QUANDO AS SOMBRAS SILENCIAM

Ficção espiritual que conta a estória de um casal de missionários, em meio a muita ação e aventura.

HOMENS QUE LUTAM

Nova série de artigos sobre atitudes que tornam os homens mais do que vencedores.

FAMÍLIA - O PAPEL DO HOMEM.

"Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, (Efésios. 5: 25)"

FAMÍLIA - O PAPEL DA MULHER.

"Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos. (Provérbios. 14:1)"

POEMAS - Para adoçar a vida!

Poemas que nascem no coração, cresce em nossa mente e alçam vôo em nossa imaginação.

Blog Impressões Sem Pressões

"Em meio a valores distorcidos em nossa sociedade, temos JESUS CRISTO como referencial perfeito!" (Tom Alvim).

domingo, 31 de março de 2013

Ainda o beijo na boca e uma democracia sob tutela. Ou: Abaixo o fascismo ilustrado!

Eu sou pelo beijo na boca. Desde que seja consensual, beijo na boca é sempre a favor. O que acho estranho é a modalidade “beijo na boca contra” — contra o deputado Marco Feliciano (PSC-SP), por exemplo, como fizeram as atrizes Fernanda Montenegro e Camila Amado. Aliás, se o Brasil sair se beijando para pressionar Feliciano a renunciar, não vejo nada demais. O que não é possível é transformar a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara num circo porque, afinal, os manifestantes não concordam com as ideias do presidente. O Brasil aboliu, a duras penas, o delito de opinião. Se boa parte da imprensa se esqueceu disso, faço questão de lembrar.
Quando o delito de opinião foi extinto, também os adversários passaram a gozar da licença de dizer o que pensam. E há pessoas que são contrárias ao casamento gay. E daí? “Casamento” não é direito natural. É um jeito que a sociedade tem de organizar as famílias. Mundo afora, as sociedades determinam o que pode e o que não pode, havendo, sim, “discriminações” aceitas como medida de prudência. Ninguém pode se candidatar à Presidência da República ou ao Senado com menos de 35 anos, por exemplo. É uma combinação. Pessoalmente, não vejo por que os gays não podem se casar. Feliciano não pensa como eu. E caberia perguntar àqueles que aderiram ao linchamento moral onde está escrito que ele está proibido de dizer o que pensa.
Essa chacrinha é vergonhosa! É típica de uma democracia que está vivendo sob tutela — sob a tutela, no caso, de grupos militantes. Um país em que os petistas João Paulo Cunha e José Genoino — condenados pelo STF por levezas como peculato, formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro — são membros da Comissão de Constituição e Justiça está com sintomas de esclerose política, isto sim! E um deputado vira o inimigo público nº 1 dos grupos militantes e da imprensa porque se opõe ao casamento gay? Ora, tenham paciência!!! Não estou aqui demonizando protestos, não! Que os manifestantes ocupem o gramado do Congresso, a Esplanada toda; que Fernanda Montenegro beije Camila Amado e quantas outras lhe der na telha; que a turma se junte lá na ABI para dizer o que pensa. Tudo isso é do jogo democrático. O que não dá é para se comportar como tropa de choque.
O ex-BBB Jean Wyllys (PSOL-RJ), um dos organizadores da bagunça no Congresso, foi efeito com pouco mais de 13 mil votos.  Já tinha entrado na categoria das sub-subcelebridades, depois de micar na TV como jornalista e apresentador. Aí se aventurou na política. Foi malsucedido, sim. Seus 13 mil votos não o elegeriam vereador numa cidade média. Só está na Câmara porque se aproveitou da votação de Chico Alencar (RJ), seu colega de partido. O sistema proporcional permite essas coisas. Está lá, portanto, legalmente. Não estou contestando. E não terá dificuldade de se reeleger em 2014. Ele transformou a Câmara num BBB, atraindo para si os holofotes. A exemplo do que acontece na “ vida real, porém roteirizada” do programa de TV, estamos numa vitrine para a exposição de bonzinhos e malvados. Como falta à Casa um Pedro Bial para explicar dialética às massas (e não falo em sentido irônico, não), mostrando o que há de bonzinho no mauzinho e de mauzinho no bonzinho, a Câmara dos Deputados se transforma num BBB do Mal.
Wyllys está no seu elemento. Foi se fazendo de vítima ativa que conquistou os brasileiros no BBB. Os bucéfalos que o hostilizaram porque era gay jogaram o seu jogo, conforme ele queria. Descobriu o poder da vítima — e nada é mais eficaz (a depender do caso, também é perigoso) do que uma “vítima” no ataque. Cria-se uma coisa curiosa: por mais, então, que essa vítima disponha de todos os meios para massacrar o outro, para espezinhá-lo, para ridicularizá-lo, continua… “vítima”. Essa condição deixa de ser um estado transitório para virar uma categoria: categoria política, categoria de pensamento, categoria moral, categoria espiritual.
