HOMENS QUE LUTAM

Nova série de artigos sobre atitudes que tornam os homens mais do que vencedores.

FAMÍLIA - O PAPEL DO HOMEM.

"Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, (Efésios. 5: 25)"

FAMÍLIA - O PAPEL DA MULHER.

"Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos. (Provérbios. 14:1)"

POEMAS - Para adoçar a vida!

Poemas que nascem no coração, cresce em nossa mente e alçam vôo em nossa imaginação.

Blog Impressões Sem Pressões

"Em meio a valores distorcidos em nossa sociedade, temos JESUS CRISTO como referencial perfeito!" (Tom Alvim).

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

HOMENS QUE LUTAM - De joelhos!


Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará” ( Tg 4:10 ).

A posição de boa base nas artes marciais é importantíssima para que um lutador possa aprender ou continuar a desenvolver novas técnicas de defesa e de ataque. Para o homem que defende o seu lar parte-se de uma outra posição: a posição de joelhos. 

Para muitos uma posição de humilhação, para outros uma posição de submissão, para a Bíblia o início do quebrantamento. 

Aquele que é quebrado pode ser restaurado e saberá de onde vem a Força que o levará à vitória. O treinamento é diário, árduo e ininterrupto, não há pausas para descanso e a cada momento nós somos colocados à prova para que possamos melhorar as técnicas de reconstrução do nosso caráter e para que enfim sejamos cada vez mais parecidos com o nosso Amado Mestre Jesus Cristo.

Aquele que ousa se levantar corre o risco de começar a pensar que pode vencer sozinho. Pode também pensar que é maior do que realmente é, acreditando nas vozes que ressoam mundo afora gritando para os desavisados apoiarem-se em suas próprias forças e que o Mestre é apenas um mero detalhe neste ambiente complexo. Na verdade o homem não é forte o suficientes para vencer as lutas diárias.

Lutar de joelhos, nos remete ao campo de batalha onde já somos vitoriosos, destruindo toda a falácia mundana que diz que alguém pode ser vencedor sem ter Deus à sua frente. 

Portanto, ouçamos a voz do nosso Mestre e de joelhos lutemos as lutas que nos forem propostas, crescendo rumo à perfeição.


Autor: Tom Alvim
Imagem: Google


quarta-feira, 14 de setembro de 2016

A trajetória do indivíduo

"Este livro conta a história de um personagem atormentado por vozes que gritam dentro dele. Inesperadamente, nosso personagem inicia sua trajetória em busca de respostas sobre as vozes e as personalidades internas que oprimem sua vida. Durante a trajetória, ele encontra novos personagens que apresentam para ele seus discursos e tentam convencê-lo de suas verdades. Contudo, a angústia do nosso personagem principal só aumenta conforme ouve outros discursos e ideias. Mas quem (ou o quê), na verdade, é o nosso personagem? Conseguirá explicação para sua alma atormentada? E o que o aguarda no fim dessa jornada?"  (Amazon.com.br)

Dê o seu apoio adquirindo este livro e divulgando-o nas suas redes sociais e listas de e-mail!

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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

HOMENS QUE LUTAM


"Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos." Salmos 119:105.
 
A figura  do homem pós-moderno é confusa e indefinida, o que embaça aquilo que ele realmente deveria ser. Contudo, existe algo que todos concordam; o ser humano, independente do seu sexo, irá passar por diversas lutas durante a sua vida. Foi assim no passado, será assim enquanto Cristo não retornar para buscar a sua igreja. Mas no passado as lutas eram mais físicas, no combate corpo à corpo para conquistar territórios ou estabelecer domínios. Hoje, as lutas físicas também acontecem, mas as lutas psicológicas que acontecem apenas no interior do homem são mais frequentes do que podemos imaginar. Elas estão no psiquê humano e por isso mais difíceis de lidar.

Lutas diárias afligem o homem que deveria ser um verdadeiro guerreiro que defende o seu território e esse seria o seu lar, a sua família ou até mesmos os mais vulneráveis que estivessem próximo a ele. Mas até mesmo esse conceito de lar e família está sendo destruído para que uma nova mentalidade seja implantada no meio da sociedade. 

Homens que lutam batalhas que nem mesmo sabem o que são, confusos, doutrinados e humilhados. Essa é a figura patética que o politicamente-correto tem apresentado ao mundo e colocado diante de inimigos maiores e mais fortes do que eles.

No livro "A arte da guerra" o general Sun Tzu disse a célebre frase: "Conheces teu inimigo e conhece-te a ti mesmo", para que se possa sair vitorioso e é nesse ponto que o homem já começa muito mal por não conhecer aquilo que o atormentará até o final de sua jornada por aqui. Essa é uma estratégia de guerra que se levada a sério poderá salvar a vida de muitos, salvar o casamento de muitos, forjar novos homens de verdade para que o mundo seja um lugar habitado por guerreiros viris e côncios de seus deveres.

A bíblia sagrada nos ilumina o caminho por excelência - JESUS CRISTO que é o varão perfeito para nos conduzir rumo à vitória. 

Autor: Tom Alvim
Imagem: Google

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

O fim de uma era


Um céu enevoado pairava sobre Brasília nas primeiras horas do dia 31 de agosto de 2016. Nada daqueles dias ensolarados que douram o cerrado: apenas a atmosfera sufocante e seca que traduzia as horas. Debaixo daquele céu, uma Esplanada deserta, melancólica, de ressaca antecipada. Sim, um dia histórico e de reflexão – exceto para o ativismo das redes sociais, onde o clima de terceira guerra mundial continuava de vento em popa.

Pouco depois das 11 horas, o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, iniciou a sessão do julgamento de Dilma Rousseff. Às 13h35, tudo estava consumado. Não era apenas o fim do governo Dilma. Chegava ao fim uma era que expôs com toda crueza nossa infantilidade brasileira, nosso despreparo perante os embates da vida, nossa dificuldade em debater com maturidade as questões essenciais da nação.

