QUANDO AS SOMBRAS SILENCIAM

Ficção espiritual que conta a estória de um casal de missionários, em meio a muita ação e aventura.

HOMENS QUE LUTAM

Nova série de artigos sobre atitudes que tornam os homens mais do que vencedores.

FAMÍLIA - O PAPEL DO HOMEM.

"Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, (Efésios. 5: 25)"

FAMÍLIA - O PAPEL DA MULHER.

"Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos. (Provérbios. 14:1)"

POEMAS - Para adoçar a vida!

Poemas que nascem no coração, cresce em nossa mente e alçam vôo em nossa imaginação.

Blog Impressões Sem Pressões

"Em meio a valores distorcidos em nossa sociedade, temos JESUS CRISTO como referencial perfeito!" (Tom Alvim).

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Que diabo de solidão essencial condena as abortistas a uma militância tão amarga?

Não é preciso crer em Deus para defender a inviolabilidade da vida humana. Basta crer na particularidade do homem. E eu creio
Quero ainda falar daquelas senhoras (ler posts anteriores) que resolveram interromper uma passeata contra Eduardo Cunha e em defesa do aborto para comer alguma coisinha num bar-café, tomar um drinque e me hostilizar. Segundo a mais agressiva delas, gente como eu “deveria ser proibida de entrar num bar”. O que leva aquelas senhoras, a maioria na casa dos 50, todas tentando fugir da velhice – os esforços eram visíveis e malsucedidos –, a marchar em favor da morte? Há coisas que fogem à minha compreensão. Que diabo de solidão essencial as condena a uma militância tão amarga?

Querem ver? Embora eu seja, obviamente, contrário à eutanásia, entendo, sim os argumentos daqueles que defendem tal prática. E poderia até me compadecer de quem enfrentou a dor e acabou fazendo essa escolha – e há a possibilidade de que tenha atendido a um pedido do ente querido que se foi. Os dramas individuais pertencem a uma teia de relações bem mais ampla, bem mais complexa, do que as demandas políticas. Mas não posso aceitar, não sem um enorme espanto, que alguém se mobilize, como já vi em países europeus, para ir a uma marcha em defesa da eutanásia. O que leva alguém a sair da cama por isso?

O mesmo vale para o aborto. Transformar num monstro a mulher que abortou de forma volitiva seria um erro estúpido. Aliás, eis uma questão que o papa Francisco não está sabendo – e não está!!! – tratar com o devido cuidado. Ele não é, assim, um mestre da filosofia e da teologia, infelizmente… Em termos puramente religiosos, poder-se-ia dizer que se acolhe a pecadora, mas não o pecado.

Mas tiremos a religião da conversa: acolhe-se o humano, com todas as suas falhas, mas não a escolha que ele fez como um norte de civilização. “Ah, mas mulheres morrem em decorrência de abortos malfeitos…” É verdade. O número é brutalmente inferior àquele que as feminázis propagavam. Até quando as desmoralizei com dados oficiais sobre o número total de óbitos de mulheres no Brasil, elas anunciavam que 200 mil morriam por ano em decorrência do aborto.

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Atenção! O número é ligeiramente superior a… mil. É muito? É, sim! A eventual legalização do aborto – e, pois, sua possível multiplicação – certamente acabaria levando a um número maior de ocorrências fatais em razão dos riscos associados à interrupção da gravidez e às péssimas condições da saúde púbica no Brasil. É moralmente doloso que essas senhoras se dediquem à luta para que o serviço público de saúde pratique abortos em série, mas não para que ele ofereça um atendimento pré-natal decente. Entre a vida e a morte, escolheram a morte.

Ademais, não falo do “pecado”. Não é preciso crer em Deus para defender a inviolabilidade da vida humana. Basta crer na particularidade do homem. E eu creio. Sou católico, sim. Mas, antes disso, sou um humanista. Não quero impor a minha religião a ninguém. Eu apenas combato os que escolheram racionalizar os caminhos da morte em vez de tornar mais viáveis os da vida.
Sim, eu dei combate àquelas senhoras e à moça barbuda que estava com elas – ela própria, também, uma sobrevivente da tese que defendia, certo? –  porque se tratava de uma questão política e porque fui alvo da sua intolerância. Mas, reitero, depois de desmoralizá-las, depois de dizer que elas poderiam ao menos tentar matar quem pode correr, senti uma profunda pena, compaixão mesmo.
Volto, pois, ao ponto: em que dores sem cura está a alma de quem sai de casa para marchar em favor da morte e depois dá um tempinho para tomar uma cerveja?

Eu até me desculpo com elas. Merecem, antes de mais nada, as minhas orações. Que consigam sair do poço da amargura!

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

"O Estado baba de desejo de invadir a vida privada! (Pondé)"


Vídeo: YouTube

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

CANSADO DE SER PERSEGUIDO PELO FACEBOOK, OLAVO DE CARVALHO LANÇA A SUA PRÓPRIA REDE SOCIAL: THE REAL TALK

Clique AQUI e vá direto a esta nova rede social verdadeiramente livre que já começa a funcionar na próxima segunda-feira.
Cansado de sofrer suspensões de sua página no Facebook, o filósofo, escritor e jornalista Olavo de Carvalho, resolveu criar a sua própria rede social: The Real Talk, como podem ver no facsímile acima ou clicando no link para conhecer essa nova rede social livre da deletéria "engenharia social" cujo foco é imbecilizar as pessoas de forma que se tornem presas fáceis do totalitarismo do século XXI, espicaçando o direito individual e fazendo tábula rasa da liberdade, até porque é o indivíduo espécie de célula do tecido social. Banido o direito individual morre, portanto, a liberdade no seu sentido amplo.
Neste artigo que segue abaixo, Olavo de Carvalho explica tudo. E não deixa de ser espetacular a sua ideia de lançar a sua própria rede social livre da manipulação odiosa de uma elite globalista egoísta e criminosa que prossegue na insana cruzada para destruir os pilares da civilização ocidental. Lamentável que o Facebook faça parte dessa camorra global. 


