QUANDO AS SOMBRAS SILENCIAM

Ficção espiritual que conta a estória de um casal de missionários, em meio a muita ação e aventura.

HOMENS QUE LUTAM

Nova série de artigos sobre atitudes que tornam os homens mais do que vencedores.

FAMÍLIA - O PAPEL DO HOMEM.

"Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, (Efésios. 5: 25)"

FAMÍLIA - O PAPEL DA MULHER.

"Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos. (Provérbios. 14:1)"

POEMAS - Para adoçar a vida!

Poemas que nascem no coração, cresce em nossa mente e alçam vôo em nossa imaginação.

Blog Impressões Sem Pressões

"Em meio a valores distorcidos em nossa sociedade, temos JESUS CRISTO como referencial perfeito!" (Tom Alvim).

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Por que as autoridades brasileiras fazem vista grossa para o racismo às avessas?

Um site que se diz antirracista publica texto que faz a apologia do estupro de brancas; as crianças “talvez” sejam poupadas…

A tal Renajune (Rede Nacional da Juventude Negra) tem uma página na Internet. Está no ar um, como direi?, “poema” intitulado “Antropofagia”. Só lendo para crer (segue conforme o original)
Antropofagia
Devorarei a tua carne

Devorarei pela minha carne
Pela carne arrancada a chicotadas
Devorarei tuas entranhas
Devorarei sim, essas porcas entranhas
Por sequestrar meu povo à terras estranhas
Devorarei a tua alma
Omissa
Quando fez a minha gente submissa
Comerei teus olhos cegos
Egos,
Covardes
Falsos ternos
Não me nego
Escalpelarei-te
Estriparei-te
Estuprarei-te
Minhas mulheres ainda lembra…
De suas crianças
quero apenas as consciências
Que é a unica parte que ainda tem pureza…
Talvez…
Voltei
Como se nota, o ideal de reparação da Renajune é a vingança — física mesmo! — contra os brancos, daí a apologia até do estupro. Por enquanto, o autor só consegue estuprar a mesóclise, a concordância, a crase e a acentuação. Mas a gente nota que não falta disposição para violar mais do que as normas da língua.
Na África subsaariana, os tutsis fazem com os hutus isso que o autor pretende fazer com brancas e brancos. Os hutus fazem com os tutsis Isso que o autor pretende fazer com brancas e brancos. As milícias islâmicas sudanesas fazem com os cristãos isso que o autor pretende fazer com brancas e brancos.
Hutus são negros.
Tutsis são negros.
Os estupradores sudaneses são negros.
Os estuprados sudaneses são negros.
Quando negros matam negros, os assassinos se tornam brancos? Quando negros estupram negros, os estupradores se tornam brancos? É a cor da pele que matou e mata ou são os indivíduos e suas relações de poder, antes como agora?
A mesma turma
A Renajune é aquela turma que fez um vídeo sobre cotas que prega abertamente o ódio racial. Contou com o apoio de uma ONG chamada Instituto Cultural Steve Biko, que é financiada por entidades que recebem doações de alguns potentados da economia mundial.
É evidente que um site de brancos que falasse linguagem parecida seria considerado, sei lá, coisa de “neonazistas”. Com razão, seus responsáveis seriam enquadrados pela Polícia e pela Justiça e legalmente responsabilizados pela boçalidade. “Ah, Reinaldo, isso é coisa de uma minoria e não representa o movimento negro”… Sei. E por que a imprensa e o Ministério Público fazem tanto estardalhaço quando se descobrem páginas de idiotas brancos que propagam o racismo? Também não são eles uma minoria? Também não eram uma minoria extrema os que espancavam gays na Paulista?
Qual intolerância é tolerável e qual não é? A mim me parece que toda intolerância e intolerável.
Manter essa barbaridade no ar incentiva o vale-tudo. Um crime racial não precisa ser influente para ser um crime racial — contra pretos, brancos, vermelhos, amarelos…
Para encerrar: notem que o “poeta” considera a hipótese de não estuprar ar crianças brancas — destas, ele diz, só quer a consciência, que ainda conteria pureza. Mas ele achou que isso poderia representar uma concessão inaceitável ao inimigo e resolveu relativizar a constatação: “talvez” exista pureza, só “talvez”… Afinal, sabem como é, trata-se de uma criança branca…
Por Reinaldo Azevedo

Obs.: Editado em 08/08/2015: O tal "poema" foi retirado do site em questão e eu fui um dos que o denunciaram pela publicação racista que estava publicada por lá. O racismo é terrível, seja por parte de brancos contra negros ou de negros contra brancos. Nunca deve ser tolerado!

