QUANDO AS SOMBRAS SILENCIAM

Ficção espiritual que conta a estória de um casal de missionários, em meio a muita ação e aventura.

HOMENS QUE LUTAM

Nova série de artigos sobre atitudes que tornam os homens mais do que vencedores.

FAMÍLIA - O PAPEL DO HOMEM.

"Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, (Efésios. 5: 25)"

FAMÍLIA - O PAPEL DA MULHER.

"Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos. (Provérbios. 14:1)"

POEMAS - Para adoçar a vida!

Poemas que nascem no coração, cresce em nossa mente e alçam vôo em nossa imaginação.

Blog Impressões Sem Pressões

"Em meio a valores distorcidos em nossa sociedade, temos JESUS CRISTO como referencial perfeito!" (Tom Alvim).

sexta-feira, 28 de junho de 2013

O dia em que João Figueiredo mandou Havelange enfiar a Copa onde ele quisesse.

O dia em que João Figueiredo mandou Havelange enfiar a Copa onde ele quisesse.

O Havelange ofereceu a Copa do Mundo no Brasil e o presidente lhe respondeu: “Você conhece uma favela do Rio de Janeiro? Você já viu a seca do nordeste? E você acha que eu vou gastar dinheiro com estádio de futebol?”.

Eu sabia deste episódio, mas estava meio esquecido.

É isso aí. Os brasileiros, odeiam gente que usam fardas. Se quem usa farda é honesto, então o ódio aumenta. O General Figueiredo foi um dos homens mais inteligentes dos que passaram pela AMAM, mas sabem como é, brasileiro gosta mesmo é de analfabeto, se for esperto, melhor ainda.

Figueiredo morreu com o mesmo patrimônio que tinha anos antes de ser presidente. Já o que se diz metalúrgico, está milionário, o filho dele também está milionário. O "pai dos pobres", esperto como ele só, percebeu que a Copa do Mundo seria um filé para quem não tem escrúpulos.

Pobre Brasil. No passado diziam que o Brasil era o País do futuro. De um futuro que nunca chegava. Hoje podemos dizer: O Brasil é um País sem futuro.

Para quem acha exagero nisso, eu pergunto: Um povo que despreza gente inteligente e honesta, e prefere gente que se orgulha de ser analfabeto e esperto, espera que futuro?

O Tempora, O Mores: Um Engano Chamado "Teologia Inclusiva" ou "Teologi...

O Tempora, O Mores: Um Engano Chamado "Teologia Inclusiva" ou "Teologi...: O padrão de Deus para o exercício da sexualidade humana é o relacionamento entre um homem e uma mulher no ambiente do cas...

sábado, 22 de junho de 2013

FIM DO PT

CONTRA AS MANIFESTAÇÕES?

Sou totalmente contra manifestações feitas por pessoas de esquerda que não querem o bem do Brasil, mas querem sim se promover e dar impulso a sua empreitada de controle total de nosso país e da implantação do socialismo a qualquer preço. Foi por isso que disse para que os jovens não entrassem nessas manifestações, contudo parece que a coisa está tomando uma outra cara, os partidos de esquerdas estão sendo banidos dessas passeatas e o povo está se manifestando por justiça. Nesse caso, e somente nesse caso sou a favor. Creio que alguma coisa de boa poderá sair dessa coisa toda, vamos ver, somente o tempo irá dizer se teremos a queda do PT e de seus comparsas.

Existem pessoas de bem participando disso e com vontade de ver mudanças.

Vamos ver...só o tempo dirá!