Quem é que tem hoje a imprensa na mão? Quem mobiliza os formadores de opinião? Quem é o dono do falso consenso (sim, um plebiscito diria o que pensa maioria)? É Feliciano? Não! Essa personagem poderosa, hoje, é Jean Wyllys — como poderoso ele se tornou na “casa mais vigiada do Brasil”. Louvo a sua esperteza, claro!, e lamento a estupidez destes dias, em que os critérios elementares do que é democracia foram esquecidos.
Vejam os jornais desta quinta. Aquele rapaz que chamou Feliciano de “racista” — o deputado lhe deu voz de prisão, o que podia, sim, fazer ali, mas ele não foi preso; é mentira! — gravou um vídeo (ver post) em que diz que aquilo só aconteceu porque ele é “negro, homossexual e pobre”. A imprensa está com ele. Acredita que o comportamento dos brucutus na comissão é correto e legítimo. Afinal, “não concordamos com Feliciano, então tudo é válido”.
Rede de desqualificação
Embora eu já tenha escrito dezenas de textos em favor do casamento gay e até da adoção de crianças, meu nome caiu na rede desqualificação e da patrulha porque estou me opondo ao linchamento do deputado, chamado pela imprensa brasileira, nos títulos, quase sempre de “pastor”. Ora, quem expulsou aquele agressor da Câmara não foi o “pastor”. Pastor pode, quando muito, pedir que alguém saia da sua igreja se estiver incomodando. Do Parlamento, não! Quem tomou a decisão foi um DEPUTADO, que é presidente da comissão, queiram ou não, gostem ou não.
Chamá-lo de “pastor” é evidência de preconceito religioso. Algum outro deputado é chamado ali por sua profissão ou atividade fora do Congresso? Não! O que se está patrulhando, de fato, é a condição religiosa de Feliciano. Não adianta tentar dourar a pílula. Os psolistas já deixaram claro que eles querem todos os membros do PSC fora da comissão. Não consta do Regimento nem na ordem democrática que os membros de uma comissão devam, de saída, abraçar um credo.
Podem me patrulhar à vontade! O que escrevo está em arquivo. Daqui a pouco alguns brucutus vão querer se reunir para decidir — em certa medida, ainda que de modo indireto, já o fazem — o que pode e o que não pode ser publicado, o que pode e o que não pode ser pensado, o que pode e o que não pode ser debatido. Rejeito e intolerância, venha de onde vier. Fernanda Montenegro deu beijo da boca de outra atriz para demonstrar sua adesão à causa. Fico a imaginar o que faria no palco para protestar contra Genoino e João Paulo na CCJ — na hipótese, claro!, de que ela seja contra isso também. Espero que sim!
Em entrevista o Radar, de Lauro Jardim, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) disse o óbvio: se Feliciano renuncia, não se elege nunca mais; se fica, pode ter um milhão de votos. O próprio Jean Wyllys certamente multiplicou o seu eleitorado a valer, não é? Há muita gente que concorda com ele, mas há ainda mais gente que concorda com Feliciano. Os dois saem como heróis de suas respectivas causas, mas é certo que o deputado do PSC está tendo uma projeção que obviamente não teria não fosse o deputado do PSOL ter empregado também como político a sua técnica para vencer o BBB.
Não lido bem com gritaria ou com hordas. Também não cedo ao fascismo politicamente correto. Boa parte do jornalismo esqueceu os princípios que norteiam uma sociedade democrática e de direito, a única que permite a existência do próprio jornalismo.
Recuso a tutela do estado. Mas recuso também a tutela de grupos de pressão.

Por Reinaldo Azevedo

domingo, 24 de março de 2013

Dando o que temos


"Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e, sim, unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e assim transmita graça aos que ouvem." (Efésios. 4: 29)

Dizem que a palavra depois de proferida não se pode recuperar. Essa é uma grande verdade, por isso a Bíblia Sagrada nos ensina que não devemos falar palavras que não sejam proveitosas, pois elas trarão destruição e não irá demorar muito para que sejamos atingidos por suas consequências. 

Devemos então transmitir graça àqueles que estão ao nosso redor, e não existe momento melhor do que o dia de hoje. Que cada um de nós possamos vislumbrar essa oportunidade de falarmos do amor de Cristo as pessoas em todo o tempo, as boas-novas devem estar sempre em nossos lábios para cumprir o seu propósito no momento certo.

