QUANDO AS SOMBRAS SILENCIAM

Ficção espiritual que conta a estória de um casal de missionários, em meio a muita ação e aventura.

HOMENS QUE LUTAM

Nova série de artigos sobre atitudes que tornam os homens mais do que vencedores.

FAMÍLIA - O PAPEL DO HOMEM.

"Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, (Efésios. 5: 25)"

FAMÍLIA - O PAPEL DA MULHER.

"Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos. (Provérbios. 14:1)"

POEMAS - Para adoçar a vida!

Poemas que nascem no coração, cresce em nossa mente e alçam vôo em nossa imaginação.

Blog Impressões Sem Pressões

"Em meio a valores distorcidos em nossa sociedade, temos JESUS CRISTO como referencial perfeito!" (Tom Alvim).

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

A DEMOLIÇÃO DA DENOMINAÇÃO BATISTA NO BRASIL

Até os anos 80 do século passado as igrejas batistas no Brasil ainda se mantinham como batistas de fato. As igrejas eram independentes e cooperantes entre si. Tínhamos como elo de ligação uma grande associação denominada Convenção Batista Brasileira que se dedicava a promover os trabalhos conjuntos das igrejas, tais como grandes congressos evangelísticos, missões mundiais e missões nacionais, manutenção de colégios e Seminários etc. Os pastores eram respeitados, liderassem pequenas, médias ou grandes igrejas. Líderes da Convenção reconheciam seus papéis de coordenadores e não tentavam avançar sobre as igrejas como se fossem seus mandatários. O marketing não existia. Dávamos importância e prioridade ao Espírito Santo como grande impulsionador do trabalho evangelístico das igrejas e havia real crescimento, através da pregação do evangelho e conversão de pessoas arrependidas dos seus pecados. Mantínhamos nossas convicções e primávamos pelo batismo bíblico, por imersão e somente de pessoas que tivessem a condição de crer em Jesus Cristo como Salvador. Quando íamos a igrejas batistas em qualquer lugar, ali nos sentíamos em casa, participando de cultos alegres, porém reverentes, ouvindo sempre mensagens bíblicas. A Bíblia era realmente o nosso único referencial para nossa fé e prática.
Na década de 90 tudo isso começou a mudar. Seminários e nossa editora oficial foram invadidos por adeptos da Teologia Liberal, uma Teologia dita moderna que leva o homem a descrer da Bíblia como Palavra de Deus escrita e que busca base na Filosofia, Sociologia e outras ciências de homens, como se a Teologia precisasse da aprovação de pensamentos humanos. Os Seminários deturpavam a fé de futuros pastores e líderes de igrejas e a JUERP deturpava a fé de milhares de crentes batistas de igrejas por todo o imenso Brasil. Não aconteceu um resultado imediato, mas progressivamente o mal foi penetrando nas igrejas e instituições batistas.
No início deste século a destruição já está estabelecida e avança cada vez mais sobre as igrejas batistas. Cada vez mais igrejas “batistas” deixam de ser batistas. A Convenção Batista Brasileira já está estabelecida como um órgão de governo sobre as igrejas. Uma aberração, pois uma associação representada em assembleias não poderia, de maneira alguma, ser um órgão diretivo. A Ordem dos Pastores Batistas do Brasil deixou de ser um órgão de congraçamento e promoção de comunhão entre pastores e passou a governar as igrejas também. A editora que fornece literatura doutrinária para as igrejas batistas é uma empresa particular, cujos dois proprietários não são batistas e um deles católico praticante. Igrejas batistas já estão aceitando pessoas que foram “batizadas” por aspersão em outras igrejas e, até mesmo, pessoas que foram “batizadas” quando recém-nascidas. Presbiterianos, metodistas, anglicanos e pentecostais estão sendo aceitos nas igrejas como se tivessem todos a mesma fé, quando sabemos que não é assim. Os cultos nas igrejas foram transformados em grandes (ou medíocres) shows. Pastores são animadores de auditório, mulheres são dançarinas, congregação é plateia. Os templos foram transformados em lugares de divertimento e distração, ou de ocupação para desocupados. A Bíblia foi deixada de lado e dificilmente se ouve uma mensagem realmente bíblica em uma igreja “batista”.
A esperança de manutenção da fidelidade batista às Escrituras está nas igrejas que conseguem manter suas independências. Em pastores que não se deixam levar pelos conceitos e práticas da Teologia Liberal, em homens e mulheres crentes verdadeiros que se convertem e amam a Bíblia como sendo a Palavra de Deus. Estas igrejas devem redobrar o ânimo na pregação do evangelho da salvação e devem se empenhar em manter a fé em Jesus Cristo, o único autor e consumador da fé cristã.
Imagem: Google

