QUANDO AS SOMBRAS SILENCIAM

Ficção espiritual que conta a estória de um casal de missionários, em meio a muita ação e aventura.

HOMENS QUE LUTAM

Nova série de artigos sobre atitudes que tornam os homens mais do que vencedores.

FAMÍLIA - O PAPEL DO HOMEM.

"Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, (Efésios. 5: 25)"

FAMÍLIA - O PAPEL DA MULHER.

"Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos. (Provérbios. 14:1)"

POEMAS - Para adoçar a vida!

Poemas que nascem no coração, cresce em nossa mente e alçam vôo em nossa imaginação.

Blog Impressões Sem Pressões

"Em meio a valores distorcidos em nossa sociedade, temos JESUS CRISTO como referencial perfeito!" (Tom Alvim).

sábado, 27 de abril de 2013

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Livre-se das cebolas.


"Lembramo-nos dos peixes que no Egito comíamos de graça; e dos pepinos, e dos melões, e dos porros, e das cebolas, e dos alhos." (Números. 11: 5)

Diante de tudo na vida, Jesus Cristo é sempre a melhor opção. 

Ele é o único que pode nos levar por um caminho de paz, sabedoria, integridade e tudo o mais que seja bom e verdadeiro. Contudo, o mundo tenta de todas as maneiras nos distrair em nossa jornada que nos conduz ao Salvador, mostrando coisas que podem nos escravizar e fazer com que tiremos o olhar do nosso farol verdadeiro que é Cristo. 

Olhando para ele seguiremos em linha reta e as distrações serão entendidas como tal. Saberemos o que é distração e o que é realmente relevante. 

Olhando para Cristo não ficaremos dando voltas e perdendo tempo, assim como fez o povo de Israel que perdeu 40 preciosos anos de suas vidas caminhando em um árido deserto porque estava se distraindo com lembranças passadas, coisas fúteis e pequenas, lembrando-se das cebolas do egito e esquecendo-se da terra que manava leite e mel. Essa é uma escolha fruto da distração, que mesmo podre disfarça-se de saudável e suculenta. Essa distração nos faz escolher momentos curtos de prazer que trarão em seu bojo uma vida inteira de consequências terríveis e infindáveis.

É por isso que a Bíblia nos ensina que devemos sempre perguntar ao melhor conselheiro o que devemos fazer, antes de fazer. Parece óbvio, mas o mundo decaído coloca escamas em nossos olhos, fazendo com que tudo fique meio desfocado e mesmo assim, aparentemente normal. Não é depois de buscar conselhos com as pessoas erradas. Depois de consultar os índices diversos. Depois de ir ao encontro daquele amigo influente, que devemos olhar para quem tem "...pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais.", que é o nosso amado Deus. 

Depois de tudo falhar e de seus esforços terem demonstrado que forão em vão, alguns dizem que irão orar para que Deus os oriente, invertendo as coisas. Primeiro oramos, e buscamos o conselho divino. Depois saímos em campo para a batalha, armados com a verdade. Isso é saber a ordem correta das coisas e o que está fora disso é pura distração.

Cristo é o melhor caminho, assim disse a minha filha de apenas 7 anos de idade. Ela já sabe que os outros caminhos levam à morte e que só existe um, que é Jesus, que nos conduz à vida eterna mesmo com as dificuldades tentando nos provar o contrário. Mesmo no caminho estreito ou carregando a nossa cruz e o fardo dele que é leve. 

Assim conseguiremos ter a paz que excede a todo o entendimento. Aquela paz relevante e duradoura que não é privilégio de poucos, mas que está à disposição de todos os que não se deixam distrair pelo show da vida, pelas imagens frenéticas do mundo virtual, pelo efêmero e pelo "meu direito de ser feliz" que invariavelmente está atrelado ao pecado do egoísmo, fazendo-se de algo bom, mas que no momento de nossa sincera reflexão guiada pelo Espírito Santo mostra sua cara dissimulada e zombeteira. 

O pecado distrai, mas Jesus Cristo no traz de volta ao ÚNICO caminho que realmente vale à pena. Livre-se das distrações, volte a olhar firmemente para Cristo e não permita que nada mude o seu foco. Nem as cebolas do egito.

Autor: Tom Alvim
Imagem: Stock.xchng

terça-feira, 16 de abril de 2013

TerrorisMO bom, é terrorisMO morto!


O artigo abaixo é de autoria do repórter Reinaldo Azevedo e retrata muito bem o que vem a ser esse ato brutal e monstruoso chamado terrorismo. E ainda tem gente que transforma esses monstros (os terroristas) em heróis, defendendo seus atos COVARDES e desumanos. Na verdade não se justifica o terrorismo como arma de reivindicação ou de pressão, quem faz uso dele tem que ser tratado como assassino, covarde, insensível, intolerante (a palavra da moda) e tudo o mais que for desprezível. Terroristas são assassinos e ponto!

