QUANDO AS SOMBRAS SILENCIAM

Ficção espiritual que conta a estória de um casal de missionários, em meio a muita ação e aventura.

HOMENS QUE LUTAM

Nova série de artigos sobre atitudes que tornam os homens mais do que vencedores.

FAMÍLIA - O PAPEL DO HOMEM.

"Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, (Efésios. 5: 25)"

FAMÍLIA - O PAPEL DA MULHER.

"Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos. (Provérbios. 14:1)"

POEMAS - Para adoçar a vida!

Poemas que nascem no coração, cresce em nossa mente e alçam vôo em nossa imaginação.

Blog Impressões Sem Pressões

"Em meio a valores distorcidos em nossa sociedade, temos JESUS CRISTO como referencial perfeito!" (Tom Alvim).

sábado, 4 de março de 2017

SOBRIEDADE NA FALA!

VÍDEO de Ruth Catala - Parabéns por sua fala, gostei da sobriedade, algo cada vez mais raro no mundo pós-moderno:



sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

APROPRIAÇÃO CULTURAL? QUE ESTROVENGA É ESSA?

Cultura não se apropria, se compartilha!

De uns dias para cá comecei a ouvir "a mais nova bobagem" do momento. A mais nova bobagem talvez para mim que tenho procurado não dar mais "ibope" para essas idiotices, mas dessa vez não consegui me segurar e estou aqui a escrever esse pequeno texto.
Outro dia assisti um vídeo em um grande Portal de Notícias aonde uma jovem acometida de câncer foi duramente repreendida por outras jovens de etnia diferente da dela enquanto esperava o seu namorado; por - Pasmem! "Estar se apropriando culturalmente daquilo que deveria ser usando apenas por mulheres negras", um turbante à moda africana. E eu que pensava já ter ouvido de tudo. Tamanha "asneira" só poderia surgir de uma estratégia bem sucessida das esquerdas mundiais para, dentre outras coisas, dividir as Nações. Assim, eles continuam sua tragetória rumo à colisão, colocando brancos contra negros, héteros contra gays, ricos contra pobres, e assim por diante, pois a lista é longa. 

Agora imagina se a moda pega de verdade. Todo brasileiro terá que deixar de jogar peteca, porque a peteca é um objeto de origem indígena. Não poderemos mais comer a nossa - ops! Desculpe-me, a deles? Deliciosa Feijoada. Também não poderemos mais usar calças jeans, ela foi inventada para os operários americanos. Nem poderemos usar também muitas palavras que já estão inculcadas em nossa língua, como por exemplo, caiçara ou itajubá, ou ainda pior nem poderemos mais falar o Português porque ele é dos homens brancos que vieram de Portugual.
Quanta loucura e desfaçatez.

Vivemos o tempo da pós-lucidez, criando intolerantes travestidos de pessoas engajadas por uma causa qualquer e que te olham com tanto ódio, talvez daquilo que eles mesmos não toleram - A diversidade mesclada com a misgenação, aonde uma coisa não consegue viver sem a outra.

Cultura não é privilégio de alguns, mas sim um ente subjetivo que pode ser usufruido por todas as pessoas; ou não - isso é liberdade - que deixam os seus preconceitos de lado para viverem livres de verdade, sem; com o dedo em riste afrontar quem quer que seja na rua para imporem a sua visão de vida, ou pior ainda, quiça a sua funesta visão de morte.

Autor: Tom Alvim
Imagem: Freeimages

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

HOMENS QUE LUTAM - Reverenciam os idosos!

Homens que lutam reverenciam os idosos! Aprendi a pedir a bênção aos mais velhos e me emocionei ao ver o vídeo do meu Exército. Parabéns a essa tropa de guerreiros alados que sabem o valor do respeito.


"A bênção minha mãe!" - Ensino o respeito para os meus filhos, através de palavras e de ações. Essa senhora idosa representa todas as "nossas mães" pelo Brasil afora.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

HOMENS QUE LUTAM - Preparam-se para a guerra!


Nos idos de 1980 aconteceu algo comigo que realmente mudou a minha vida e fez também com que a minha visão de mundo mudasse. Encontrei a libertação através dos estudos, como indivíduo e como parte de um todo que é a nossa sociedade. Lembro-me muito bem que apesar da Escola Pública da época ainda ser de boa qualidade - e digo isso por que ESTUDEI nela e não por que alguém me disse que era - foi nos cursinhos que descobri a liberdade para ascender socialmente. Foi nos cursos que fiz que aprendi que o esforço gera recompensas e que o mérito é a chave para o crescimento humano. 

Convivi com jovens de diversas classes sociais e o que nos diferenciava era a vontade de aprender e nada mais. Naquela época não existia ainda no mundo pós-moderno a ideia do "vitimismo" e do egoísmo que olha somente para as suas necessidades sem perguntar para o indivíduo qual é a sua parcela de culpa na situação aonde ele se encontra. 

Essa visão do Estado provedor e das cotas raciais nem sequer era difundida, apesar de existir no mundo acadêmico de esquerda, que no Brasil era e ainda é a esmagadora maioria. Aqueles jovens levavam suas marmitas aquecidas usando álcool e latas de conservas para passarem o dia inteiro estudando conteúdo programáticos para diversas provas. Muitos desses jovens queriam tanto passar nos concursos públicos da época que acabaram conseguindo alcançar os seus objetivos. Não existia ninguém naquele grupo que ficasse murmurando, choramingando ou dizendo que o Estado ou a sociedade tinha algum tipo de dívida histórica com eles. Jovens de todas as etnias e não somente o homem branco, hetero, cristão, ou seja, o estereótipo criado pelas esquerdas como sendo o opressor da humanidade. O que se via era estudo, concentração e sucesso.

Assim é a vida. O homem que quer alcançar os seus objetivos tem à sua frente uma longa jornada de preparação e posteriormente de lutas intermináveis, mas com certeza será vitorioso na guerra.

Um homem fraco que não tem disposição para se preparar estará fadado ao fracasso, mesmo que ganhe um prêmio em jogos legais, irá perder tudo, em pouco tempo por falta de preparo.

O preparo é a essência para o sucesso em tudo o que um homem venha a se dispor a fazer. Seja na família, no trabalho, na igreja ou em qualquer outro lugar. Sem preparo ele irá gastar muita energia e não chegará a lugar algum, assim como "uma barata tonta" que não sabe aonde vai chegar.

No começo dos meus estudos, quando ainda não tinha entendido isso, me lembro que as vezes ficava horas lendo artigos, textos e teorias pensando em outras coisas, como por exemplo como seria o futebol no campinho em frente à minha casa ou como seria a programação de sábado à noite na igreja que eu congregava. No final daquelas horas disperdiçadas não me lembrava de nada que havia "estudado" e me sentia muito frustrado com tudo aquilo. Depois que entendi que era mais importante estudar poucas horas proveitosas do que muitas horas com a mente dispersa, pude ganhar muito mais com meu precioso tempo e quando ia para as provas, sabia muito bem o que estava fazendo. Algo que no início era difícil se tornava fácil e até prazeroso.

Como homem, sei que o preparo determinará o curso das batalhas que viverei e que ao me preparar honrarei também ao Pai Eterno que não fez o universo de qualquer maneira para ver no que ia dar. Foi através de leis e limites incontáveis e com zelo tão grande que demonstrou o seu amor por aqueles a quem criou.