A decapitação de James Foley: o que a mídia não está dizendo a você

A cena é forte. Um americano foi degolado por um membro da organização terrorista EIIL (Estado Islâmico no Iraque e Levante). A cena foi filmada e divulgada com o objetivo de retaliar os recentes ataques aéreos dos EUA contra terroristas do EIIL.
James Foley: ativista esquerdista pró-islamismo e anti-Israel
James Foley era um americano esquerdista que acreditava que o islamismo é uma religião de paz e amor. A revista FrontPage disse que Foley era de uma nova espécie de ativistas que se autointitulam jornalistas. Por isso, ele não havia ido ao Oriente Médio para noticiar, mas para promover sua agenda. E essa agenda era evidente a partir do que ele mesmo dizia publicamente pelo Twitter.
A perda de toda vida humana é trágica, mas Foley era propagandista de terroristas islâmicos que acabaram cortando-lhe a cabeça. Um homem de princípios morais teria tido mais compaixão dos cristãos, porém a preferência de Foley eram os islâmicos que torturam, estupram e decapitam cristãos. Ele havia ido à Síria para apoiar os rebeldes islâmicos contra o governo sírio.
De acordo com FrontPage, ele aplaudiu quando os terroristas islâmicos estavam lutando para exterminar os cristãos da cidade de Aleppo. No conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas, os tuítes dele eram pura propaganda pró-terrorismo. Seu entusiasmo pelos rebeldes muçulmanos sírios não parece ter sido correspondido. A ala mais radical desses rebeldes, ligados à al-Qaida e que hoje são o EIIL, o raptou. Pouco tempo antes, quando um real jornalista havia sido sequestrado pelos rebeldes, Foley zombou do caso. Na mente dele, os rebeldes nunca cometeriam tal maldade.
Ele zombava de notícias que tentavam mostrar o horror que os cristãos estavam sofrendo nas mãos dos islâmicos. Para ele, isso não passava de “islamofobia” — ódio aos muçulmanos. De acordo com FrontPage, Foley era fanaticamente anti-Israel.
James Foley e seu executor islâmico
O que é intrigante no episódio não é só a estupidez esquerdista suicida de Foley, que hoje é retratado como “mártir,” mas a atitude da imprensa americana, que sempre escolheu manter os olhos fechados para as atrocidades que os cristãos estão sofrendo dos rebeldes islâmicos. Agora, essa mesma imprensa trata como “herói” um americano que louvava os massacradores islâmicos e nunca imaginava que um dia ele próprio sofreria o mesmo destino de milhares de cristãos que são degolados na Síria e Iraque sem que jornalistas e ativistas esquerdistas demonstrem uma só gota de compaixão.
 Com informações do site Shoebat e FrontPage.

sábado, 16 de agosto de 2014

Qual o futuro da igreja evangélica no Brasil?

Quando olho o atual cenário da igreja evangélica brasileira – estou usando o termo “evangélica” de maneira ampla – confesso que me sinto incapaz de prever o que vem pela frente. Há muitas e diferentes forças em operação em nosso meio hoje, boa parte delas conflitantes e opostas. Olho para frente e não consigo perceber um padrão, uma indicação que seja, do futuro da igreja.

