QUANDO AS SOMBRAS SILENCIAM

Ficção espiritual que conta a estória de um casal de missionários, em meio a muita ação e aventura.

HOMENS QUE LUTAM

Nova série de artigos sobre atitudes que tornam os homens mais do que vencedores.

FAMÍLIA - O PAPEL DO HOMEM.

"Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, (Efésios. 5: 25)"

FAMÍLIA - O PAPEL DA MULHER.

"Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos. (Provérbios. 14:1)"

POEMAS - Para adoçar a vida!

Poemas que nascem no coração, cresce em nossa mente e alçam vôo em nossa imaginação.

Blog Impressões Sem Pressões

"Em meio a valores distorcidos em nossa sociedade, temos JESUS CRISTO como referencial perfeito!" (Tom Alvim).

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

UM 2014 REPLETO DE BOAS REALIZAÇÕES!


Que em 2014 possamos nos opor ao máximo às forças do inferno que tem tentado destruir a família tradicional (homem + mulher = filhos), ao marxismo cultural que prega o fim do cristianismo através da destruição de seus valores, e ao comunismo/marxismo, verdadeiras ideologias nefastas.

"Resisti ao diabo e ele fugirá de vós" - Esse é o meu lema para o próximo ano.


Autor: Tom Alvim
Imagem: Google

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

MARXISMO CULTURAL

A verdade vos libertará.
João 8:32

Os americanos subscrevem atualmente a duas más-concepções; a primeira é a ideia de que o comunismo deixou de ser uma ameaça quando a União Soviética implodiu; a segunda é a crença de que a Nova Esquerda dos anos sessenta entrou em colapso e desapareceu também. "Os Anos Sessenta Estão Mortos," escreveu George Will ("Slamming the Doors," Newsweek, Mar. 25, 1991).

Uma vez que, como um movimento político a Nova Esquerda não tinha coesão, ela desmoronou-se, no entanto os seus revolucionários reorganizaram-se e formaram uma multitude de grupos dedicados a um só tópico. É devido a isso que hoje temos as feministas radicais, os extremistas dos movimentos negros, os ativistas “pela paz”, os grupos dedicados aos "direitos" dos animais, os ambientalistas radicais, e os ativistas homossexuais.
Todos estes grupos perseguem a sua parte da agenda radical através duma complexa rede de organizações tais como a "Gay Straight Lesbian Educators Network" (GSLEN), a "American Civil Liberties Union" (ACLU), "People for the American Way", "United for Peace and Justice", "Planned Parenthood", "Sexuality Information and Education Council of the United States" (SIECUS), e a "Code Pink for Peace".
Tanto o comunismo como a Nova Esquerda encontram-se vivos e de boa saúde aqui na América, preferindo usar palavras de código tais como: tolerância, justiça social, justiça econômica, paz, direitos reprodutivos, educação sexual e sexo seguro, escolas seguras, inclusão, diversidade e sensibilidade. Tudo junto, isto é marxismo cultural mascarado de multiculturalismo.
O nascimento do multiculturalismo

Antecipando a tempestade revolucionária que iria batizar o mundo num inferno de terror vermelho, levando ao nascimento da terra prometida de justiça social e igualdade proletária, Frederich Engels escreveu
Todas as (...) grandes e pequenas nacionalidades estão destinadas a desaparecer (...) na tempestade revolucionária mundial (...). (Uma guerra global) limpará todas (...) as nações, até os seus nomes. A próxima guerra mundial resultará no desaparecimento da face da Terra não só das classes reacionárias (...) mas (...) também dos povos reaccionários.