Não sei de quem é a frase sobre sorte, se alguém souber me avise para que eu possa dar os devidos créditos ao autor, mas alguém disse o seguinte sobre ela: "Sorte é preparo mais oportunidade". Creio muito nisso.

Autor: Tom Alvim
Imagem: Google

domingo, 22 de janeiro de 2017

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

NÃO EXISTE RACISMO REVERSO. EXISTE RACISMO (E NÃO APENAS CONTRA NEGROS).

Créditos: Blog Spotnik

Os livros de história carregam sempre bons indicadores. Eles estão lá. Não faz muito tempo assim, ainda na aurora do século vinte, curdos foram dizimados por tropas sunitas, indianos sofreram na África Oriental e na Oceania, armênios foram exterminados na Turquia, chineses na Malásia, judeus na Alemanha, brancos foram perseguidos no Zimbábue.
A História é um grande monumento indicativo de que não existe racismo reverso: existe racismo (e não apenas contra negros).
E essa não é exatamente apenas uma vergonha do passado. Ainda há forte discriminação étnica em diferentes partes do mundo contra orientais, latino-americanos (que ainda são classificados como uma categoria sócio-racial nos EUA), árabes, judeus, ameríndios.
Sob qualquer perspectiva que se encare esse assunto, definitivamente não há um monopólio da discriminação racial no mundo. Pior: boa parte desse problema remete a questões políticas e econômicas muito mais complexas do que a mera aversão à cor de pele. Não é como se nós simplesmente rejeitássemos alguém apenas por suas características físicas – nós criamos identidade cultural a esses traços, e a partir deles exercemos a discriminação.
A catástrofe acusa quando misturamos esses pré-julgamentos com visões ideológicas. Como diz o psicólogo canadense Steven Pinker:
“Muitos dos nacionalismos do século XIX e início do século XX eram guiados por imagens utópicas de grupos étnicos florescendo em suas terras natais, frequentemente baseados nos mitos de tribos ancestrais que colonizaram o território na aurora dos tempos.”
Em outras palavras: o racismo pode também ser facilmente confundido com um sentimento anti-urbano, anti-globalização, anti-capitalista (e um grande gatilho para a xenofobia). Muitos dos regimes ditatoriais mais perversos do século vinte, e dos conflitos étnicos mais sangrentos, foram construídos através da propaganda de um passado agrário utópico, ingênuo, pré-capitalista; um desejo romântico reprimido da volta de um tempo aparentemente menos caótico, quando ancestrais étnicos povoavam suas terras em harmonia com a natureza, numa vida mais simples e aparentemente menos desigual.
Não foi uma coincidência o fato de diferentes minorias burguesas (em geral, de grupos étnicos que se especializaram em nichos de intermediação) terem sofrido perseguição em regimes socialistas, como na China, na União Soviética e no Camboja (onde moradores das cidades eram expulsos para o campo). Como conta o historiador australiano Ben Kiernan no livro Blood and Soil, a antipatia por tais grupos econômicos se transformou em hostilidade por grupos étnicos.
É exatamente o que aconteceu com os judeus na Europa que, graças a uma brecha no livro de Deuteronômio (“Para um estrangeiro, vós podeis emprestar sob a usura; mas não emprestarás sob a usura ao vosso irmão”), puderam se especializar em agiotagem, uma das raras atividades que lhe eram permitidas (vale lembrar que emprestar dinheiro era pecado para os católicos).
A origem da palavra gueto, aliás, tão associada à discriminação racial no mundo, é uma contração de borghetto, diminutivo de “burgo”. O termo provém do bairro veneziano Ghetto Novo, instituído em 1516, onde os judeus, uma minoria étnica, podiam viver isolados. Era lá que eles deveriam ser confinados a cada noite e nos feriados cristãos. Por lá também eles eram obrigados a usar um “O” amarelo nas costas.
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A própria palavra “escravo” nos oferece claros indicativos de que nunca houve um monopólio de intolerância racial no mundo: sua origem vem do latim sclavus (“pessoa que é propriedade de outra”), que por sua vez surge de slavus – ou “eslavo” em bom português, uma minoria étnica caucasiana com um longo passado escravo.
Ok, mas onde os negros entram nessa?
Negros foram escravizados no continente americano num período muito específico da humanidade. No século dezoito e dezenove, enquanto eles levavam covardes chibatadas, ainda presos a uma cultura mercantilista e anti-individualista, parte livre do Ocidente desenvolvia instituições capazes de permitir uma explosão de desenvolvimento econômico jamais testemunhada em toda história. Enquanto muitos desses homens livres – em geral, caucasianos – puderam ter acesso a essas instituições (propriedade privada, acesso ao mercado, direito ao crédito), enriquecendo nesse intervalo de tempo, a maior parte da população negra no continente foi exposta a um limbo de subdesenvolvimento, completamente ausente de instituições – um local impreciso, em guetos onde nem o capitalismo de mercado habitava, nem o mundo pré-capitalista fazia mais sentido.
É nesse local marginalizado que nasce o racismo moderno contra negros. É a associação à pobreza, à marginalidade, à violência, à desigualdade, historicamente conectada a esse grande cartão de visitas que é a etnia, cheia de referências históricas, culturais e socioeconômicas.
Quando você não permite, por exemplo, que a instituição da Justiça alcance esses guetos, é perfeitamente compreensível que uma anarquia generalizada, ausente de bons instrumentos de controle, combata a violência. 
Ou seja: negros foram vítimas de um sistema bárbaro escravocrata e após o fim desse modelo, foram jogados à marginalidade num mundo totalmente novo, que enriquecia como nunca antes foi possível. A desigualdade era uma consequência inevitável.
E não pense que essa é uma adversidade presa a um passado remoto. Tais problemas institucionais ainda insistem em castigar parte considerável da população negra no continente americano, condenando ela ao subdesenvolvimento.
Quer um exemplo? Uma análise conservadora do Instituto Atlântico aponta que cerca de metade das moradias brasileiras ainda não são legalizadas (leia-se: pessoas que possuem uma moradia, mas não têm o registro formal para capitalizá-la, o direito pleno à propriedade). E onde você acha que essas residências todas estão? Pois é, nas periferias.
Ainda não se deu conta do tamanho da encrenca que isso significa? Parte considerável da população negra brasileira ainda é impedida de ter acesso àquela que é a instituição mais importante do capitalismo: a propriedade privada. E o cenário só piora quando você se dá conta que muitos dos grupos que dizem falar em nome de tal parcela da população, ignorando que essa é parte fundamental da construção de riqueza no Ocidente, pouco a considera uma prioridade em suas causas. O resultado é a inabalável perpetuação da pobreza.
E o que a população negra precisa para sair dessa emboscada? Essa resposta nunca é tão simples como parece. Quer dizer, não há uma varinha mágica, capaz de resolver todos os nossos problemas da noite para o dia. Mas, em geral, há bons elementos para acreditar que o acesso às mesmas instituições que permitiram o desenvolvimento de parte do Ocidente seja a cura para o subdesenvolvimento negro – e num país como o nosso, esse está longe de ser um problema apenas da parcela negra da população (embora essa seja a que mais esteja exposta a ele).
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“E os brancos?”, você deve estar pensando. “Sofrem os mesmos preconceitos que os negros?”
Evidente que não. Mas isso não apaga o fato de que quando quatro negros norte-americanos sequestram um branco, o agredindo, amarrando seus pés e suas mãos e o amordaçado com uma fita adesiva, gritando “vão à merda, brancos!”, o único nome possível para caracterizar essa cena se chama racismo. Qualquer outra indicação diferente dessa (como fez a CNN, por exemplo) não passa de exercício de estupidez.
O mesmo vale quando homens negros são tratados com palavras pejorativas como palmiteiros por se relacionarem com mulheres brancas. A tal Síndrome de Cirilo, como apontam ativistas do movimento negro, é apenas uma versão politicamente correta dos abusos cometidos até bem pouco tempo atrás na sociedade americana, quando casais inter-raciais eram proibidos de se casarem (e por vezes manterem relações sexuais) graças a leis anti-miscigenação (medidas que também foram adotadas na Alemanha Nazista, entre 1935 e 1945, e na África do Sul durante o Apartheid, entre 1949 e 1985). É perfeitamente possível discutir problemas de autoestima, hipersexualização e abandono enfrentados por muitas mulheres negras sem apelar a uma caça às bruxas racial.
E dizer tudo isso não é transformar a intolerância contra brancos em algo moralmente mais condenável que contra negros. Tampouco é colocar em pé de igualdade estatisticamente ambos os casos, como se brancos e negros sofressem racismo com a mesma frequência. Não sofrem.
Nada disso, porém, apaga o fato de que intolerância racial é algo estúpido independente das características físicas da vítima. Não há um monopólio de etnias discriminadas. Tampouco há uma concessão para que determinadas etnias possam discriminar.

