QUANDO AS SOMBRAS SILENCIAM

Ficção espiritual que conta a estória de um casal de missionários, em meio a muita ação e aventura.

HOMENS QUE LUTAM

Nova série de artigos sobre atitudes que tornam os homens mais do que vencedores.

FAMÍLIA - O PAPEL DO HOMEM.

"Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, (Efésios. 5: 25)"

FAMÍLIA - O PAPEL DA MULHER.

"Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos. (Provérbios. 14:1)"

POEMAS - Para adoçar a vida!

Poemas que nascem no coração, cresce em nossa mente e alçam vôo em nossa imaginação.

Blog Impressões Sem Pressões

"Em meio a valores distorcidos em nossa sociedade, temos JESUS CRISTO como referencial perfeito!" (Tom Alvim).

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

O ano morre, mas a vida continua.

Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, porque naquela está o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração.
Eclesiastes 7:2

"Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete..." (Eclesiaste. 7: 2)
Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, porque naquela está o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração.
Eclesiastes 7:2

Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, porque naquela está o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração.
Eclesiastes 7:2
Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, porque naquela está o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração.
Eclesiastes 7:2
Falar de morte é sempre desconfortável, ainda mais quando se vê tão de perto a sua cara seca e o seu corpo esquálido. Falo de morte para pensar na vida. Falo de dor para lembrar do prazer e por incrível que pareça precisamos falar e refletir para acertarmos nossos rumos, mudarmos de direção e assim seguirmos em frente consciente de que estamos no melhor é único caminho que nos levará inevitavelmente a vida em abundância.

Este final de ano tive, mesmo sem querer muito, que pegar a estrada rumo ao Rio de Janeiro. Não pela minha cidade natal que apesar de sofrer as mazelas dos grandes centros não deixa de ter um lugar muito especial em minha vida, pois foi lá que tive as minhas primeiras experiências de vida e aonde cultivei amigos de infância que jamais perderão o seu lugar de honra em meu coração, mas pela violência que neste período do ano parece crescer assustadoramente nelas. Durante este percurso vi vários acidentes e alguns com vítimas fatais e esse fato deixou-me meio cabisbaixo e pensativo - acho que foram uns três ou quatro acidentes, na ida e na volta de lá.

A morte e posteriormente o luto nos faz pensarmos em nossa realidade quanto pessoa humana, nos faz entender que o salário do pecado é um preço muito alto, ou seja, é a própria morte, a tristeza, a inércia, a falência total de tudo, o silêncio incômodo que gera solidão e incerteza. Contudo, é nesse ambiente que vemos quem realmente somos e deixamos a vaidade de lado, o orgulho, a prepotência e todos os sentimentos mais mesquinhos que vem embarcado no ser humano assim que ele nasce. É um combo - box indesejado. Mas também nos faz lembrar da única morte que gera vida. A morte do Senhor Jesus que venceu a morte e que nos trouxe vida eterna com ele.

Nas festa ninguém pensa na morte e em suas consequências, e é nos banquetes que ficamos deslumbrados com as máscaras desta vida pensando apenas no supérfluo, naquilo que é momentâneo e no torpor das palavras ditas seguimos sorrindo sem pensar profundamente. Apenas queremos sentir, sem mensurar muito o que virá após a última taça de vinho. Não há reflexão, só há sensação.

Não estou falando mau das festas. Gosto muito delas e sei que no momento certo tem o seu espaço e são muito bem vindas, mas no luto os nosso olhos se abrem para o nosso destino final e se não temos Cristo, ele se torna amargo e deprimente. Se temos Cristo como salvador, apenas entendemos que precisamos proclamar o evangelho para todos antes que a morte chegue e diga que não há mais esperança. A luz se apagou, a cortina se fechou, acabou a farsa.

O ano morre, mas a vida continua - por um breve tempo apenas, então querido leitor, não corra o risco de perder a sua oportunidade de viver com Cristo. Leia a Bíblia e aceite a única verdade que pode nos conduzir a vida eterna com Deus. 

Feliz 2013!


Autor: Tom Alvim
Imagem: Stock.xchng

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Juventude Conservadora da UnB: A barbárie e o exílio de Deus

Juventude Conservadora da UnB: A barbárie e o exílio de Deus: Há quase duas semanas, o mundo inteiro ficou chocado com o banho de sangue promovido na escola primária Sandy Hook, na pequena cidade de New...

domingo, 16 de dezembro de 2012

É Natal? Depende!


"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz." (Isaías. 9: 6)

Natal, dias de compras de última hora, casa cheia, crianças correndo pela sala, ceia natalina e a demonstração mais clara e evidente que existe nos doze meses de um ano inteiro do vazio humano e de suas maiores frustrações. Já ouvi algumas pessoas dizerem que é nesta data que se sentem mais sozinhas e com a sensação de vazio interior aflorando em suas intimidades. Muitos se isolam e outros fingem uma alegria que está apenas estampadas em seus rostos, mas no fundo de seus corações estão tristes e sofrendo, porque o menino para eles ainda não nasceu, o protagonista da festa, na verdade, está esquecido.