SANTO OU PROFANO. EIS A QUESTÃO


Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre. Em nosso espírito sofrer pedras e flechas, com que a Fortuna, enfurecida, nos alveja. Ou insurgir-nos contra um mar de provações! E em luta pôr lhes fim?” Este verso é parte da tragédia Hamlet de William Cheiquisper. Com certeza as frases iniciais são as mais conhecidas do mundo inteiro, se olharmos bem neste verso podemos notar um questionamento da dúvida; entre uma vida de passividade e o desejo ativo de superação. Seremos vencedores se insurgirmos contra tudo o que nos oprime? A luta será a saída para a vitória sobre o mar de provações que nos atinge? Será?
A dúvida sempre vai estar presente na nossa história, e no meio evangélico atual é bem real. Vivemos pensando se este é certo ou aquele está certo, e muitas vezes optamos pelo bonito e atraente e desprezamos velhos princípios e em algum tempo volta o questionamento “ser ou não ser” ou “certo ou errado”. A palavra de Deus nos aponta uma forma de não mais vivenciar estes questionamentos em nossa vida vejamos olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus”, uma atitude que com certeza irá nos isolar da duvida, olhar firme e desejar não perder o foco, pois com este posicionamento está a certeza e não a duvida, ou seja, “a fé em Jesus”, pois Ele é o dono da certeza que envolve a vida do crente e o leva a superação e a vitória, se continuarmos lendo o texto de hebreus 12.2, veremos o seguinte: “o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus”. Olhar firme pra Jesus traz certeza a nossa vida, pois Ele abriu mão da alegria que era pra Ele, suportou a cruz para que essa alegria fosse uma realidade para cada servo de Deus Pai. Hoje muitos pensamentos fantasiados de Cristãos se fazem presentes no mundo; são visões unções ministérios daqui e dali. Tudo isso envolve os servos de Deus no mundo da duvida e muitos de nós acabamos por serem participantes dos mesmos costumes e práticas, simplesmente porque há duvida se é certo ou errado, se é bom ou ruim, se é de Deus ou não. O grande problema é que o engodo destes movimentos trazem em seu visual algumas aparências com os verdadeiros adoradores, Jesus também nos deu uma formula para definir o erro do certo “pelos frutos vos conhecereis as arvores”. Hoje vivemos tempos de observar os frutos, e contestar sempre com as práticas da palavra de Deus, a marca da igreja de Cristo é o evangelho da Cruz, o poder de Deus para a salvação de todo os que crerem. Por isso querida igreja e amado irmão, não podemos mais olhar para evangélicos hoje simplesmente porque se parecem conosco. Precisamos ir mais além temos que ver a essência, ou seja, a razão da existência de tais segmentos evangélicos antes de oferecê-los a destra da comunhão, caso contrário estaremos nos igualando a eles em suas práticas nocivas ao Reino de nosso Deus. Pense nisto queridos irmãos e que nosso Pai celeste nos abençoe.

Autor: Pastor Ezio dos Santos França.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Racismo às avessas!



O vídeo acima demonstra que o preconceito racial não é uma exclusividade de alguns pseudos-brancos no Brasil, mas também de alguns outros que, também hoje, se auto-declaram afro-descentes. Leiam o excelente texto do Reinaldo Azevedo sobre o assunto. Depois escreverei mais sobre este tema.


Tom Alvim

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

COMO NASCEM OS ESTERIÓTIPOS

Ainda sobre racismo...vejam a que ponto chegou isso, um ministro do STF com o mesmo pensamento equivocado que escrevi no meu post anterior. É assim que o Brasil está ficando, cheio de melindres raciais e sendo divido em guetos étnicos...os "branquelos" de um lado, como sempre malvados, racistas por natureza e imperialistas e os coitadinhos dos pretos de outro sempre sofrendo o jugo desses cruéis burgueses e escravocratas. Tenha a santa paciência! 

Tom Alvim.