Autor: Rodrigo da Silva

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

AS OPINIÕES POLÍTICAS DE UM ARTISTA VALEM TANTO QUANTO AS CRÍTICAS DE ARTE DE UM POLÍTICO

Fonte: spotniks.com

Foi o grande Kevin Spacey, protagonista de uma das séries políticas mais influentes do nosso tempo, quem disse:
– A opinião de um ator sobre política não importa merda alguma.
Vencedor de dois Oscar, três Screen Actors Guild Awards e um Sundance; indicado cinco vezes ao Emmy e oito vezes ao Globo de Ouro, Kevin pode se considerar uma exceção.

Em geral, por alguma razão, artistas acreditam que possuem certa clarividência, como se fossem mensageiros de um mundo novo, utópico, desejável, e julgam residir um andar acima dos reles mortais, feito eu e você, num bloco muito específico desse grande condomínio que é a opinião pública: no conjunto dos salvadores da humanidade, na pretensiosa cobertura daqueles que se dão muita importância.
No fundo, o que move figuras como Gregório Duviver e Monica Iozzi não é a mera busca pela verdade e o empirismo, é o mesquinho exibicionismo narcísico de quem julga se importar com o próximo mais que o próximo. É muito além de uma perseguição a uma compreensão acurada da realidade, é uma síndrome de messianismo, como se houvesse uma luta do bem contra o mal travada nesse exato instante, entre aqueles que monopolizam o amor contra aqueles que tiranizam o mundo, entre os que se importam com o bem-estar dos injustiçados contra os que só se importam em praticar suas injustiças.
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Artistas não raramente julgam carregar o fardo de um estandarte da Verdade. Por darem à luz imitações da vida humana, por habitarem cenários alternativos que devem respeito apenas às suas leis e aos seus incentivos, por construírem narrativas e feitiços, acreditam enxergar o mundo real do avesso. Mais do que isso: supõem que a mera perseguição à beleza lhes garante ingresso cativo no reino dos sábios.
E é por isso que quando questionam visões políticas, influenciam eleições apoiando determinados candidatos ou fazem lobby pela aprovação de projetos de lei, artistas se comportam quase como se esperassem pela aclamação popular, por um grande agradecimento coletivo dos cidadãos de segunda classe, pelo tempo dispendido na revelação de suas percepções.
É perfeitamente compreensível, aliás, que se questione suas motivações. Ao contrário dos cidadãos de segunda classe, pagadores líquidos de impostos, artistas movimentam um mercado que abocanha generosas fatias de dinheiro público e ao final de história, realizam tamanho lobby pela concentração do papel do Estado na sustentação de suas indústrias quanto outros metacapitalistas de almanaque, do setor petroquímico ao de veículos automotores – tudo sob a justificativa de que fornecem um artigo fundamental ao desenvolvimento humano.
E qual é o partido mais interessado em inchar o Estado norte americano e abraçar o lobby de Hollywood? Pois é, ele mesmo: o Partido Democrata.
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Segundo uma pesquisa do Los Angeles Times, que usou um algoritmo e relatórios específicos para classificar os doadores por cada setor, 9 em cada 10 dólares doados pela indústria do entretenimento em Hollywood aos candidatos presidenciais de 2016 de ambos os partidos possuíram o mesmo caminho: a campanha da democrata Hillary Clinton. Entre seus doadores estavam Dana Walden, chefe do Fox Television Group, Patrick Wachsberger, co-presidente do Lionsgate Motion Picture Group e Michael Lombardo, presidente de programação da HBO.
Em 2012, nomes como Jeffrey Katzenberg, diretor executivo da DreamWorks, Harvey Weinstein, co-fundador da Miramax Films e co-presidente da The Weinstein Company, Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, David Cohen, vice-presidente executivo da Comcast, Josh Berger, executivo da Warner Bros, Michael Lynton, CEO da Sony Entertainment, Ari Emanuel, CEO da agência WME, Peter Chernin, ex-presidente da News Corp e atual CEO do The Chernin Group, e Richard Plepler, co-presidente da HBO, já haviam doado quantias milionárias à campanha de outro democrata: Barack Obama. 
E os grandes chefões dos estúdios não são os únicos a apoiar o Partido Democrata. Longe disso. Dos 60 roteiristas, atores, diretores e produtores nomeados para a edição do Oscar que premiou 12 Anos de Escravidão com a principal estatueta, 23 contribuíam para um candidato ou um comitê partidário desde 1989. E de acordo com um padrão de longa data de Hollywood, a maioria dessas doações têm sido dirigidas ao Partido Democrata.
Como aponta a Open Secrets, a principal organização de monitoramento das doações eleitorais nos Estados Unidos, a indústria do cinema, da televisão e da música (e aqui considerando todos os seus membros – grandes chefões, roteiristas, diretores, atores, músicos, etc) doou $37.127.743 aos democratas em 2008, ano da eleição de Barack Obama, e $34.156.214 em 2012, ano de sua reeleição. Em 2008, apenas 18% das doações da indústria havia sido dirigida ao Partido Republicano – em 2012, esse número subiu para 21%. Em geral, nos últimos 26 anos, Hollywood foi a 13ª indústria com maior peso nas doações eleitorais americanas, depositando um total de $247.820.485 nos fundos do Partido Democrata, que abocanhou 75% do valor total doado durante o período. Em 2015, a indústria foi a 19ª, entre mais de 80, a mais gastar com lobby em Washington.
Nas últimas eleições, segundo a mesma Open Secrets, Hillary Clinton recebeu $7,581,975 da indústria da música, da tv e do cinema. Faz ideia de quanto Trump levou na mesma campanha? Pífios $193,441, quase quarenta vezes menos. Até Bernie Sanders, que sequer chegou a disputar as eleições, recebeu quase oito vezes mais doações que o nova iorquino.
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E é por isso que nem toda opinião de um artista, seja ele gringo ou não, deve ser encarada sem considerar os interesses da indústria que ele defende (e aqui e aqui nós temos duas listas de artistas brasileiros que vivem opinando sobre política e que já receberam dinheiro público). Atualmente, os pagadores de impostos americanos desembolsam 1,5 bilhão de dólares todos os anos direto para as contas dos grandes estúdios em Hollywood.
E é aí que reside o grande problema.
Quando Meryl Streep abre a boca enquanto representante de uma indústria bilionária, após acumular 65 milhões de dólares em sua carreira (o que a coloca entre as 0,0025% das pessoas mais ricas do mundo), num teatro suntuoso, num dos metros quadrados mais caros da América, após uma chegada triunfal de limousine, cercada de homens e mulheres milionários vestidos com as roupas mais caras do planeta, provando algumas das comidas e bebidas mais exclusivas que se tem notícia, para dizer o quanto ela se importa com o próximo – e de modo excepcional com a desigualdade -, para justificar por que sustenta o seu discurso partidário, quanto disso faz sentido?