Portanto, recomendo que vejam o vídeo, leiam o artigo que segue e visitem já a mais nova rede social que, por certo, vai bombar na internet: The Real Talk. 
Esta é a página que, segundo o Facebook, “não viola as regras da comunidade”.
GARRAS INVISÍVEIS
Por Olavo de Carvalho
Transcrito do site Mídia Sem Máscara
Andei lendo, nos últimos dias, Till We Have Faces, a majestosa obra-prima em que C. S. Lewis toma de Apuleio o mito de Eros e Psique e o reconta à sua maneira. A narrativa é escrita na primeira pessoa pela princesa e depois rainha Orual, a irmã mais velha e mais feia da bela Psique, e assume a forma de um tremendo libelo contra os deuses, acusados de, sob a proteção da invisibilidade e da distância inacessível, fazer da vida humana um jogo arbitrário e cruel.
Justa e valente ao ponto de bater-se pessoalmente em duelo vitorioso contra o rei de um país inimigo, e educada, ademais, nos princípios da filosofia grega, Orual busca em tudo uma razão de ser, e não encontra. Sua revolta contra o destino chega ao auge quando os deuses lhe roubam a irmãzinha querida, a única alegria da sua triste vida, para fazer dela a esposa de um ser misterioso – um monstro, talvez – cujo rosto é proibido contemplar.
Quanto mais Orual se rebela, mais os deuses a perseguem, induzindo-a em erros e colocando-a em situações absurdas que ameaçam levá-la à insanidade. O romance tem passagens tão angustiantes que inspiram no leitor o “terror e piedade” da tragédia clássica, mas o desenlace da história no além-túmulo não é nada trágico, pois no fim das contas a rainha não é julgada pelos deuses perseguidores e sim pelo “deus desconhecido” que tudo cura e redime.
Não vou dar detalhes para não estragar a leitura. Mas para mim foi uma sorte estar lendo esse livro justamente numa ocasião em que tudo em volta me induzia a meditar sobre o destino paradoxal do cidadão numa democracia moderna, investido de direitos legais sublimes, mas submetido a poderes cada vez mais distantes e inacessíveis que o controlam, manipulam e atormentam num jogo de gato e rato.
Anos atrás li, não lembro onde, uma profecia budista de que no fim dos tempos os homens seriam deuses para os homens. Na época imaginei que se tratasse de um culto idolátrico, mas hoje entendo que não é preciso render-lhes culto para que alguns homens tenham os meios de reduzir o seu concidadão menos poderoso à condição de um rato que se debate em vão entre as garras de um gato invisível. O que os torna divinamente inalcançáveis não é nenhuma magia celeste, é a trama densa e indeslindável das leis, da burocracia e dos recursos tecnológicos postos à disposição de quem possa comprá-los. Governos, serviços secretos, partidos políticos, organizações revolucionárias e mega-empresas transformaram-se em réplicas simiescas, mas não menos temíveis, dos deuses da antigüidade.
Eu poderia citar como exemplo o caso da pobre Debbie Schlussel, a colunista americana que em 2008, antes das eleições presidenciais, descobriu o certificado de alistamento militar grosseiramente falsificado de Barack Hussein Obama, prova cabal de que o candidato era um criminoso chinfrim, sem qualificações para obter uma licença de porte de arma ou mesmo um emprego de balconista do Walmart. Até hoje essa verdade patente, visível a olho nu, enfrenta em vão a resistência sem rosto de poderes invisíveis e onipresentes (muito parecidos com o partido dos sonhos de Antonio Gramsci) que insistem em encobri-la com piadinhas evasivas mesmo depois de sete anos de desastres presidenciais sem fim, que poderiam ter sido evitados antecipadamente mediante uma simples queixa na polícia. A capacidade de desconversa desses fantasmas é ela mesma fantasmagórica. Sempre que se fala em documentos falsos, eles respondem em únissono: “O presidente não nasceu no Quênia.” Não contestam a acusação: mudam a identidade do acusador, forçando-o a patinar em falso. De onde vem essa oposição perversa, uniforme e obstinada? Nem todas as especulações dos teóricos da conspiração poderiam responder a essa pergunta envolta numa trama indeslindável de subterfúgios, que elas só tornam ainda mais enigmática. Pobre Debbie, pobre Orual. 
Mas não preciso ir tão longe. Eu mesmo, durante a semana, vivi o papel do rato preso entre garras invisíveis. Se o leitor me permite, conto a história.
Como muitos outros escritores e jornalistas, uso o Facebook como canal de comunicação diária com o meu público leitor. Entremeando considerações filosóficas, piadas, recordações curiosas e invectivas contra o governo mais corrupto de todos os tempos, fui ampliando esse público até chegar além de 220 mil seguidores. Muitos deles, em 15 de março, foram às ruas com cartazes “Olavo tem razão”, protestando contra o silêncio ominoso da mídia e dos políticos em torno de denúncias que eu vinha fazendo desde 1993 contra o esquema comunopetista – ou comunolarápio -- de apropriação do Estado.
Em 2013, tudo correu bem. O único inconveniente eram páginas repletas de caricaturações maldosas e pueris, quase sempre anônimas -- o primeiro mas ainda nada alarmante sinal das garras invisíveis – que em reação me acusavam de tudo quanto era crime e me catalogavam, ao mesmo tempo, como espião do Mossad e agente islâmico, gnóstico maçom e fundamentalista cristão, nazista camuflado e comunista enrustido, além de fuçar a vida da minha família e recontar a minha biografia em tons horripilantes, com honestidade luliana e o senso cronológico de um drogado em plena bad trip.
A partir de 2014, porém, quando as verbas de propaganda concedidas pelo governo federal ao Facebook cresceram 118 por cento em comparação com o ano anterior (v. https://tecnoblog.net/180893/facebook-verba-publicitaria-governo/), tudo mudou. Minha página passou a ser bloqueada a todo momento, sob as alegações mais levianas e despropositadas, enquanto as páginas que me acusavam até de assassinato eram, quando denunciadas pelos meus seguidores, abençoadas pelo Facebook com a garantia de que “não violavam as normas da comunidade”. Normas que, só posso concluir, lhes asseguravam o direito à prática impune do crime de calúnia, fazendo portanto do próprio Facebook uma organização criminosa, como aliás acontece com toda empresa que vai para a cama com o PT.
Agora, nas semanas em que vão ocorrer novas mega-manifestações de rua contra o descalabro petista, veio um novo bloqueio, desta vez por trinta dias, de modo que eu não possa me comunicar com o público durante os protestos.
Só um mentecapto veria aí uma mera coincidência, pois o pedido de bloqueio partiu justamente da mesma página do MAV (Núcleo de Militância Virtual do PT), que me faz acusações caluniosas sob a proteção do Facebook (v. ilustração).
Como eu passasse a postar mensagens pela página da minha esposa, esta foi bloqueada também.
Quem são os agentes por trás dessa operação? Quem são os mavistas que a executam? Quem, na alta direção do Facebook, decidiu apoiar tão descaradamente crimes de calúnia e ainda perseguir a vítima?
Abrigados por trás de uma confortável invisibilidade, fazendo em pedaços a Constituição brasileira que proíbe o anonimato, os deusinhos do MAV e do Facebook infernizam a vida do cidadão e divertem-se a valer como larvas em festa no fundo do seu esgoto olímpico.  
A partir de segunda-feira, minhas novas mensagens, incluindo os links para os artigos do Diário do Comércio, serão postadas na minha própria rede social, The Real Talk, https://therealtalk.org/index.html.
O Facebook que reproduza -- ou esconda – o que quiser.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Diga NÃO ideologia do gênero!

http://defesa-hetero.blogspot.com.br/2015/08/diga-nao-ideologia-de-genero-veja-o.html#.VjiAV7O37tR


  • Clique na imagem acima para assistir ao excelente pronuciamento de Vanessa Nogueira na Tribuna Popular na Câmara de Vereadores na noite do dia 04/08/2015, sobre a questão da ideologia de Gênero no PME de Cachoeira do Sul-RS:

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

O grandioso plano de Antonio Gramsci

O artigo abaixo foi transcrito do site Marxismo Cultural e este por sua vez fez a tradução do site New American. Como gosto de me manter informado sobre o que está acontecendo em nosso contexto, não pude deixar de ler o artigo e nem tampouco deixar de compartilha-lo, pois é um bom começo para fazer-no enchergar o que vem sendo plantado há muitos anos em todo o mundo e como isso está tão presente em nosso meio, seja nas escolas, nas universidades, e até mesmo nas igrejas protestantes (Teologia da Missão Integral) e na igreja católica (Teologia da Libertação). 
Leia e aproveite o conteúdo:

Por Padre James Thornton
 Um dos aspectos mais interessantes do estudo da História é que frequentemente homens nascidos nas circunstâncias mais humildes conseguem, apesar disso, ascender até ao topo e afectar dramaticamente o curso da História humana. Eles podem ter sido homens de acção ou pensadores, mas de qualquer forma, as suas actividades podem fomentar alterações tremendas através dos anos. Antonio Gramsci foi, ao mesmo tempo, um homem de acção e um pensador e, qualquer que seja o resultado dos eventos que ocorrerão em décadas futuras, ele certamente será considerado pelos futuros historiadores como uma figura de relevo.

Nascido na obscuridade na ilha de Sardenha em 1891, Gramsci não era um candidato primário a ser alguém que causaria um impacto significativo no século 20.Gramsci estudou Filosofia e História na Universidade de Turim, e rapidamente se tornou num Marxista aplicado, alistando-se no Partido Socialista Italiano. Imediatamente após a Primeira Grande Guerra, ele estabeleceu o seu próprio jornal radical, A Nova Ordem, e pouco depois ajudou a fundar o Partido Comunista Italiano.

Marxista desiludido

A "Marcha em Roma" fascista, e a nomeação de Benito Mussolini para primeiro-ministro, causaram a que o jovem teórico Marxista abandonasse a Itália. Buscando por uma nova casa, ele escolheu o sítio mais lógico para um Comunista, a recentemente criada URSS de Vladimir Lenine. No entanto, a Rússia Soviética não era o que ele estava à espera. Os seus poderes de observação despertaram imediatamente para a distância que frequentemente separa a teoria da realidade.

Um Marxista fanático no que toca às teorias políticas, económicas e históricas, Gramsci ficou profundamente perturbado pelo facto da vida na Rússia Comunista exibir poucas evidências em favor do amor profundo por parte da classe operária pelo "paraíso" que Lenine havia construído para eles. Havia uma ligação ainda menor com conceitos tais como "revolução do proletariado" ou "ditadura do proletariado", para além da retórica obrigatória.

Pelo contrário, era óbvio para Gramsci que o "paraíso" da classe operária mantinha o seu domínio sobre os trabalhadores e sobre os camponeses apenas e só através do terror, das matanças em massa em escala gigantesca, e através do omnipresente medo das visitas nocturnas e do trabalho forçado na imensidão siberiana. Também crucial para o estado de Lenine era a constante difusão de propaganda, de slogans e de mentiras óbvias. Tudo isto era uma desilusão imensa para Gramsci.

Embora outros homens provavelmente teriam re-avaliado a sua visão ideológica depois de tais experiências, a mente subtil e analítica de Gramsci trabalhou de forma diferente sobre este paradoxo.

Estaline sobe ao poder.

A morte de Lenine e a obtenção de poder por parte de Estaline causou a que Gramsci reconsiderasse imediatamente a sua escolha de residência. Operando sobre os empreendimentos de Lenine baseados no terror e na tirania, Estaline começou a transformar a Rússia agrária num gigante industrial que voltaria então as suas energias para a conquista militar. Era plano de Estaline criar a maior máquina militar da história, esmagar as "forças reaccionárias", e impor o Comunismo em toda a Europa e Ásia - mais tarde em todo o mundo - através da força.

Enquanto isso não acontecia, e como forma de consolidar e garantir o seu poder, Estaline deu início ao extermínio sistemático de potenciais adversários dentro do seu lado ideológico. Isto, como se verificou mais tarde, tornou-se num processo contínuo que durou até a sua própria morte. De modo particular, homens sobre quem recaiam suspeitas mínimas de que se desviavam da interpretação Marxista-Leninsta de Estaline, eram enviados para as câmaras de tortura, para os campos da morte, ou colocados perante esquadrões de execução.

