sábado, 10 de agosto de 2013

Militantes gays hostilizam Feliciano dentro de avião. Onde está mesmo a intolerância? Ou: Se deputado tivesse reagido, como eles queria, seria homofobia?

É o fim da picada! O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o deputado Marco Feliciano (PSC-SP), e o produtor musical Roberto Marinho foram hostilizados dentro do avião, que partiu de Brasília, por um grupo de gays. Dois deles se levantaram, foram ao lado das poltronas de Feliciano e Marinho, começaram a dançar — um se esfregava em Marinho, e o outro passou a mão na cabeça do deputado. Vejam.


O mote do protesto — um dos envolvidos chega a “entrevistar” uma passageira sobre o tema — é uma ficção: o tal do projeto da cura gay, que nunca existiu. Trata-se de uma invenção da imprensa e dos militantes.
Muito bem! Estou entre aqueles que acreditam que as pessoas não podem e não devem ser assediadas em razão de sua condição sexual, física ou de suas opiniões — desde que estejam jogando o jogo democrático. E Feliciano está, ainda que se possa discordar dele, ora!
Isso que se viu é aceitável?
Transcrevo trecho de reportagem da Folha:

No microblog, Feliciano agradece aos passageiras e a companhia aérea. “Agradeço aos passageiros do voo AD5019 BSB x GRU bem como a equipe da @azulinhasaereas e o apoio da Polícia Federal do Aerop de Guarulhos.” O deputado ainda afirmou: “Não sou contra gays, sou defensor da família natural!”
Em uma troca de conversa pelo Twitter com Karen, uma das filhas de Feliciano, Marinho disse que não sabe como não reagiu e chama um dos rapazes de idiota. “Voltamos da vigília agora e vi o vídeo. Nem sei como não reagi, só Deus mesmo. Mas a vitória será grande. Por isso filmaram, pra ver se teria reação. O idiota ainda pediu o povo pra cantar, ninguém deu moral. kkkkk. Pena q o covarde não filmou a Polícia Federal que esperava em solo.” Marinho disse ainda que Feliciano “não quis prestar queixa” à polícia.

Encerro
Essa gente que assediou Feliciano, estou certo, quer a aprovação do PL 122, aquele que manda para a cadeia os acusados de “homofobia”. Pois é… Com a lei aprovada, se um dos dois assediados tivesse dado um murro na cara — E RECOMENDO EXPLICITAMENTE QUE NÃO SE FAÇA ISSO — dos agressores, estaríamos diante de um caso de “homofobia”?
O que essa gente quer? Igualdade perante a lei ou privilégios, acompanhados da impunidade? O vídeo que eles mesmos postaram — e, pois, orgulham-se disso — dá a resposta.

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