Qual é a preocupação real de Streep com as mulheres quando ela aplaude de pé, de forma veemente, a vitória do diretor Roman Polanski, como fez no Oscar 2003, mesmo sabendo que Polanski é um fugitivo e criminoso confesso do estupro de uma garota de 13 anos (fato, aliás, que lhe ausentou da cerimônia de premiação, sob o risco de ser preso em solo americano)? Como se comportar como uma defensora dos direitos humanos e aplaudir de forma tão efusiva um cidadão que se defende, como fez em 1979 numa entrevista ao escritor Martin Amis, dizendo:
“Se eu tivesse matado alguém, isso não seria tão apelativo para a imprensa, sabe? Mas… foder, sabe, e as garotinhas. Os juízes querem foder com garotinhas. Jurados querem foder com garotinhas. Todos querem foder garotinhas!”
Quando uma atriz como Jennifer Lawrence acumula 46 milhões de dólares num único ano, como fez em 2016, recebendo mais do que 99% dos homens no planeta (incluindo quase todos os atores e os demais profissionais masculinos de sua indústria), o que lhe dá o direito de questionar desigualdade de gênero? Se é injusto receber menos que um par de atores homens, quanto Lawrence acredita ser justo o que ela recebe em comparação com os demais seres humanos do planeta?
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Quem paga caro por isso? Eles mesmos: os artistas que se negam a dançar a mesma música. É o caso de Kurt Russell, estrela de Os Oito Odiados. Como ele mesmo contou ao jornalista americano Bill O’Reilly, comportar-se como um liberal clássico em Hollywood (“o lugar mais progressista do mundo”, segundo o comediante – e progressista – Bill Maher) aparentemente é quase o mesmo que assumir-se membro de alguma organização terrorista internacional:
“Kurt Russell: Eu tenho dito que há pessoas que não trabalhariam comigo por medo das minhas visões políticas.
Bill O’Reilly: Sério? Quais são as suas visões políticas?
Kurt Russell: Um governo constitucionalmente limitado. Eu acredito nisso.”
Kurt, no entanto, não se sente especial por suas posições ideológicas. Numa entrevista recente para Whoopi Goldberg, o americano revelou o que mais lamenta na indústria:
– A última coisa que eu gosto de assistir são artistas ou atores falando sobre política.
Kurt Russel está certo. A opinião política de um artista vale tanto quanto a crítica de arte de um político. 

Autor: Rodrigo da Silva

sábado, 7 de janeiro de 2017

O REGRESSO DA SEXUALIDADE PAGÃ

By Eric Metaxas

Os progressistas sexuais alegam que estão a dar início a um "admirável mundo novo" repleto de liberdade, mas a sua "nova" moralidade é tão antiga como as montanhas.

Quantas vezes já ouviram os progressistas sexuais alegarem que aqueles de nós que defendem a moralidade sexual e o casamento tradicionais estão "do lado errado da história"? Mas como ressalva um livro recente, são os proponentes da revolução sexual que estão a abraçar uma moralidade sexual que a história deixou para trás há milénios - nas ruínas do Fórum Romano.

Sim, a civilização Ocidental está a atravessar por uma mudança cultural dramática; no espaço de alguns anos, a nossa sociedade mudou de forma fundamental o entendimento do casamento, abraçou a noção de que os homens podem-se transformar em mulheres, e está agora a promover a ideia de que homens adultos podem-se sentir à vontade para partilhar instalações sanitárias com jovens mulheres. Sem surpresa alguma, estamos também a observar esforços rumo à normalização da poligamia, pedofilia e incesto.

É precisamente em tempos como estes que temos que ter algum tipo de perspectiva histórica. E é precisamente por isso que o livro do pastor Luterano Matthew Rueger com o título de “Sexual Morality in a Christless World,” é cronologicamente apropriado. Nele, Rueger mostra como a moralidade sexual Cristã agitou o mundo pagão da Roma antiga. As noções do amor compassivo, da castidade sexual, e da fidelidade marital eram estranhos, e até chocantes para o povo dessa altura.

Citando estudiosos actuais, Rueger detalha a visão sexual do mundo Romano que durou centenas de anos. As mulheres e as crianças eram vistas como objectos sexuais; os escravos - homens e mulheres - poderiam esperar serem abusados sexualmente; a prostituição estava amplamente difundida; e o homossexualismo predatório era comum. A moralidade sexual Cristã [que limita a actividade sexual para o casamento entre um homem e uma mulher com idade para gerar filhos e filhas, cuidar do lar e ensinar os mandamentos Bíblicos à descendência] pode ter sido vista como repressiva para os licenciosos mas ela era um dom de Deus para as vítimas.

Rueger escreve que:
As alegações actuais de progressismo e avanços por via da aceitação de "visões sexuais dominantes em torno da sexualidade e do casamento [sic] homossexual" estão totalmente desinformadas.... A visão contemporânea em torno da sexualidade nada mais é que um renascimento duma visão do mundo antiga e muito menos compassiva.   

Mas ela é também o renascimento duma visão antiga e mais pobre do homem. Imaginam a reacção duma escrava pagã Romana que aprendia pela primeira vez que ela tinha valor - e não valor monetário como um bem para ser usado e descartado pelo dono - mas valor eterno visto que ela havia sido criada à Imagem de Deus.

Ou imaginem a dor de consciência sentida por um marido Romano infiel mal ele viesse a saber que Deus havia incarnado, tomado a forma dUm Homem, e que a maneira como ele cuidava do seu próprio corpo e do corpo dos outros era importante para Deus. Sem dúvida, que isto havia de ser importante.

Não podemos desviar o olhar e ignorar este renascimento profano da sexualidade pagã e da sua visão humilhante do ser humano. Mas também não podemos agitar as mãos temerosamente, ou desistir derrotados. Tal como Rueger salienta, Cristo e a Sua Igreja transformaram de maneira radical uma sexualidade mais cruel e mais caótica que a nossa.

