segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

De Kim Jong Li e Louco todo Estado tem um pouco


O Estado brasileiro está caminhando rumo a tentativa insana de controlar o "seu" povo, a começar pelas famílias. A malfadada lei das palmadas (PL – 7670/2010) está para ser aprovada e assim será mais um capítulo deste governo pseudo-democrático, que está no poder e irá se tornar realidade. Começaram por dizer, através do STF, o que é família contrariando visivelmente o que diz a Constituição Federal, irão aprovar esta lei, depois irão aprovar o ensino doutrinário do homossexualismo nas Escolas e seguirão em frente com sua sana louca por dizer a seus "súditos" o que devem e o que não devem fazer, afinal de contas quem somos nós para traçarmos os nossos próprios caminhos? O Estado e seus agentes é que são capazes de fazerem isso para nós. A figura do grande Pai e do deus na terra pôde ser vista a poucos dias com a morte do ditator assassino da Coréia do Norte, quando as pessoas de forma terrível choravam a morte do seu "grande" líder. É claro que elas já foram doutrinadas desde sua mais tenra idade para isso e se não o fizessem poderiam ter sofrido consequencias mais terríveis ainda. Quando vi aquela cena das pessoas chorando a morte do assassino Kim Jong Li senti um grande pesar, não pela morte dele, mas sim pelo nível de doutrinação e controle que o Estado Coreano já tem sobre o seu povo, assim como a Venezuela, a Argentina, Cuba, China e daqui a alguns anos o Brasil. Talvez não tão descaradamente como aquela Coreia, mas bem parecido.
Não estou defendendo a surra, a violência, a crueldade. Defendo e sempre defenderei aquilo que estiver escrito na bíblia sagrada, e ela diz: "Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá."(Provérbios. 23: 13). E não morre mesmo, nem ao menos ficará traumatizada, muito pelo contrário, conheço filhos que reclamam a falta de uma boa palmada na hora certa, no local certo e na intensidade certa. Já ouvi relatos sobre isso, pois a falta de uma palmada geralmente é seguido de ausência paterna ou materna e essas pessoas mostraram-se muito mais magoadas com o desinteresse de seu pais do que se tivessem sido disciplinados com a vara. É engraçado, mas a minha filha nunca precisou de umas palmadas, ela sempre demonstrou entender muito bem o que dizemos para ela e um bom castigo faz bem as vezes das palmadas, então não precisei usar a vara com ela, mas se algum dia precisar irei usar sem pensar duas vezes, mesmo que o Estado brasileiro venha a aprovar essa lei. Prefiro ir para a cadeia, do que ver meus filhos indo para o inferno. 
A própria Bíblia não incita a violência, ela nos ensina a sermos pais presentes, interessados e que amem os seus filhos, não os deixando sem rumo. Um pai que ama os seus filhos não os deixa ao léu largados a própria sorte. Por isso, pai, mãe, avô, avó ou qualquer um que tenha a obrigação de cuidar de um pequenino, não os deixe à mercê deste Estado policialesco, doutrinário de ideias marxistas, incentivador do homossexualismo e tudo de ruim que possamos pensar, encher as cabecinhas de nossos filhos com seus lixos. Quem ama se importa. Quem não ama deixa correr solto. Mais como diz o título deste post: De Kim Jong Li e Louco todo Estado tem um pouco.

* Outro texto muito bom sobre este mesmo assunto, clique aqui.

Autor: Tom Alvim
Imagem: Stock.xchng

0 COMENTÁRIOS:

Postar um comentário

Não serão aceitos comentários de cunho ofensivo, racistas, desprovido de coerência ou outros semelhantes a estes. Obrigado por seu interesse e volte sempre a este blog. Seu comentário é muito importante.