Autor: Tom Alvim

sexta-feira, 21 de junho de 2013

LICENÇA PARA O VANDALISMO



Fico estarrecido ao ver um pronunciamento como o que fez o senador Cristovam Buarque no vídeo acima. Em síntese, ele validou a violência, dizendo que o vandalismo dessa "juventude" é aceitável, inclusive disse que não temos jovens violentos....isso é uma piada! Esses jovens que fazem o que dá na telha, depredram, agridem, ateiam fogo, usam paus e armas diversas são o que então? Trabalhadores e estudantes aplicados que só estão extravasando em um Happy Hour qualquer? Quando sofremos pressões ou injustiça do Estado, TEMOS O DIREITO de quebrar algumas coisas, sejam do poder público ou privado? Lutar contra violência, usando violência...deve ser tratado como ATO CRIMINOSO, independente de quem o esteja praticando. É INJUSTIFICÁVEL!

Se o "sistema é violento", então nós podemos também ser assim? Então, se o sistema for corrupto também poderemos ser? E aqui está a questão, muitos daqueles que estavam nas ruas são tão corruptos quanto aqueles que são alvo das manifestações "populares", pois os deputados e senadores não vieram de outro país, também não vieram de Marte ou de Júpiter, eles vieram do meio do povo brasileiro. Quando alguém sonega impostos, quando alguém burla o seu imposto de renda ou deixa de devolver um troco que veio a mais, isso nada mais é do que corrupção!

Creio que podemos fazer algo para melhorar a situação do Brasil e isso começa em nós mesmos e depois naqueles que estão ao nosso redor, como nossos filhos e familiares, mas validarmos atos criminosos em nome de uma injustiça, é tão injusto quanto essa tal injustiça.

Ricardo Boechat disse, há um ano, que o vandalismo não é vandalismo nada, é apenas uma forma legítima de se manifestar, inclusive apoiando a violência para reivindicar suas pautas...ele diz no meio de sua fala "vandalismo é o cacete!" Pelas palavras de baixo calão já dá para se notar o padrão de quem fala.

A violência NUNCA deve ser justificada e quem apóia essa prática é tão violento quanto aqueles que partem para a ignorância.

Autor: Tom Alvim 

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Use a sua massa encefálica para não ser usado como massa de manobra!

Não participe dessas manifestações! Não seja MASSA DE MANOBRA! Procure saber quem está por trás desses movimentos ditos populares e não seja usado. Jovem cristão...PENSE! Use a sua massa encefálica para não ser usado como massa de manobra!

Autor: Tom Alvim

DIGO NÃO A ESSAS MANIFESTAÇÕES!


O câncer no Brasil não se chama corrupção, violência, descaso, roubalheira generalizada...isso continuará existindo se não mudarmos o Brasil à partir de nós mesmos! Lembre-se, o PT está no poder, se ele sair entrará outro igual ou pior, então essas manifestações não irão produzir mudanças...a mudança deve começar no povo que sempre dá um jeito de se corromper...adulterando o imposto de renda, não devolvendo o troco a mais, não respeitando os idosos, as grávidas nas conduções, etc....não é por vinte centavos, dizem! Mas trocarão 6 por meia dúzia!
Autor: Tom Alvim

terça-feira, 18 de junho de 2013

GERAÇÃO DE DESLUMBRADOS: IDIOTAS, BURROS OU PREGUIÇOSOS?


Manifestações pacíficas uma ova!

Estamos vendo pelo Brasil afora uma onda de manifestações ridículas, promovidas por partidos políticos de esquerda e colocada em prática por idiotas úteis que nem sabem ao certo o porquê deste movimento. São pessoas que não questionam nada e recebem tudo pronto de seus doutrinadores nas escolas públicas, nas universidades e por essa imprensa deslumbrada que fica a todo o tempo exaltando as "manifestações pacíficas" que sempre acabam em atos de violência, vandalismo e furto de lojas. 

Confesso que não consigo ficar assistindo aos nossos telejornais, pois TODOS os repórteres estão doutrinados e hipnotizados pelo marxismo/socialismo e não conseguem enxergar a um palmo de seus narizes. Não diferenciam manifestações de bagunça.

Fica o meu repúdio a essas manifestações fabricadas por esquerdistas que não amam o Brasil, mas amam as suas contas bancárias e principalmente o "Poder" e infelizmente, também, por pessoas que pensam estar lutando por uma causa justa, mas que na verdade estão sendo usadas para criar o caos e a desordem.