A FALA DETESTÁVEL DE JOAQUIM BARBOSA SOBRE BRANCOS E NEGROS

Reinaldo Azevedo (Link do artigo no final do texto)

Escrevo na home um texto explicando por que o ministro Joaquim Barbosa, queira ele ou não, representa o triunfo dos valores democráticos. Mas, às vezes, acredito que ele próprio precisa se convencer disso. Segue um texto publicado hoje na Folha. É, de várias maneiras, lamentável. Leiam. Volto em seguida.
Barbosa faz crítica a pergunta feita por jornalista negro de TV
Descontente com uma pergunta feita por um repórter negro, o novo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, disse anteontem que o questionamento reproduzia estereótipos repetidos por jornalistas brancos. “Eles [os demais jornalistas presentes no momento da frase, brancos] foram educados e comandados para levar adiante esses estereótipos. Mas você, meu amigo?”, disse Barbosa.
O jornalista Luiz Fara Monteiro, da TV Record, havia perguntado a Barbosa se ele estava “mais tranquilo, mais sereno” após a primeira sessão presidindo a corte. O relato foi publicado no mesmo dia no “Blog do Noblat”, do jornal “O Globo”. Barbosa falava para um grupo de repórteres em “off”, jargão jornalístico para designar informação em que a fonte se mantém anônima. Com a divulgação no blog do diário carioca, a Folha avaliou não haver mais o compromisso de preservar o “off”.
ESTEREÓTIPO
“Nesses dez anos, o ministro Joaquim botou para quebrar aí, quebrou as cadeiras? Gente, vamos parar de estereótipo, tá?”, queixou-se Barbosa, segundo o blog. “Logo você, meu brother!”, disse então ao repórter. “Ou você se acha parecido com a nossa Ana Flor [repórter da agência Reuters, que é branca]? A cor da minha pele é igual à sua. Não siga a linha de estereótipos porque isso é muito ruim. Eles foram educados e comandados para levar adiante esses estereótipos. Mas você, meu amigo?”.
Procurada para falar sobre o assunto, a assessoria de Barbosa disse que o ministro não iria comentar.
Voltei
Tendo acontecido tudo dessa maneira, trata-se, e não tenho outra palavra para empregar, de uma reação detestável do ministro Joaquim Barbosa. Vejam como sou: quando acho que devo, elogio; quando acho que devo, critico.
O ministro incorre em dois erros graves — e ambos teriam uma marca racial de cor de pele fosse raça. Quer dizer, então, ministro Barbosa, que todos os jornalistas brancos foram “igualmente educados e comandados” para ter uma determinada reação? Quer dizer, então, ministro, que cor de pele, agora, é destino e determina o pensamento? Quer dizer, ministro, que os brancos, nesse particular, não têm divergências?
Da mesma sorte, Vossa Excelência está a dizer que os negros todos hão de ter uma pauta e pensar em bloco porque, afinal, negros? O que o senhor censurou exatamente no repórter Luiz Fara Monteiro? Não ter feito uma pergunta “digna de um preto”?
Diga-me cá, ministro Barbosa: Vossa Excelência acredita que um preto deva entrevistar outro como preto? O mesmo deve valer para os brancos? No caso de uns e outros entrevistarem os que não são da sua cor, deve-se fazer entrevista ou dar início a uma guerra racial, ministro?
É provável que o repórter da Record tivesse em mente o temperamento algo abespinhado de Vossa Excelência — que, mais uma vez, se evidenciou nesse episódio lastimável. Será preciso lembrar aqui as muitas vezes em que o ministro ultrapassou a linha, o que o obrigou até a se desculpar com colegas?
Ora, ministro Joaquim Barbosa! Seu antípoda no julgamento, Ricardo Lewandowski, apanhou bastante de alguns jornalistas — neste blog, então, nem se fale… Terá sido porque é branco, porque se chama Lewandowski, porque é católico, porque morou em são Bernardo, porque…?
Noto, ademais, que o ministro falou ao repórter de “negro pra negro”, apartando-se dos brancos e censurando o seu “brother” porque não estaria apartado o bastante. O que ele pretende? Que Luiz Fara Monteiro seja primeiro negro e depois repórter? De Barbosa, espero que seja primeiro juiz e depois negro. Até porque, que eu saiba, suas decisões também afetam a vida dos brancos, dos mestiços, dos amarelos, dos vermelhos…
Barbosa deveria se desculpar com os jornalistas brancos. Barbosa deveria se desculpar com o jornalista negro. Ele preside o Supremo Tribunal Federal. Não é juiz de um tribunal racial.
Lamento muito ter de escrever isso. Mas lamento muito mais o que me levou a escrever isso.
Texto publicado originalmente às 6h39
Por Reinaldo Azevedo

