sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

O ano morre, mas a vida continua.

Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, porque naquela está o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração.
Eclesiastes 7:2

"Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete..." (Eclesiaste. 7: 2)
Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, porque naquela está o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração.
Eclesiastes 7:2

Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, porque naquela está o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração.
Eclesiastes 7:2
Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, porque naquela está o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração.
Eclesiastes 7:2
Falar de morte é sempre desconfortável, ainda mais quando se vê tão de perto a sua cara seca e o seu corpo esquálido. Falo de morte para pensar na vida. Falo de dor para lembrar do prazer e por incrível que pareça precisamos falar e refletir para acertarmos nossos rumos, mudarmos de direção e assim seguirmos em frente consciente de que estamos no melhor é único caminho que nos levará inevitavelmente a vida em abundância.

Este final de ano tive, mesmo sem querer muito, que pegar a estrada rumo ao Rio de Janeiro. Não pela minha cidade natal que apesar de sofrer as mazelas dos grandes centros não deixa de ter um lugar muito especial em minha vida, pois foi lá que tive as minhas primeiras experiências de vida e aonde cultivei amigos de infância que jamais perderão o seu lugar de honra em meu coração, mas pela violência que neste período do ano parece crescer assustadoramente nelas. Durante este percurso vi vários acidentes e alguns com vítimas fatais e esse fato deixou-me meio cabisbaixo e pensativo - acho que foram uns três ou quatro acidentes, na ida e na volta de lá.

A morte e posteriormente o luto nos faz pensarmos em nossa realidade quanto pessoa humana, nos faz entender que o salário do pecado é um preço muito alto, ou seja, é a própria morte, a tristeza, a inércia, a falência total de tudo, o silêncio incômodo que gera solidão e incerteza. Contudo, é nesse ambiente que vemos quem realmente somos e deixamos a vaidade de lado, o orgulho, a prepotência e todos os sentimentos mais mesquinhos que vem embarcado no ser humano assim que ele nasce. É um combo - box indesejado. Mas também nos faz lembrar da única morte que gera vida. A morte do Senhor Jesus que venceu a morte e que nos trouxe vida eterna com ele.

Nas festa ninguém pensa na morte e em suas consequências, e é nos banquetes que ficamos deslumbrados com as máscaras desta vida pensando apenas no supérfluo, naquilo que é momentâneo e no torpor das palavras ditas seguimos sorrindo sem pensar profundamente. Apenas queremos sentir, sem mensurar muito o que virá após a última taça de vinho. Não há reflexão, só há sensação.

Não estou falando mau das festas. Gosto muito delas e sei que no momento certo tem o seu espaço e são muito bem vindas, mas no luto os nosso olhos se abrem para o nosso destino final e se não temos Cristo, ele se torna amargo e deprimente. Se temos Cristo como salvador, apenas entendemos que precisamos proclamar o evangelho para todos antes que a morte chegue e diga que não há mais esperança. A luz se apagou, a cortina se fechou, acabou a farsa.

O ano morre, mas a vida continua - por um breve tempo apenas, então querido leitor, não corra o risco de perder a sua oportunidade de viver com Cristo. Leia a Bíblia e aceite a única verdade que pode nos conduzir a vida eterna com Deus. 

Feliz 2013!


Autor: Tom Alvim
Imagem: Stock.xchng

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