Brasil, me envergonho de ti! A mente dominante deste país é de esquerda e deturpam tudo, mudam a verdade e fingem amar a democracia.

Geração de deslumbrados, idiotas, burros e preguiçosos que acreditam em tudo que um comunista lhe diz, mas não pesquisa, não lê e não procura fontes fidedignas para se fundamentarem corretamente. Geração que não se aprofunda em nada, mas que ama o Facebook, pois ali não há conversa profunda, apenas futilidades.

Protestos? cidadania? Não! Bagunça generalizada...e tenho dito!

Autor: Tom Alvim
Imagem: Google

EXCLUSIVO – Relato de uma uspiana muito estranha. Ou: O “território livre” se encontra com o Construtivismo na Terra do Nunca

Janaina Conceição Paschoal é uma jovem professora de Direito Penal da USP. Além do rigor técnico, da dedicação ao direito e à academia, exibe uma outra virtude raríssima no seu meio intelectual e cada vez mais rara no Brasil: a coragem de dizer “não” quando discorda, pouca importando as vagas dominantes de opinião.
Ela escreve para o blog, com exclusividade, um artigo que lê, ou relê, o espírito do tempo. Quem são esses “jovens” que estão nas ruas e acreditam que podem impor aos outros a sua vontade, sem atentar para os limites das leis, do estado democrático de direito?
A professora chega à conclusão de que a “geração do Construtivismo” se encontrou, finalmente, com a perigosa noção do “território livre”. E então tudo passa a ser permitido. O título que vai acima é meu, pegando carona no livro de Lobão, que também ousou dizer “não”, a saber: “Manifesto do Nada na Terra do Nunca”.
Leiam o iluminado artigo de Janaina.
*
Desde que ingressei na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em 1992, intriga-me ouvir que a USP e, por conseguinte, o Largo, constitui território livre. Sempre tentei compreender o que essa liberdade significaria.
Ao compor a diretoria do Centro Acadêmico “XI de Agosto”, já comecei a questionar esse tal território livre, buscando modificar o trote, muitas vezes, humilhante e até perigoso, como ocorria nas Carruagens de Fogo (“brincadeira” em que o calouro era obrigado a beber continuamente e a correr no chão molhado, ao som da música clássica de idêntico nome).
Também me voltei contra o “Pendura”. Eu, que nunca fui comunista, nem lulista nem petista, confesso, não me conformava com o fato de jovens, majoritariamente de classe média, se sentirem no direito de entrar em um restaurante e dizer ao dono, com muita naturalidade, que simplesmente não iriam pagar. E ai da autoridade que lhes dissesse o contrário! Cheguei a participar do tal “Pendura”, mas, imediatamente, senti que aquilo não era direito.
Em 1997, quando iniciei o doutoramento e comecei a auxiliar os professores na graduação, já conversava com os alunos sobre o sentido da “Peruada”. Por que, afinal, eles não podiam fazer seu Carnaval sem beber até cair? À resposta pronta de que se tratava de tradição, instintivamente, passei a responder que tradição também se modifica. Até hoje, meus alunos não acreditam que nunca participei da “Peruada” e, às vezes, me “acusam” de ser evangélica.
Já professora concursada, nas últimas aulas do curso, normalmente, dedico um tempo perguntando aos alunos o que eles querem para as suas vidas. Nessa era dos textos curtos, das mensagens cifradas, da informação fácil, é muito difícil conseguir que eles leiam um artigo de dez páginas, em português.
Há algumas semanas, quando uma de minhas turmas não leu um projeto de lei de três páginas, eu os avisei sobre o perigo de serem manipulados, pois quem não lê, quem não conhece, acredita apenas no mensageiro.
Costumo dizer aos meus alunos que o estudante que realmente crê estar em um território livre será o promotor que acredita que pode denunciar o outro por dirigir embriagado, mas ele próprio está autorizado a beber e baixar um aplicativo da internet para saber onde estão os bloqueios policiais. Esse aluno será o juiz que acredita que ganha pouco e tem direito de viajar para o Nordeste sob o patrocínio de empresas cujas causas julga, e assim por diante.