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

DIA DA CONSCIÊNCIA HUMANA



20 de novembro é o dia da consciência negra em alguns Estados do Brasil, mais um feriado sem sentido criado para enganar a população com argumentos falsos. Sei que alguns, mais ingênuos, irão defender essa ideia como sendo algo totalmente legítimo e pertinente, pois na cabeça deles o preconceito em nosso País é igualzinho ao mostrado nos filmes de Hollywood, uma realidade da história norte americana e não a nossa.

Filmes como, Mississipi em chamas, a cor do amor e outros semelhantes, são vistos por brasileiros que só faltam dizer que aqui é da mesma forma. Quando não o é! Porque aprendemos a viver com a diversidade desde cedo. Eu mesmo, tenho irmãos que são bem diferentes de mim, desde um meio sarará até uma irmã loira dos olhos verdes, pois meu avô materno era negro. Isso é povo brasileiro, mestiço naturalmente. Mas, assim como um dia nos misturamos, os defensores das "causas" raciais querem nos dividir. Cheguei a ouvir um apresentador de televisão "negro" dizer, referindo-se aos "negros" que o assistiam: "- O meu povo..." e os "brancos" que estavam assistindo aquele programa, não eram "seu povo?"  Isso é trágico!

O racismo existe e deve ser combatido com veemência nas raias da lei. Ensinando nas Escolas ou em nossas próprias casas que todos somos iguais independente da quantidade de melanina que temos, mas no Brasil de 2012, a mentira é a grande vedete do momento. Ela dança em nossos arraias com desenvoltura e gosta de usar a roupagem da verdade, descaradamente.

Não é preciso fazer grande esforço com a mente para se verificar que alguém está usando o sofrimento dos brasileiros negros para ganhar algo com isso, seja votos, seja cargos de confiança no governo, seja ajuda governamental para sustentar a sua ONG que "cuida de assuntos ligado a diversidade", ou outra coisa qualquer ligada ao Poder.

O negócio é tão nojento que tratam-nos como não-brasileiros. Por que para os militantes dessas causas não existe mais o brasileiro nato, existe o afro-brasileiro, o branco opressor, o indígena inocente e pueril e os outros sei lá o quê, quando na verdade somos somente BRASILEIROS e essa ideia de dividir o Brasil em raças e em cores, na verdade destrói a nossa unidade enquanto nação.

De um tempo para cá ouvimos nos programas televisivos sobre os negros, afro-descendentes, os brancos, etc e isso é um fenômeno recente por essas bandas, pois na minha infância e adolescência nunca ouvi isso. Começou com alguns usando camisas com dizeres racistas travestidos de consciência, assim como; 100% negro,  etc, e a coisa ganhou volume.

Volto a dizer não acredito que o racismo no Brasil seja algo assim tão alarmante, e digo isso como quem sabe o que diz, pois sou CARIOCA  e nasci em um bairro pobre do Rio de Janeiro aonde "brancos", "pardos", "negros", etc tiveram os mesmos desafios e as mesmas oportunidades. Não cresceu quem não quis, quem ficou o dia todo soltando pipa na rua ou jogando bola nos campinhos que existiam naquela época. Causa estranheza quando ouço alguém dizer que sofre preconceito de racismo em suas vidas. Parece até que em cada esquina do Brasil existe alguém armado pronto para atacar um negro. Isso é uma bravata. Mentira desmedida e deslavada de quem não quer conquistar através do trabalho duro, mas sim através das benesses do Estado que de forma inconstitucional enfia goela abaixo políticas "afirmativas" no seio do povo brasileiro. 

Já escrevi alguns artigos falando sobre o tema racismo, e neles me aprofundo um pouco mais sobre a questão: Black or White, Racismo forjado e Chacotas Raciais estão à disposição para quem quiser saber o que penso sobre esses temas.