Escrevi o tema deste post com a última sílaba em maiúsculo para reforçar que o TERRORISMO é que deve ser morto nas mentes e na prática, e não o inocente que não tem nada a ver com a "guerra" defendida por esses animais chamados de terroristas. 


No Brasil durante o governo militar muitos usaram o terrorismo para implantar uma ditadura do proletariado - ainda bem que as Forças Armadas conseguiram impedir - mas infelizmente, esses terroristas são tratados como heróis nacionais e estão invertendo as coisas...vejam o artigo abaixo:

 

O terrorismo transforma o humano em coisa para que possa matá-lo sem remorso. Ou: Considerações sobre uma foto

Resolvi manter este post no alto da homepage por mais algum tempo
As tragédias sempre têm uma fato, uma imagem, que viram uma espécie de emblema. Para mim, a do atentado ocorrido em Boston, nesta segunda, é esta, de John Tlumacki (The Boston Globe/Getty Images).
 
Roland Barthes escreveu um ensaio sobre fotografia no qual afirma que as imagens têm o que ele chamava “puncta” (plural da palavra latina “punctum”. São os “pontos”, não necessariamente centrais, que atraem o nosso olhar. Um dado muitas vezes periférico da imagem acaba dizendo mais sobre o evento retratado do que as evidências escancaradas.
Voltemos à foto. Chama a atenção, de imediato, a composição da cena em vermelho e negro. Parte desse vermelho é o sangue das vítimas, também da mulher retratada. Nota-se que um naco foi arrancado de sua perna, logo abaixo do joelho. As partes visíveis de seu corpo estão lanhadas; a blusa, rasgada. Os artefatos explosivos certamente continham pregos — ou algo semelhante — para ferir também os que estivessem a uma distância razoável da explosão. No canto superior esquerdo, há uma pessoa deitada.
Tudo isso é constatável à primeira vista. Mas a síntese da tragédia não está nessa composição horrível. Há coisas ainda mais terríveis — que são, estas sim, a síntese da miséria moral terrorista.
Seus olhos miram o nada. Seus olhos estão voltados para a incompreensão. Seus olhos são a expressão da catatonia. Ela se confronta com a ausência de sentido. Eu me arriscaria a dizer que, no momento desse flagrante, essa pobre mulher não sentia dor, tristeza, preocupação, ódio, melancolia… Sua alma a abandonara por um instante.
Em estado de choque, podemos ficar literalmente anestesiados — a dor física só chega depois, quando recobramos algum domínio sobre o nosso corpo. O sofrimento moral, por sua vez, requer uma articulação com a linguagem e com a consciência de quem nós somos. Só temos a chance de nos consolar se encontramos o repertório com que expressar a nossa dor. Sem isso, sofremos, sim, mas quase como bichos.
A vida, no entanto, insiste. E aí o meu olhar se desloca para a sua mão direita (a esquerda, presume-se, fala a mesma linguagem). Elas estão pregadas no chão. Ela não quer deitar. Como o animal acuado, mantem-se ereta, dentro do possível, porque, mesmo sem entender o que se passa, mesmo sem saber por que coisa foi colhida, não quer morrer. Vai até o limite de sua força.
No pé deste post, publico outras imagens da tragédia. Há, até agora, apenas especulações a respeito. Ninguém reivindicou a autoria do atentado. Ninguém sabe se há motivação política. Isso importa? Importa, sim, para o futuro e para o tratamento policial que se dará em questão. No que diz respeito à essência do ato, não faz diferença se os autores falam em nome de uma causa ou apenas se consideram injustiçados pelo mundo e querem se vingar.
Todos os crimes são, afinal de contas, crimes, mas é claro que se pode fazer uma hierarquia na escala da abjeção. O terrorismo é o mais asqueroso deles, pouco importam a sua natureza, a sua causa ou as suas justificativas. Não obstante, nestes dias, há intelectuais que flertam abertamente com suas possíveis virtudes; que veem em atos dessa natureza uma expressão, ainda que um tanto distorcida, do humanismo. É o caso do intelectual marxista esloveno Slavoj Zizek, que sai fazendo a sua cantilena maldita mundo afora, encontrando eco, inclusive, em universidades dos EUA, que já passaram pelo 11 de Setembro.
No Brasil, Zizek e sua tese ganharam uma resenha elogiosa assinada pelo professor da USP Vladimir Safatle. O texto foi publicado no Estadão — sim, no Estadão! — no dia 11 de janeiro de 2009. E eu jamais deixarei que vocês se esqueçam disso, que o Estadão se esqueça disso e que o próprio Safatle se esqueça disso. A cada vez que eu vir uma foto como a daquela mulher e as que se seguem abaixo, farei com que vocês se lembrem disso, com que o Estadão se lembre disso e com que Safatle se lembre disso. É bom notar: terroristas costumam armar suas bombas em aparelhos clandestinos, fétidos, escondidos de toda gente. Intelectuais que justificam seus crimes costumam estar nas universidades, nas bibliotecas e escrevendo em jornais.
O terrorismo desumaniza o outro para que possa matá-lo sem remorso — mais ou menos como o professor Satafle, em certo artigo, desumanizou o feto, chamando-se de “parasita”, para tentar convencer o seu leitor que legalizar o aborto é uma postura correta e moralmente aceitável.
As vítimas do terror, como evidencia aquela foto, são transformadas em “coisas”. Por alguns instantes, não sentem nada, nem dor nem paixões. Grudam, como animais acuados, os membros no chão, num último esforço para que a vida não as abandone. 