Olhem para os crentes antigos que vieram antes de nós: Em vez de sucumbirem ou se acomodarem ao espírito da época, os novos convertidos da Igreja primitiva vieram a entender, tal como escreve Rueger, que "a moralidade Cristã fundamentava-se na pureza abrangente de Cristo e no amor auto-esvaziante... Os Cristãos já não poderiam viver como os Gregos ou como os Romanos. A sua visão do mundo e a visão que eles tinham deles mesmos eram totalmente distintas. Eles agora eram um com Cristo, de coração e alma."

Agora, escrever Rueger, a sua natureza distinta "não os irá poupar do sofrimento, mas sim convidar o sofrimento". É totalmente claro que o mesmo se aplica a nós nos dias de hoje. Será que iremos dobrar os nossos joelhos a esta renascida sexualidade pagã, ou será que iremos disponibilizar a liberdade e o plano de Deus para a sexualidade humana para um mundo que desesperadamente necessita dele?


* * * * * * *

Claro que o renascimento desta moralidade sexual pagã não é algo "orgânico" ou consequência natural dos eventos, mas sim acto consciente e planeado levado a cabo pela elite como forma de desorganizar e fragilizar as nações ocidentais. Depois de fragilizadas, e totalmente submissas (devido à sua aderência a escolhas sexuais inferiores e auto-destrutivas), a elite poderá "reinar" sobre elas como bem entender, sem se preocupar numa revolta popular por parte de quem se encontra focado no número de parceiros e parceiras sexuais é que já teve e pode vir a ter.

Por incrível que pareça, os limites que a civilização Cristã colocou no comportamento sexual (colocando de lado a sexualidade pagã), resultaram em liberdade, enquanto que os comportamentos que a civilização pós-Cristã está a promover sob a bandeira da "liberdade sexual", irão ter como consequência a perda da liberdade.

Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado. Ora o servo não fica para sempre em casa; o Filho fica para sempre. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. - João 8:34-36

 Fonte: Marxismo Cultural 

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Obs.: Vi outro dia em um blog uma "feminista cristã" dizer que: "Quando a igreja não discute gênero ela nega direitos humanos". Um grande absurdo. Primeiro uma pessoa cristã de verdade não poderia nunca ser feminista, comunista ou socialista, depois, a igreja deve levar a mensagem de salvação a todos e não ficar debatendo temas que interessam apenas a grupos que não estão nem um pouco interessados em Deus. A Bíblia é muito clara quanto a esses assuntos e não necessita que fiquem desconstruindo as suas verdades. Elas permanecerão para sempre. 

O autor do texto acima fala que os cristãos tem a obrigação de trazer a humanidade para a verdade:

"Será que iremos dobrar os nossos joelhos a esta renascida sexualidade pagã, ou será que iremos disponibilizar a liberdade e o plano de Deus para a sexualidade humana para um mundo que desesperadamente necessita dele"

Contudo com as feministas, comunistas e os socialistas, entrando na igreja moderna (dizendo que são pastores e implementando a teologia da missão integral) interpretando a Bíblia de acordo com suas visões distorcidas, temos que ficar ainda mais atentos, pois eles se fazem de cordeiros quando na verdade são lobos querendo destruir a igreja de dentro para fora - palavras que já ouvi muito deles mesmos falando.


Tom Alvim

domingo, 18 de dezembro de 2016

FELIZ NATAL!



Que possamos neste dia feliz nos lembrar-mos do verdadeiro sentido do Natal. O nascimento da esperança e da vida que trouxe a todos àqueles que crêem no Filho, a possibilidade de serem salvos para viverem eternamente ao lado do Pai.

Um feliz natal para todos os homens de boa vontade.

Autor: Tom Alvim
Imagem: Google

sábado, 26 de novembro de 2016

JUSTA HOMENAGEM


Hoje amanheceu um sábado triste para todos aqueles que de alguma forma conheceram o Pr. Russell Shedd, e como não poderia deixar de ser, faço uma justa homenagem a esse querido irmão em Cristo que está com o Pai e que nos deixou além de uma sólida herança teológica, um exemplo concreto de humildade e simplicidade. A foto acima foi tirada no ano de 2004 em Belo Horizonte em um congresso da JUBAM. 

Que Deus continue a confortar a família e que possamos em breve nos encontrar nas mansões celestiais, pois não somos daqui, somos todos forasteiros em terra estranha.

Autor: Tom Alvim  

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

A OCUPAÇÃO DOS DESOCUPADOS


Imagem: Google

Eduardo era um bom menino de classe média, que jogava futebol de botão com seu avô e frequentava a missa aos domingos. Estudava bastante para ser alguém na vida, ter um emprego decente, sustentar sua família. Seu fim de semana era ocupado com leituras, de olho em sua formação como indivíduo independente.

Fernando era de classe mais alta, viajava bastante e tinha um iPhone última geração que ganhou da mãe. Cabulava aula para beber ou fumar maconha com os amigos ao som de Chico e Caetano. Jamais arrumava o quarto, mas queria “salvar o mundo”, e se sentia o legítimo representante dos pobres por votar no PSOL. Conheceu uma turma mais velha ligada a sindicatos e partidos de extrema-esquerda, e logo se encantou. Era membro agora de um “coletivo”, conseguia sexo fácil com as feministas do grupo usando sua camisa do Che Guevara. Um belo dia recebeu o comando do líder para ocupar sua escola com alguns companheiros.

Ficou excitado com a adrenalina: era sua chance de finalmente ser um revolucionário contra o “sistema opressor” e os “alienados”, como o pai do Eduardo, um policial “fascista”. Durante a “ocupação”, Fernando teria o controle da situação, respaldado pelo líder do movimento. Daria ordens, seria ele o policial, mas aplicando suas próprias leis arbitrárias em nome da “justiça social”. Foi assim que Fernando e alguns camaradas impediram a entrada de Eduardo na escola, ameaçando-o com porretes. Ele precisou pegar o ônibus de volta para casa, onde ficou estudando por conta própria para compensar o tempo perdido de aula. Enquanto isso, Fernando e seus colegas quebravam coisas e pichavam mensagens como “Fora Temer” nas paredes da escola.

Mas a coisa saiu de controle quando um dos “ocupantes”, estimulado pelo consumo de drogas, sacou uma faca e atacou outro colega durante uma discussão. O garoto morreu na hora. Não poderia ser transformado em mártir da “ocupação”, como o líder gostaria, pois sua morte não teve nada a ver com a brutalidade policial. Era preciso desviar o foco da atenção.

Imediatamente, advogados e jornalistas ligados aos sindicatos e partidos de esquerda passaram a condenar a violência generalizada, as armas (mesmo que aquela usada para o crime fosse uma simples faca), o sistema. E Fernando logo engrossou o coro, sentindo-se aliviado, livre de qualquer responsabilidade. Não ia nem ter sua mesada reduzida, e poderia continuar sonhando com um “mundo melhor”, torcendo por Freixo no Rio.

Já Eduardo perdeu o ano letivo. Cansado de remar contra a maré, juntou o pouco que tinha e foi ser garçom nos Estados Unidos. Lá, conheceu Suzy, simpatizante de Bernie Sanders e que, como Fernando, também matava aula para construir um “novo mundo” mais justo e humano, como aquele existente na Venezuela.

sábado, 22 de outubro de 2016

A BRAND NEW ENDING - UM FINAL NOVO EM FOLHA

sábado, 15 de outubro de 2016

HOMENS QUE LUTAM - Contra si mesmos!