O "profeta" da prisão

Com o fim dos seus dias na Russia Estalinista, Gramsci decidiu regressar a casa para tomar parte na luta contra Mussolini. Visto, ao mesmo tempo, como uma ameaça séria para a seguraça do regime fascista e um provável agente duma potência estrangeira hostil, passado que estava pouco tempo, Gramsci foi preso e condenado a um tempo considerável de prisão. Foi na prisão que ele dedicou os 9 anos de vida que lhe restavam à escrita.

Antes da sua morte por tuberculose em 1937, Gramsci escreveu 9 volumes em torno das suas observações em torno da História, Sociologia, teoria Marxista, e, mais importante, a estratégia Marxista. Esses volumes, conhecidos como "Cadernos do Cárcere", foram desde então publicados em várias linguas e destribuídos por todo o mundo. A sua importância vem do facto de formarem os fundamentos duma nova e dramática teoria Marxista, uma que torna a "revolução espontânea" de Lenine obsoleta, uma promete conquistar voluntáriamemente o mundo para o Marxismo, e uma que se baseia numa visão realista dos factos históricos e da psicologia humana - e não nos desejos vazios e nas ilusões.

Como vamos ver, a avaliação inteligente de Gramsci do Marxismo e da humanidade faz com que os seus escritos se encontrem entre os mais poderosos do século. Embora Gramsci tenha morrido de uma forma ignominiosa e solitária numa prisão fascista, os seus pensamentos ganharam vida própria e ascenderam para uma posição a partir da qual eles poderiam ameaçar o mundo. Quais foram essas ideias?

A essência da Revolução Vermelha.

A contribuição fundamental de Gramsci foi a de libertar o projecto Marxista da prisão do dogma económico, e desde logo aumentando de modo significativo a sua habilidade para subverter a sociedade Cristã. Se levamos a sério os anúncios ideológicos de Marx e de Lenine, seríamos levados a acreditar - lado a lado com os seus milhões de discípulos iludidos - que a revolta dos operários era inevitável, e que tudo o que era necessário era a mobilização das classes inferiores através da propaganda, e desde logo dando início a uma revolução universal. Naturalmente, esta premissa está errada, mas mesmo assim manteve-se uma doutrina inflexível entre os Comunistas - pelo menos em público.

No entanto, o cerne do movimento Comunista era composto por criminosos impiedosos, perfeitamente cientes dos erros intelectuais do Marxismo mas dispostos a empregar os meios necessários para obter o poder que tanto desejavam. Para tais conspiradores cheios de ódio e endurecidos, a ideologia é uma táctica, um meio de mobilizar apoiantes e racionalizar as acções criminosas.

Aqueles que aceitam sem questionar a ideia de que "o Comunismo está morto" falham ao não entenderem a verdadeira natureza do inimigo. O Comunismo não é uma ideologia na qual se acredita, mas sim uma conspiração criminosa na qual se toma parte. Embora Lenine professasse reverenciar os textos de Marx como palavras sagradas, mal os seus Bolcheviques obtiveram o poder na Rússia, Lenine viu-se à vontade para modificar a doutrina Marxista de modo que estivesse ao seu agrado. O mesmo aconteceu com Estaline.

Os Bolcheviques não chegaram ao poder na Rússia depois duma revolta dos trabalhadores e dos camponeses, mas através dum golpe de estado  (orquestrado por uma elite Marxista altamente disciplinada) e consolidado através duma guerra civil. Para além disso, e não podemos esquecer, os Marxistas receberam ajuda fundamental por parte da elite política e bancária do Ocidente.

Semelhantemente, o Comunismo não chegou ao poder na Europa Oriental através duma revolução, mas sim através da imposição desse sistema por parte do Exército Vermelho conquistador - e, mais uma vez, com a conivência corrupta dos conspiradores Ocidentais. Na China, o Comunismo chegou ao poder através da guerra civil, ajudada pelos Soviéticos e pelos elementos traidores do Ocidente.

Em nenhuma parte do mundo o Comunismo chegou ao poder através duma revolução popular, mas sim através da força e do subterfúgio. Os únicos levantamentos revolucionários populares registados no século 20 foram "contra-revoluções" anti-Marxistas, tais como a revolta de Berlim em 1954 e o levantamento Húngaro de 1956.

Olhando para o século 20 como um todo, torna-se claro que Marx estava errado nas suas suposições de que a maior parte dos operários e camponeses se encontravam insatisfeitos com o seu lugar na sociedade, e se sentiam alienados da mesma sociedade, que eles tinham algum tipo de ressentimento contra a classe média ou a classe alta, ou que eles tinham algum tipo de pré-disposição para a revolução.

Para além disso, onde quer que o Comunismo tenha obtido o poder, o seu nível imprecedente de violência, de coerção, e repressão, geraram oposição secreta a nível interno, e oposição militar a nível externo - o que tornaram as matanças sem fim e a repressão endémicas do Marxismo e essenciais para a sobrevivência do Comunismo.

Todos estes factos inegáveis, quando analisados de forma honesta, eram dificuldades insuperáveis quando novas extensões do poder Comunista eram consideradas, e asseguravam a existência de algum crise dentro do Marxismo.
Embora o que foi dito em cima seja óbvio para os observadores perspicazes actuais, olhando para trás do ponto de vista do nosso tempo e depois de mais de oito décadas de experiência com a realidade do Comunismo no poder, começamos a entender algo da perspicácia de Antonio Gramsci quando nos apercebemos que, o que é evidente para nós hoje, no encerrar do milénio, era evidente para ele quando o regime Soviético se encontrava na sua infância e o Comunismo ainda era largamente uma conjectura ainda não testada.

Gramsci foi um brilhante estudioso de filosofia, história e línguas e esta educação não só lhe deu uma excelente compreensão do maneira de ser do seu semelhante, como também do carácter das sociedades que compunham a comunidade de nações civilizadas das primeiras décadas deste século [ed: século 20]. Tal como já vimos, uma das percepções basilares que lhe foi fornecida pela sua educação foi a de saber que as expectativas comunistas duma "revolução espontânea", causadas por algum processo de inevitabilidade histórica, eram ilusórias.
Segundo ele, os ideólogos Marxistas estavam imersos numa ilusão auto-imposta. Segundo o ponto de vista Gramsciano, os operários e os camponeses não estavam, em larga escala, pré-dispostos para uma revolução e nem tinham qualquer tipo de desejo de destruir a ordem existente. A maior parte deles tinha lealdades para além das considerações de classe (e muito mais poderosas), mesmo em situações onde a situação da sua vida era tudo menos ideal. Muito mais significativo que a solidariedade de classe, para as pessoas comuns coisas como Deus, amor à família e a nação eram mais significativas. Estas fidelidades eram acima de tudo as alianças primordiais que suplantavam todas as outras.
 Por mais que as promessas Comunistas tivessem poder atractivo para as classes operárias, elas eram, no entanto, diminuídas pela brutalidade Comunista e pelos grosseiros métodos totalitários. Agitando as classes aristocráticas e burguesas para a acção, estes atributos negativos eram tão aterrorizadores e tão sóbrios que organizações anti-Comunistas militantes apareceram por todo o lado, colocando de modo efectivo um ponto final nos planos expansionistas Comunistas. Com tudo isto facilmente aparente para ele, e abençoado de certa forma com o aparente interminável lazer proporcionado pela vida na prisão, Gramsci voltou a sua excelente mente para salvar o Marxismo,  analisando e resolvendo estas questões.

Subvertendo a Fé Cristã.

Gramsci deduziu que o mundo civilizado havia sido saturado com o Cristianismo por 2000 anos e que o Cristianismo era a filosofia dominante e o sistema moral na Europa e na América do Norte. De forma práctica, a civilização e o Cristianismo encontravam-se inextricavelmente ligados. O Cristianismo tinha-se tornado tão integrado na vida diária de quase todos, incluindo da vida dos não-Cristãos que viviam em terras Cristãs, e era tão universal, que formava quase uma barreira impenetrável para a nova civilização  revolucionária que os Marxistas queriam criar.

As tentativas de demolição de tal barreira revelaram-se improdutivas uma vez que só geraram forças contra-revolucionárias poderosas, consolidando-as e tornando-as potencialmente mortíferas. Devido a isto, em vez dum ataque frontal, seria muito mais vantajoso e menos perigoso atacar a sociedade do inimigo subtilmente com o propósito de transformar a mente colectiva da sociedade gradualmente durante um período de algumas gerações - da precedente visão do mundo Cristã para uma mais de acordo com o Marxismo.

E havia mais.

Enquanto que os Marxistas-Leninistas convencionais nutriam sentimentos hostis contra a Esquerda não-Comunista, Gramsci alegou que a aliança com um espectro alargado de grupos esquerdistas seria essencial para a vitória Comunista. Nos dias de Gramsci, estes grupos esquerdistas incluíam várias organizações "anti-fascistas", sindicatos e grupos políticos socialistas. Nos dias de hoje, a aliança esquerdista inclui feministas radicais, ambientalistas extremistas, movimentos em torno dos "direitos civis", associações anti-polícia, internacionalistas, congregações religiosas ultra-esquerdistas, e assim por diante. Estas organizações, lado a lado com Comunistas confessos, criaram uma frente unida operando para a transformação [ed: subversão] da antiga cultura Cristã.