Há, em primeiro lugar, o crescimento das seitas neopentecostais. Embora estatísticas recentes tenham apontado para uma queda na membresia de seitas como a Universal do Reino do Deus - que ressurge das cinzas com o "templo de Salomão" - , outras estão surgindo no lugar, como na lenda grega da Hidra de Lerna, monstro de sete cabeças que se regeneravam quando cortadas. A enorme quantidade de adeptos destes movimentos que pregam prosperidade, cura, libertação e solução imediata para os problemas pessoais acaba moldando a imagem pública dos evangélicos e a percepção que o restante do Brasil tem de nós. Na África do Sul conheci uma seita que mistura pontos da fé cristã com pontos das religiões africanas, um sincretismo que acaba por tornar irreconhecível qualquer traço de cristianismo restante. Temo que a continuar o crescimento das seitas neopentecostais e seus desvios cada vez maiores do cristianismo histórico, poderemos ter uma nova religião sincrética no Brasil, uma seita que mistura traços de cristianismo com elementos de religiões afro-brasileiras, teologia da prosperidade e batalha espiritual em pouquíssimo tempo.

Depois há o movimento “gospel”, que mostrou sua popularidade ao ter o festival “Promessas” veiculado pela emissora de maior audiência do país. Não me preocupa tanto o fato de que a Rede Globo exibiu o show, mas a mensagem que foi passada ali. A teologia gospel confunde “adoração” com pregação, exalta o louvor como o principal elemento do culto público, anuncia um evangelho que não chama pecadores e crentes ao arrependimento e mudança de vida, que promete vitórias mediante o louvor e a declaração de frases de efeito e que ignora boa parte do que a Bíblia ensina sobre humildade, modéstia, sobriedade e separação do mundo. Para muitos jovens, os shows gospel viraram a única forma de culto que conhecem, com pouca Bíblia e quase nenhum discipulado. O impacto negativo da superficialidade deste movimento se fará sentir nesta próxima geração, especialmente na incapacidade de impedir a entrada de falsos ensinamentos e doutrinas erradas.

Notemos ainda o crescimento do interesse pela fé reformada, não nas igrejas históricas, mas fora delas, no meio pentecostal. Não são poucos os pentecostais que têm descoberto a teologia reformada – particularmente as doutrinas da graça, os cinco slogans (“solas”) e os chamados cinco pontos do calvinismo. Boa parte destes tem tentado preservar algumas idéias e práticas características do pentecostalismo, como a contemporaneidade dos dons de línguas, profecia e milagres, além de uma escatologia dispensacionalista. Outros têm entendido – corretamente – que a teologia reformada inevitavelmente cobra pedágio também nestas áreas e já passaram para a reforma completa. Mas o tipo de movimento, igrejas ou denominações resultantes desta surpreendente integração ainda não é previsível.

O impacto das mídias sociais também não pode ser ignorado. E há também o número crescente de desigrejados, que aumenta na mesma proporção da apropriação das mídias sociais pelos evangélicos. Com a possibilidade de se ouvir sermões, fazer estudos e cursos de teologia online, além de bate-papo e discipulado pela internet, aumenta o número de pessoas que se dizem evangélicas mas que não se congregam em uma igreja local. São cristãos virtuais que “freqüentam” igrejas virtuais e têm comunhão virtual com pessoas que nunca realmente chegam a conhecer. Admito o benefício da tecnologia em favor do Reino. Eu mesmo sou professor a quinze anos de um curso de teologia online e sei a benção que pode ser. Mas, não há substituto para a igreja local, para a comunhão real com os santos, para a celebração da Ceia e do batismo, para a oração conjunta, para a leitura em uníssono das Escrituras e para a recitação em conjunto da oração do Pai Nosso, dos Dez Mandamentos. Isto não dá para fazer pela internet. Uma igreja virtual composta de desigrejados não será forte o suficiente em tempos de perseguição.

Eu poderia ainda mencionar a influência do liberalismo teológico, que tem aberto picadas nas igrejas históricas e pentecostais e a falta de maior rapidez e eficiência das igrejas históricas em retomar o crescimento numérico, aproveitando o momento extremamente oportuno no país. Afinal, o cristianismo tem experimentado um crescimento fenomenal no chamado Sul Global, do qual o Brasil faz parte.

Algumas coisas me ocorrem diante deste quadro, quando tento organizar minha cabeça e entender o que se passa.

1 – Historicamente, as igrejas cristãs em todos os lugares aqui neste mundo atravessaram períodos de grande confusão, aridez e decadência espiritual. Depois, ergueram-se e experimentaram períodos de grande efervescência e eficácia espiritual, chegando a mudar países. Pode ser que estejamos a caminho do fundo do poço, mas não perderemos a esperança. A promessa de Jesus quanto à Sua Igreja (Mateus 16:18) e a história dos avivamentos espirituais nos dão confiança.