Não vou atribuir todos os males desta terra ao PT, já que nossa história e ethos nos mostram que malandragem, jeitinho, corrupção e populismo têm lugar garantido desde priscas eras. Entretanto, é inegável que a era petista ampliou o ódio e estimulou algumas práticas que hoje estão plenamente incorporadas ao modo de agir brasileiro. Somadas ao caráter natural de parte da população e ao advento das redes sociais, constituíram um pacote explosivo que resulta na atual face da nossa sociedade.

Nos últimos anos, fomos envenenados. Não foi abrupto, com a boca sendo aberta à força e o cálice tóxico derramado goela abaixo. Não, nada disso. Foi um envenenamento gradual – a cada dia uma gota amarga e cumulativa sendo oferecida com um sorriso nos lábios. Aos poucos o organismo desta pobre Nação recebeu, sem resistência, as gotículas que se converteram no oceano de raiva mal contida que agora nos ameaça. E quando nos demos conta, lá estávamos nós, ventre inchado de ódios, vomitando a mágoa que nos encharcava as vísceras e saía boca afora, violenta e feia.

Atordoados pelo veneno, feridos pelas marcas de um passado ditatorial recente que nos apavorava, muitos acreditaram nas ilusões que viam. E reverenciaram salvadores da pátria que tinham como único objeto de adoração o seu próprio projeto de poder. Nossa gente tão crédula abraçou os discursos demagógicos, os corruptos em pele de cordeiro, os exploradores da pobreza e os que, espertamente, os insuflavam a se odiarem mutuamente.

O modo de agir era sempre o mesmo: pegava-se um problema social pré-existente e, em vez de concentrar esforços em mecanismos positivos para eliminá-lo, açulava-se os brasileiros uns contra os outros. Em vez da educação que liberta, de ações positivas, do incentivo ao respeito mútuo, o país mergulhou na era da vingança induzida pelo debate superficial  e por sofisticadas técnicas de marketing. Curiosamente, a prática contraria uma das mais famosas frases de um ídolo das esquerdas, o pedagogo Paulo Freire: “Quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser o opressor”.  Não deu outra: os oprimidos adoraram inverter os lugares.

E foi assim que causas nobres e dignas de atenção – como combate ao racismo, à pobreza, ao preconceito contra homossexuais e a violência contra as mulheres –  tornou-se propriedade exclusiva de um grupo instalado no poder. Aos petistas e seus mais próximos aliados cabia o monopólio da indignação com qualquer problema de natureza social. Souberam manipular muito bem as mentes mais imaturas, dando a elas a sensação de que agora tinham voz e armas para lutar contra a opressão. Não é muito diferente das estratégias de colonização de cérebros utilizada pelo Estado Islâmico. Só mudam os resultados práticos. Quer transformar alguém num homem/mulher bomba real ou virtual? Convença-o que ele é vítima de um sistema, dê-lhe inimigos, faça-o concentrar seu ódio em um alvo específico, assegure a ele que está do lado certo e que suas estratégias – mesmo as mais estapafúrdias – são a maneira adequada de “lutar”.

O  envenenamento de almas converteu os incautos em uma espécie de Peter Pan malcriado que adora expressar, de forma teatral, sua raiva e frustração. Simultaneamente desaprendemos os fundamentos da vida adulta, como o fato de que o sucesso é fruto de esforço, tempo e dedicação; que não há almoço grátis e que o Estado não é uma vaca de miraculosas tetas de onde brotam cédulas e moedas. Para essas mentes infantis, caiu perfeitamente bem um governo que se apresentava como o grande dizimador das desigualdades mediante atos mágicos, escorados em slogans criativos. Seduzidos por memes e frases de efeito repetidos à exaustão, provocações pueris e gestos afetados, tornaram-se instrumentos dóceis de seus manipuladores. Sem jamais se dar conta de que são meros peões de um jogo muito complexo, milionário e perigoso.

Pensar tornou-se dispensável: as opiniões surgiam, prontinhas, no feed de notícias. Bastava curtir e reproduzir. Atos midiáticos tornaram-se um clássico instantâneo. A luta feminista agora tem como símbolos máximos um rastro de menstruação escorrendo pelas pernas, mamas desnudas e sovacos cabeludos exibidos como troféus – sem falar nos relatos rocambolescos que tomam as redes sociais e protestos simplistas contra cartazes de filmes de super herói. Sinceramente, só consigo ver isso como demonstração de rebeldia adolescente. Educar pela reflexão e exemplo ou trabalhar voluntariamente em instituições voltadas para dar suporte a mulheres vítimas de violência talvez não seja algo tão espetacular para colocar no Facebook. Além de que tudo isso consome muitas horas que se pode passar tentando arrumar curtidas e viralização nas redes sociais, não?

E o racismo? Reduziu-se a mantras do tipo “a casa grande surta quando a senzala aprende a ler”, que soa fortemente provocativa e atinge, indiscriminadamente, aos preconceituosos e aos que apoiam a causa embora não sejam diretamente afetados. Suspeito que Martin Luther King discordaria dessa abordagem tosca. Sem a tal educação libertadora, o que temos para hoje é um pessoal que adora se tornar opressor, repito. Foi o caso daqueles que ofenderam um rapaz branco (ó crime!) por haver cometido o pecado de “apropriação cultural” ao usar dreadlocks. 

Os exageros da militância infantilizada causaram sérios danos a todas essas causas que merecem atenção. Despertaram antipatia e empurraram muita gente boa direto para os braços de políticos rudes e gurus falastrões, vaidosos e sem o menor bom senso, cuja única vantagem é ter uma suposta coragem de combater os excessos do politicamente correto. Sim, estou dizendo a todos esses guerreiros da justiça social que eles mesmos ajudaram a turbinar os seguidores fanáticos de seus adversários. É o preço que se paga por optar pelo caminho da superficialidade.

No Brasil de hoje já quase não há espaço para o caminho do meio, para os que pensam com calma. É a era dos extremos, na qual se cola na testa alheia, com facilidade e quase displicência, rótulos de todo tipo: reacionário, progressista, retrógrado, opressor, macho indócil, feminazi, coxinhas, petralhas, etc. A criatividade é imensa; a maturidade, não.