Quando alguns alunos invadiram e depredaram a Reitoria, e grande parte dos professores achou natural aquele espetáculo de liberdade de expressão, eu escrevi para a Folha de S. Paulo o texto intitulado “Quem é elitista”, apontando que esse tipo de comportamento é decorrente da certeza de que, realmente, a universidade constitui um território livre e que apenas os pobres, que precisam trabalhar e estudar à noite e que têm os seus salários descontados para pagar os estudos do pessoal da USP, podem ser abordados por estarem fumando maconha na esquina.
É interessante. Ao mesmo tempo em que os intelectuais denunciam que o Direito Penal serve apenas para punir pobre, contraditoriamente, aceitam que só pobres sejam penalizados. A lei não diz respeito a eles próprios. Coincidência ou não, os atuais protestos se iniciaram após a rejeição da denúncia referente à invasão da Reitoria da USP.
Pois bem, quando começaram as manifestações, e os discursos dos líderes surgiram, imediatamente, identifiquei o dogma do território livre.
Foram muitas as notícias de violências e abusos, e eu tive relatos de pessoas que estavam, por exemplo, no Shopping Paulista e foram surpreendidas por rapazes encapuzados, que exigiam o fechamento das lojas, sob o brado de que estavam “tocando o terror”.
Chamou minha atenção o fato de uma das pessoas que fizeram tais relatos ter dito que logo percebeu que não seriam criminosos, pois eram pessoas bem vestidas. Para alguém que estuda Direito Penal, há anos, esse tipo de frase dói, pois é a confirmação de que a sociedade não quer mesmo punir atos, mas estereótipos.
Se a garotada da periferia tivesse tomado a Paulista, ninguém acharia exagero a Polícia Militar tomar providências. Percebe-se que mesmo quem estava indignado contemporizava, pois, afinal, amanhã, pode ser seu filho. De novo, o dogma do território livre.
Na véspera do protesto em que a Polícia Militar reagiu, conversei com uma senhora, que julgo esclarecida, e fiquei surpresa com seu encantamento frente ao brilho do neto, que aderira às manifestações a fim de lutar pelos mais necessitados.
Ontem, durante uma reunião com amigos, quando todos cobravam apoio ao movimento, tomei a liberdade de dizer que não acredito ser esse o melhor caminho.
Apesar de destacar estar convencida de que houve excessos da polícia, sobretudo no caso do tiro mirado no olho da jovem jornalista, situação que caracteriza lesão corporal dolosa, de natureza grave, ponderei que devemos ser cautelosos, pois nem toda prisão foi descabida, e os manifestantes podem estar servindo de massa de manobra.
A reação dos colegas foi surpreendente. Alguns, lembrando a importância dos jovens em todas as mudanças sociais, destacando sua própria luta contra a ditadura, chegaram a se emocionar, falando de seus próprios filhos como grandes políticos, verdadeiros heróis, pessoas esclarecidas, apesar dos vinte e poucos anos.
Sendo uma criatura insuportavelmente crítica, sobretudo comigo, passei a noite pensando se não teria sido injusta com os manifestantes e insensível com os colegas. Afinal, se todos estão tocados com a beleza deste momento, parece razoável que os pais estejam orgulhosos da lucidez de suas crias.
Mas essa experiência, sofrida, de magoar os colegas, aos quais, nesta oportunidade, peço desculpas, foi muito importante para eu poder ver algo que ainda não estava claro.
As gerações passadas também tinham esse sentimento arraigado de território livre, de que a lei vale apenas para os outros e não para os iluminados da USP. No entanto, no passado, havia o contraponto de pais que impunham limites; pais que diziam mais NÃOs do que SIMs; pais que ensinavam os deveres antes de falar sobre os direitos.
O fenômeno que nos toma de assalto é preocupante. Une-se o dogma do território livre com a geração “construtivismo”.
Chegam à idade adulta os garotos que nunca ouviram um NÃO, os garotos que sempre puderam se expressar, ainda que agredindo o coleguinha, ou chutando a perna de um adulto em uma loja.