O feriado do dia da consciência negra é racista e segregador, pois talvez tivéssemos que criar também o dia da consciência do branco pobre, ou o dia da consciência das "brancas azedas" e dos "brancos azedos" como já vi alguns chamando pessoas de pele branca. Isso não é racismo? E não foi uma única vez que ouvi isso, foram várias. Mas a branca azeda graças a Deus não é melindrada e cheia de complexos de inferioridade, pois deveria ter chamado a polícia para que a sociedade entendesse que o racismo não é somente do branco contra o negro, mas também pode ser visto da forma contrária.

O dia da consciência humana seria uma melhor saída para todos nós, pois não existe raça (pretos, brancos, etc), existe raça humana e esta deve entender de uma vez por todas que somos iguais, mas o que nos diferencia é a nossa carga pecaminosa que sempre irá tirar de mim os meus fracasso e tentar jogar nos outros a culpa. Como fazem aqueles que querem culpar os "caucasianos", "burgueses", "opressores" por suas mazelas, mesmo que esses sejam tão pobres e alvo de preconceitos diversos como eles. O dia da consciência negra divide o Brasil e só faz mal para a nossa nação que ainda não aprendeu a ser nação. Podemos ser tudo, mesmos um grupo de pessoas com objetivos em comum que querem fazer do Brasil um País de todos. Talvez um País com muitos tolos, mas de todos, ainda não.

Brindemos a consciência humana sem a qual tudo acaba por ganhar diversas matizes mentirosas e sem graça. Diga não a divisão do Brasil em raças.


Autor: Tom Alvim
Imagem: Stock.xchng




quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Quando a noite cai


Quando a noite cai, meus pensamentos vêm.
Quando a noite cai, minh’alma não se contém.
O silêncio é confuso, quase palpável.

Quando a noite cai, sinto-me próximo ao Pai.
Quando a noite cai, só esse Deus me satisfaz.

Compreensão, afeição, carinho, um olhar terno e amoroso, só ele me traz, quando a noite cai.

És o Senhor da noite, do dia e da vida.
Esse Deus é presente em minha vida e para a minha vida.
Por isso sou feliz em todos os demais momentos.
Principalmente quando a noite cai.


Autor: Tom Alvim
Imagem: Stock.xchng

domingo, 11 de novembro de 2012

FETICHE EVANGÉLICO! VIU ALGUM POR AÍ?

Fetiche é um objeto de admiração feito pelo homem ou pela natureza que se atribui poder sobrenatural. Vem do francês “fétiche”, que também é um empréstimo do português “feitiço”, cuja origem é o latim facticius "artificial, fictício". É um objeto material ao qual se atribuem poderes mágicos ou sobrenaturais, positivos ou negativos. Inicialmente este conceito foi usado pelos portugueses para referir-se aos objetos empregados nos cultos religiosos dos negros da África ocidental. 
 
É interessante o significado desta palavra, pois ela também é usada pelos amantes para definir suas taras sexuais por suas mulheres, qual o marido que nunca pensou ou nunca imaginou ter um fetiche por sua esposa? Pode ser pelos pés, mãos, unhas ou mesmo os lábios da amada. Fetiche é um atrativo que aquele que usam, o tem como poder para atingir seu objetivo e prender ou escravizar seus alvos. 
 
Olhando para o universo “evangélico” de nossos dias, podemos contemplar nos arraiais de muitas igrejas uma variedade de objetos de fetiche tem: areia de Israel, lascas da cruz, água do Jordão, gruta de milagres, lenço e martelo sagrado, tijolo santo, óleo da unção, visão dos 12 e muitas outras visões que existem incluindo a visão multicelular. São fetiche que líderes desnaturados e loucos criam em seus delírios fictícios e usam pra escravizar pessoas carentes de uma palavra de conforto, pessoas sonhadoras com uma vida melhor; empresários gananciosos e outros que se deixam enganar e abandonam a verdadeira fé cristã e a prática da palavra de Deus, pra se engajar por visões destrambelhadas e sem fundamentação bíblica, são os movimentos neo-pentecostais que ferem e destorcem a palavra da verdade, por pura e sórdida ganância. 
 