Simultaneamente, perdemos nesta terra a delicadeza do gesto, a elegância da expressão, o respeito à opinião diferente e a arte de argumentar. Nas redes sociais, tornou-se cada vez mais natural cuspir na face alheia os mais cabeludos palavrões e as mais duras agressões. Aos poucos, a Nação trouxe para a vida real as escarradas virtuais, a impaciência generalizada e esse ódio cada vez mais onipresente.

Hoje somos um país de crianças mimadas e mal-educadas, que reagem com histeria à menor contrariedade. Infantes desacostumados ao que dá estofo às civilizações: estudo, trabalho, altos valores.

Desaparece dentre nós o hábito da leitura mais longa. Qualquer texto de mais de cinco linhas torna-se “textão” e gera a inevitável e quase elogiada preguiça. Preguiça que, aliás, também se tem diante do exame da argumentação alheia. Tudo é cansativo. Sem o hábito da leitura, do estudo sério e da reflexão, torna-se compreensível a adesão ávida às armadilhas da falsa retórica.

Ah, pátria minha, que compaixão me toma ao pensar em ti. Uma terra tão rica, cuja fertilidade Pero Vaz atestou logo na chegada: em se plantando, tudo dá… Aqui está a maior jazida mineral do planeta, opulentos mananciais de água doce, biomas extraordinários, clima ameno, cenários de sonho. O que nos falta para ser grandes? Maturidade. Apenas maturidade em vários aspectos.
Maturidade para entender que não é o rótulo de “direita” ou “esquerda” que dá salvo conduto moral e atestado de bons sentimentos.
Maturidade para escolher governantes sem paixão cega.

Maturidade para retirá-los do poder quando violarem a ética ou malbaratarem os bens públicos. Sem traumas, sem guerras civis, sem a morte das amizades.
Maturidade para aceitar as regras do jogo democrático quando elas se voltarem contra interesses e desejos pessoais.

Maturidade para compreender que, no grande jogo político, há profundas manipulações mas cabe a cada um de nós, votantes, a decisão de não ser marionetes de interesses inconfessáveis. E este é um poder imenso.
Maturidade para aprender a respeitar regras e leis.
Maturidade para entender que são valores essenciais de uma nação o trabalho árduo, a boa educação e a honestidade.

Maturidade para compreender que a excelência deve ser buscada em grandes obras e pequenos detalhes. Sempre.
Maturidade para tirar os olhos exclusivamente do umbigo e saber colaborar para o bem comum, evitando sobrecarregar o organismo social. E isso vai de lixo jogado na rua à corrupção nas altas esferas.
Maturidade para entender o mais que óbvio: no Brasil tudo está por fazer e cada um tem um papel decisivo nessa tarefa.

Sei que tudo isso soa como utopia e até platitude, mas ainda cultivo na alma uma grande esperança: a de que essa época de ódios acabe por cansar a nossa gente. Que seja como aqueles relacionamentos tumultuados, que se consomem de intensa paixão por alguns meses e depois se deixam aquietar, vencidos pela intensidade dos sentimentos que ninguém é capaz de suportar por longo tempo.
Que venha esse tempo de calmaria, onde se reaprenderá a viver de verdade.

Autora: Sonia Zaghetto
Imagem: John William Waterhouse (1849-1917), Miranda—The Tempest. 1916.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

TRISTE IRREALIDADE


"Tenho visto tudo o que é feito debaixo do sol; tudo é inútil, é correr atrás do vento! Eclesiastes 1:14"
Uma coisa que sempre gostei de fazer, foi de ler bons livros e assistir a bons filmes de aventura e de ação e esses costumes me transportaram para mundos diferentes, cheios de emoções indescritíveis, contudo isso jamais colocou a minha vida em risco, muito pelo contrário, a leitura me ajudou muito a crescer em conhecimento e os bons filmes também. Ao fechar um livro ou se encerrar um filme, sei em que mundo estou e em segurança mantenho os meus pés caminhando pela estrada da vida real.

Essa imaginação geralmente nos apresenta a seu primo mais próximo, a criatividade e assim, de passo em passo podemos, quem sabe criar algo novo ou até mesmo ter aquela "sacada" genial que vai nos render bons dividendos. Conheço gente assim, que vê oportunidade aonde outros não enchergariam nada, mas posso garantir uma coisa, essas pessoas não vivem perdendo tempo correndo atrás do vento. Elas correm atrás das oportunidades.

Mas, essa geração perdida no mundo virtual, tem descido cada vez mais ao fundo do poço em busca da última novidade e assim, de buraco em buraco vão se embrenhando no meio do esgoto para caçarem aquilo que não existe.

A busca de algo no meio do nada é o resumo dos dias atuais e é o retrato fiel daqueles que abandonaram a Deus e vagam perdidos mundo afora morrendo e matando o seu precioso tempo.

Enquanto essa geração corrupta continuar a se distanciar de Deus, continuará também a se aproximar cada vez mais daquilo que nem ao menos existe: POKÉMON GO! Triste realidade, ou seria irrealidade?

Autor: Tom Alvim
Imagem: Google

sábado, 6 de agosto de 2016

SÍMBOLO DA PAZ?






Assim como mentiras do tipo; CASAL gay, todos somos iguais perante a lei (e institui-se cotas para negros), etc, não poderia ser diferente as mensagens que foram passadas na abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. O tal do "símbolo da paz" na verdade é um símbolo contra o cristianismo, a religião mais perseguida na atualidade. Milhões de cristãos estão sendo perseguidos e mortos mundo afora e os organizadores dos Jogos usam um símbolo anti-cristão para pregar a paz. Que paz é essa?

Segundo o site O Peregrino Cristão: A cruz de Nero "É usada pelos satanistas e pelo movimento de Nova Era. A haste quebrada para baixo representava a princípio a derrota do Cristianismo. Na Idade Média, passou a ser vinculada com Satanás. No final da década de 50 o ateu britânico Bertrand Russel, a adotou como símbolo da paz, sendo também usada com esta finalidade pelos movimentos hipies na década de 60. Hoje é usada por grupos de rock, heavy metal e black metal."

"As portas do inferno não prevalecerão contra a igreja de Cristo (Mateus. 16: 18)".

Cuidado com as mensagens que são passadas como se fossem boas e para fins pacíficos, temos que ficar sempre com "a pulga atrás da orelha" quando o assunto é doutrinação das massas.