Basicamente, o que Gramsci propôs foi a renovação da metodologia Comunista e a racionalização e actualização das estratégias antiquadas de Marx. É de ressalvar que a visão futura de Gramsci era inteiramente Marxista e ele aceitava a validade da visão do mundo Marxista. Onde ele se distinguia dos demais era no processo através do qual a tal visão do mundo obteria a vitória. Gramsci escreveu escreveu que..

.... pode e deve existir uma "hegemonia política" mesmo antes de se assumir o poder governamental, e de modo a que se possa exercer a liderança política ou hegemonia, não se pode contar apenas com o poder ou com a força material que são dadas pelo governo.

O que ele quis dizer é que é dever dos Marxistas conquistar as mentes e os corações das pessoas, e não depositar as esperanças futuras só na força ou no poder.
 Para além disso, os Comunistas foram intimados a colocar de lado alguns dos seus preconceitos de classe na sua luta pelo poder, buscando até vencer elementos das classes burguesas - um processo que Gramsci descreveu como "a absorção da elite das classes inimigas". Não só isto iria fortalecer o Marxismo com sangue novo, como iria esvaziar o inimigo ao causar nele a perda de talento. Trazer os brilhantes filhos e filhas da burguesia e colocá-los sob a bandeira vermelha, escreveu Gramsci, "resultaria na sua decapitação [das forças anti-Marxistas] tornado-as impotentes".

Resumindo, a violência e a força por si só não transformariam o mundo de forma genuína. Em vez disso, é através da conquista da hegemonia nas mentes das pessoas e através do roubo dos homens mais talentosos do inimigo que o Marxismo iria triunfar de modo pleno.

Escravos Voluntários

O livro de Aldous Huxley "Admirável Mundo Novo" - um clássico estudo do totalitarismo moderno - contém uma frase que simboliza o conceito que Gramsci tentou passar aos seus camaradas de partido:
O estado totalitário realmente eficiente seria aquele onde o todo-poderoso executivo dos chefes políticos e o seu exército de gestores controlariam uma população de escravos que não precisariam de ser coagidos porque eles amariam a sua servidão.

Embora seja pouco provável que Huxley estivesse familiarizado com as teorias de Gramsci, a ideia que ele transmite de pessoas livres a marcharem voluntariamente para a servidão sem coação captura de modo preciso o que Gramsci tinha em mente. Gramsci acreditava que se o Comunismo obtivesse a "mestria da consciência humana", então os campos de trabalho forçado seriam desnecessários. 
 Como é que uma ideologia obtém o domínio sobre os padrões de pensamento inculcadas na culturas há já centenas de anos? Segundo Gramsci, o domínio da consciência de grandes quantidades de pessoas seria obtido se os Comunistas ou os seus simpatizantes obtivessem o controle das instituições culturais - as igrejas, a educação, os jornais, as revistas, os média electrónicos, a literatura séria, a música, as artes visuais, e assim por diante. Ao obterem a "hegemonia cultural", para usar os termos de Gramsci, o Comunismo iria controlar as fontes mais profundas do pensamento e da imaginação do ser humano.

Nem é preciso controlar toda a informação se for possível obter o controle das mentes que assimilam essa informação. Perante tais condições, a oposição séria desaparece uma vez que os homens já não capazes de entender os argumentos dos opositores do Marxismo. De facto, os homens irão "amar a sua servidão" e nem se aperceberão que isso é servidão.

Etapas para o processo

A primeira fase para se obter a "hegemonia cultural" duma nação é a debilitação dos elementos da cultura tradicional:

1. As igrejas são, portanto, transformadas em clubes politicamente motivados, que colocam ênfase na "justiça social" e no igualitarismo, e onde as doutrinas milenares e os ensinamentos morais são "modernizados" ou reduzidos até ao ponto da irrelevância;
 2. A educação genuína é substituída por currículos escolares "emburrecidos" e "politicamente corretos", e os padrões [académicos] são reduzidos de um modo dramático;

3. Os órgãos de informação são moldados de modo a serem instrumentos de manipulação em massa, e instrumentos de assédio e descrédito das instituições tradicionais e dos seus porta-vozes;

4. A moralidade, a decência, e as virtudes do passado são ridicularizadas incessantemente;

5. Os membros tradicionais e conservadores do clero são caracterizados como falsos e os homens e mulheres virtuosos são classificados de hipócritas, convencidos e ignorantes.

A cultura não é mais um suporte de apoio à herança nacional, e um veículo para a transmissão dessa herança para as gerações futuras, mas sim um meio de "destruir as ideias ... apresentando aos jovens não os exemplos heróicos mas apresentando de modo deliberado e agressivo os degenerados," como escreveu o teólogo Harold O.J. Brown. Podemos ver isto na vida Americana contemporânea, onde os grandes símbolos no nosso passado nacional, incluindo os grandes presidentes, soldados, exploradores e pensadores, são caracterizados como sendo homens notavelmente "racistas" e "sexistas," e como tal, basicamente malignos. O seu lugar foi ocupado por charlatães pró-Marxistas, pseudo-intelectuais, estrelas do rock, celebridades esquerdistas cinematográficas, e por aí adiante.
 Noutro nível, a cultura tradicional Cristã é qualificada de "repressiva", "Eurocêntrica", "racista", e, desde logo, indigna da nossa contínua devoção. Para o seu lugar, o primitivismo puro mascarado de "multiculturalismo" é colocado como o novo modelo.

O casamento e a família, os tijolos de construção da nossa sociedade, são perpetuamente atacados e subvertidos. O casamento é caracterizado como uma conspiração dos homens como forma de perpetuar um sistema maligno de domínio sobre as mulheres e as crianças. A família é descrita como uma instituição perigosa centrada na violência e na exploração. Segundo os Gramscianos, a família patriarcal é precursora do fascismo, do Nazismo, e até de todas as formas de perseguição racial.

A Escola de Frankfurt

Em relação ao ataque à família Americana, e em relação a muitos outros aspectos da técnica Gramsciana, exploremos agora em poucas palavras a história da Escola de Frankfurt. Esta organização composta por intelectuais esquerdistas, também conhecida como "Instituto de Pesquisa Social de Frankfurt", foi fundada na década 1920 em Frankfurt (Alemanha). Foi por lá que ela prosperou durante a decadência do período de Weimar, aumentando e alimentando-se da decadência, e estendendo a sua influência através do país.

Com a subida ao poder de Hitler como Chancenler em 1933, os partidários esquerdistas da Escola de Frankfurt fugiram da Alemanha para os Estados Unidos, onde eles se fixaram na Columbia University. Tal como é característico de tais homens, eles retribuíram a dívida aos Estados Unidos, por os ter protegido da brutalidade Nazi, virando a sua atenção para o que eles consideravam as injustiças e as deficiências sociais inerentes do nosso sistema e da nossa sociedade. Imediatamente eles começaram a construir um plano para levar a cabo uma reforma revolucionária nos Estados Unidos.

Max Horkheimer, um dos notáveis da Escola de Frankfurt, determinou que a aliança profunda dos Americanos à família tradicional era um indício da nossa inclinação nacional para o mesmo sistema fascista de onde eles tinham fugido. Explicando a conexão entre o fascismo e a família Americana, ele declarou:
Quando a criança respeita na força do seu pai uma relação moral e aprende deste modo a amar o que a sua racionalidade reconhece como sendo um facto, ele experimenta o seu primeiro treino do relacionamento autoritário burguês.

Comentando de forma crítica a teoria de Horkheimer, Arthur Herman escreve no seu livro "The Idea of Decline in Western History" ["A Ideia do Declínio na História Ocidental"]:

A família moderna típica envolve, portanto, "uma resolução sado-masoquista do complexo de Édipo," produzindo uma deficiência psicológica, a "personalidade autoritária." O ódio do indivíduo pelo pai é suspenso e permanece por resolver, tornado-se, no seu lugar, numa atracção pela figura autoritária forte que ele obedece de modo inquestionável.

A família tradicional patriarcal é, portanto (segundo Horkheimer), terreno fértil para o fascismo, e as figuras autoritárias carismáticas - homens tais como Hitler e Mussolini - são os beneficiários da "personalidade autoritária" instigada pela família tradicional e pela cultural. [ed: Será que se pode dizer que homens tais como Lenine, Estaline, Pol Pot, Mao Tse Tung e Fidel Castro são "beneficiários da personalidade autoritária"?]
 