Renunciai à vida passada, despojai-vos do homem velho, corrompido pelas concupiscências enganadoras.
Renovai sem cessar o sentimento da vossa alma,
e revesti-vos do homem novo, criado à imagem de Deus, em verdadeira justiça e santidade.
Efésios 4:22-24
Renunciai à vida passada, despojai-vos do homem velho, corrompido pelas concupiscências enganadoras.
Renovai sem cessar o sentimento da vossa alma,
e revesti-vos do homem novo, criado à imagem de Deus, em verdadeira justiça e santidade.
Efésios 4:22-24


Renunciai à vida passada, despojai-vos do homem velho, corrompido pelas concupiscências enganadoras.
Renovai sem cessar o sentimento da vossa alma,
e revesti-vos do homem novo, criado à imagem de Deus, em verdadeira justiça e santidade.
Efésios 4:22-24
"a despojar-se, quanto ao procedimento anterior, do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano; a vos renovar no espírito da vossa mente; e a vos revestir do novo homem, que segundo Deus foi criado em verdadeira justiça e santidade." (Efésios. 4: 22 a 24)

Um homem de verdade reconhece que um de seus maiores inimigos pode ser ele mesmo.

Quando isso acontece este homem pode traçar estratégias e bons hábitos que o levarão a vencer a si mesmo dia após dia, sem aquela conhecida fórmula dos preguiços que é culpar alguém por seus erros e fracassos, pois é bem mais fácil e confortável dizer que somos apenas vítimas de um mundo que não nos compreende e que quer o nosso mal. Esse é o discurso do mundo pós-moderno que está levando muitos homens para o abismo, crentes que são as vítimas quando na verdade são os algoses de si mesmos. Por isso devemos lutar contar nós mesmos, sabendo que só uma pessoa pode nos derrotar e essa pessoa tem o nosso próprio nome.

Lutar contra si mesmo não é a auto sabotagem, muito pelo contrário, é saber quais são os seus pontos fracos e trabalhar duro para vencer seus pecados mais profundos, buscando em Deus a força necessária para isso. Deus é a nossa força e através Dele identificamos aonde estamos errando e partimos para a nossa luta, "que não é contra a carne e o sangue, mas sim contra as potestades", que farão de tudo para nos destruir. Costumo pensar que lutar contra si é matar de fome o "velho homem" que insiste em tentar sabotar os bons hábitos que irão fazer com que a nossa tragetória seja mais de altos do que de baixos, mesmo entendendo que haverá momentos em que as dificuldades aparecerão e tentarão nos deixar combalidos, mas a atitute correta no momento correto, nos lança rumo ao topo.

Homens que lutam contra si mesmos, lutam contra o pecado que está arraigado em si e é a luta do "novo homem" contra o "velho homem", do espírito contra a carne e do bem contra o mal.

Homens corajosos nunca ficarão dormindo quando deveriam estar lutando por si mesmos, por suas famílias e pelo seu próximo. Lutarão até o dia final e verão que lutar é descansar, e descansar é deixar Deus vencer por nós.

Autor: Tom Alvim
Imagem: Google

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

QUANDO AS SOMBRAS SILENCIAM




Está disponível no site da Amazon.com a versão digital do meu livro "Quando as sombras silenciam". Escrito no ano de 2002 foi algo que curti muito fazer, mas ainda não consegui publica-lo fisicamente. Quem sabe um dia poderei fazê-lo, mas enquanto isso não acontece quem quiser pode adquirir por um dollar ou entrar em contato comigo que enviarei por e-mail sem custo nenhum, apenas pelo prazer em compartilhar aquilo que se tornou, em minha opinião, uma estória bem empolgante.

O link do Amazon.com está aqui

Autor: Tom Alvim 

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

HOMENS QUE LUTAM - De joelhos!


Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará” ( Tg 4:10 ).

A posição de boa base nas artes marciais é importantíssima para que um lutador possa aprender ou continuar a desenvolver novas técnicas de defesa e de ataque. Para o homem que defende o seu lar parte-se de uma outra posição: a posição de joelhos. 

Para muitos uma posição de humilhação, para outros uma posição de submissão, para a Bíblia o início do quebrantamento. 

Aquele que é quebrado pode ser restaurado e saberá de onde vem a Força que o levará à vitória. O treinamento é diário, árduo e ininterrupto, não há pausas para descanso e a cada momento nós somos colocados à prova para que possamos melhorar as técnicas de reconstrução do nosso caráter e para que enfim sejamos cada vez mais parecidos com o nosso Amado Mestre Jesus Cristo.

Aquele que ousa se levantar corre o risco de começar a pensar que pode vencer sozinho. Pode também pensar que é maior do que realmente é, acreditando nas vozes que ressoam mundo afora gritando para os desavisados apoiarem-se em suas próprias forças e que o Mestre é apenas um mero detalhe neste ambiente complexo. Na verdade o homem não é forte o suficientes para vencer as lutas diárias.

Lutar de joelhos, nos remete ao campo de batalha onde já somos vitoriosos, destruindo toda a falácia mundana que diz que alguém pode ser vencedor sem ter Deus à sua frente. 

Portanto, ouçamos a voz do nosso Mestre e de joelhos lutemos as lutas que nos forem propostas, crescendo rumo à perfeição.


Autor: Tom Alvim
Imagem: Google


quarta-feira, 14 de setembro de 2016

A trajetória do indivíduo

"Este livro conta a história de um personagem atormentado por vozes que gritam dentro dele. Inesperadamente, nosso personagem inicia sua trajetória em busca de respostas sobre as vozes e as personalidades internas que oprimem sua vida. Durante a trajetória, ele encontra novos personagens que apresentam para ele seus discursos e tentam convencê-lo de suas verdades. Contudo, a angústia do nosso personagem principal só aumenta conforme ouve outros discursos e ideias. Mas quem (ou o quê), na verdade, é o nosso personagem? Conseguirá explicação para sua alma atormentada? E o que o aguarda no fim dessa jornada?"  (Amazon.com.br)

Dê o seu apoio adquirindo este livro e divulgando-o nas suas redes sociais e listas de e-mail!

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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

HOMENS QUE LUTAM


"Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos." Salmos 119:105.
 
A figura  do homem pós-moderno é confusa e indefinida, o que embaça aquilo que ele realmente deveria ser. Contudo, existe algo que todos concordam; o ser humano, independente do seu sexo, irá passar por diversas lutas durante a sua vida. Foi assim no passado, será assim enquanto Cristo não retornar para buscar a sua igreja. Mas no passado as lutas eram mais físicas, no combate corpo à corpo para conquistar territórios ou estabelecer domínios. Hoje, as lutas físicas também acontecem, mas as lutas psicológicas que acontecem apenas no interior do homem são mais frequentes do que podemos imaginar. Elas estão no psiquê humano e por isso mais difíceis de lidar.

Lutas diárias afligem o homem que deveria ser um verdadeiro guerreiro que defende o seu território e esse seria o seu lar, a sua família ou até mesmos os mais vulneráveis que estivessem próximo a ele. Mas até mesmo esse conceito de lar e família está sendo destruído para que uma nova mentalidade seja implantada no meio da sociedade. 