A Paz de Cristo é a única esperança para este mundo decaído, sem ela qualquer outra "paz" será mero paleativo, pregando uma coisa quando na verdade quer dizer outra.

Autor: Tom Alvim
Imagens: Google e site O Peregrino Cristão

terça-feira, 2 de agosto de 2016

CASAL GAY?

Se é gay, não é casal e se é casal, não é gay...simples assim!

Pode ser uma dupla gay ou parceiros gays, mas nunca CASAIS GAYS.

Homem + Mulher = Casal;
Homem + Homem = Dupla;
Mulher + Mulher = Dupla.

Nunca ouvi ninguém em sua sã consciência dizer que tem um casal de filhos ou um casal de filhas.

Essa mentira foi implantada nas pessoas que repetem dioturnamente sem questionarem o profundo erro de semântica e assim como conseguiram fazer dessa frase uma verdade, também conseguiram introjetar no meio da sociedade moderna um monte de outras mentiras que hoje estão travestidas de verdades.

E antes que venham querer me acusar de homofobia somente porque vi o óbvio, digo que esse comentário não é incitação à violência contra ninguém, nem contra homessexuais e nem contra heterossexuais, é apenas uma observação, repito: do ÓBVIO!

Autor: Tom Alvim

sábado, 30 de julho de 2016

A PALAVRA NÃO ESCRITA


Tenho a honra de postar neste blog o livro de poesias, recém lançado, de um amigo e irmão em Cristo que conheci, por estas bandas, quando comecei a aventurar-me pelo mundo da escrita em blogs. 

Não irei querer descrevê-lo, pois não tenho profundidade poética para isso e até porque já existe um excelente prefácio na própria obra que retrata muito bem quem é o autor. Fica aqui a dica para quem gosta de poesias. Eu gosto! 

Sente-se em um lugar tranquilo e aproveite a leitura.

  • Para ler online ou realizar o download pelo site SlideShare, CLIQUE AQUI.
  • Para ler online ou realizar o download pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.
  • Para baixar o livro pelo site 4Shared, CIQUE AQUI.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

VIDA COM DEUS; SÓ NA COZINHA!


Desde que vim morar em Minas Gerais aprendi uma coisa muito gostosa: É na cozinha que o mineiro gosta de ficar e de encontrar os amigos

É na cozinha, principalmente no interior, que as famílias se reúnem ao redor de um fogão à lenha e jogam conversa fora sem pressa. 

Isso me faz pensar que se queremos ter um relacionamento verdadeiro com Deus, devemos nos encontrar com Ele na "cozinha" de nossa casa interior. Orando, jejuando, lendo a Bíblia Sagrada o maior tempo possível. Não há como crescer em espírito sem ter esse tempo prazeroso com o divino, e se colocarmos outras coisas na frente disso não iremos ter vida com Deus. Não se engane!

Quanto mais tempo gastamos no Facebook, no WhatsApp, nas mídias sociais, jogando video-games ou perdendo nossas vidas em intermináveis horas na frente de um aparelho de televisão, jamais teremos intimidade com o Pai, e isso é algo lógico. 

Quem quer conhecer outra pessoa se não convive com ela? 

Com Deus não é diferente.

Quer ter vida com Deus? Chame-o para a sua "cozinha". Lá no interior de seu coração.

Autor: Tom Alvim.
Imagem: Google

segunda-feira, 18 de julho de 2016

DEUS SEMPRE NOS RESERVA O MELHOR


Por incrível que pareça as pressões na vida podem nos fazer crescer e nos tornar pessoas mais aptas a resolver novos problemas, ou potencializar habilidades que nem sabíamos que possuíamos.

Isso me fez lembrar de um fato que ocorreu comigo quando ainda era um adolescente lá no Rio de Janeiro. Estava participando de um evento anual na "Cidade das crianças", uma entidade Batista, se não me engano, que cuidava na época de órfãos.

Nesse encontro havia campeonatos de diversas modalidades esportivas e mesmo não sendo um atleta, sempre gostava de participar e estar junto dos amigos. Contudo, naquele dia, fiquei no time reserva e no treino com o time oficial da igreja fiz 3 golaços. Um gol por baixo das pernas do goleiro, outro de voleio e o último olímpico.

Foi muito engraçado ver os garotos que haviam me deixado no time reserva chamando-me para passar para o time principal. Aceitei de pronto e curti bastante aquele campeonato amador, mesmo não tendo repetido a façanha novamente.

Diante dos times reservas da vida, Deus pode estar nos reservando uma passagem para o time principal. Basta que fiquemos atentos e aproveitemos o jogo.