Theodor W. Adorno, outro notável da Escola de Frankfurt, ressalvou a teoria de Horkheimer com a sua própria teoria, publicada em forma de livro com o título de "A Personalidade Autoritária", que ele co-autorou com Else Frenkel-Brunswik, Daniel J. Levinson, e R. Nevitt Sanford. Após análise minuciosa, tornou-se aparente aos críticos que a pesquisa sobre a qual o livro "A Personalidade Autoritária" se baseou era pseudo-sociológica, falha na sua metodologia e enviesada nas suas conclusões. Mas os críticos foram ignorados.Adorno e a sua equipa de pesquisas anunciaram que a América estava pronta para ser tomada pelos seu próprios fascistas domésticos. Não só a população Americana era irremediavelmente racista e anti-Semita, como tinha uma visão demasiado complacente com figuras autoritárias tais como os pais, os polícias, o clero, os líderes militares, e assim por diante. Os Americanos estavam também demasiado obcecados com coisas "fascistas" tais como a eficiência, o asseio, e o sucesso, uma vez que estas qualidades revelavam, internamente, uma "visão pessimista e desdenhosa da humanidade", uma visão que, segundo Adorno, levava ao fascismo.

Através de tal disparate absoluto tal como encontrado nos escritos de Horkheimer, Adorno, e nos escritos de outros luminares da Escola de Frankfurt, as estruturas da família tradicional e da virtude tradicional foram seriamente colocadas em causa e a confiança nelas atenuada. Os oficiais governamentais eleitos, bem como os burocratas, contribuíram para este problema através de políticas fiscais que penalizaram a família tradicional ao mesmo tempo que subsidiaram modos de vida anti-tradicionais. Para além disso, estes oficiais estão cada vez mais inclinados a elevar abominações como as uniões homossexuais e as uniões heterossexuais ilícitas para o mesmo nível do casamento. Em muitas localidades através do país, e em muitas companhias privadas, benefícios previemente reservados aos casais são, já, conferidos aos "parceiros" sexuais não-casados. Até a palavra "família" está a ser lentamente suplantada pelo eufemismo vago "casa" [inglês: "household"].

Um terra sem lei

Há já muito tempo que os Americanos se vangloriam do facto da sua nação ser governada pela lei e não pelos homens. A lei Americana deriva directamente da lei comum inglesa e dos princípios Bíblicos e Cristãos que são a raiz da lei comum Inglesa. Seria, portanto, de esperar que a lei se constituísse numa das barreiras principais contra a subversão da nossa sociedade. Em vez disso, a mudança revolucionária na área legal passou a estar na ordem do dia, mudança tão espantosa que nunca poderia ser imaginada há 50 anos atrás. Ninguém sonharia na ilegalização da oração e de qualquer expressão religiosa [Cristã] em locais públicos, a legalização do aborto como um "direito" constitucional e a legalização da pornografia, só para mencionar apenas três.

Princípios claramente expressos e adoptados pelos Pais Fundadores, e avançados pela nossa Constituição, estão a ser agora frequentemente reinterpretados e distorcidos. Aqueles princípios que não podem ser reinterpretados e distorcidos, tais como a Décima Emenda, são simplesmente ignorados. Pior ainda, a agenda ideológica por trás da radicalização da lei Americana está a ser alegremente aceite por milhões de Americanos, que foram eles também radicalizados sem se aperceberem disso.

Crucial para o sucesso Gramsciano é o desaparecimento de todo o estilo de vida e toda a civilização passada da memória colectiva. A América antiga, de vidas não-reguladas, cidades limpas, estradas sem crime, entretenimento moralmente edificante, e um estilo de vida voltado para a família, já não se encontra viva nas mentes de muitos Americanos. Mal isso desapareça por completo, não haverá mais qualquer oposição à nova civilização Marxista, o que demonstra de forma única que através do método Gramsciano é de facto possível "Marxizar o homem interior," tal como Malachi Martin escreveu no livro "The Keys of This Blood". Então, e só então, escreve o Padre Martin, "se pode acenar com sucesso a utopia do "Paraíso dos Operários" à sua frente, para ser aceite de uma maneira pacífica e de forma humanamente aceitável, sem revolução ou violência ou derramamento de sangue."

Deve ser evidente para todos, excepto para as almas mais simples, que, após uma ou duas gerações, tal condicionamento social incessante inevitavelmente alterará a consciência e a substância interna da sociedade, e produzirá crises estruturais significativas dentro da sociedade, crises que se manifestam de formas variadas em virtualmente todas as comunidades através do país.

O Bom Combate

Pode parecer para alguns que a situação da nossa nação é insolúvel e que nenhuma força ou agente pode possivelmente pôr fim às estratégias insidiosas que operam para nos destruir. Apesar da história severa dos últimos 60 ou 70 anos, existe, no entanto, muito que pode ainda ser feito e muitas razões para se ter esperança. Famílias e homens e mulheres individuais ainda têm, em larga escala, a liberdade para evitar e escapar ao condicionamento alterador-de-mentes Gramsciano. Eles têm o poder de se protegerem destas influências e especialmente, de proteger os mais jovens. Existem alternativas às escolas públicas, à televisão, aos filmes sem valor, à música "rock" estridente, e essas alternativas têm que ser adoptadas. A propaganda e a estricnina cultural têm que ser excluídas das nossas vidas.

Aqueles que têm crianças a seu cargo têm uma responsabilidade particularmente pesada. Apesar de todos os esforços da esquerda radical e dos seus simpatizantes nas escolas e nos média para transformar os jovens Americanos em selvagens, eles não podem ter a liberdade para serem bem sucedidos visto que mentes desorganizadas - vórtices mentais do anarquismo e niilismo - não têm poder algum para resistir. Os selvagens rapidamente se tornam em escravos.

As crianças e os adultos devem tomar conhecimento de conceitos basilares tais como a honestidade, a virtude, a decência, o dever e o amor a Deus e ao país através da vida de autênticos heróis nacionais - homens como George Washington, Nathan Hale, John Paul Jones, e Robert E. Lee. Semelhantemente, eles serão mais capazes de reter os valores civilizados e manter mentes sãs se forem encorajados a aprender a amar a sua herança cultural através de literatura grandiosa, poesia, música e arte. Os pais devem exigir aos seus filhos que mantenham o comportamento moral, o modo e os padrões dos seus antepassados. Na escola, deve-se requer aos mais jovens que adiram a padrões académicos elevados. Mais importante ainda, a religião tradicional [Cristianismo] tem que fazer parte da vida diária.
 Nós, como cidadãos, temos que exercer poderes persuasivos sobre os nossos representantes eleitos. Ao fazermos isto, a nossa mentalidade deve ser, em absoluto, uma de intransigência por parte dos políticos. De igual modo, ao escolhermos os nossos representantes eleitos nos mais variados níveis, devemos olhar para homens e mulheres que se recusam a abdicar dos seus princípios.

Também importante, os homens e as mulheres honrados que nós formos eleger e que se não abdicam dos seus valores, têm que estar cientes da estratégia Gramsciana de subversão cultural; eles têm que ser capazes de reconhecer as tácticas e as estratégias que estão a ser usadas para minar as instituições sobre as quais assentam as nossas liberdades. Construir esse entendimento irá, por sua vez, requerer a formação dum eleitorado com princípios e educado, que irá transmitir este conhecimento aos nossos representantes - e responsabilizá-los mal eles tenham obtido um cargo electivo.

Não devemos nunca permitir que sejamos levados a marchar de modo precipitado, como um rebanho, rumo à formação de opiniões e julgamentos estimulados e orquestrados pelo sensacionalismo da imprensa e dos outros mestres dos média. Em vez disso, devemos resistir calmamente as suas técnicas de manipulação mental.

Levando em conta que não estamos sozinhos, devemos voltar a nossa atenção para as igrejas tradicionais, as escolas e as organizações políticas e educacionais, e disponibilizarmos a nossa voz e o nosso apoio à criação de bastiões de resistência à ofensiva Gramsciana
.
Finalmente, nunca devemos abandonar a nossa fé no futuro e a nossa esperança numa América e num mundo melhor. Deus, com o Seu Poder Infinito e com o seu amor sem limite por nós, nunca nos irá abandonar mas irá responder às nossas orações e recompensar os nossos esforços, desde que não percamos a nossa fé.

O Marxismo e qualquer outra bandeira que o Estado total desfila nos dias actuais, não são inevitáveis e não são a onda do futuro. Desde que nós pensemos e vivamos com o  espírito indomável dos nossos antepassados, não poderemos falhar.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

O SÓCIO-CONSTRUTIVISMO E SEUS NOVOS IMBECIS COLETIVOS

"Antigamente a imbecilização era só ideológica e começava na universidade; não...agora a imbecilização não está no conteúdo, está na forma da linguagem e começa já na infância." (Olavo de Carvalho)

Em conversas com amigos sempre que entramos no assunto da doutrinação socialista no ensino brasileiro - assunto bem mais recorrente do que gostaria, falo de reminiscências da época em que fiz o antigo primeiro grau e segundo grau. O que me lembro muito claramente é que ainda não havia a doutrinação socialista, nem tampouco se falava de sócio-construtivismo, Paulo Freire e congêneres eram tratados em encubadoras socialistas ainda bem distante de nós. Cabia àquela geração decorar tabuada, fórmulas e mais fórmulas de física e matemática, textos enormes que faziam o meu cérebro trabalhar a mil por hora, e decorei muitas coisas mesmo. Devido a isso, consegui passar em vários concursos públicos e a minha visão de mundo se ampliou de verdade, fazendo-me entender as armadilhas que esse pessoal de esquerda queria, e ainda quer, enfiar goela abaixo de toda a juventude brasileira, uma das mais imbecis do mundo inteiro. 