Homem ferido é socorrido por equipes de regaste, após a explosão na maratona de Boston (Foto: Charles Krupa/AP)

Homem é socorrido por equipes de resgate, após ser atingido por uma das bombas na maratona de Boston (Foto: Jim Rogash/Getty Images/AFP)

Equipes de resgate socorrem feridos após a explosão na maratona de Boston (Foto: Charles Krupa/AP)
 Texto publicado originalmente às 20h32 desta segunda
Por Reinaldo Azevedo

sábado, 6 de abril de 2013

O Deputado Marcos Feliciano ME REPRESENTA!


Atenção: Resolvi mudar o título deste post em resposta àqueles que teem postado nas redes sociais que o pastor Marcos Feliciano não os representa, então venho à público dizer que, no que se refere a ser contra a imposição gay de nos obrigar a dizer que gostamos da prática homossexual e ser contra o aborto, ele ME REPRESENTA, SIM!


Em meus pensamentos infantis e, talvez, até mesmo meio inocente, sempre tive uma certa esperança quanto ao país em que nasci. Contudo de alguns anos para cá, principalmente na era do partido político que está no poder, entendi que estamos em um caminho sem volta. O caminho do "reinado" do maligno. Ele já domina o Brasil desde o seu descobrimento, mas parece que agora ele está quase completando a sua obra de destruição dos valores morais desta sociedade confusa e covarde em que vivemos. Isso pode ser visto na campanha nacional feita contra o pastor Marcos Feliciano que representa àqueles que são contra a agenda gay e o aborto. Ele ME REPRESENTA nessas questões. Sou TOTALMENTE contra a agenda gay, sou contra a PL 122, sou contra o "casamento gay", sou contra o aborto! 

Os gays JÁ TEM O RESPEITO da sociedade, mas os militantes gays não querem somente o respeito e os seus direitos respeitados. Eles querem os nossos filhos, eles querem ensinar nas escolas públicas que o sexo anal é lindo e maravilhoso, eles querem ensinar aos nossos filhos que homossexualismo é algo natural, quando não é, e estão chegando lá - o mundo jaz no maligno, mas no Brasil parece que jaz muito mais.

O pastor Marcos Feliciano é como vi no blog do Reinaldo Azevedo "a Geny" do Brasil. Todos querem tacar pedra na Geny, mas deixam outros bandidos ocupando cargos importantes, pois ele não são contra a agenda gay e nem contra o aborto. 

O comunismo/socialismo já está implantado aqui por essas bandas, mesmo que receba outro nome, mesmo que digam que vivemos em uma democracia.

Podemos ver como isso tem sido feito e não é de modo abrupto para não assustar, é feito a conta-gotas, como por exemplo a obrigação recente de matricular as crianças de quatro anos em diante no ensino público. E para que será isso? Será para começar mais cedo a DOUTRINAÇÃO dos futuros eleitores nas doutrinas humanistas, comunistas, socialistas e da gaystafo.

Outro dia fui ler uma tarefa de casa que a minha filha tinha que fazer e li as mentiras sobre o tal do Charles Darwin, dizendo que ele trouxe luz sobre as "fábulas" do criacionismo, etc. No mesmo momento reforcei a verdade bíblica sobre Adão e Eva, e como ela (a minha filha) não podia aceitar tudo que ensinam na escola. 

Fiquei mais convicto de que terei que acompanhar os seus estudo bem de perto, para que este governo e os professores ateus, neo-ateus, comunistas, socialistas, não ensinem mentiras para os meus filho. Isso não irei permitir. Enfim, viva o comunismo/socialismo que já morreu, mas como o mundo jaz no maligno, o jaz revive neste mundo tenebroso aonde ele "reina" por pouco tempo e no momento certo irá provar o gosto amargo da derrota final.

Autor: Tom Alvim
Imagem: Google


terça-feira, 2 de abril de 2013

Juventude Conservadora da UnB: 1964 me representa, sim!

Juventude Conservadora da UnB: 1964 me representa, sim!: A nova modinha política do momento é a malhação pública do deputado Marco Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (...