu destino para sempre. 

Quando poderia se arriscar menos, Kyle desce às profundezas do labirinto infernal de Ramadi para ensinar soldados novatos sobreviverem um dia a mais. Quando sua esposa grávida pede que ele fique em casa, Chris Kyle volta ao Iraque para proteger seus amigos. 

Em pouco tempo a insurgência iraquiana apelida Kyle de “o Diabo de Ramadi”- em referência a uma das cidades em que combateu – e coloca a sua cabeça a prêmio. Ele é temido por sua eficiência em matar. 160 mortes “oficiais”: tudo indica que o número seja maior (255). 

O maior mérito de Chris Kyle, contudo, não reside no número de inimigos que ele abateu. Mas na quantidade de garotos que ele salvou com sua mira certeira. O filme faz um sutil e brilhante paralelo entre a visão moral distinta e a pontaria acima da média de Kyle. 

Além do inimigo que espreita em cada janela e porta, o jovem texano é obrigado a enfrentar as dúvidas crescentes e o medo paralisante dos seus colegas de farda. 

O agnóstico Eastwood fala no filme por meio de um jovem soldado que quase foi padre e é assaltado pela dúvida: Será que eles fazem a coisa certa? E será que vale a pena?

“O Mal existe. Nós já o vimos por aqui”, responde, serenamente, Chris Kyle. Eastwood mostra que o sniper mais admirado e temido da história dos EUA permaneceu até o fim com as convicções simples de um menino dedicado a proteger os inocentes dos bandidos. 

A virtude em ação
Há muitos sub-dramas terríveis contidos nas decisões de Kyle, mas não vou abordá-los para que o leitor assista ao filme e possa se surpreender com cada dilema que surge na história.

Ao contrário do que se poderia imaginar, Eastwood não manifesta aprovação diante da moralidade “preto-no-branco” de Chris Kyle. Diante disso ele é novamente agnóstico. 

Mas o velho mestre americano não deixa de mostrar que são de homens como Kyle que a sociedade precisa nos momentos mais tenebrosos, quando os lobos aparecem e recuamos como ovelhas confusas e apavoradas. Sem visão moral, sem senso de direção. 

Hoje em dia os homens estão mais preocupados em ser queridos por todos e não conseguem defender qualquer princípio por mais de 5 minutos. Eles não acreditam mais em certo e errado. São cínicos. Para os quais “honra” e “sacrifico” são como peças de museu. 

São bem poucos os que ainda enxergam o mundo como o apóstolo Paulo e Chris Kyle enxergavam. Mas todos admiram, mesmo que secretamente, pessoas que recusam o cinismo predominante e brindam os seus próximos com uma amostra do que é a virtude em ação. Clint Eastwood faz um elogio desses homens ilustres. Assista American Sniper.

Thiago Cortês
escreve no blog Descortês
Crédito: Site Mídia Sem Máscara

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

A FALÊNCIA DO MULTICULTURALISMO

Escrito por DENIS LERRER ROSENFIELD

O mundo tem vivido, nos últimos meses, senão anos, ações terroristas que só têm se multiplicado. É como se a barbárie estivesse reingressando no mundo civilizado, com o intuito de abalar os seus alicerces. “Explicações” que mais
se parecem “justificações” procuram dar conta de um fenômeno, de natureza política e religiosa, como se fosse um problema social ou uma suposta incapacidade de o Ocidente em lidar com a diferença. O argumento beira o absurdo, como se as vítimas devessem se explicar, ou ainda, como se as vítimas fossem os verdadeiros algozes. O terror, por muitos, é “condenado” pelo uso de orações adversativas (mas!), enquanto o verdadeiro problema seria a islamofobia!


Boa parte disto se deve ao politicamente correto ter impregnado a nossa cultura, como se toda forma de existênciacu ltural diferente do Ocidente ou qualquer comportamento fosse de igual valor aos princípios e valores universais que orientam as sociedades democráticas, tolerantes e pluralistas. É o tal do “direito à diferença", como se, em nome dele, tudo valesse, mesmo as piores aberrações, entre as quais o terror islâmico.


Por que esse silêncio atroz em relação às mulheres, na verdade meninas, muçulmanas que são mutiladas sexualmente em vários países africanos por motivos religiosos? Trata-se de um mero exercício do “direito à diferença"?


As diferenças culturais devem ser simplesmente respeitadas? Por que não o terror enquanto forma de contestação “diferente” dos valores do Ocidente?


Os atentados, na França, ao jornal “Charlie Hebdo", a uma policial mulher e a um supermercado judaico de comida kosher são exemplos, particularmente claros, da falência do multiculturalismo. Nos anos 70 do século passado, a França sucumbiu ao politicamente correto, ao suposto “direito à diferença", e abandonou, diria por razões ideológicas, o seu modelo de integração republicana dos imigrantes. Segundo esse modelo, as pessoas se integram individualmente à cultura reinante, obedecendo às leis e valores do país de adoção, seguem as regras da escola pública e reservam a sua diferença cultural e religiosa para a vida privada e familiar.


Ora, em seu lugar, foram “reconhecidos” os valores da diferença, como se os imigrantes tivessem todo o direito de viverem à parte, seguir publicamente a sua cultura e, mesmo, impô-la à sociedade francesa. Note-se que os terroristas
islâmicos eram de cidadania francesa, voltando-se contra os próprios valores republicanos franceses.


Quem foram os alvos de seus ataques?


Um grupo de jornalistas satíricos que exercia o seu próprio direito de liberdade de expressão. Em uma sociedade democrática, possuem todo o direito de assim fazê-lo. Os descontentes devem recorrer aos tribunais se se sentirem atingidos. O uso da violência e do assassinato não são “respostas”, salvo se as considerarmos como “justificadas” por uma suposta exclusão. Os supostos excluídos são os que, na verdade, querem impor os seus valores para a sociedade francesa e, também, em seus outros prolongamentos terroristas, para o mundo ocidental em geral.


Outro grupo foi constituído por policiais, também cruelmente abatidos. Um deles pediu clemência, inerte no solo, antes de ser assassinado. Ora, o que são policiais? Policiais são símbolos do Estado e, enquanto tais, devem ser reconhecidos. No momento em que policiais viram alvos de terroristas é o Estado, ele mesmo, que é atingido em um de seus pilares. Neste sentido, o objetivo dos terroristas consistia na destruição mesma do Estado, procurando suscitar a desordem pública e a generalização da violência.

Outro grupo foi o de judeus, atingidos, na “melhor” tradição nazista, pelo simples fato de serem judeus. É como se o terror islâmico procurasse relembrar, neste ano mesmo em que se rememora o terror de Auschwitz, que eventos
semelhantes podem ocorrer novamente no futuro. Não é outra coisa que fazem quando pregam abertamente a destruição pura e simples do Estado de Israel.
Aqui há outro torpor do politicamente correto sob a forma da esquerdopatia reinante. Recentemente, Israel, em defesa própria, fez um ataque de helicóptero no lado sírio das Colinas do Golã, matando terroristas do Hezbollah e militares iranianos, entre eles um poderoso general da Guarda Revolucionária. Tal fato, de maior importância, não ganhou maior destaque como se não fosse uma anomalia que o Hezbollah e a Guarda Revolucionária iraniana estivessem na Síria preparando ataques visando à destruição do Estado de Israel.


Outra explicação seria, evidentemente, a de que os terroristas do Hezbollah e os militares iranianos lá estivessem fazendo turismo! Tudo terminando por se acomodar em um esquema mental onde todo exercício da diferença é justificado. É sempre “o mas"!


Um caso é particularmente exemplar de outro modelo de integração imigratória, independentemente de cultura, tradição e religião. Kirk Douglas, um dos maiores atores de Hollywood, é judeu, tendo nascido com o nome de Issur Danielovitch. Seus pais eram imigrantes da hoje Bielorrússia, que chegaram aos EUA no final do século XIX e início do XX.


Issur Danielovitch nasceu em 1916 e quando chegou à escola pública não falava inglês, tendo o ídiche como língua. Teve de se integrar à cultura americana, tornando-se fluente no inglês e veio a ser um dos maiores atores da história do cinema, representante por excelência da cultura americana. Serviu, inclusive, na Marina americana durante a Segunda Guerra Mundial. Se não tivesse se integrado, teria vivido à parte, exercendo, no linguajar modernoso de hoje, o seu “direito à diferença". Não teria se tornado Kirk Douglas.


Hegel, em sua obra “Filosofia do Direito", discorrendo sobre o Estado moderno, argumenta que não importa que a pessoa seja judia ou quaker, poderíamos acrescentar muçulmana, contanto que seja “homem”, a partir de sua integração
em um Estado que expresse valores universais.

DENIS LERRER ROSENFIELD

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

SACO PRETO PARA O BRASIL?



Nem preciso comentar mais nada. Esta palestra é completa!

Obs.: Para quem não conhece o termo "Saco preto" que está no título deste post, ele é uma gíria que significa o mesmo que caixão ou seja o palestrande do vídeo acima disse: "...Aí é caixão, já era!" Usei esse trecho da palestra para criar o título deste post...Abraços para todos.

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=1MXvd3ZUn2c

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Reedições - Carnaval, festa demoníaca.


"Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus." (Romanos. 8:8)

Já começo este artigo sem meias palavras. O carnaval é uma festa demoníaca e como se sabe também é a festa da carne. Não há meio termos, não há um outro ponto de vista. Nós crentes em Jesus Cristo devemos saber que a carne não deve ser "alimentada" mas sim o espírito.