Naquela época somente as universidades estavam infestadas desse pessoal esquerdopata, tanto que se rebelaram contra o governo militar tentando implantar aqui a ditadura do proletariado. Essa constatação surgiu da minha experiência de vida, foi algo que vi acontecer - ninguém me contou e não li em lugar nenhum. Também pude constatar que os objetivos dessa farândula foram alcançados plenamente, porque em qualquer conversa "de botequim" podemos facilmente encontrar a doutrinação ideológica disfarçada de palavras politicamente corretas e que são ditas pela grande maioria das pessoas. Não é difícil ouvir, inclusive dentro de uma grande parte da igreja evangélica brasileira, pessoas que defendem mesmo sem saber e mesmo sem citar chavões socialistas conhecidos, a Teologia da Missão Integral que é a versão evangélica da Teologia da Libertação reverenciada por católicos de extrema esquerda disfarçados de piedosos cristãos.

O poder de persuação destes canalhas (pastores liberais e prograssistas, padres de esquerda, políticos, artistas, colunistas, professores, etc) é sentido em toda a sociedade mundial, tomando cada lugar aonde exitam pessoas sem o conhecimento devido sobre assassinos como Che Guevara, Fidel Castro, Maduro e Cia Ilimitada.

Deixei o vídeo abaixo, gravado por ninguém menos do que o filósofo brasileiro Olavo de Carvalho, um dos poucos que consegue interpretar corretamente os fatos que estão solapando o Brasil e o mundo inteiro. Neste vídeo fui surpreendido pela mesma constatação que fiz sobre a doutrinação nas escolas brasileiras, que ele diz ser na verdade uma imbecilização, que nasceu há algum tempo atrás fruto daquela implantanda, principalmente, nas universidade públicas:




domingo, 9 de agosto de 2015

Eis Frei Betto: fazia algum tempo que ele não dizia porcarias na imprensa… Mas o cozinheiro da escatologia da libertação reapareceu

Frei Betto, o petista que não ousa dizer seu nome, afirma em entrevista à Folha neste domingo que, “no íntimo”, teme que Dilma renuncie. É uma das milhares de diferenças que tenho com ele. Eu temo, e não é no íntimo, que ela NÃO renuncie.

Depois de falar uma porção de bobagem sobre economia — a religião agradece quando ele trata de outros assuntos… —, o grande pensador diz esta maravilha:
 
“Embora eu ache a Lava Jato extremamente positiva –era preciso vir uma apuração da corrupção no Brasil séria como tem sido feita–, tem coisas que me desagradam. O partido mais envolvido é o PP. Mas parece, na opinião pública, que é só o PT. Segundo: por que é que vazam todos os conteúdos em relação ao PT e por que é que vazam exclusivamente para a revista “Veja”? É chamar a gente de idiota. Ou seja: há uma operação política por trás de abuso desse processo. Que é um processo sério de apuração da corrupção.”

Na cabeça do perturbado, o partido que manda no Brasil é o PP… Nem a própria VEJA reivindicaria para si o feito de ser o único veículo a divulgar informações inéditas sobre a Lava-Jato. Até porque, obviamente, seria mentira. É que Frei Betto não diz o que realmente pensa: ele gostaria é que a VEJA e os demais veículos fossem proibidos de divulgar tais informações. Afinal, este senhor é aquele religioso que consegue ver Deus nos irmãos Castro… Imprensa boa é o “Granma”, que os cubanos, coitados, usam como papel higiênico — um fim nobre para o tipo de jornalismo defendido pelo santarrão do pau oco.
Como não é um homem que fique facilmente corado, o dito frei diz o seguinte sobre o mensalão e o PT. Vejam que coragem:
 
“Eu nunca disse se houve ou se não houve mensalão. Estou esperando o PT se posicionar. E fico indignado pelo fato de o partido não se posicionar. E não se posicionar diante de uma figura tão importante do partido como ele [Dirceu]. Então não tenho meios de julgamento. Que eu sei que há corrupção na política, sei. Mas não tenho provas.”

Dá para entender por que este senhor, historicamente, sapateou sobre milhares de cadáveres em Cuba, não?

Para encerrar
 
Sempre que esse cozinheiro da escatologia da libertação aparece na imprensa, eu me lembro do seus bebês-diabos. Sim, Frei Betto inventou uma oração em que Santa Teresa de Ávila dá uma transadinha com Che Guevara, o Porco Fedorento. Depois do “Bebê de Rosemary”, eis “Os bebês de Frei Betto”. Não foram gestados no seu ventre sem pecados, naturalmente, mas na sua cabeça nada imaculada. Peguem o terço na mão e leiam o que segue:

“Ano de nova qualidade de vida. De menos ansiedade e mais profundidade. Aceitar a proposta de Jesus a Nicodemos: nascer de novo. Mergulho em si, abrir espaço à presença do Inefável. Braços e corações abertos também ao semelhante. Recriar-se e apropriar-se da realidade circundante, livre da pasteurização que nos massifica na mediocridade bovina de quem rumina hábitos mesquinhos, como se a vida fosse uma janela da qual contemplamos, noite após noite, a realidade desfilar nos ilusórios devaneios de uma telenovela.
Feliz homem novo. Feliz mulher nova. Como filhos das núpcias de Teresa de Ávila com Ernesto Che Guevara.”

Que nojo!

Eis o pensador que alguns insistem em levar a sério.

Por Reinaldo Azevedo

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Sexo ou spaghetti? (reagindo às mentiras da nossa cultura)


E se você pudesse “renovar sua licença de casamento” no aniversário de 20 anos de matrimônio? Hoje em dia, os casais não esperam nem 20 dias para desfazer aquilo que mal se ajuntou... 

Este delicioso episódio da “Família Dinossauro” aborda um tema deveras interessante: afinal, o que é importante numa relação? É certo que pequenas coisas, pequenos detalhes, são importantes, mas, talvez, estejamos supervalorizando-os excessivamente.
 Coisinhas como as flores prediletas dela, a bebida que ele mais aprecia, a data de aniversário (falando nisto, recentemente, certo amigo confessou que nem ele e nem a esposa lembraram-se do aniversário de 5 anos de casados deles, acredita?), todas estas coisinhas podem estar sendo hiper-valorizadas na nossa sociedade marcadamente hollywoodiana. 

Fran e Dino são mais um casal estereotipado como o são a maioria dos casais de desenhos e séries televisivas (mas isto é assunto para outro post). Um belo dia, eles veem a renovação de sua licença de casamento impugnada porque não passam no “teste de intimidade”, pois Dino, o marido, consegue errar todas as 20 perguntas sobre a relação de 20 anos que ele tem com sua esposa.
São perguntas sobre pequenas coisas, sobre detalhes da vida em comum e, evidentemente, exageradas pelo humor satírico da série. E eu sei que detalhes são importantes, mas não definem uma caminhada juntos – e esta é a ótima conclusão do episódio. 

“E estar juntos nos momentos difíceis?”, pergunta Dino ao funcionário do Estado. “E o amor?”, insiste ele. “Aposto que não tem nada sobre amor aí nessa sua lista”, defende-se Dino. Dino está tentando mostrar que casamento é muito mais que detalhes. Um casamento de 20 anos sustenta-se principalmente em coisas grandes: o amor e a lealdade, por exemplo. 

“Quem é você para julgar o quanto nós significamos um para o outro?”, eis a pergunta mais importante que Dino dirige ao funcionário do Estado. Primeiro, veja a invasão do Estado dentro dos nossos casamentos - nada mais atual do que isso! Mas o “Estado” aqui é muito maior, porque aquele funcionário, na verdade, representa a nossa cultura. São revistas, novelas, programas de tv, livros de best-seller, etc, há toda uma cultura invasiva, uma filosofia geral, querendo decidir o que é e o que não é importante numa vida a dois.
A cultura superficial, materialista, egoísta, promíscua e mundana que temos ao nosso redor está tentando definir os critérios pelos quais devemos ou não nos manter casados: você goza sempre que tem relação sexual?, você inova as posições sexuais?, vocês frequentam motel?, vocês visitam sex shops?, vocês fazem sexo quantas vezes na semana?, você faz isso?, ela faz aquilo?, ele anda assim?, ela anda assado?, etc. Enfim, uma invasão pública à vida particularíssima de cada um. Uma cultura que manipula a todos sob o disfarce da liberdade pessoal: "você pode escolher livremente viver como todos nós estamos vivendo", diz o Big Brother.