O cristão verdadeiro não conseguirá falar palavras torpes e nesse "bolo" estão os conhecidos "palavrões", as maledicências, as palavras negativas, etc. Pasmem! mas já ouvi pregadores famosos chamando o seu próximo de vagabundo. Já li na internet sobre uma aberração chamada de Bíblia free style que usa gíria regada de palavras quase pornográficas em nome de uma liberdade mentirosa de interpretação dos textos sagrados. É ruim ouvir palavras desse tipo vindo dos ímpios declarados, mas ouvir isso vindo de pseudos-cristãos é terrível, porque para mim essas pessoas não são realmente convertidas ao nosso amado Deus, são apenas falsos profetas que se vestem de ovelhas, mas na verdade estão à serviço do inferno para confundir aqueles que estão ao seu redor.

Convém a nós que somos realmente salvos, usarmos a nossa boca apenas para proferir palavras de vida e não palavras que geram a morte naqueles que as ouvem. Mas a verdade é que apenas podemos dar aquilo que temos, se temos coisas ruins dentro de nós é isso que daremos, mas se temos coisas boas (as boas-novas) será isso que compartilharemos com graça, a quem quer que seja.

 Damos o que temos! O que você tem para dar?


Autor: Tom Alvim
Imagem: Stock.xchng


Discriminação racial na Funarte – 10 bailarinos negros têm espetáculo recusado por ente oficial porque diretor da pessoa jurídica que os representa é… branco!

Antes que vá ao caso, algumas considerações.
Eu já compro tanta briga, né? Às vezes, confesso, sinto certa preguiça. Mas vá lá… Quando a senadora Marta Suplicy (PT-SP), este monumento do pensamento político nacional — que ganhou o Ministério da Cultura para apoiar Fernando Haddad —, lançou o tal “Prêmio Funarte de Arte Negra”, escrevi o óbvio: “É discriminação racial!”. A portaria é de novembro do ano passado e tem a parceria da Sepir (Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial). Que se esclareça: não haveria nada de errado em haver um prêmio para manifestações artísticas que tivessem o negro ou a cultura negra como tema — ou, se quisessem, o racismo. Mas é evidente que ele deveria ser aberto a todos os artistas, com todas as cores de pele que há na raça humana. Qualquer coisa do gênero destinada só a brancos, mesmo promovida por entes privados,  terminaria na cadeia.
Aí os cretinos do politicamente correto vomitam: “Claro! Teria de prender mesmo! Estaria certo! Afinal, branco é maioria!”. Pra começo de conversa, diz o IBGE que já não é mais. Ainda que se queira lidar com o conceito de “minoria sociológica” — porque discriminada etc. e tal —, pergunto se não esta subjacente a essa proposta a ideia de gueto, de confinamento. Por que pretos devem concorrer só com pretos? Se a proposta de cotas nas universidades já não se sustenta moralmente, na arte, isso é um escândalo. E é claro que acabaria dando errado.
O primeiro prazo para a entrega de propostas era 4 de janeiro. Prorrogou-se para 4 de fevereiro e, depois, para o dia 25 de março, próxima segunda. Por quê? Por falta de projetos. Sabem por quê? Porque o Brasil, a despeito do que pretendem os racistas às avessas, é um país em que pretos e brancos convivem — nas artes, diga-se, mais do que em qualquer outra área.
Mas estava lá o edital bucéfalo. Branco está fora! Na Folha deste sábado, informa Gustavo Fioratti o que segue. Volto em seguida.
A Funarte, ligada ao Ministério da Cultura, recusou-se a receber o projeto de dez negros que, sob direção do dançarino Irineu Nogueira, tentaram inscrever o espetáculo “Afro Xplosion Brasil” no Prêmio Funarte de Arte Negra, cujo prazo de inscrição termina na segunda.Ana Claudia Souza, diretora do Centro de Programas Integrados (CEPIN) da Funarte, disse à Folha que o grupo foi vetado porque está sendo representado pela Cooperativa Paulista de Dança, cujo presidente, o bailarino Sandro Borelli, é branco.
O edital diz que, no caso de representações por pessoas jurídicas, só estão aptas a participar do prêmio “instituições privadas cujo representante legal, no ato da inscrição, se autodeclare negro”. Ela diz também que os proponentes podem se inscrever como pessoas físicas.
Nogueira considera “absurdo” o veto. “Não estou contra a Funarte, estou contra a concepção deste edital que, no afã de fazer uma reparação histórica, não tomou os cuidados para redigir o projeto com cuidado”, diz. Segundo ele, a opção de se inscrever pela cooperativa evitaria o desconto de IR de 27,5 %, que seriam abatidos do orçamento de R$ 150 mil. Segundo Souza, o texto do edital poderá ser rediscutido em suas próximas edições.