Chegam à idade adulta os garotos cujos pais vão à escola questionar por quais motivos os professores não valorizam a genialidade de seus filhos. Pais que realmente acreditam que seus filhos, aos vinte anos, são verdadeiras sumidades e têm futuro por possuírem vários seguidores no Twitter.
Nossos iluminados já avisaram que, se a tarifa de ônibus não baixar, vão continuar a parar São Paulo. Quem vai lhes dizer não? A Polícia não pode, nem quando estão queimando carros e constrangendo pessoas. Os professores, salvo raras exceções, incentivam, em um saudosismo irresponsável, para dizer o mínimo. E os pais, entorpecidos pela necessidade de constatar o sucesso da educação conferida, acham tudo muito lindo e vão às ruas acompanhar a prole, pedindo algo indefinido e impalpável.
Nestes tempos em que falar em Deus é crime, peço a Deus que eu esteja errada e que, realmente, não tenha alcance para perceber a importância e a beleza deste momento histórico.
Há duas décadas, quando o presidente do Centro Acadêmico “XI de Agosto” me destacou para falar algumas palavrar para recepcionar Lindbergh Farias, pouco antes de sairmos em passeata pela derrubada de Collor, eu peguei o microfone e disse: “Nós vamos a essa passeata porque a causa é justa, mas sua cara bonita não me engana”. Por pouco não fui destituída do cargo. Creio que meus colegas de chapa nunca me perdoaram.
Há alguns anos, durante uma cerimônia em que todos reverenciavam o então ministro da justiça, Márcio Tomaz Bastos, eu o questionei sobre a quebra do sigilo do caseiro Francenildo. Cortaram-me a palavra e, até hoje, há quem não me cumprimente direito pela absurda falta de sensibilidade e educação.
A maior parte dessas pessoas apoia e estimula os atuais protestos e propala que o Mensalão não passou de uma ficção.
Tenho enviado comentários para a Imprensa, dizendo que os grupos que estão estimulando esses jovens a irem para as ruas estão torcendo muito para aparecer um cadáver em São Paulo, pois é só disso que precisam para tentar tomar também o estado.
Eu, por amar todos os meus alunos, os que concordam e os que não concordam comigo, estou bastante preocupada com essas forças ocultas, que manipulam nossos jovens marxistas de twitter.
Quando digo isso, costumo ouvir, mais uma vez, que estou fora da realidade, que é o PT que está na berlinda. Afinal, os protestos não estão apenas em São Paulo, estão no país inteiro.
É verdade, mas tem alguém, que dialoga muito bem com as massas, que precisa de um argumento palatável para voltar em 2014. E, segundo consta, funcionários da Presidência da República, subordinados a Gilberto Carvalho, foram organizadores e fomentadores do protesto. Não é a oposição que Dilma deve temer. A oposição simplesmente não existe. Apenas as cobras que cria no próprio Palácio, ou das quais não pode se livrar, é que, no futuro próximo, têm condições de picá-la.
Algumas pessoas me perguntam como posso ser liberal em alguns aspectos e conservadora em outros. Em regra, quando recebo esse tipo de questionamento, procuro compreender o que o interlocutor entende por “conservador” e por “liberal”.
Não sei como etiquetar, mas acredito que todo educador, seja o de casa, seja o da escola, deve mostrar ao pupilo que existem direitos e existem deveres. E que ninguém pode tudo. Talvez o que esteja prejudicando o país seja justamente esse sentimento generalizado de território livre. Os manifestantes de hoje podem ser os políticos de amanhã. Se não lhes dissermos “não” agora, como impor limites no futuro?
Talvez eu seja apenas uma canceriana pouco romântica. Talvez esteja velha demais para perceber a grandeza dessa novidade que invade o país. Tomara!
Mas esses 21 de USP e quase 15 de docência me permitem afirmar que são jovens muito promissores, mas ainda são garotos de vinte anos, que não estão acostumados a ouvir um “não”.
Se não posso pedir razoabilidade aos pais e aos professores, peço, encarecidamente, à imprensa que tenha cautela ao estimulá-los, pois não temos instrumentos para fazê-los parar. Teremos que, pacientemente, aguardar que eles se cansem do que pode ser uma grande brincadeira.