("The Magyar Struggle," Neue Rheinische Zeitung, Jan. 13, 1849)
Quando a Primeira Grande Guerra terminou, os socialistas perceberam que algo não havia corrido bem uma vez que os proletários do mundo não haviam prestado atenção ao apelo de Marx de se insurgirem em oposição ao capitalismo como forma de abraçarem, no seu lugar, o comunismo. Devido a isto, estes mesmos socialistas começaram a investigar o que havia corrido mal.
Separadamente, dois teóricos marxistas, Antonio Gramsci (Itália) e Georg Lukacs (Hungria), concluíram que o Ocidente cristianizado era o obstáculo que impedia a chegada da nova ordem mundial comunista. 
Devido a isto, eles concluíram que, antes da revolução ter sucesso, o Ocidente teria que ser conquistado. Gramsci alegou que, uma vez que o Cristianismo já dominava o Ocidente há mais de 2 mil anos, não só esta ideologia estava fundida com a civilização ocidental, como ela havia corrompido a classe operária.
Devido a isso, afirmou Gramsci, o Ocidente teria que ser previamente descristianizado através duma "longa marcha através da cultura". 
Adicionalmente, uma nova classe proletária teria que ser criada. No seu livro "Cadernos do Cárcere," Gramsci sugeriu que o novo proletariado fosse composto por criminosos, mulheres, e minorias raciais. Segundo Gramsci, a nova frente de batalha deveria ser a cultura, começando pela família tradicional e absorvendo por completo as igrejas, as escolas, a grande mídia, o entretenimento, as organizações civis, a literatura, a ciência e a história. Todas estas instituições teriam de ser transformadas radicalmente e a ordem social e cultural teria que ser gradualmente subvertida de modo a colocar o novo proletariado no topo.
O protótipo

Em 1919, Georg Lukacs tornou-se vice-comissário para a Cultura do regime bolschevique de curta duração de Bela Kun, na Hungria. Imediatamente ele colocou em marcha planos para descristianizar a Hungria, raciocinando que, se a ética sexual cristã pudesse ser fragilizada junto à crianças, então o odiado patriarcado bem como a Igreja sofreriam um duro golpe.
Lukacs instalou um programa de educação sexual radical e palestras sexuais foram organizadas; foi distribuída literatura contendo imagens que instruíam graficamente os jovens a enveredar pelo "amor livre" (promiscuidade) e pela intimidade sexual (ao mesmo tempo que a mesma literatura os encorajava a ridicularizar e a rejeitar a ética moral cristã, a monogamia e a autoridade da igreja). Tudo isso foi acompanhado por um reinado de terror cultural perpetrado contra os pais, sacerdotes e dissidentes.
Os jovens da Hungria, havendo sido alimentados com uma dieta constante de neutralidade de valores (ateísmo) e uma educação sexual radical, ao mesmo tempo que eram encorajados a revoltarem-se contra toda a autoridade, facilmente se transformaram em delinquentes que variavam de intimidadores e ladrões menores, para predadores sexuais, assassinos e sociopatas. A prescrição de Gramsci e os planos de Lukacs foram os precursores do que o marxismo cultural, mascarado de SIECUS, GSLEN, e a ACLU - agindo como executores da lei judicialmente aprovados - mais tarde trouxe às escolas americanas.
Construindo uma base