Cristo para essas pessoas não significa muita coisa, elas foram doutrinadas desde pequenas a acreditarem no consumismo desenfreado e a pensarem que Natal é coisa de Papai Noel e um momento em que devemos nos tornar mais tolerantes, bondosos e generosos. É neste dia que o ser humano deve amar ao próximo para depois voltarem a suas vidas egoístas e longe de próximo, o mais longe que puderem ficar.

Quando, através da proclamação do evangelho verdadeiro, elas deixarem Jesus Cristo nascer em suas vidas e compreenderem através da ação milagrosa do Espírito Santo que a suas atitudes mudarão para melhor dia após dia, o Natal fará sentido e deixará de ser um dia no calendário para ser uma verdade encrustrada em seus corações. Algo tão marcante para elas que sempre resultará em coisas boas, pois o Fruto do Espírito Santo é uma coisa boa. Esse fruto se evidencia em nossas atitudes diárias, em nossos pensamentos mais profundos e se torna parte integrante de nossa própria essência de vida, pois não há como deixar para trás algo tão maravilhoso como a salvação de nossas almas.

O verdadeiro Natal começa em Cristo e jamais termina, pois ele é eterno e a sua paz nos conduz por um caminho maravilhoso; o próprio Cristo, sempre e sempre. Amém!


Autor: Tom Alvim
Imagem: Stock.xchng


sábado, 8 de dezembro de 2012

INTERESSE OU CONSCIÊNCIA?


Sabe quando alguém faz alguma afirmação que te deixa com a pulga atrás da orelha? Pois é, isso já aconteceu comigo diversas vezes, mas recorri a Palavra de Deus para colocar os meus pensamentos em ordem e encontrar as respostas que Deus revelou para todos nós. Não foi fácil, mas depois de todo o trabalho pude crescer e me fortificar em Deus para não ser mas alvo fácil dos que gostam de polemizar apenas pela própria polêmica. (1 Timóteo. 6: 3 e 4)

A polêmica: Buscamos a Deus apenas por interesse na salvação?

A resposta: Dizem que o ser humano é movido por seus interesses. Quando alguém compra algo, existe um outro alguém que tem interesse em vendê-lo e a troca exprime esses interesses contrários que satisfazem as duas partes. Contudo, quando se fala das coisas divinas não existe o interesse egoísta e mesquinho, existe o interesse benéfico, o interesse movido pelo amor, pois Deus é amor e tem na salvação de todas as pessoas um interesse profundo, mesmo não precisando delas para nada.

Deus é auto-suficiente, ele É; e pronto! (Êxodo. 3: 13 e 14)

Nós é que precisamos dele para tudo nesta vida e na outra também...Mas, se tivéssemos apenas interesse na salvação de nossas almas não estaríamos sendo corretos, estaríamos com a motivação errada pela coisa certa. Não é a salvação de nossas almas que é a coisa mais importante, o mais importante é quando reconhecemos que somos pecadores e que sem Cristo estaríamos destituídos da graça de Deus (Romanos. 3: 16). Quando, através de Cristo, conseguimos enxergar a nossa imundície e quão miseráveis somos, a salvação vem por tabela. Somos salvos por reconhecermos que pecamos. Não somos salvos por que queremos ir par ao céu. Um é consequência do outro. (Romanos. 5: 12) Assim como as bênçãos que muitos buscam o tempo todo de todas as formas possíveis. Não é a bênção o mais importante, o mais importante é reconhecermos os nossos pecados, a salvação e as bênçãos que virão serão bem-vindas e se não vierem não farão a mínima diferença. 

Essa geração gospel, dos shows, dos super astros, das divas, das bênçãos em dobro, e de toda baboseira inventada nas mentes deformadas pelo pós-modernismo, pelas ideologias socialistas/marxistas de missões integrais e bem light, e por toda sorte de diversas teologias de fundo de quintal de oitava categoria forjam os crentes modernos, tão pagãos e místicos quanto aqueles que eles chamam de mundanos.

Quando voltarmos ao evangelho puro, que diz ser a Bíblia a nossa ÚNICA regra de fé, que dá a Cristo e somente a ele toda honra e glória, estaremos no caminho certo para colocarmos os pingos nos ís e as virgulas que foram movidas por interesses escusos (Ap. 22: 19) e caminharmos satisfeitos neste mundo interesseiro e egoísta sem sequer nos contaminarmos com tudo isso.

O nosso interesse por Deus deve ser apenas por sua santidade e por sabermos que longe dele nada tem sentido, nem mesmo as polêmicas que não nos farão crescer e nem tampouco tomarmos a forma de Cristo.


Autor: Tom Alvim
Imagem: Stock.xchng