Por Reinaldo Azevedo

segunda-feira, 17 de junho de 2013

AntenA CristÃ: Um testemunho: a história se repete

AntenA CristÃ: Um testemunho: a história se repete: "Poderia dizer que fui traído, mas não! Fui um idiota mesmo! Se, à época, tivesse lido mais, estudado mais, prestado mais atenção, ...

sexta-feira, 14 de junho de 2013

UMA QUESTÃO DE PRIORIDADE


"Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores." (Salmos. 1: 1)
Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.
Salmos 1:1
Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.
Salmos 1:1
Em nossas vidas, TUDO é uma questão de prioridades. Nossas ESCOLHAS, refletem nossas ATITUDES, que irão refletir as nossas PRIORIDADES. 
QUAIS SÃO AS SUAS PRIORIDADES PARA ESTA VIDA? Lembre-se que só temos uma chance, não podemos errar:
"E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo.” (Hebreus 9:27)

E o nosso relacionamento com Deus é semelhante ao de uma família (mês passado foi o mês da família). Primeiro Deus trata a igreja como sua noiva e os seus membros como seus filhos.
Então, como posso Fazer para que Deus seja o primeiro em minha vida?
Se Deus não for o primeiro em sua vida, Ele nunca será o segundo”
O Salmos 1 nos dá o caminho, ele nos mostra o que NÃO devemos fazer para que sejamos felizes:
Imagine-se andando pelo centro de Borda da Mata, você olha as vitrines e para (se detém) em frente àquela que te chama a atenção (ela te seduz), você entra (se assenta) e cai na armadilha...rs PASSA O CARTÃO DE CRÉDITO.

A morte (tristeza eterna) é um processo...primeiro andamos por caminhos tortuosos, depois nos detemos nele, e por fim nos assentamos. Vejamos:

NÃO ANDAR:
Nós saímos de casa porque queremos sair, este verbo indica AÇÃO, ninguém nos obriga, pois as escolhas são nossas. Se eu quiser andarei nos conselhos dos ímpios ou andarei com aqueles que desejam o bem... Diga-me com quem ANDAS e direi quem tu és!”
- As companhias poderão determinar o rumo de nossas vidas:
Ande com cristãos piedosos e você irá começar a querer ser piedoso;
Ande com pessoas que não amam a Deus e você começará a se desviar do caminho.

NÃO SE DETER:
Aqui revela ficar mais tempo do que o necessário. Se deter no caminho é o mesmo que dar ouvidos ao que não interessa para o nosso viver.
Existe o CAMINHO perfeito que é JESUS e o caminho dos pecadores...
E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem.” (Mateus 7:14)

O caminho perfeito nos leva para alçar voos em direção a uma vida feliz. Ele nos põe em MOVIMENTO , crescimento, aperfeiçoamento...ficaremos insatisfeitos com a mediocridade, pois...

O caminho (Cristo) por ser estreito não nos deixa acomodar...

Já o caminho dos pecadores (largo) nos deixa preguiçosos, ele nos torna obesos espiritualmente e frágeis por não nos exercitarmos.
- Ficaremos detidos neste caminho absorvendo toxinas que nos levarão à morte.

NÃO SE ASSENTAR:
Este é o estágio final, aonde o sapo morre (história do sapo na chaleira), aonde o ser humano perde a NOÇÃO do amor ao próximo e o respeito por Aquele que o criou.
Quando estamos assentados, ficamos mais vulneráveis (somos presas fáceis) e não conseguimos nos LEVANTAR rapidamente.