No ano de 1923 foi fundada na Alemanha de Weimar a Escola de Frankfurt - um grupo de reflexão marxista. Entre os fundadores encontravam-se Georg Lukacs, Herbert Marcuse, e Theodor Adorno. A escola era um esforço multidisciplinar que incluia sociólogos, sexólogos e psicólogos. O objetivo primário da Escola de Frankfurt era o de traduzir o marxismo econômico para termos culturais.
A escola disponibilizaria as ideias sobre as quais se fundamentaria uma nova teoria política de revolução (com base na cultura), aproveitando um novo grupo "oprimido" para o lugar do proletariado infiel. Esmagando a religião e a moralidade, a escola construiria também um eleitorado junto aos acadêmicos que construiriam carreiras profissionais estudando e escrevendo sobre a nova opressão.
Mais para o final, Herbert Marcuse - que favorecia a perversão polimorfa - expandiu o número do novo proletariado de Gramsci de modo a que se incluíssem os homossexuais, as lésbicas e os transsexuais. A isto juntou-se a educação sexual radical de Lukacs e as tácticas de terrorismo cultural. A "longa marcha" de Gramsci foi também adicionada à mistura, sendo ela casada à psicanálise freudiana e às técnicas de condicionamento psicológico. O produto final foi o marxismo cultural, hoje em dia conhecido no Ocidente como multiculturalismo.
Apesar disto tudo, era necessário mais poder de fogo intelectual, uma teoria que patologizasse o que teria que ser destruído. Nos anos 50 a Escola de Frankfurt expandiu o marxismo cultural de modo a incluir a ideia da "Personalidade Autoritária" de Theodor Adorno. O conceito tem como premissa a noção de que o Cristianismo, o capitalismo e a família tradicional geram um tipo de caráter inclinado ao racismo e ao fascismo.
Logo, qualquer pessoa que defenda os valores morais tradicionais da América, bem como as suas instituições, é ao mesmo tempo um racista e um fascista.
O conceito da “Personalidade Autoritária” defende também que as crianças criadas segundo os valores tradicionais dos pais irão tornar invariavelmente racistas e fascistas. Como conseqüência, se o fascismo e o racismo fazem parte da cultura tradicional da América, então qualquer pessoa educada segundo os conceitos de Deus, família, patriotismo, direito ao porte de armas ou mercados livres precisa de ajuda psicológica.
A influência perniciosa da ideia da "Personalidade Autoritária" de Adorno pode ser claramente vista no tipo de pesquisas que recebem financiamento através dos impostos dos contribuintes.
Em agosto de 2003, a "National Institute of Mental Health" (NIMH) e a "National Science Foundation" (NSF) anunciaram os resultados do seu estudo financiado com 1.2 milhões de dólares, dinheiro dos contribuintes. Essencialmente, esse estudo declarou que os tradicionalistas são mentalmente perturbados. Estudiosos das Universidades de Maryland, Califórnia (Berkeley), e Stanford haviam determinado que os conservadores sociais... sofrem de "rigidez mental", "dogmatismo", e  "aversão à incerteza", tudo com indicadores associados à doença mental. (http://www.edwatch.org/ - ‘Social and Emotional Learning" Jan. 26, 2005)  
O elenco orwelliano de patologias demonstra o quão longe a longa marcha de Gramsci já nos levou.
Uma ideia correspondente e diabolicamente construída é o conceito do “politicamente correto”. A sugestão forte aqui é que, de modo a que uma pessoa não seja considerada "racista" e/ou "fascista", não só essa pessoa deve suspender o julgamento moral, como deve abraçar os "novos" absolutos morais: diversidade, escolha, sensibilidade, orientação sexual, e a tolerância. O “politicamente correto” é um maquiavélico engenho de "comando e controle" e o seu propósito é a imposição de uma uniformidade de pensamento, discurso e comportamento.
A Teoria Crítica é outro engenho psicológico de "comando e controle". Tal como declarado por Daniel J. Flynn, “a Teoria Crítica, tal como o nome indica, só critica. O que a desconstrução faz à literatura, a Teoria Crítica faz às sociedades.” (Intellectual Morons, p. 15-16)
A Teoria Crítica é um permanente e brutal ataque, através da crítica viciosa, aos cristãos, ao Natal, aos Escoteiros, aos Dez Mandamentos, às nossas forças militares, e à  todos os outros aspectos da sociedade e cultura americana.
Tanto o “politicamente correto” como a Teoria Crítica são, na sua essência, intimidações psicológicas. Ambas são maços de calceteiros psico-políticos através dos quais os discípulos da Escola de Frankfurt - tais como a ACLU - estão a forçar os americanos a se submeterem e a obedecerem os desejos e os planos da esquerda. Estes engenhos desonestos não são mais do que versões psicológicas das táticas de "terrorismo cultural" de Georg Lukacs e Laventi Beria. Nas palavras de Beria:
A obediência é o resultado do uso da força (...). A força é a antítese das ações humanizantes. Na mente humana isto é tão sinônimo com a selvageria, ilegalidade, brutalidade e barbarismo, que é apenas necessário exibir uma atitude desumana em relação às pessoas para receber dessas pessoas as posses de força.
(The Russian Manual on Psychopolitics: Obedience, por Laventi Beria, chefe da Polícia Secreta Soviética e braço direito de Stalin.)
Pessoas com pensamento contraditório, pessoas que se encontram "sentadas em cima do muro", também conhecidos como "moderados", centristas e RINOs (ed: RINO = Republicans In Name Only, isto é, falsos republicanos), carregam consigo a marca destas técnicas psicológicas de "obediência". De uma forma ou outra, estas pessoas - que em casos literais se encontram com medo de serem vítimas dos agentes de imposição de obediência - decidiram ficar em cima do muro sob pena de serem considerados culpados de terem uma opinião.
Ao mínimo sinal de desagrado dos agentes de imposição de obediência (isto é, polícias do pensamento), estas pessoas içam logo a bandeira amarela de rendição onde está escrito de forma bem visível:
"Eu não acredito em nada e eu tolero tudo!"
Determinismo cultural
A cavilha da roda [inglês: "linchpin"] do marxismo cultural é o determinismo cultural, parente da política de identidade e da solidariedade de grupo. Por sua vez, o determinismo cultural foi gerado pela ideia darwiniana de que o homem mais não é que um animal sem alma e que, portanto, a sua identidade - a sua pele, as suas preferências sexuais e/ou as suas preferências eróticas - é determinada pelo exemplo.
Esta proposição rejeita o conceito do espírito humano, da individualidade, do livre arbítrio e de uma consciência moralmente informada (associada à culpabilidade pessoal e à responsabilidade) uma vez que ela nega a existência do Deus da Bíblia.
Conseqüentemente, e por extensão, ela rejeita também os primeiros princípios da liberdade americana enumeradas na Declaração de Independência. Estes são os nossos "direitos inalienáveis, entre os quais encontram-se a vida, a liberdade e a busca pela felicidade." O marxismo cultural deve rejeitar todos estes princípios porque eles "foram doados pelo nosso Criador" que fez o homem à Sua Imagem.
Para David Horowitz, o determinismo cultural é
... política de identidade - a política do feminismo radical, da revolução queer e do afro-centrismo - que formam a base do multiculturalismo acadêmico (...) uma forma de fascismo acadêmico e (...) de fascismo político também. (Mussolini and Neo-Fascist Tribalism: Up from Multiculturalism, by David Horowitz, Jan. 1998) 
É dito que a coragem é a primeira das virtudes porque sem ela, o medo paralisará o homem, impedindo-o assim de agir segundo as suas convicções morais e de falar a verdade.  Assim, trazer um estado geral de medo paralisante, apatia e submissão - as correntes da tirania - é o propósito por trás do terrorismo cultural psico-político, uma vez que a agenda revolucionária da esquerda comunista deve, a qualquer preço, estar envolta em secretismo.