2 – Apesar de toda a mistura de erro e verdade que testemunhamos na sincretização cada vez maior das igrejas, é inegável que Deus tem agido salvadoramente e não são poucos os que têm sido chamados das trevas para a luz, regenerados e justificados mediante a fé em Cristo Jesus, apesar das ênfases erradas, das distorções doutrinárias e da negligência das grandes doutrinas da graça. Ainda assim, parece que o Espírito Santo se compraz em usar o mínimo de verdade que encontra, mesmo em igrejas com pouca luz, na salvação dos eleitos. Não digo isto para justificar o erro. É apenas uma constatação da misericórdia de Deus e da nossa corrupção. Se a salvação fosse pela precisão doutrinária em todos os pontos da teologia cristã, nenhum de nós seria salvo.

3 –  Deus sempre surpreende o Seu povo. É totalmente impossível antecipar as guinadas na história da Igreja. Muito menos, fazer com que aconteçam. Há fatores em operação que estão muito acima dos poderes humanos. Resta-nos ser fiéis à Palavra de Deus, pregar o Evangelho completo – expositivamente, de preferência – viver uma vida reta e santa, usar de todos os recursos lícitos para propagar o Reino e plantar igrejas bíblicas e orar para que nosso Deus seja misericordioso com os seus eleitos, com a Sua igreja, com aqueles que Ele predestinou antes da fundação do mundo e soberanamente chamou pela Sua graça, pela pregação do Evangelho. 
 

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

HUMOR NÃO É ALEGRIA. SORRISO NÃO É FELICIDADE!

“Pois em ti está o manancial da vida; na tua luz vemos a luz” (Salmos 36.9)
 Constantemente estamos sendo visitados por estas notícias contraditórias. Cantores que vivem nos palcos distribuindo sorrisos, “vibrações positivas”, animação de plateia, palmas ritmadas; e, de repente, se suicidam, com um histórico de tristeza, solidão e depressão. Há poucas semanas tivemos a triste notícia do suicídio do humorista Fausto Fanti, do Grupo Hermes & Renato; e, agora, do ator Robin Williams. Como explicar que gente com um estilo de vida caracterizado por fazer outros sorrirem; pessoas que vivem cheias de humor, sorrisos e alegria tenham um fim tão trágico, triste e paradoxal?
 A explicação é simples, e está neste versículo bíblico acima: O verdadeiro manancial de vida está em Deus. Ele é a verdadeira luz. Somente nele podemos ter a verdadeira vida e a verdadeira luz. Da mesma forma que programas de humor, filmes, baladas ou shows, quanta literatura também é produzida vendendo conceitos ilusórios de vida, “pensamento positivo”, “vibração”, energia; mas que, tanto os que produzem como os que consomem, mesmo que não acabem no mesmo fim, suas vidas não traduzem felicidade, um estilo de vida abundante e vitoriosa de forma permanente; que não dependa das circunstâncias ou condições do momento.
 No Salmo 42.1-2 temos o salmista dizendo: “Como o cervo anseia pelas correntes das águas, assim a minha alma anseia por ti, ó Deus! A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e verei a face de Deus?”. Em Jeremias 2.13 temos Deus falando: “Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram para si cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas”. Em João 7.37-39 temos Jesus falando: “Ora, no seu último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior correrão rios de água viva”.
 Humor não é alegria. Sorriso não é felicidade! Somente Deus pode nos dar felicidade, uma vida com significado, com propósito e, com ela, humor e sorrisos que expressem seus verdadeiros significados.

 Pr. Genevaldo Bertune.

domingo, 10 de agosto de 2014

Cristão DE VERDADE não vota no PT


Estou sem tempo de escrever sobre este assunto, mas o vídeo acima é uma síntese daquilo que penso à respeito deste partido. Só discordo de uma coisa...NUNCA votei e NUNCA votarei no PT e em nenhum partido político de esquerda, principalmente este PT que tem destruído o Brasil e que não ama o povo que nele habita.