Autor: Tom Alvim
Imagem: futpopclub.com

sábado, 16 de julho de 2016

TERRORISMO E OS FUGITIVOS DO ESTADO ISLÃMICO - FRANÇA

Terrorismo e os fugitivos do Estado Islâmico

Carlos Eduardo Schaffer (Correspondente – Áustria)
Atentado perpetrado pelo terrorismo islâmico em Nice (14-7-16)
O problema dos fugitivos das atrocidades do Estado Islâmico e dos atentados terroristas, sobretudo o atentado perpetrado ontem em Nice (França) ocupa hoje boa parte do noticiário nos jornais do mundo inteiro.
O sonho de uma Europa sem fronteiras internas vai encontrando dificuldades cada vez maiores. Elas começam novamente a se fechar, como meio de controlar a procedência e o destino dos que entram, bem como sua autossuficiência, a própria e a de suas famílias. É um fato o Islã estar enviando um grande número de muçulmanos para a Europa com vistas a conquistá-la através de uma “invasão pacífica”, diferente das anteriores, de 1524 e de 1683, quando o Islã foi derrotado no campo de batalha.
Além do grave problema da concessão de abrigo provisório, emprego, alimentação, vestuário e assistência médica às dezenas de milhares de pessoas que chegam continuamente, entre as quais há idosos e crianças, põe-se a questão de encontrar uma solução de moradia definitiva para essas pessoas. 
Deve-se considerá-las como imigrantes, ou como fugitivos que desejariam voltar para suas casas tão logo os problemas que causaram sua evasão estiverem resolvidos?
Provavelmente a maioria dos refugiados preferirá permanecer na Europa a voltar para suas regiões, sempre ameaçadas por novas violências dos muçulmanos radicais.
Causa espanto a atitude das nações ocidentais, que não cogitam na solução mais simples para todos esses problemas: neutralizar o “Estado Islâmico”.
Tal solução valeria para todos os envolvidos no conflito, tanto países quanto pessoas. Ela seria mais simples e menos onerosa, e provavelmente, a que salvaria mais vidas, embora não seja tão simples como à primeira vista possa parecer.
Evidentemente não se acaba com movimentos terroristas simplesmente derrotando-os no campo de batalha e tirando-lhes as armas. Eles se reorganizarão, encontrarão meios de adquirir novas armas e recomeçarão a luta.
É preciso tirar-lhes aquilo que é insubstituível: seus combatentes. E isto só se conseguirá por meio de uma campanha de esclarecimento das populações onde o Estado Islâmico faz seu recrutamento.
É verdade que é fácil dizer, mas difícil de executar, por tratar-se do tipo de luta mais complexo de ser travada: a luta no campo religioso e ideológico.
Mas não vejo outra opção.
Os governos da Europa estão dormindo sobre uma bomba relógio que tem prazo marcado para explodir: será quando o Islã sentir-se suficientemente forte para vencer uma guerra civil dentro do continente europeu. Isto, que pode parecer agora produto de uma imaginação fértil, afigura-se-me como a única explicação para esta invasão metódica e paciente que está efetuada.
A Hungria, numa atitude muito compreensiva, marcou para o dia 2 de outubro próximo a realização de um plebiscito no qual perguntará à população: se ela está de acordo que a União Europeia estipule o número de imigrantes que o país deve aceitar.
Creio que poucos admitiriam a hipótese de o povo húngaro permitir que esse problema seja decidido por Bruxelas. Certamente o objetivo de tal governo é apenas deixar Bruxelas sem porta de saída para um gigantesco e muito compreensivo NÃO da Hungria.
Milhares de muçulmanos entram diariamente na Europa pela Itália, Síria, pelos Bálcãs, por onde podem. Até a Amnesty International, entidade de tendências esquerdistas bem conhecidas, estampa artigo referente ao fluxo de “imigrantes” com o seguinte título: “Não corremos o perigo de permitir que terroristas entrem em nossos países?” (https://www.amnesty.at/de/menschenrecht-qa3)
Este é verdadeiramente o grande perigo. O Islã não desistiu de seu objetivo último: conquistar a Europa e torná-la um continente islâmico.
A entrada em massa de muçulmanos na Europa — mesmo que não seja de terroristas ou de pessoas que desejem explicitamente implantar a religião de Maomé — acaba, ainda que involuntariamente, colaborando para esse fim. Isto porque seu modo de ser, trajar, com sua culinária, seus lugares de culto etc., influirão para criar a impressão: o Islã é uma força irresistível que veio para ficar.
Se a própria Igreja Católica não estivesse passando por uma terrível crise, poder-se-ia esperar o desenvolvimento de um intenso trabalho para a conversão desses muçulmanos. Mas, infelizmente, deste lado não se pode esperar a solução, do problema.
A Carta de São Paulo aos Coríntios (9,16) contém a seguinte frase: “Anunciar o Evangelho não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe. Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho!”
Isto se aplica a todos os católicos. Devemos aproveitar todas as oportunidades para fazer apostolado com aqueles que nos são próximos.
Se esse espírito for difundido entre os católicos, e especialmente no ambiente do clero, então poderemos esperar uma solução para o grave problema decorrente da invasão islâmica.
Do contrário, a Europa deixará de ser, dentro de certo tempo, um continente cristão.
(*) Carlos Eduardo schaffer é jornalista e colaborador da Abim
Fonte: Abim

domingo, 10 de julho de 2016

TÁTICAS FEMINISTAS




Vídeo: YouTube

sexta-feira, 3 de junho de 2016

terça-feira, 24 de maio de 2016

Ana Hickmann está viva graças às coragem e virilidade de um homem que reagiu


“Nunca reaja”, dizem os pacifistas que mais parecem amigos dos bandidos. Até mesmo especialistas em segurança e policiais, às vezes, embarcam nessa. A cultura do ‘nunca reagir’ está espalhada pelo país, tomou conta de todos. Mas é a cultura da covardia, da negligência, que serve apenas para intensificar a ousadia dos marginais, como o especialista em segurança pública, Bene Barbosa, não cansa de dizer.

O caso da tentativa de assassinato da modelo Ana Hickmann mostrou que não é bem assim. Se ela está viva hoje, isso se deve ao fato de que seu cunhado reagiu, partiu para a cima do maluco que certamente iria matá-la e a todos no recinto.
Flavio Morgenstern escreveu verdadeiro tratado filosófico tendo como base o ocorrido. Recomendo a todos os interessados em mais profundidade a leitura na íntegra, pois versa sobre o mal, sobre as ideologias que o justificam ou alimentam, sobre a cultura da covardia e sobre a necessidade da virilidade, da Fortaleza. Após o longo arrazoado, ele conclui:

Ana Hickmann teve sua vida salva graças ao contrário do que prega toda a nossa sociedade, de cabo a rabo. Tudo aquilo que é chamado de atrasado, ultrapassado, opressor e, claro, “intolerante” e “fascista” foi o que garantiu que ela hoje respirasse.
Raríssimos são os que têm coragem de falar abertamente em masculinidade hoje (como o blog The Art Of Manliness), já que a pecha de “machista” é imediata e sempre aceita, como se o cavalheirismo e a proteção fossem o mesmo que espancar a mulher, os filhos, os gays e qualquer pessoa frágil, e não justamente o contrário. Explicar que apenas se defende a força como necessária para a proteção da maioria é um dos tabus supremos da modernidade. Uma rápida visita pelas palavras de G. K. Chesterton e tantos outros aristocratas ingleses, com sua doçura, rigor e asseio tão masculinos, mostraria outro mundo a quem crê nas ideologias contemporâneas.
Não é preciso concordar com visões de mundo religiosas e nem tampouco considerar aqueles que preferem um modo de vida com muito maior fragilidade como cidadãos menores (o que todos nós somos em alguma, ou várias, medidas), mas de entender por que visões de mundo que soam tão ásperas aos ouvidos da modernidade ainda têm sua importância e poderiam muito bem dialogar com quem se julga” racional”.
Ana Hickmann está aí, literalmente, para provar a importância da masculinidade e da Fortaleza que leva até o auto-sacrifício.