Há uma avalanche de opinadores e juízes acerca de como deve ser o casamento ideal e, se por acaso o seu não se encaixar na fórmula deles, está na hora, dirão, de você reavaliar se não vale a pena trocar de parceiro(a) – eis a grande proposta da serpente cultural. Mas quem são essas pessoas para julgar o que um marido e uma esposa dentro da intimidade de seu matrimônio significam um para o outro?
Só você sabe o quão importante é o seu cônjuge, só você conhece as coisas grandes que os mantiveram unidos na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza. A despeito dos pequenos defeitos que todos nós temos, só você sabe sobre o amor e a lealdade construídos por todos estes anos entre vocês dois. Então, já declaro logo aos juízes de plantão: eu é que não deixo ninguém meter a colher no meio do meu casamento!!! 

Ah! Quase ia esquecendo: sobre o título deste post? Bem... Assista ao episódio abaixo e descubra. rsrs
Autor: Casal 20
Vídeo: YouTube

domingo, 26 de julho de 2015

TEOLOGIA DA MISSÃO INTEGRAL

O cristianismo NÃO tem nada em comum com o comunismo ou com o socialismo. Existe um bando de "malucos" no Brasil que se dizem cristãos evangélicos e que aderiram a essas ideologias destruidoras e que são inimigas do verdadeiro evangelho, e pensar que já ouvi e li muitos desses gurus do inferno. Uma dessas vertentes chama-se de TEOLOGIA DA MISSÃO INTEGRAL e está sendo ensinada em muitos seminários evangélicos como sendo algo lindo e maravilhoso, digo isso, pois conheço seminaristas sinceros que estão iludidos com essa fábrica de ONGs e de crentes progressistas. Assista o vídeo e saiba do que estou falando:


Fonte: Youtube

sábado, 25 de julho de 2015

PARA ENTENDER O CENÁRIO ATUAL DO BRASIL E DO MUNDO:

Para entender o que está acontecendo no Brasil de hoje, assista o vídeo abaixo, é uma verdadeira aula de grancianismo e seus fétidos congêneres:
  • OLAVO DE CARVALHO NA TV AMERICANA - FORO DE SÃO PAULO, MARXISMO CULTURAL, SOCIALISMO NO BRASIL



Fonte: Youtube

sábado, 4 de julho de 2015

NA CONTRAMÃO DO VERDADEIRO EVANGELHO!


Infelizmente, tenho confirmado que alguns dos meus autores preferidos, na época da minha ignorância, tomaram caminhos contrários ao que diz o verdadeiro evangelho. Autores como, Caio Fábio, Ed René Kivitz, Ariovaldo Ramos, Ricardo Gondim e outros, decidiram caminhar pelo caminho largo do socialismo e inventaram um evangelho integral (Teologia da Missão Integral) para substituir um evangelho "light" que só existe em suas mentes. Não vou tratar desse assunto aqui, pois já o fiz em postagem anterior (Missão Integral ou light?) e o texto abaixo escrito pela blogueira Rô Moreira é bem aquilo que penso sobre esses senhores. Novamente tenho que dizer, infelizmente, pois já os citei inclusive em diversas pregações que fiz em igrejas que me convidaram para compartilhar a Palavra de Deus. Eles estão na contramão do evangelho verdadeiro e com suas influências enganam jovens seminaristas que um dia irão pregar uma "estrovenga" chamada TMI e suas consequências socialistas, como a apresentada no texto da Rô em suas igrejas, até que se deixem despertar pelo Espírito Santo.

Tom Alvim.

Pastores progressistas contra a redução da maior idade, em revista chapa branca comprada com anúncios governistas, usam argumentos frágeis e debocham contestando quem é a favor da redução.






É incrível a avaliação deste  cidadão se referindo a Jesus ressaltando as preferencias de proteção do Cristo, ele esquece de citar que a honestidade era primordial para o próprio Cristo, pois sempre que perdoou alguém, ele fez questão de advertir para que o mesmo não cometesse mais pecado. Jesus perdoou os mais frágeis e não os "supostamente mais frágeis" armados até os dentes, ele amava os que viviam as margens da lei injustamente, os pobres, necessitados, e os que vinham até ele arrependidos e isso é bem diferente. Agora, colocar a pecha nos irmãos em Cristo por ser a favor da punição pois ela inibe o crime, em favor desses marginais é demais, e ainda se posicionam do lado errado da história.

Quanto a mexida no ECA hoje proposta pelo governo e seus defensores, no ano passado eles mesmo rejeitaram essa proposta. E tem mais, acusar a sociedade pela deseducação dessa gente não dá, assumir essa culpa depois de pagar a maior carga tributária do mundo e não vê o governo fazer os investimentos  necessários na educação não procede esta defesa.

O discurso dessa gente é sempre bonito, mas na prática estão se lixando para o povo brasileiro, até porque em treze anos não fizeram nada para a melhora da educação na nação, é só discurso. Quanto a esses pequenos marginais, eles são frutos desse desgoverno somando aproximadamente cerca de 15 milhões analfabetos do PT, eles variam da idade de 14 à 19 anos.

Preste atenção, honestidade é uma atitude cristã, favorecer a marginais em detrimento das pessoas honestas é que não é uma atitude cristã, e isso, é o que vocês pastores progressistas Ed René Kivitz e CIA estão fazendo, é simplesmente inverter os pólos, mas o povo já acordou e esses discursos já não convencem mais. E quanto as análise que foi cobrada num destes discursos, uma pesquisa feita pela folha, informou que 87% dos brasileiros apoiam a ideia da redução da maioridade penal.

Sejamos honestos na avaliação senhor Kivitz, o estado laico não está em jogo neste caso e, em momento algum houve influencia religiosa na decisão da casa, a intenção era atender o clamor social e punir de fato quem comete crimes graves, pois do outro lado existe uma vítima, que muita vezes perde a sua vida jovem e a família precisa ter o sentimento de justiça por parte do estado, até para conforto e proteção do próprio criminoso, que pode por ausência de punição ser cobrado por familiares de suas eventuais vítimas.

Em resumo, estes pastores progressistas e  comunistas, que se preocupam mais com suas ideologias do que com a verdade de fato, que andam em busca de status e holofotes também tanto quanto aos lideres e bancadas evangélicas, os que vão da mortadela até as pomposas contribuições, esquecem que o objetivo da Câmara na sua atual conjuntura, é de proteger a sociedade que tem sido afrontada por esses marginais juvenis. O ECA protege esses "pequenos" marginais, alguns tem até 1,80 M de altura, mas não imputa a eles e nem aos seus familiares responsabilidades para uma melhora de vida, pois educação se aprende dentro de casa e a cor da pele não é motivo para não estudar. Atualmente as oportunidades dadas aos afrodescendentes tem superado em muito  aos caucasianos. E no que se refere ao Eca, os menores não podem trabalhar, mas podem roubar e matar a vontade, pois não tem punição séria e quem sofre com isso são as famílias estruturadas e seus filhos tão jovens como se esses criminosos que eles querem passar a mão na cabeça. Mas  voltando a esses defensores de meia tigela, que se acham muito conhecedores da bíblia e buscam distorcê-la, para imprimir um discurso esquerdopata, afrontando quase sempre o irmão em Cristo em favor dos ímpios que surrupiaram a Petrobras, eles prestam um desserviço a comunidade cristã como um todo.   Vejam o vídeo: 

domingo, 28 de junho de 2015

Estatudo da Família?

     Sempre admirei homens corajosos e de fibra, e infelizmente isso tem-se tornado algo raro de se ver no Brasil e no mundo atual, contudo, ainda existem alguns em nosso país que estão se expondo em prol da família, dentre eles estão o Pr. Silas Malafaia e o Dep. Jair Bolsonaro. É claro que discordo de algumas coisas que eles acreditam, mas nada que possa atrapalhar essa minha admiração. Parabéns aos dois e que outros homens assim surjam no senário nacional. Vamos nos posicionar! Com a palavra, Pr. Silas Malafaia:


Vídeo: Youtube

sábado, 27 de junho de 2015

O FIM DO CASAMENTO?

Texto redigido por Norma Braga, vale à pena ler:

Suprema Corte dos EUA legaliza casamento gay

- O mundo segue firme rumo ao fim do casamento.

- Ué, por que, Norma?

- Porque havia motivos para o Estado regular e proteger o casamento tradicional: a maior fragilidade da mulher e dos filhos. Não porque o Estado é "bonzinho", mas porque estava especialmente interessado na estabilidade do núcleo familiar como o ambiente ideal para a formação de seus futuros cidadãos. Agora que as diferenças entre os sexos estão ruindo, mulheres e crianças vão deixar de ser especialmente protegidas em uma futura mudança da legislação. Duvida? Então aguarde.

- Mas o que isso tem a ver com o casamento gay?


- Quando o Estado passa a proteger uma união em que ninguém é especialmente frágil, todo mundo fica frágil, certo? Sem os fundamentos corretos para as leis, novos fundamentos são gestados. O Estado poderá passar a proteger outras relações com base em... nada de muito sólido. Com base no simples desejo "eu quero ser casado e reconhecido como tal". Sem o dever da criação de filhos, ou seja, sem a contrapartida ética. Uma sociedade que baseia o núcleo familiar em um sentimento, não na ética, não poderá durar muito. E um Estado que se interessa por regular todo tipo de relação não está pensando no bem comum, mas em seu próprio engrandecimento: quanto mais regulações, maior ele fica. 
Essa é uma decisão ruim que os gays que tiverem alguma consciência política ainda vão lamentar muito.