Assentar-se é a entrega total, ato que demonstra a derrota em meio ao pecado.
- Já viu algum guerreiro ficar sentado durante uma batalha? Os 300 de gideão foram escolhidos por que não se ajoelharam para beber água.

O versículo 3 nos mostra as consequências para aqueles que sabem qual é a sua prioridade: Deus é a nossa PRIORIDADE.

O mundo diz: Seja feliz!
Deus diz: Seja Santo!

Ser feliz para o mundo é não ser santo e ser santo para Deus é ser feliz.


Autor: Tom Alvim
Imagem: Google

quarta-feira, 12 de junho de 2013

RELAÇÕES ESTÉREIS

"Homem com homem dá lobisomem...
Mulher com mulher dá jacaré..."

Quando eu criança ouvia muito a frase acima, e também existia uma música do Tim Maia que era plenamente difundida pelas rádios nacionais que dizia o seguinte: "...só não pode dançar homem com homem e nem mulher com mulher..." engraçado, ninguém dizia ser uma canção homofóbica.

Hoje existe um lobby muito forte no mundo inteiro para fazer com que coisas abertamente anti-naturais se tornem de forma forçosa "naturais". Ouvi um pregador dizer que a inversão de valores é tão aceita na atualidade que ao invés do cachorro fazer xixi no poste, o poste é que vai fazer xixi no cachorro. Pois bem, na verdade "homem como homem não é coisa de homem e mulher com mulher não é coisa de mulher", como diz a letra da canção publicada neste blog e no Youtube com tamanha propriedade.

Vejam: 

O NATURAL: O relacionamento sexual entre um homem e uma mulher produz um lindo bebê que irá perpetuar a nossa espécie.

O ANTI-NATURAL: O relacionamento sexual entre seres humanos do mesmo sexo não produz vida nenhuma. Até a anatomia humana NÃO favorece o ato homossexual...isso é óbvio! Só não enxerga quem não quer enxergar.

Mentiras difundidas pelo movimento gay:

Casal gay - Isso não existe, pode existir dupla gay, parceria gay, mas nunca casais do mesmo sexo, isso é uma deturpação da palavra casal;

Homofobia - Outra deturpação, pois se alguém apenas discordar de condutas e dos comportamentos homossexuais será taxado de homofóbico;

Homoafetividade - Palavra deturpada também, pois até mesmo os heterossexuais podem ser homoafetivos, pois a palavra homo significa iguais e afetivos vem de afeto, ou seja homoafetivo é ter afeto por um igual, então um pais que ama seu filho e tem afeto por ele é homoafetivo.

Muitas outras mentiras são todos os dias tratadas como verdades e as pessoas não param para tentar entender o significado disso tudo, o fim dessa loucura toda serão pessoas confusas que rumarão para sua própria destruição. Vamos pensar!


Autor: Tom Alvim


terça-feira, 11 de junho de 2013

“Mamãe, cadê a saia tubinho preta do papai?”



Escrevi dois posts sobre a ridícula história do saiaço do Colégio Bandeirantes, QUE TEM MAIS DE DOIS MIL E SETECENTOS ALUNOS. Pois bem. Leio na Folha de hoje o seguinte parágrafo:
“Vestindo saias, mais de 50 alunos e alunas protestaram ontem de manhã na frente do colégio Bandeirantes, na zona sul de São Paulo.”
Huuummm… Deixem-me ver: “mais de 50” deve ser qualquer coisa entre 51 e 59, certo? Faço a conta pelo teto — 59 — e tomo o número de estudantes pelo piso: 2700. Isso quer dizer que, no máximo, 2,2% dos alunos aderiram ao “protesto”, ao qual, então, não aderiram 97,8%.
Mas esperem: eu não sabia que mulheres, agora, também usam saia como forma de afronta e protesto. Na nossa cultura, as saias femininas sempre me pareceram adequadas, digamos assim, à metafísica influente. Que mundo estranho, né? Fico a imaginar diálogos…

— Mãe…
— Fala, Pedro!
— Cadê aquela saia tubinho preta do papai?
— Está na lavanderia!
— Droga!
— Quer aquela minha azul?
— Mãe, você tá muito gorda. Eu uso 37, e você 42!
— É mesmo! Mamãe inveja a sua cinturinha.