A palavra de Deus chama a igreja hoje a uma atitude de cautela, quanto a esses engôdos ou “fetiche”, precisamos como igreja ouvir o que Jesus fala em Mateus 7.15. “Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores”. Todos esses loucos que afirmam suas visões nocivas ao evangelho de Cristo, foram um dia pastores que se apresentaram para suas igrejas e conseguiram devorar muitas, hoje fazem parte daqueles a quem o apóstolo Paulo diz que o que eles fazem até de pensar é vergonhoso, e são inimigos da Cruz de Cristo. E com esses nós servos de Deus não podemos ter comunhão, pois a Bíblia nos pergunta que parte tem a luz com as trevas? Ou que participação tem o culto ao Senhor com o culto a demônios? Amados irmãos não há compatibilidade entre o crente em Cristo, que a bíblia afirma que são filhos de Deus cf. Jo. 1.12; e os filhos do diabo. 
 
Escrevo sem medo de erro. Pois a palavra de Deus afirma que se outro evangelho diferente do que foi anunciado pelos apóstolos de Cristo, chegar a nós e tentar desviar nossas mentes e corações da presença e cuidado do Senhor. É anátema ou maldito, é doutrina de demônios, e, portanto deve ser rejeitado pela igreja; tanto o anunciado como seu anunciador. Deus nestes tempos nos convida a permanecer firmes, pois ao que vencer Ele garante a coroa da vida. Sendo assim amados sejamos sempre firmes e constantes e sempre abundantes na obra do Senhor, pois nosso trabalho nunca será vão no Senhor. Que Deus continue a nos abençoar nestes tempos de frieza de fé e apostasia, para que fortalecidos por Ele cheguemos aprovados diante de seu trono no dia do juízo. 
 

sábado, 10 de novembro de 2012

Vejam que são os "novos heróis" brasileiros

O herói que achava o terrorismo nobre e honrado, que defendia sabotagem a trens de passageiros e que pregava a emboscada para executar o inimigo sem chance de defesa

No post anterior, vocês ficam sabendo que o terrorista Carlos Marighella é agora, oficialmente, um anistiado político. O texto que reproduzo é da Agência Brasil. Na sua suposta objetividade, transforma um dos terroristas mais virulentos do país numa espécie de herói. Não tenho compromisso com A ou com B. Tenho compromisso com os fatos. Ali se diz que Marighella foi militante do Partido Comunista Brasileiro. Foi também. Mas não se tornou notável por isso. O que agigantou — aos olhos de alguns — a sua biografia foi ter rompido com o partido, de que era dirigente (oficialmente, foi expulso) e fundado a Ação Libertadora Nacional (ALN), o mais letal dos grupos terroristas de então.
Ele também tinha a pretensão de ser um pensador e um teórico da luta armada. Escreveu um Minimanual do Guerrilheiro Urbano em que faz a defesa aberta, explícita, sem meias-palavras, do terrorismo. No texto da Agência Brasil, ele foi “um dos principais organizadores da luta armada contra o regime militar”. Trata-se de uma verdade circunstancial e de uma mentira essencial. Na circunstância, de fato, a luta armada era contra o regime militar. Na essência, Marighella recorreu às armas para instaurar um regime comunista no Brasil. Ele é a maior evidência de que é pura cascata essa história de que o AI-5 estreitou de tal sorte o espaço político que só restou partir para o pau. Em 1965, com a ditadura ainda vivendo uma fase relaxada, escreveu o livro “A Crise Brasileira”, em que ataca justamente o PCB por se opor à luta armada. Pouco depois, escreve “Algumas Questões Sobre a Guerrilha no Brasil”. O PCB o expulsa em 1967, e ele funda a ALN no começo der 1968. O AI-5 só foi baixado no dia 13 de dezembro de 1968. Mas prevalece a mentira oficial, que será referendada pela Comissão da Verdade (!), segundo a qual a luta armada queria derrubar a ditadura militar para instaurar a democracia no país e só existiu por causa do AI-5…
Curioso! As mesmas forças que buscam formas de driblar a Lei de Anistia para condenar, nem que seja moralmente, “agentes da repressão” se esforçam para transformar Marighella em herói. Muito bem. No dia 4 de novembro de 1969, ele foi surpreendido por uma emboscada na Alameda Casa Branca, em São Paulo, e foi morto a tiros por agentes do DOPS, liderados pelo delegado Sérgio Paranhos Fleury. O histórico de ações terroristas da ALN já era grande. Muito bem! Atribui-se justamente à “embocada” o aspecto mais moralmente doloso da ação do DOPS. Que ironia!
Se vocês clicarem aqui, poderão ler a íntegra do minimanual. Marighella, o próprio, era defensor de emboscadas e recomendava aos guerrilheiros que recorressem a ela. e sem piedade: era pra matar!!! Ou por outra: antes de outro qualquer, ele próprio reconhecia como válido o método a que recorreu o DOPS para matá-lo. Reproduzo trecho do texto de sua autoria que trata do assunto. Vejam que tipo de herói está sendo glorificado (em vermelho):
Emboscada
As emboscadas são ataques tipificados por surpresa quando o inimigo é apanhado em uma estrada ou quando faz que uma rede de policiais rodeie uma casa ou propriedade. Uma mensagem falsa pode trazer o inimigo a um lugar onde caia em uma armadilha.