Homens que lutam batalhas que nem mesmo sabem o que são, confusos, doutrinados e humilhados. Essa é a figura patética que o politicamente-correto tem apresentado ao mundo e colocado diante de inimigos maiores e mais fortes do que eles.

No livro "A arte da guerra" o general Sun Tzu disse a célebre frase: "Conheces teu inimigo e conhece-te a ti mesmo", para que se possa sair vitorioso e é nesse ponto que o homem já começa muito mal por não conhecer aquilo que o atormentará até o final de sua jornada por aqui. Essa é uma estratégia de guerra que se levada a sério poderá salvar a vida de muitos, salvar o casamento de muitos, forjar novos homens de verdade para que o mundo seja um lugar habitado por guerreiros viris e côncios de seus deveres.

A bíblia sagrada nos ilumina o caminho por excelência - JESUS CRISTO que é o varão perfeito para nos conduzir rumo à vitória. 

Autor: Tom Alvim
Imagem: Google

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

O fim de uma era


Um céu enevoado pairava sobre Brasília nas primeiras horas do dia 31 de agosto de 2016. Nada daqueles dias ensolarados que douram o cerrado: apenas a atmosfera sufocante e seca que traduzia as horas. Debaixo daquele céu, uma Esplanada deserta, melancólica, de ressaca antecipada. Sim, um dia histórico e de reflexão – exceto para o ativismo das redes sociais, onde o clima de terceira guerra mundial continuava de vento em popa.

Pouco depois das 11 horas, o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, iniciou a sessão do julgamento de Dilma Rousseff. Às 13h35, tudo estava consumado. Não era apenas o fim do governo Dilma. Chegava ao fim uma era que expôs com toda crueza nossa infantilidade brasileira, nosso despreparo perante os embates da vida, nossa dificuldade em debater com maturidade as questões essenciais da nação.

Não vou atribuir todos os males desta terra ao PT, já que nossa história e ethos nos mostram que malandragem, jeitinho, corrupção e populismo têm lugar garantido desde priscas eras. Entretanto, é inegável que a era petista ampliou o ódio e estimulou algumas práticas que hoje estão plenamente incorporadas ao modo de agir brasileiro. Somadas ao caráter natural de parte da população e ao advento das redes sociais, constituíram um pacote explosivo que resulta na atual face da nossa sociedade.

Nos últimos anos, fomos envenenados. Não foi abrupto, com a boca sendo aberta à força e o cálice tóxico derramado goela abaixo. Não, nada disso. Foi um envenenamento gradual – a cada dia uma gota amarga e cumulativa sendo oferecida com um sorriso nos lábios. Aos poucos o organismo desta pobre Nação recebeu, sem resistência, as gotículas que se converteram no oceano de raiva mal contida que agora nos ameaça. E quando nos demos conta, lá estávamos nós, ventre inchado de ódios, vomitando a mágoa que nos encharcava as vísceras e saía boca afora, violenta e feia.

Atordoados pelo veneno, feridos pelas marcas de um passado ditatorial recente que nos apavorava, muitos acreditaram nas ilusões que viam. E reverenciaram salvadores da pátria que tinham como único objeto de adoração o seu próprio projeto de poder. Nossa gente tão crédula abraçou os discursos demagógicos, os corruptos em pele de cordeiro, os exploradores da pobreza e os que, espertamente, os insuflavam a se odiarem mutuamente.

O modo de agir era sempre o mesmo: pegava-se um problema social pré-existente e, em vez de concentrar esforços em mecanismos positivos para eliminá-lo, açulava-se os brasileiros uns contra os outros. Em vez da educação que liberta, de ações positivas, do incentivo ao respeito mútuo, o país mergulhou na era da vingança induzida pelo debate superficial  e por sofisticadas técnicas de marketing. Curiosamente, a prática contraria uma das mais famosas frases de um ídolo das esquerdas, o pedagogo Paulo Freire: “Quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser o opressor”.  Não deu outra: os oprimidos adoraram inverter os lugares.

E foi assim que causas nobres e dignas de atenção – como combate ao racismo, à pobreza, ao preconceito contra homossexuais e a violência contra as mulheres –  tornou-se propriedade exclusiva de um grupo instalado no poder. Aos petistas e seus mais próximos aliados cabia o monopólio da indignação com qualquer problema de natureza social. Souberam manipular muito bem as mentes mais imaturas, dando a elas a sensação de que agora tinham voz e armas para lutar contra a opressão. Não é muito diferente das estratégias de colonização de cérebros utilizada pelo Estado Islâmico. Só mudam os resultados práticos. Quer transformar alguém num homem/mulher bomba real ou virtual? Convença-o que ele é vítima de um sistema, dê-lhe inimigos, faça-o concentrar seu ódio em um alvo específico, assegure a ele que está do lado certo e que suas estratégias – mesmo as mais estapafúrdias – são a maneira adequada de “lutar”.

O  envenenamento de almas converteu os incautos em uma espécie de Peter Pan malcriado que adora expressar, de forma teatral, sua raiva e frustração. Simultaneamente desaprendemos os fundamentos da vida adulta, como o fato de que o sucesso é fruto de esforço, tempo e dedicação; que não há almoço grátis e que o Estado não é uma vaca de miraculosas tetas de onde brotam cédulas e moedas. Para essas mentes infantis, caiu perfeitamente bem um governo que se apresentava como o grande dizimador das desigualdades mediante atos mágicos, escorados em slogans criativos. Seduzidos por memes e frases de efeito repetidos à exaustão, provocações pueris e gestos afetados, tornaram-se instrumentos dóceis de seus manipuladores. Sem jamais se dar conta de que são meros peões de um jogo muito complexo, milionário e perigoso.

Pensar tornou-se dispensável: as opiniões surgiam, prontinhas, no feed de notícias. Bastava curtir e reproduzir. Atos midiáticos tornaram-se um clássico instantâneo. A luta feminista agora tem como símbolos máximos um rastro de menstruação escorrendo pelas pernas, mamas desnudas e sovacos cabeludos exibidos como troféus – sem falar nos relatos rocambolescos que tomam as redes sociais e protestos simplistas contra cartazes de filmes de super herói. Sinceramente, só consigo ver isso como demonstração de rebeldia adolescente. Educar pela reflexão e exemplo ou trabalhar voluntariamente em instituições voltadas para dar suporte a mulheres vítimas de violência talvez não seja algo tão espetacular para colocar no Facebook. Além de que tudo isso consome muitas horas que se pode passar tentando arrumar curtidas e viralização nas redes sociais, não?

E o racismo? Reduziu-se a mantras do tipo “a casa grande surta quando a senzala aprende a ler”, que soa fortemente provocativa e atinge, indiscriminadamente, aos preconceituosos e aos que apoiam a causa embora não sejam diretamente afetados. Suspeito que Martin Luther King discordaria dessa abordagem tosca. Sem a tal educação libertadora, o que temos para hoje é um pessoal que adora se tornar opressor, repito. Foi o caso daqueles que ofenderam um rapaz branco (ó crime!) por haver cometido o pecado de “apropriação cultural” ao usar dreadlocks. 