Voltei
Dizer o quê? É discriminação racial na veia! Os bananas acreditam que, assim, estão contribuindo, sei lá, para melhorar a condição do negro ou para elevar sua autoestima. Não estão, não! Isso é ruim para um país que tem de se integrar cada vez mais em vez de discriminar. Isso é ruim para a arte, que não pode se fechar num gueto. Isso é ruim para os negros — menos para os sindicalistas da causa —, que não podem se ver como um grupo apartado.
Acreditem: coisas assim não se dão nem na África do Sul, que se livrou do odiento apartheid há meros 19 anos. Mais uma contribuição de Marta Suplicy à política, às artes e ao pensamento. O que o Ministério Público fará nesse caso? Nada, ué! E isso também deveria nos cobrir de vergonha.
 
Por Reinaldo Azevedo

sábado, 16 de março de 2013

A ante-sala do inferno



São pessoas assim que me fazem sentir que ainda há esperança...rs Vejo algumas reportagens na TV brasileira e fico pensando comigo mesmo: "Se fosse eu no lugar dessa pessoa, falaria tudo o que eles não querem ouvir...rs". Mas como não tive ainda essa oportunidade fico feliz ao ver algumas pessoas de coragem como esse senhor que disse aquilo que está "entalado" na garganta da alguns poucos no Brasil.

Programas como, Big Brother Brasil, Faustão, Calderão do Huck, Esquenta, são puro lixo! e esse último então, é o lixo do lixo. Outro dia vi no YouTube um trecho deste tal de Esquenta que parecia a ante-sala do inferno, pessoas de várias religiões cantando e dançando juntas, inclusive alguns que se diziam evangélicos...foi dantesco, a coisa mais horripilante que já vi em minha vida.

Obs.: Para quem não sabe sou contra o ecumenismo e não intolerante. Conviver não significa ter comunhão com quem adora a outros deuses, pois só há um caminho que leva a Deus e esse caminho é JESUS CRISTO!

Autor: Tom Alvim.

sábado, 9 de março de 2013

VIVA FELIZ EM SEU LAR!


"Tua esposa, no interior de tua casa, será como a videira frutífera; teus filhos como rebentos da oliveira, à roda da tua mesa." (Salmo. 128: 3)

Viver feliz é uma questão de opção. Pode parecer simplório demais, óbvio demais, contudo não o é, pois existe uma infinidade de pessoas que não sabem o que é ser feliz de verdade, vivem uma falsa felicidade e vão se contentando com ela, mas isso não precisa ser assim, nós podemos ter vida plena em Cristo constantemente. O grande problema é que a maioria das pessoas querem pular etapas, elas querem os benefícios de uma vida inteira de trabalho, no início de uma carreira. Elas querem uma espiritualidade madura sem ler a Bíblia, sem oração, sem buscar intimidade com Deus. Elas querem uma família feliz, sem se importarem com os seus membros, ainda mais se forem os progenitores. Mães que pensam mais em suas carreiras profissionais do que em seus filhos. Pais que buscam seus interesses acima dos de seus filhos pequenos que necessitam de sua presença constante e de seu exemplo diário. 

O capítulo 128 é uma promessa, mas se o interessado ler o primeiro versículo, deste mesmo capítulo, verá que ele obrigatoriamente terá que temer ao Senhor, e esse temer é muito mais profundo do que podemos imaginar. Quem teme, não tem medo, tem respeito, tem a devida dimensão de quem é Deus. Então irá procurar fazer a Sua vontade SEMPRE, mesmo que essa vontade vá de encontro com a nossa, e mesmo que nos faça levantar de nossa situação de preguiça para que possamos trabalhar e optar assim pela felicidade. Vejamos o versículo dois deste mesmo Salmo: "Do trabalho de tuas mãos comerás, feliz serás, e tudo te irá bem."

Tudo te irá bem mesmo em meio as tempestades da vida, mesmo durante as turbulências que surgem diariamente. O que mudará será a nossa postura diante dessas situações, pois saberemos que Deus SEMPRE está no controle. 

Escolha o melhor caminho, escolha a felicidade com Cristo no barco!

Autor: Tom Alvim.
Imagem: Google

sexta-feira, 8 de março de 2013

Família Bolsonaro: OS FALSOS MORALISTAS DEFENSORES DE DIREITOS HUMANO...

Família Bolsonaro: OS FALSOS MORALISTAS DEFENSORES DE DIREITOS HUMANO...: A nova formação da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados foi escolhida DEMOCRATICAMENTE ATRAVÉS DE VOTAÇÃO. Os deputad...