Quer ler mais sobre o assunto? Indico o livro (em inglês) What is marriage? Man and Woman: A Defense, de três autores que argumentam em uma linha próxima à desta postagem. Disponível em Kindle.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Valores? O que é isso mesmo, hein!

Valores. Quais são os seus? 
Os meus estão baseados na Bíblia Sagrada e mesmo aqueles que aprendi sem ler nos textos sagrados, estão inseridos lá, apenas com nomes diferentes. Na verdade tudo que é bom e saudável para o ser-humano vem das Escrituras.

O amor, está na Bíblia inteira;
A honestidade, também;
A fidelidade, idem. 
E assim por diante.

Sabe por que estou escrevendo esse texto? Por que outro dia, fui a um lugar entregar algo para uma pessoa que trabalha comigo e é um pouco mais velha do que eu. Dirigi-me à ele, chamando-o de senhor. Ele me respondeu e de repente uma senhora que estava perto de nós e ouviu o nosso diálogo, escandalizou-se. Ela se virou para uma outra senhora que estava também perto e disse mais ou menos assim: "- Você viu do que ele chamou o Fulano?" a outra senhora por sua vez disse que sim e concluiu com um " - E daí?". E eu também assustei-me com a reação impetuosa e de reprovação dela, mas não demonstrei, apenas fiquei pensativo confirmando o que tenho presenciado nesses meus 45 anos de vida, principalmente nesta era terrível de implantação do pensamento, socialista, anti-cristão e politicamente correto que desagua na Liberalidade total. 

A destruição de valores que mantém a sociedade saudável, está se concretizando e tem se mostrado eficaz no que se propoz. Não pelo fato de se chamar alguém de você ou de senhor, mas pelo fato de se criar nas cabeças de nossos infantes principalmente, o desprezo pelo respeito ao mais velho

Lembro-me muito bem de quando eu era apenas um menino vivendo no Rio de janeiro e da educação que meus pais me deram sobre isso. Eles diziam que devíamos chamar sempre os mais velho de senhor e/ou senhora. Quando algum de meus tios chegavam em minha casa, minha mãe dizia para que eu pedisse a sua bênção, e isso era algo para mim bem prazeroso, pois podia demonstrar em palavras o respeito e admiração que sentia por eles. "- Bença tia!" "- Bença tio!" Era o máximo para mim, contudo nos dias atuais essas práticas tem caído em desuso e quem "ousa" pratica-los pode ser taxado de estranho, esquisito ou um ser de outro planeta. 

Pois, vou dizer-lhes uma coisa, não mudarei esse meu jeito de ser e ainda continuarei a ensinar os meus filhos que respeito é bom e muitas pessoas ainda gostam. 

Ensinarei a chamar os mais velhos de senhor e senhora, e principalmente de respeitá-los como pessoas mais experientes.

Agora, vou confessar uma coisa, fiquei muito triste em ver uma senhora ficar tão indignada com o respeito que demonstrei por aquele senhor que trabalha comigo, pois esperava que esse tipo de coisa partisse de pessoas bem mais jovens e já bem contaminadas pela engenharia social e doutrinação socialista impetrada pelos vermelhos que encontram-se no Poder.

Valores.
Isso realmente não tem preço.

Autor: Tom Alvim.
Imagem: Chavesweb.com

sábado, 13 de junho de 2015

Pode-se praticar cristofobia sob o pretexto de combater uma suposta homofobia?

Existem coisas que só acontecem em Estados autoritários, socialistas, comunistas e que consequentemente estão destruindo os valores básicos de uma sociedade verdadeiramente democrática. Estes fundamentos são valores judaico-cristãos que dão suporte a vida em sociedade como a conhecemos, com respeito a todas as pessoas e seus credos. O que se viu na Parada Gay em São Paulo no domingo passado foi uma afronta à lei e a inteligência comum. Afronta à lei, porque, ninguém pode sob qualquer pretexto agredir símbolos religiosos de QUALQUER religião e nem tampouco dizer que existe homofobia apenas por que alguém discorde de práticas aprendidas ou impostas. Homofobia é quando se agride, se exclui ou se persegue alguém por sua opção sexual e NÃO QUANDO SE DISCORDA DESSA PRÁTICA.

Pois bem, não vou escrever muito sobre esse tema, pois o jornalista Reinaldo Azevedo, sintetizou claramente a minha opinião e por isso deixei o texto logo abaixo para que possamos ler e divulgar em todos os meios em que estejamos inserido. Talvez assim consigamos "desconstruir", termo muito usado pelos esquerdopatas, essas mentiras que hoje já estão se tornando verdades em nossa sociedade apodrecida pelo pecado. Leia-mos:

Pode-se praticar cristofobia sob o pretexto de combater a homofobia? Ou: O mi-mi-mi dos hipócritas e autoritários. 

Por Reinaldo Azevedo

Por que tanto mi-mi-mi?
Nesta quinta, deputados das bancadas evangélica e católica postaram-se atrás da Mesa da Câmara e exibiram imagens com flagrantes da Parada Gay ocorrida em São Paulo no domingo. Havia a transexual com os seios à mostra presa a uma cruz, inferindo que os gays são os cordeiros de Deus de hoje; mulheres introduzindo objetos não identificados na vagina, pessoas caracterizadas como santos ou figuras bíblicas praticando sexo oral…
Se querem saber, não achei o protesto de bom gosto, mas compreendo as suas razões. O que não entendo é a gritaria dos “progressistas”. Que é? Foram tomados agora de um súbito puritanismo? As imagens exibidas pelos deputados foram flagrantes feitos nas ruas, em praça pública, diante de todos — o que, diga-se, afronta a lei; trata-se de comportamento tipificado no Código Penal.
É curioso que agora cobrem de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara, uma atitude. Que atitude ele poderia tomar, além de nenhuma? Diz ele: “Não emiti opinião. Já vi várias manifestações, de várias naturezas,  acontecerem no plenário, como bater panela e levantar carteira de trabalho. Não posso impedir a manifestação de parlamentar, como não impedi de bater panela”. A fala é correta.
Então os gays podem sair às ruas, patrocinados com dinheiro público — sim, com dinheiro público —, ofender a religião de milhões de pessoas, com a agressividade típica das falsas vítimas, e o Parlamento é obrigado a se calar? Ora, por que o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), sempre tão loquaz, não tomou a palavra para defender o comportamento dos que foram à parada com o propósito de agredir a Constituição?
A reação dos inconformados não passa de patrulha, má-fé e ódio à democracia. Vamos ver. Se evangélicos ou católicos, numa marcha atacarem símbolos de religiões de origem africana, o que vocês acham que vai acontecer? Vão entrar na mira do Ministério Público, que apelará à Constituição e às leis, que protegem a diversidade religiosa. Por que o cristianismo — de qualquer denominação — pode ser vilipendiado, especialmente numa manifestação, reitero, financiada com dinheiro público?
Os cristãos têm o direito de se manifestar e de protestar, ora essa! Então os que gritam por uma lei que puna o que chamam de homofobia podem exercitar a mais descarada e aviltante cristofobia? A propósito: por que somos todos obrigados a pagar para que eles façam sexo oral em praça pública? Pode não parecer, mas havia muito do nosso dinheiro lá.
Devagar aí! O estado é laico, sim, mas não é oficialmente ateu. Aliás, leio no preâmbulo da Carta Magna: “promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL”. Os ateus não gostam? Fiquem tranquilos: “sob a proteção de Deus”, seu direito de não professar fé nenhuma está resguardado. Mas também estão protegidos os símbolos religiosos.
Poucas coisas me irritam tanto quanto a gritaria das falsas vítimas. Então os promotores da Parada Gay permitem ou estimulam o vitupério contra as religiões; açulam os ânimos contra as lideranças religiosas; hostilizam de maneira deliberada a fé alheia e, quando há uma reação, ficam posando de vestais? Dizem-se perseguidos? Opa! Quem perseguiu quem na parada de domingo? A rigor, desconheço algum outro país em que o sexo oral seja patrocinado com dinheiro estatal.
As lideranças gays façam o que acharem melhor. São livres para se manifestar, mas não para agredir a Constituição e o Código Penal. E os que se sentirem ofendidos com as suas agressões também têm direito à reação — dentro da lei e da ordem. Digam-me cá: se católicos e evangélicos decidirem propor movimento de boicote às marcas que patrocinam a parada gay, estarão sendo obscurantistas ou apenas exercendo um direito democrático?
Quem vai à rua para agredir a religião alheia está escolhendo um caminho. Um mau caminho. As lideranças gays que promovem a marcha deveriam, isto sim, pedir desculpas, se é que pretendem viver num mundo civilizado. O que se viu nas ruas foi baixaria, vulgaridade e delinquência intelectual.
A propósito: eu estou entendendo errado, ou há mesmo pessoas defendendo a censura sob o pretexto de defender a diversidade sexual?
Tenham mais compostura política, se a outra se mostra impossível!

Por Reinaldo Azevedo