O antídoto para o terrorismo cultural é a coragem e a luz da verdade.
Se nós queremos vencer esta guerra cultural, reclamando e reconstruindo nosso país de modo que os nossos filhos e os filhos dos nossos filhos possam viver numa "Cidade Resplandescente situada na Colina", onde a liberdade, as famílias, as oportunidades, o mercado livre e a decência florescem, temos que reunir a coragem de modo a que possamos, sem medo, expor a agenda revolucionária da esquerda comunista à Luz da Verdade. A verdade e a coragem de declará-la nos libertará.

Linda Kimball é autora de diversos artigos e ensaios sobre cultura e política.

Publicado no American Thinker - http://www.americanthinker.com
Tradução: Blog O Marxismo Cultural


Fonte: Mídia sem márcara

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

O elogio do crime

O ladrão inglês Ronald Biggs, que morreu  aos 84 anos, teve uma vida de celebridade

Veja

Só mesmo um século como o XX, marcado pela banalização - do mal, da vida, do que é ser uma personalidade -, poderia glorificar um ladrão, como fez com o inglês Ronald Arthur Biggs, que morreu no dia 18, aos 84 anos, em uma cada de repouso londrina. Argumentou-se, mundo afora, que não se tratava de um bandido qualquer, devido à sua participação no famoso assalto ao trem pagador. O crime: em 8 de agosto de 1963 - seu 34º aniversário -, Biggs mais dezesseis homens levaram de um combio que fazia o trajeto Glasgow-Londres nada menos do que 2,6 milhões de libras (hoje, 40 milhões de libras, cerca de 152 milhões de reais). A maior parte do dinheiro jamais foi recuperada. O mais impressionante é que Biggs não foi sequer o protagonista do roubo, o que, pela lógica da perversidade, justificaria a sua consagração. 