Outro dia, em conversa com amigos, surgiu o seguinte dilema: e se um brutamontes resolver mexer com sua mulher, o que fazer? A resposta, claro, passa pela definição de “mexer”. Palavras? Olhares? Isso é uma coisa, e o melhor talvez seja ir embora dali. Mas e se mexer significar meter a mão na bunda dela na sua frente? Existe um limite que, se ultrapassado, não deixa alternativa além de reagir. Mesmo que isso signifique um grande sacrifício para o indivíduo, um nariz quebrado, uma internação hospitalar.
A alternativa é humilhante demais, degradante demais, e fere de morte aquilo que entendemos como masculinidade. Infelizmente, o conceito anda “ultrapassado”, obsoleto, e alguns presentes disseram que não importa o ato praticado pelo brutamontes, o certo, o racional, é partir e evitar a dor. Evita-se a dor física, talvez, mas e a dor da alma? E a perda da admiração da mulher?

À exceção das feministas, a maioria quer sim um homem que a proteja. Uma das amigas presentes foi sincera ao admitir. No fundo, até as feministas querem. Como diz Pondé, a admiração pela “sensibilidade” masculina não dura até a página três…
Voltando ao caso de Ana Hickmann, não só o heroísmo do homem presente a salvou, refutando a tese do “nunca reaja”, como fica claro que o problema não é a arma em si, e sim quem a possui. A mesma arma que pode matar um inocente serve para impedir a morte de muitos inocentes. Legítima-defesa. É o óbvio, mas como ele tem sido ignorado! Alexandre Borges comparou o caso com o da mulher de Polanski:

Esta é Sharon Tate, uma das mulheres mais bonitas da história do cinema.

Ela foi brutalmente assassinada em 1969 com oito meses de gravidez, aos 26 anos, pelos tarados da família Manson, nome do grupo de hippies seguidores de Charles Manson que passavam o dia se drogando, fazendo orgias e cometendo roubos e assassinatos, aquilo que hoje alguns chamam de “movimento social” ou “coletivo”. Sharon Tate esperava um filho de Roman Polanski.
É realmente uma pena que Sharon Tate não estivesse usando as armas que aparecem nesta foto quando os seguidores de Charles Manson invadiram sua casa ou ela e seu filho teriam alguma chance de sobreviver.
Ana Hickmann teve uma sorte diferente: foi protegida por seu cunhado Gustavo Correa que tomou a arma do agressor e ela não sofreu um único arranhão. O que fez a diferença? A arma na mão de uma pessoa de bem defendendo seu ente querido contra um criminoso.
Armas nas mãos certas salvam vidas. É óbvio, mas não custa lembrar.
– Em apenas cinco minutos, tudo que você precisa saber sobre armas: “Disparado em Primeiro” https://youtu.be/sKc10A4c028

Armas não matam; pessoas matam. E contra essas pessoas armadas que querem matar inocentes, nada como um homem igualmente armado ou capaz de enfrentar o perigo para defender os demais. Foi isso que salvou Ana Hickmann. É isso que as feministas tanto atacam e condenam.

sábado, 14 de maio de 2016

QUEM SABE?


Precisamos de pessoas como o Marcel Van Hattem, para dar uma lufada de ar fresco neste ambiente viciado da política brasileira que está aí...Quem sabe?


Imagem: Google
Vídeo: YouTube

domingo, 8 de maio de 2016

domingo, 24 de abril de 2016

A CARA DO BRASIL - QUEDA DA CICLOVIA


A cara do Brasil retratada na queda de um monumento à incompetência, mesclada com irresponsabilidade e escárnio.

Uma obra que custou aos cofres públicos R$ 45 milhões de reais e mostrou ao mundo inteiro como são feitas as coisas por estas bandas. Depois de aproximadamente três meses uma parte da estrutura foi derrubada pela forças das ondas, mas antes de mais nada pela própria fragilidade demonstrada em si mesma.

Como um projeto destes foi aprovado? Qualquer leigo poderia ver o quão perigoso ele era. Não existem rotas de fuga, não existem acessos alternativos e a estrutura foi construída margeando a avenida Niemeyer, ou seja, de um lado um precipicio e do outro o mar. Com uma pista fina, apoiada em pilastras que visualmente não oferecem segurança nenhuma, parapeitos baixos  e as ondas e ventos batendo logo abaixo. Está aí uma fórmula para a tragédia.

Quem foi o irresponsável que aprovou esse projeto?

Não dá para acreditar que alguém tenha feito isso.

E com todo o respeito as vítimas e suas famílias, creio que se aventurar em uma "coisa" dessas é quase um ato de suicídio. Vejam bem, não quero culpar as vítimas, pois elas devem ter acreditado que uma obra feita a pouco tempo tivesse segurança, senão com certeza não teriam entrado naquele corredor da morte, mas no Brasil é difícil acreditar que nossas vidas estão seguras quando se trata de responsabilidade isenta. Temos sempre que ficar com um pé atrás quando pensamos nisso. 

Repito: R$45 milhões jogados fora e se estivessemos em um país de verdade, essa obra iria ser demolida e a empresa deveria refazer o projeto para a sociedade. Um projeto com segurança e solidez, é o que necessita ser feito, em um lugar como esse trecho das encostas do Rio de Janeiro.

A cara do Brasil em um estado Chulé como o Rio de Janeiro.

Antes de mais nada, sou carioca e sei muito bem o que estou falando.

Autor: Tom Alvim
Imagem: Site da Veja

quarta-feira, 20 de abril de 2016

BOLSONARO E O JOGO DURO DE SE VER


Eu e a minha família ficamos até bem tarde da noite de domingo assistindo a votação na Câmara dos Deputados em Brasília. Para nós o que estava em jogo era "lavar a alma" vendo um desgoverno que está querendo implantar a todo o custo uma ditadura comunista no Brasil sendo desmoralizado e apanhando feio dentro da democracia, o placar foi mais do que 7 a 1, foi 367 a 137.