Ou então:

— Que é isso, Tati?
— Isso o quê, pai?
— Essa roupa!
— Uma saia!
— Saia? Agora mulher deu pra usar saia?
— É só um protesto, pai!
— Pô, filha, que susto! Por for falar nisso, o que você achou dessa saia nova do papai?
— Bonita, mas acho que está um pouco curta…
— Deixa de ser ciumenta, Tati!

O tal saiaço só existiu na imprensa politicamente correta — ou “homonormativamente” correta — e no delírio militante. Melhor saber que o Colégio Bandeirantes continua empenhado em dar boas aulas e que a esmagadora maioria dos alunos continua empenhada em aprender.

O resto é proselitismo ridículo.

Por Reinaldo Azevedo

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Homem com homem não é coisa de homem....



Parabéns a este corajosos músico por falar com tanta clareza sobre um assunto que está cada vez mais em voga. A agenda gay é prioridade para aqueles que querem destruir a família e nós não podemos nos calar. Faça a sua parte e divulgue este clipe, que além de falar a verdade é muito bem feito.

sábado, 1 de junho de 2013

UM + UM = UM (A matemática de Deus para o casal)

"E serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne." ( Marcos 10:8)

Por que muitos casais vivem em plena competição dentro de suas próprias casas? A resposta é muito simples para aqueles que entendem o significado do versículo acima, mas para aqueles que estão doutrinados pela "guerra dos sexos" é algo quase que normal. Não entendem que ao se unirem diante de Deus, deixam de ser dois e passam a ser um. Talvez essa matemática estranha do um mais um que dá um, não seja lá uma coisa muito lógica dentro da óptica humana, mas do ponto de vista espiritual é aonde nasce o altruísmo, o desprendimento, a generosidade e se morre o egoísmo. Ao nos tornarmos uma só carne, passamos a sentir as dores do outro, a nos alegrarmos junto com o outro, a querermos sempre o bem do outro; que na verdade sou eu mesmo, e essa junção de propósitos leva o casal a ter uma vida maravilhosa dentro de uma sociedade cada vez mais competitiva. 

Uma mulher doutrinada pelo feminismo poderá dizer: - Lá em casa temos dois salários, o meu e o nosso! referindo-se ao salário dela e do seu esposo respectivamente, mas uma mulher sábia e um homem sábio dirão que tudo lhes é em comum.

É por essa mentira implantada pelo diabo que muitas mulheres dizem sentir-se à sombra de seus maridos, que ascendem profissionalmente enquanto elas ficam em casa cuidando dos filhos. Essa visão equivocada, implantada pelo movimento feminista durante anos à fio tem feito suas vítimas, e não são poucas.

Dentro dessa relação una, existe espaço para a individualidade, mas não para o individualismo, quando as engrenagens vislumbram o bem comum e como casais seguimos em frente. Nunca como duas pessoas que se suportam por conveniências sociais apenas, nem tampouco para satisfazerem seus impulsos sexuais mais primitivos.

A vida à dois, tem que ser uma vida a...um
Um só espírito! Um só propósito!
Uma só carne!

Quem entende isso deixa de ver em seu cônjuge um adversário e se torna livre para a plenitude de vida que Deus planejou para aqueles que o amam e que querem obedecê-lo mesmo em um tempo aonde se ensina o contrário.

Um mais um igual a...um. Essa é a matemática divina. Perfeita e imutável!

Autor: Tom Alvim
Imagem: Stock.xchng