Condenado a trinta anos de prisão, conseguiu fugir. Viveria no Rio por três décadas com status de celebridade. Localizado, não pôde ser extraditado - sua amásia, Raimunda de Castro, uma ex-stripper, estava grávida. Da relação nasceria Michael, que entrou para o imaginário de milhões de crianças brasileiras como o Mike da Turma do Balão Mágico cantando: "Sou feliz, por isso aqui". Biggs deve ter sido feliz aqui. São famosas as fotos dele na praia, tomando chope, tocando tamborim ao lado de belas mulheres. Em 1978, gravou o clipe No One Is Innocent, com a banda punk Sex Pistols, que o citava na letra: "Deus salve Ronald Biggs". Após sua morte, o filho postou que o considerava um "mestre". Seu ghost writer o saudou como um dos grandes personagens dos últimos cinquenta anos. Como se vê, o século XXI segue parecido com o XX.

É punk. Bigss e os integrantes dos Sex Pistols, com quem ele gravou um clipe que o homenageia


quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

É Natal!



Assino embaixo!

Feliz Natal para todos e que o verdadeiro espírito do Natal permeie os corações de todos sobre a terra.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

NATAL HORIZONTAL


I Jo 3.16

Muito embora pouquíssimos crentes sejam chamados a sacrificarem (literalmente) suas vidas por amor a Deus, seu reino, sua causa, sua Palavra, seus valores (princípios) – como nossos irmãos mártires -; todos são chamados a, sacrificialmente, doarem suas vidas a favor do próximo, como prova de um verdadeiro novo nascimento (regeneração), bem como de um verdadeiro amor p/c/ Deus e seu irmão.

COMO?

Esse versículo está dentro de um grande texto, cujo contexto é uma grande mensagem de amor ao próximo nas suas mais variadas formas de expressão como prova do nosso verdadeiro novo nascimento (regeneração) e amor verdadeiro a Deus. Podemos oferecer a Deus duas provas de um verdadeiro novo nascimento e de um verdadeiro amor

I – VENCENDO SENTIMENTOS CARNAIS QUE ANULAM O AMOR DENTRO DE NÓS – VS 11 A 15

-Você acha que Caim não amava Abel? Não creio! Eram irmãos! Você acha mesmo que até o assassinato eles brigavam 24h p/dia? Não creio! Foram à escola juntos; compartilharam brinquedos; andaram de bicicleta juntos; apostaram corridas; Caim muitas vezes cantou o “parabéns pra você!” nos aniversários de Abel; não sei a exata diferença de idade, mas tudo leva a crer que freqüentavam a mesma classe da EBD; Caim participou e até ganhou alguns desafios (gincanas) de conhecimentos bíblicos.
Eu me lembro que certa vez ele ganhou um que tinha a seguinte pergunta: Qual o maior mandamento de Deus? Ele respondeu prontamente “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e ao próximo como a ti mesmo”
Qual o problema então de Caim?  Possivelmente ele não se rendeu totalmente ao Espírito Santo de Deus a ponto de ser quebrantado e vencer algumas tendências, inclinações naturais da carne, do nosso interior, da nossa disposição mental de resistência à obediência a tudo aquilo que está posto como norma, regra, princípio. Há um grito dentro de nós pela independência mental, intelectual, emocional, afetiva; daí o grande número de decisões erradas, casamentos errados, relacionamentos sagrados e não sagrados interrompidos, etc. Tudo começou com a nossa incapacidade de obedecer (primeiro a Deus e, depois, aos irmãos, nas diferentes formas de relacionamentos deixados por Deus
Com certeza Caim não trabalhou a questão da inveja latente em seu coração. Todas as vezes que Abel ganhou um concurso bíblico, ao invés dele receber a seguinte mensagem: Necessito estudar mais a Palavra de Deus, cultivar mais intimidade c/Deus, ele fazia a seguinte interpretação: Ele é um exibido, ele faz isso só pra se aparecer. Alguém está soprando as respostas pra ele – ele não sabe tudo isso! Fizeram perguntas mais fáceis pra ele. Todos gostam dele e querem favorecê-lo! E sua inveja aumentava mais e mais, chegando a transformar-se num ódio latente.
Ele nunca deu atenção à recomendação de Tiago de que o pecado (nas suas expressões mais grotescas) somente é consumado após esses instintos não serem debelados pelo Espírito Santo através da nossa rendição total a Ele e o deixarmos formar um verdadeiro caráter Cristão em nós; bem como de  que guerras, grandes conflitos e até assassinato nascem da inveja e cobiça não trabalhadas, tratadas.
Finalmente ele não trabalhou a questão do ódio, achando que era um sentimento natural ao ser humano – afinal, não somos anjos - , somos seres humanos de carne e osso (quando se alimenta o ódio, acabamos tendo muito mais carne do que osso). Ele nunca deu ouvido a exortação de Cristo de que todo aquele cujo coração alimenta ódio contra seu irmão, potencialmente é um assassino; e,dependendo do curso que este sentimento tomar, pode chegar literalmente ao assassinato