Voto a voto, nós parecíamos torcedores em um estádio de futebol comemorando os gols do seu time do coração. 

Nesse jogo democrático muitos jogadores estavam lá somente pelo dinheiro, outros apenas para cumprir tabela e outros para chutar a canela do adversário e depois dizer que tudo foi "intriga da oposição". 

Então, entra em campo o meu jogador preferido, daqueles que vão até o seu oponente e gritam palavras que a maioria tem medo de gritar, porque o politicamente correto os impede, mas esse jogador não tem medo, ele encara o adversário e diz o que todos queriam dizer, mas nem todos tem coragem. Contudo, nesta noite em especial, ele "pisou na bola" foi trazer à tona uma personagem controversa chamada Coronel Ustra, mesmo sendo um direito dele, não deveria, pois o outro lado estava gravando cada palavra, cada gesto, cada olhar de soslaio, cada "- Pelo meu pai, - pela minha mãe, - pelo meu papagaio, - pelos poderes de grayskull, etc, etc!". Este jogador que pretende nas próximas eleições se candidatar a treinador (Presidente), deveria ser mais maduro, pensar melhor e usar o domínio próprio a seu favor, pois mesmo falando o que quer, vai acabar colhendo o que não quer. 

Reitero, nada foi provado contra o Coronel Ustra, existem somente acusações vazias feitas pela tal "Comissão da inverdade", e a esquerda brasileira se apoderou deste militar já falecido, para ter o seu objeto preferido, os maus contra os bons, sendo que todos os que pensam diferente deles, são naturalmente os maus. O eterno jogo do eles contra nós, dos brancos contras os negros, dos pobres contra os ricos, da elite branca contra o povo mestiço, etc, continua sendo jogado (mesmo que sejam em sua maioria, ricos e "brancos") e a tática é a seguinte: "Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade (Joseph Goebbels)". Veja bem, não estou defendendo este militar por simplesmente não ter motivos para defendê-lo e nem tampouco acusá-lo, estou apenas dizendo que o Bolsonaro tem que saber jogar esse jogo ou vai tomar muitas caneladas do adversário e vai perder feio. Ele não está lidando com amadores, não está jogando uma pelada no campinho do bairro, são profissionais da mentira e da morte. O Bolsonaro precisa saber que esses sujeitos irão continuar exaltando, Che Guevara, Carlos Lamarca, Olga e Marighella (como foi feito naquela noite de domingo) sem que NINGUÉM se levante contra. Haja vista, a imprensa brasileira quase que completa está doutrinada pelo esquerdismo e muitos nem saberem que estão, apenas repetem o que ouviram de seus professores nas universidades e seus editores-chefes sem questionarem nada. Afinal de contas, o que importa é a bola rolando e os seus nomes sendo escalados para outros jogos, mesmo que isto signifique vender o seu passe por qualquer quantia.

Resumo do jogo: Os esquerdistas podem exaltar a qualquer um, facínoras ou não, mas os "outros" não podem trazer ao campo ninguém que já tenha sido pego no doping forjado,  mesmo sem provas disso.

Mesmo assim o jogo ainda está 7 a 1 - Eterna vergonha para um povo desmoralizado como tem sido o nosso.

Autor: Tom Alvim.
Imagem: Gravada da TV no dia da votação na Câmara.

terça-feira, 5 de abril de 2016

Ministro da Justiça legitima tortura sofrida por Dilma Rousseff

O ministro da Justiça, Eugênio Aragão, diz bem a que veio. Não me lembro — e olhem que já acompanhava política durante parte da ditadura — de um ministro da Justiça justificar a violência. E isso está sendo feito debaixo do nariz das instituições e da imprensa, que parece narcotizada e embarca agora na tese golpista, esta sim, das eleições gerais.

Num evento que discutia a segurança dos Jogos Olímpicos, o doutor foi questionado sobre o discurso da incitação à violência de setores contrários o impeachment, respondeu o seguinte:
“Esse tipo de discurso [de incitação à violência] não é produtivo. Agora, claro que existem pessoas acuadas e outras que estão acuando […]. Aí prevalece a lei de Newton: toda ação corresponde a uma reação em igual intensidade e sentido oposto, mas nós temos que evitar isso […] Não é produtivo […]”.

Querem mais? Pois não.

“Reação de quem está acuado é realmente uma reação que está em intensidade proporcional […] A manifestação de absoluta rejeição a qualquer tipo de afastamento através de golpe, mesmo que com aparência de constitucionalidade, me parece um movimento legítimo”.

As palavras fazem sentido. Tome-se a “absoluta rejeição” como sinônimo de violência. Logo, ele justifica a violência.
Esse discurso de Aragão é o que justifica o terrorismo, por exemplo: os palestinos se dizem acuados pelos israelenses; os  islâmicos se dizem acuados pelos “cruzados”; os católicos do IRA se diziam acuados pelos protestantes…
Esse discurso de Aragão legitima a tortura. Afinal, os “acuados” pela esquerda, que praticava atos terroristas, decidiram segundo a lei de Newton. Foram lá e torturaram Dilma Rousseff.

Se havia alguma dúvida de que o governo está disposto a tolerar a violência de seus seguidores, agora não há mais.
Notem que o ministro não acha a violência uma coisa errada. Ele só não a considera “produtiva”.

É evidente que tem de ser objeto de um processo de impeachment, ele também, e de ser processado.

terça-feira, 29 de março de 2016

Eu Repudio o Manifesto do Ministério Missão na Íntegra



Difícil não concordar que o Manifesto "Evangélico" emitido pelo Ministério Missão na Íntegra não seja um documento pró-governo. Mesmo que seu conteúdo tenha um linguajar velado, há em seu texto argumentos que são sistematicamente utilizados pelos grupos favoráveis ao PT. São eles:

1. A defesa do Estado democrático de direito, no qual dizem estar sendo atacado.
2. Parcialidade da imprensa e alarmismo midiático.
3. Respeito aos que elegeram a Dilma pela via democrática.