O objeto principal da tática de emboscada é de capturar as armas e castigá-los com a morte. 
As emboscadas para deter trens de passageiros são para propósitos de propaganda, e quando são trens de tropas, o objetivo é de eliminar o inimigo e tomar suas armas. O franco-atirador guerrilheiro é o tipo de lutador ideal especialmente para as emboscada porque pode se esconder facilmente nas irregularidade do terreno, nos trechos dos edifícios e dos apartamentos sob construção. Desde janelas e lugares escuros pode mirar cuidadosamente a seu alvo escolhido.
As emboscadas tem efeitos devastadores no inimigo, deixando o nervoso, inseguro e cheio de temor. 
E então? Que fique claro: se havia a chance de capturar Marighella vivo, ele não deveria ter sido morto na operação. Mas não venham transformar em herói alguém que preconiza emboscada contra trens de passageiros, que prega — e, de fato, realizou — execuções sumárias, que defende a ação de francos atiradores. É esse o herói sem mácula?
“O terrorismo enobrece e honra”
“Como você ousa, Reinaldo, chamar Marighella de terrorista?” Ele é que chamava A SI MESMO de terrorista, com a diferença que achava isso positivo. Também está em sua manual (em vermelho):

A acusação de “violência” ou “terrorismo” sem demora tem um significado negativo. Ele tem adquirido uma nova roupagem, uma nova cor. Ele não divide, ele não desacredita, pelo contrário, ele representa o centro da atração. Hoje, ser “violento” ou um “terrorista” é uma qualidade que enobrece qualquer pessoa honrada, porque é um ato digno de um revolucionário engajado na luta armada contra a vergonhosa ditadura militar e suas atrocidades.
É a cabeça de um terrorista. Contra “as atrocidades”, por que não outras atrocidades, não é mesmo? Marighella nada tinha também contra “execuções” — na hipótese de que tenha sido executado. Ao contrário. Era uma das ações que ele achava legítimas para o guerrilheiro urbano. Escreveu a respeito (em vermelho):
Execuções
Execução é matar um espião norte-americano, um agente da ditadura, um torturador da policia ou uma personalidade fascista no governo que está envolvido em crimes e perseguições contra os patriotas, ou de um “dedo-duro”, informante, agente policial, um provocador da policia.

Aqueles que vão à polícia por sua própria vontade fazer denúncias e acusações, aqueles que suprem a polícia com pistas e informações e apontam a gente, também devem ser executados quando são pegos pela guerrilha.
A execução é uma ação secreta na qual um número pequeno de pessoas da guerrilha  se encontram envolvidos. Em muitos casos, a execução pode ser realizada por um franco atirador, paciente, sozinho e desconhecido, e operando absolutamente secreto e a sangue frio.
A ALN foi a organização terrorista que mais recorreu ao “tribunal revolucionário” para decretar a morte de pessoas consideradas inimigas. Atenção! Há casos de eliminação de seus próprios camaradas. Se vocês clicarem aqui, lerão um post em que um ex-integrante do comando da ALN conta como matou um colega porque havia a suspeita de que ele estivesse passando informações à Polícia. Constatou-se depois que a informação era falsa. O assassino, ainda hoje, diz não se arrepender. Nota: o que matou é também um anistiado e um indenizado. O que morreu desapareceu na poeira da história, a exemplo das mais de 120 pessoas assassinadas pelos terroristas.
Se estamos em regime de “Comissão da Verdade”, que se conte a verdade inteira. No país da jabuticaba e da pororoca, no entanto, o objetivo da Comissão da Verdade é oficializar as mentiras que servem aos vencedores da hora. Poucos se atreverão a escrever o que escrevo? E daí? Desde quando maioria, em qualquer grupo, é necessariamente sinônimo de verdade?