DAR A VIDA PELO IRMÃO É TRABALHAR ESTES INSTINTOS; PORQUE, AO FAZERMOS ISSO, ESTAMOS, SACRIFIALMENTE, NOS ENTREGANDO A UMA DISCIPLINA ESPIRITUAL; MATANDO, NÃO APENAS OS MEMBROS DO NOSSO CORPO; MAS, TAMBÉM, “OS FEITOS” DO CORPO (Rm 8.13)
II – COMPARTILHANDO NOSSOS BENS COM O IRMÃO NECESSITADO – VS 17-19

-A generosidade é uma conseqüência natural de que o amor de Deus está em nós – v 17
-A generosidade é uma prova natural de que amamos de fato e de verdade (e não apenas de língua) – v.18
-A generosidade é uma prova natural de que somos da “verdade” – v.19
OBS. Observem que João chama os recursos com os quais podemos socorrer nossos irmãos de “recursos deste mundo”. Não é interessante? Não são “absolutamente” nossos. São do mundo; mas que Deus, soberanamente, colocou em nossas mãos. Veja o que aconteceu, agora, em decorrência das chuvas na Bahia e no RJ. Ninguém pode segurar com suas mãos seus bens.
Quando acontece um tsunami, um ciclone, um tornado, um terremoto violentos; ou uma quebradeira geral da economia, os recursos naturais passam de mão em mão, influenciados por fatores sobre os quais não temos nenhum controle; e, muitas vezes, não podemos ignorar a graça divina nesses acontecimentos, nivelando todos os homens. A Bíblia diz que o mau, moral ou físico, vem sobre justos e injustos. O crente africano ñ é mais pecador que você! Esses são fortes argumentos a favor da generosidade.

Conclusão

Você apresenta em sua vida estas duas provas de amor a Deus e ao próximo? Seu amor p/c/ Deus pode ser provado com esta marca de um verdadeiro novo nascimento, coração regenerado? Você tem vencido estes instintos naturais? O homem, vindo do barro, tem três poderes: o sensitivo, o volitivo e o intelectivo: o homem sente, quer e pensa. Mas acima deles, Deus te deu, também, o poder do sangue de Jesus; o poder o Espírito Santo; através dos quais você pode vencer esses poderes tão atrelados à sua natureza pecaminosa e adquirir o caráter de Cristo. Você já venceu a resistência natural à obediência? A inveja? A ira? O ódio? Ao invés Caim assassinar seu irmão, Deus queria que ele fosse seu guardador. A mesma pergunta ele faz a nós. A mim e a você: Onde está teu irmão? A resposta depende se você tem vencido estes instintos da carne.
Você pode provar seu amor a Deus pela generosidade socorrendo seu irmão? Entende que os recursos são deste mundo? Use-os para a glória de Deus atendendo às necessidades do seu irmão. Esses recursos não vão sair “deste mundo”. Você também pode dar sua vida pelo seu irmão, tal como Cristo. Esse é o natal horizontal. O vertical é o de João 3.16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. O horizontal é o de I João 3.16 “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e nós devemos dar a vida pelos irmãos”.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Julio Severo: PLC 122 sepultado: Maioria cristã do Brasil obtém ...

Julio Severo: PLC 122 sepultado: Maioria cristã do Brasil obtém ...: PLC 122 sepultado: Maioria cristã do Brasil obtém vitória inesperada e surpreendente com sua persistência e mobilização Julio Severo ...