Devemos pensar nas coisas lá do alto e não nas coisas da carne. Durante esta festa nacional as estatísticas mostram o quanto o Brasil perde com isso e quantas vidas são ceifadas nos quatro dias de folia. O diabo, como sempre, maqueia o exterior e esconde o interior destruído pelas drogas, pelas bebidas alcoólicas, pelas relações sexuais promiscuas que resultarão em DSTs e por toda a sorte de imoralidade e violência que são fruto desta festa.

O mais triste disso tudo é que muitas pessoas já enganadas pelo inferno acreditam que é apenas uma festa aonde as pessoas irão extravasar a alegria e nada mais. Outro dia uma pessoa me disse que iria haver uma festa destas em determinada escola infantil e que seria um carnaval gospel. Eu sinceramente não sabia se ria ou se chorava diante daquela incoerência semântica e teológica, pois carnaval significa festa da carne e a palavra inglesa gospel significa evangelho que são as boas notícias ou boas nova. Uma coisa não pode caminhar junto com a outra e não me venham dizer que o carnaval é apenas uma festa cultural inocente que não é.

Durante alguns anos de minha vida, quando ainda não conhecia a Cristo, cheguei a "pular carnaval" lá no Rio de Janeiro e vi de perto - ninguém me contou - a destruição que causa nas pessoas e na sociedade. Não há comunhão entre as trevas e a luz e não há comunhão entre os que buscam o espírito e os que buscam a carne. Quem prevalece? Quem estiver mais forte e alimentado. Não se enganem, depois da quarta-feira de cinza só restarão cinzas na vida de muitos que encontrarão a morte de perto.

Só restarão cinzas para a meninas que engravidarão de sujeitos que nem conhecem direito. Só restarão cinzas na vida daqueles que forem abalroados por motoristas bêbados e irresponsáveis. Mas o carnaval é uma festa protegida pelos nossos governadores e por uma boa parcela da população, pois muitos lucram com ele. A começar pelos blocos de rua e pelas escolas de samba que recebem dinheiro do erário para financiar os seus desfiles em nome da cultura brasileira. E os artistas do axé baiano que nadam de braçada na grana. Sem dizer as empresas que engarrafam bebidas, principalmente as cervejarias que vendem como água esta coisa amarga que muitos insistem em dizer que é algo bom.
 
O carnaval usa máscara de alegria mas no fundo é triste como o inferno. Na madrugada de sábado para domingo de carnaval tive que levar a minha filha ao pronto socorro, ela estava com uma "virose". Na sala de espera às 02hs da manhã fiquei  vendo um desfile de uma escola de samba paulista. A televisão estava ligada e não tinha como não ver aquilo. Confesso que fiquei triste e enojado, mas principalmente encorajado. Encorajado para orar contra esta festa, nunca contra pessoas.

Encorajado para que o diabo não tenha força para destruir muitas vidas nestes dias e encorajado para orar por aqueles que nestes dias evangelizam, falando das boas novas que nunca irão caminhar juntos com a carne. Deus pode nos dar dias de alegria que irão durar a eternidade e não apenas quatro dias como o carnaval. São quatro dias de folia, seguido de um ano inteiro pela frente de agonia.


Autor: Tom Alvim
Imagem: Stock.xchng

sábado, 7 de fevereiro de 2015

A CASA DA MÃE JOANA!

Que coisa mais absurda. Um ESTRANGEIRO, dentro do Brasil, pregando REVOLUÇÃO socialista. Defendendo um assassino chamado Che Guevara e incitando o nosso povo para fazer uma revolução. Isso só acontece aqui no Brasil mesmo! Assista o vídeo abaixo e fique revoltado. Isso deveria ser caso de polícia, e esta pessoa deveria ter sido detida para esclarescer de onde ela vem e se ela é, ou não, imigrante legalizado.

Casa da mãe Joana é pouco. Aqui é a bagunça geral mesmo!

Vergonha de ser brasileiro.



sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

A ÁGUA VAI ACABAR?



Com essa seca que estamos vivendo em nosso País já surgem os especuladores de plantão para tentar implantar o pânico ecológico nas pessoas. Então, usando uma palavra que é carro-chefe para os comunistas e socialistas, vamos "desconstruir" a falácia de que um dia a água vai acabar, através de uma reportagem que foi postada no portal do G1 e que demonstra como uma empresa conseguiu tirar o sal da água do mar. Algo que eu sempre falei para aqueles que, em conversas de amigos vinham com esse "papo". Alguns até mesmo chegaram a dizer que a terceira guerra mundial seria por causa da falta de água. Grande bobagem! Israel já retira o sal da água do mar a muito tempo e o processo não é assim tão caro, pois essa empresa brasileira irá vender essa água ao consumidor, caso seja aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 
DESCONSTRUÍMOS apenas uma das MENTIRAS que comunistas e socialistas estão disseminando mundo afora a anos, através do marxismo cultural.


Assistam enquanto não retiram "do ar", pois com certeza isso não deve agradar a muitos por aí.

Abraços para todos.

Autor: Tom Alvim
Imagem: Site do G1