Por Reinaldo Azevedo

Link do original

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Reedição: O que você vai ser quando crescer?

"Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo," (Efésios. 4: 13)

Quando eu era criança ouvia esta frase de forma intensa, o que você vai ser quando crescer? e era para mim uma frase angustiante, pois eu não sabia nem mesmo o que iria fazer depois do jantar, ainda mais o que iria ser quando crescer.

Algumas possibilidades povoavam meus sonhos, como por exemplo, ser piloto da Força Aérea Brasileira, mas, depois que descobri que tinha astigmatismo decidi sonhar em ser desenhista e a lista de sonhos não parou por ai, ela foi enorme e confusa por um bom tempo.
Depois que escolhemos a nossa profissão e terminamos o nosso curso, seja ele um curso técnico ou um bacharelado em alguma área qualquer seremos eternamente taxados por essa escolha. As pessoas sempre irão se referir a nós com este pós-nome, nós deixamos de ser simplesmente nós mesmo e passaremos a ser uma profissão.

Por exemplo, seremos lembrados assim: Você conhece o fulano, aquele que é dentista, ou aquele que é médico, ou aquele que é pedreiro? Pois é, a nossa profissão será quase uma segunda pele, e em algumas casos será talvez, a sua primeira pele. Você dormirá com ela, acordará com ela e será marcado por ela até a sua morte.

Alguns dizem que não são vendedores, mas que apenas estão vendedores, mas também já ouvi amigos na faculdade brincado acerca de um determinado professor, dizendo assim: "Alguns juízes pensam que são deuses, mas este nosso professor (que era juiz) tem certeza disto." 

Existem aqueles que acham que a profissão é algo passageiro, mas para outros é o próprio significado de suas vidas. Isso é até meio trágico, penso eu.

Agora, em algumas igrejas, já vi aberrações quando alguém vai apresentar um preletor de alguma celebração e chama o irmão doutor fulano de tal ou o irmão major sicrano. Isso é um total distanciamento do que Jesus pregava, Jesus dizia que somos todos iguais na igreja e que os últimos seriam os primeiros, ou seja, em qualquer lugar pode existir esse culto aos títulos de alguém, menos da igreja de Cristo.

Eu nunca vi ninguém apresentar o irmão beltrano pedreiro, ou a irmã fulana manicure, mas se ele ou ela tiver um título qualquer, aí sim será usado como um algo a mais para validar aquela palestra ou pregação. Na igreja somos todos iguais, somos todos servos e devemos sempre pensar assim como o apóstolo Paulo, somos o menor dentre todos os outros.

Que Deus tenha misericórdia de nós mostrando-nos que não importa os títulos , o que importa é se esse alguém entende que sem Deus ele não é NINGUÉM e que somente o Espírito Santos nos capacita a sermos usados para a glória Dele e para Ele.

É claro que existem exceções, se algum irmão médico for fazer uma palestra sobre aborto, células troncos, etc, ele poderá ser apresentado como profissional da área, isso é algo racional e lógico. O ridículo é acharmos que títulos são pré-requisitos para validar uma mensagem. Também não falo dos extremos, não será a falta deles que poderão trazer eficácia a mensagem, mas sim se tivermos vida com Deus, amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio, nossas vidas falarão por nós e nossa pregação surtirá os efeitos necessários.

Sei respeitar a profissão dos meus irmãos, se algum dia eu for a algum consultório/escritório de alguém da igreja irei chamá-lo sem nenhum constrangimento de doutor ou doutora, mas na igreja gosto de chamá-los pelo nome, pois, ou somos irmãos na fé ou somos estranhos que não poderão aprofundar-se em amizade e amor, fruto da salvação a nós presenteado por Deus através de seu filho Jesus Cristo.

E para terminar, prefiro perguntar a alguém: Quem você vai ser quando crescer? Semelhante ao Varão Perfeito que é Jesus ou um homem decaído que não se parece em nada com aquele que o criou?

Devemos procurar ser como Jesus quando crescermos, esse é o nosso alvo.


Autor: Tom Alvim
Imagem: Stock.xchng