Os exageros da militância infantilizada causaram sérios danos a todas essas causas que merecem atenção. Despertaram antipatia e empurraram muita gente boa direto para os braços de políticos rudes e gurus falastrões, vaidosos e sem o menor bom senso, cuja única vantagem é ter uma suposta coragem de combater os excessos do politicamente correto. Sim, estou dizendo a todos esses guerreiros da justiça social que eles mesmos ajudaram a turbinar os seguidores fanáticos de seus adversários. É o preço que se paga por optar pelo caminho da superficialidade.

No Brasil de hoje já quase não há espaço para o caminho do meio, para os que pensam com calma. É a era dos extremos, na qual se cola na testa alheia, com facilidade e quase displicência, rótulos de todo tipo: reacionário, progressista, retrógrado, opressor, macho indócil, feminazi, coxinhas, petralhas, etc. A criatividade é imensa; a maturidade, não.

Simultaneamente, perdemos nesta terra a delicadeza do gesto, a elegância da expressão, o respeito à opinião diferente e a arte de argumentar. Nas redes sociais, tornou-se cada vez mais natural cuspir na face alheia os mais cabeludos palavrões e as mais duras agressões. Aos poucos, a Nação trouxe para a vida real as escarradas virtuais, a impaciência generalizada e esse ódio cada vez mais onipresente.

Hoje somos um país de crianças mimadas e mal-educadas, que reagem com histeria à menor contrariedade. Infantes desacostumados ao que dá estofo às civilizações: estudo, trabalho, altos valores.

Desaparece dentre nós o hábito da leitura mais longa. Qualquer texto de mais de cinco linhas torna-se “textão” e gera a inevitável e quase elogiada preguiça. Preguiça que, aliás, também se tem diante do exame da argumentação alheia. Tudo é cansativo. Sem o hábito da leitura, do estudo sério e da reflexão, torna-se compreensível a adesão ávida às armadilhas da falsa retórica.

Ah, pátria minha, que compaixão me toma ao pensar em ti. Uma terra tão rica, cuja fertilidade Pero Vaz atestou logo na chegada: em se plantando, tudo dá… Aqui está a maior jazida mineral do planeta, opulentos mananciais de água doce, biomas extraordinários, clima ameno, cenários de sonho. O que nos falta para ser grandes? Maturidade. Apenas maturidade em vários aspectos.
Maturidade para entender que não é o rótulo de “direita” ou “esquerda” que dá salvo conduto moral e atestado de bons sentimentos.
Maturidade para escolher governantes sem paixão cega.

Maturidade para retirá-los do poder quando violarem a ética ou malbaratarem os bens públicos. Sem traumas, sem guerras civis, sem a morte das amizades.
Maturidade para aceitar as regras do jogo democrático quando elas se voltarem contra interesses e desejos pessoais.

Maturidade para compreender que, no grande jogo político, há profundas manipulações mas cabe a cada um de nós, votantes, a decisão de não ser marionetes de interesses inconfessáveis. E este é um poder imenso.
Maturidade para aprender a respeitar regras e leis.
Maturidade para entender que são valores essenciais de uma nação o trabalho árduo, a boa educação e a honestidade.

Maturidade para compreender que a excelência deve ser buscada em grandes obras e pequenos detalhes. Sempre.
Maturidade para tirar os olhos exclusivamente do umbigo e saber colaborar para o bem comum, evitando sobrecarregar o organismo social. E isso vai de lixo jogado na rua à corrupção nas altas esferas.
Maturidade para entender o mais que óbvio: no Brasil tudo está por fazer e cada um tem um papel decisivo nessa tarefa.

Sei que tudo isso soa como utopia e até platitude, mas ainda cultivo na alma uma grande esperança: a de que essa época de ódios acabe por cansar a nossa gente. Que seja como aqueles relacionamentos tumultuados, que se consomem de intensa paixão por alguns meses e depois se deixam aquietar, vencidos pela intensidade dos sentimentos que ninguém é capaz de suportar por longo tempo.
Que venha esse tempo de calmaria, onde se reaprenderá a viver de verdade.

Autora: Sonia Zaghetto
Imagem: John William Waterhouse (1849-1917), Miranda—The Tempest. 1916.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

TRISTE IRREALIDADE


"Tenho visto tudo o que é feito debaixo do sol; tudo é inútil, é correr atrás do vento! Eclesiastes 1:14"
Uma coisa que sempre gostei de fazer, foi de ler bons livros e assistir a bons filmes de aventura e de ação e esses costumes me transportaram para mundos diferentes, cheios de emoções indescritíveis, contudo isso jamais colocou a minha vida em risco, muito pelo contrário, a leitura me ajudou muito a crescer em conhecimento e os bons filmes também. Ao fechar um livro ou se encerrar um filme, sei em que mundo estou e em segurança mantenho os meus pés caminhando pela estrada da vida real.

Essa imaginação geralmente nos apresenta a seu primo mais próximo, a criatividade e assim, de passo em passo podemos, quem sabe criar algo novo ou até mesmo ter aquela "sacada" genial que vai nos render bons dividendos. Conheço gente assim, que vê oportunidade aonde outros não enchergariam nada, mas posso garantir uma coisa, essas pessoas não vivem perdendo tempo correndo atrás do vento. Elas correm atrás das oportunidades.

Mas, essa geração perdida no mundo virtual, tem descido cada vez mais ao fundo do poço em busca da última novidade e assim, de buraco em buraco vão se embrenhando no meio do esgoto para caçarem aquilo que não existe.

A busca de algo no meio do nada é o resumo dos dias atuais e é o retrato fiel daqueles que abandonaram a Deus e vagam perdidos mundo afora morrendo e matando o seu precioso tempo.

Enquanto essa geração corrupta continuar a se distanciar de Deus, continuará também a se aproximar cada vez mais daquilo que nem ao menos existe: POKÉMON GO! Triste realidade, ou seria irrealidade?

Autor: Tom Alvim
Imagem: Google

sábado, 6 de agosto de 2016

SÍMBOLO DA PAZ?






Assim como mentiras do tipo; CASAL gay, todos somos iguais perante a lei (e institui-se cotas para negros), etc, não poderia ser diferente as mensagens que foram passadas na abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. O tal do "símbolo da paz" na verdade é um símbolo contra o cristianismo, a religião mais perseguida na atualidade. Milhões de cristãos estão sendo perseguidos e mortos mundo afora e os organizadores dos Jogos usam um símbolo anti-cristão para pregar a paz. Que paz é essa?

Segundo o site O Peregrino Cristão: A cruz de Nero "É usada pelos satanistas e pelo movimento de Nova Era. A haste quebrada para baixo representava a princípio a derrota do Cristianismo. Na Idade Média, passou a ser vinculada com Satanás. No final da década de 50 o ateu britânico Bertrand Russel, a adotou como símbolo da paz, sendo também usada com esta finalidade pelos movimentos hipies na década de 60. Hoje é usada por grupos de rock, heavy metal e black metal."

"As portas do inferno não prevalecerão contra a igreja de Cristo (Mateus. 16: 18)".

Cuidado com as mensagens que são passadas como se fossem boas e para fins pacíficos, temos que ficar sempre com "a pulga atrás da orelha" quando o assunto é doutrinação das massas.

A Paz de Cristo é a única esperança para este mundo decaído, sem ela qualquer outra "paz" será mero paleativo, pregando uma coisa quando na verdade quer dizer outra.

Autor: Tom Alvim
Imagens: Google e site O Peregrino Cristão