O que fica de fora no referido manifesto é:
1. Uma postura de condenação a já confirmada conduta imoral do atual governo nomeando o ex-presidente Lula a um cargo de ministro para obstrução da justiça.
2. Que o processo de Impeachment é legal, constitucional e em nada compromete o Estado democrático de direito, muito pelo contrário, ele o corrobora frente às irregularidades de quem foi confiado pelo voto a presidir eticamente a nação.
3. Que até mesmo pessoas que votaram no atual governo estão arrependidas e endossam o pedido de impeachment. Pesquisa recente do Datafolha demonstra que 69% classificam o governo Dilma como ruim ou péssimo.

Sendo assim, o manifesto vai de encontro ao clamor da maioria dos brasileiros e ainda desqualifica o legítimo e - dada as atuais circunstâncias - até mesmo urgente processo de impeachment (que, diga-se de passagem, não significa que vá derrubar a Dilma, pois a mesma tem direito de defesa e só seria impedida de governar constatando-se as irregularidades de sua gestão).

Mas esse tipo de discurso é conhecido daqueles que militam ou simpatizam com o pensamento da esquerda. O Pr. Franklin Ferreira, em seu recente livro, Contra a Idolatria do Estado, denuncia esse tipo de arquitetura argumentativa. Diz ele:
(...) outro aspecto do esquerdismo é somente tolerar crítica ao partido-Estado em dois casos: se elas vierem de seus quadros ou se alvejarem igualmente o “outro lado”, ou seja, a direita – de representação inexistente no Brasil. Essa seria uma prova de suposta “neutralidade” política, uma noção epistemológica profundamente ingênua e moralmente errada. Essa “isenção” no debate é apenas um jeito de ficar do lado do dono do muro.¹

Se posicionar favorável a um governo que além de corrupto e corruptor, é também detentor de uma agenda político-ideológica que em diversas esferas é antagônica ao que ensina o Evangelho, mostra como que determinadas correntes teológicas – neste caso, a Teologia da Missão Integral – tem sido influenciadas por uma ideologia que macula o ethos do cristianismo e mantém um ponto idolátrico que deve ser denunciado por todo aquele que anela pela sã doutrina. Se nós somos cristãos e temos os nossos pressupostos baseados na Escritura, logo, não podemos abraçar uma doutrina concorrente ao cristianismo. Ainda mais quando esta corrente enxerga a religião, ou melhor, a metafísica como sendo um produto da opressão, uma vez que os oprimidos a inventaram como um entorpecente que alivia a dor (ópio). Isto é pregado pelo Marxismo, ideologia-base do partido do atual governo. Todavia, endossamos que a doutrina cristã não foi fabricada. Ela é a revelação de Deus por meio do seu Filho, trazendo boas novas de salvação. Não que ela negue que existam opressores e oprimidos, essa realidade existe e se lermos os profetas, os evangelhos e as cartas apostólicas, veremos que Deus está sempre do lado dos pobres quando os ricos não agem corretamente e tolhem a justiça, devido a sua ganância. 

Marx, junto com Engels, criou uma soteriologia ao anunciar o fim da opressão quando o proletariado se rebelar contra a burguesia e tomar o poder político e econômico, controlando os modos de produção e a máquina estatal. É um enredo religioso-escatológico, pois a sociedade sem classes e sem miséria certamente chegaria (Marx tinha esperanças de ver isso ainda no séc. 19). A certeza deste mundo idílico é fruto de sua tese na luta de classes. Segundo Marx e Engels, toda a história se resume no conflito entre opressores e oprimidos, sendo que este segundo grupo, cansado da exploração acaba fazendo a revolução e subvertendo a ordem vigente. Logo, o governo do proletariado iria dar um basta no capitalismo burguês. O que os marxistas não esperavam é que o Capitalismo aliado à democracia cativava mais os trabalhadores do que o ideal revolucionário.

Defender o atual governo é depositar as esperanças de melhoria social no Estado, elevado a categoria de redentor das classes menos abastadas. Deixo-vos novamente com as palavras do Pr. Franklin Ferreira:
Nas Escrituras não há um único texto que apoie a ideia de que o cristão deve depositar a esperança no poder do Estado ou ser subserviente a um governo autoritário ou totalitário. A mensagem poderosa do evangelho (Rm 1.16), que tem o poder de produzir mudança social profunda, não depende do poder ou do controle do Estado.²

Eis o motivo para repudiarmos o posicionamento dos que subscreveram o manifesto em defesa do atual governo, chegando ao ponto de deslegitimar o processo de
impeachment e o grito das ruas, dando a entender que era um grito manobrado pela imprensa e por gente “mal intencionada”. O conteúdo do manifesto chega a alertar para que o clamor por justiça não se torne em injustiça, caso o atual governo venha a ser derrubado (é ou não é uma forma eufemística de dizer “não vai ter Golpe”, tal como fazem os correligionários petistas?).

Devemos protestar contra um mau governo. Devemos exercer nossa cidadania, de maneira pacífica, ordeira, tal como cabe aos santos se portarem. Mas não devemos nos calar, pois, omissão frente ao mal é colaborar com o mesmo. Não devemos ser cúmplices de um governo imoral e profanador daquilo que professamos crer. Contento-me em subscrever a declaração emitida por pastores, teólogos e líderes evangélicos que estiveram presentes no 10º Congresso de Teologia Vida Nova, nos dias 15 a 18 de março de 2016, em Águas de Lindoia, São Paulo. Eis um trecho: “Repudiamos o silêncio eloquente daqueles que, em nome de uma agenda ideológica iníqua, se eximem de fazer crítica profética a partir das Escrituras e, com isso, contribuem para a corrosão do estado democrático de direito”. 

Acrescentaria dizendo que não apenas o silêncio, mas o apoio eloquente de uma agenda (ou governo) iníqua deve ser repudiado. Eu repudio o Manifesto do Ministério Missão na Íntegra por entender que este não coaduna com a postura cristã frente a um governo corrupto. E você? 

Oremos por nossa pátria! Oremos por nossas igrejas!

Extraído: Bereianos