EU REPUDIO O MANIFESTO DO MINISTÉRIO MISSÃO NA ÍNTEGRA!

"Se é cristão, não pode ser socialista! Uma coisa anula a outra!"

LUGAR DE BANDIDOS É NA CADEIA!

"No Brasil, quando pobre rouba vai para a cadeia e quando rico rouba vira MINISTRO!" - VERGONHA!!!"

FAMÍLIA - O PAPEL DO HOMEM.

"Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, (Efésios. 5: 25)"

FAMÍLIA - O PAPEL DA MULHER.

"Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos. (Provérbios. 14:1)"

POEMAS - Para adoçar a vida!

Poemas que nascem no coração, crescem em nossa mente e alçam vôo em nossa imaginação.

Novo visual do nosso blog Impressões Sem Pressões

Publicaremos aqui também assuntos de outros blogs que forem interessante para todos nós.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

TRISTE IRREALIDADE


"Tenho visto tudo o que é feito debaixo do sol; tudo é inútil, é correr atrás do vento! Eclesiastes 1:14"
Uma coisa que sempre gostei de fazer, foi de ler bons livros e assistir a bons filmes de aventura e de ação e esses costumes me transportaram para mundos diferentes, cheios de emoções indescritíveis, contudo isso jamais colocou a minha vida em risco, muito pelo contrário, a leitura me ajudou muito a crescer em conhecimento e os bons filmes também. Ao fechar um livro ou se encerrar um filme, sei em que mundo estou e em segurança mantenho os meus pés caminhando pela estrada da vida real.

Essa imaginação geralmente nos apresenta a seu primo mais próximo, a criatividade e assim, de passo em passo podemos, quem sabe criar algo novo ou até mesmo ter aquela "sacada" genial que vai nos render bons dividendos. Conheço gente assim, que vê oportunidade aonde outros não enchergariam nada, mas posso garantir uma coisa, essas pessoas não vivem perdendo tempo correndo atrás do vento. Elas correm atrás das oportunidades.

Mas, essa geração perdida no mundo virtual, tem descido cada vez mais ao fundo do poço em busca da última novidade e assim, de buraco em buraco vão se embrenhando no meio do esgoto para caçarem aquilo que não existe.

A busca de algo no meio do nada é o resumo dos dias atuais e é o retrato fiel daqueles que abandonaram a Deus e vagam perdidos mundo afora morrendo e matando o seu precioso tempo.

Enquanto essa geração corrupta continuar a se distanciar de Deus, continuará também a se aproximar cada vez mais daquilo que nem ao menos existe: POKÉMON GO! Triste realidade, ou seria irrealidade?

Autor: Tom Alvim
Imagem: Google

sábado, 6 de agosto de 2016

SÍMBOLO DA PAZ?






Assim como mentiras do tipo; CASAL gay, todos somos iguais perante a lei (e institui-se cotas para negros), etc, não poderia ser diferente as mensagens que foram passadas na abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. O tal do "símbolo da paz" na verdade é um símbolo contra o cristianismo, a religião mais perseguida na atualidade. Milhões de cristãos estão sendo perseguidos e mortos mundo afora e os organizadores dos Jogos usam um símbolo anti-cristão para pregar a paz. Que paz é essa?

Segundo o site O Peregrino Cristão: A cruz de Nero "É usada pelos satanistas e pelo movimento de Nova Era. A haste quebrada para baixo representava a princípio a derrota do Cristianismo. Na Idade Média, passou a ser vinculada com Satanás. No final da década de 50 o ateu britânico Bertrand Russel, a adotou como símbolo da paz, sendo também usada com esta finalidade pelos movimentos hipies na década de 60. Hoje é usada por grupos de rock, heavy metal e black metal."

"As portas do inferno não prevalecerão contra a igreja de Cristo (Mateus. 16: 18)".

Cuidado com as mensagens que são passadas como se fossem boas e para fins pacíficos, temos que ficar sempre com "a pulga atrás da orelha" quando o assunto é doutrinação das massas.

A Paz de Cristo é a única esperança para este mundo decaído, sem ela qualquer outra "paz" será mero paleativo, pregando uma coisa quando na verdade quer dizer outra.

Autor: Tom Alvim
Imagens: Google e site O Peregrino Cristão

terça-feira, 2 de agosto de 2016

CASAL GAY?

Se é gay, não é casal e se é casal, não é gay...simples assim!

Pode ser uma dupla gay ou parceiros gays, mas nunca CASAIS GAYS.

Homem + Mulher = Casal;
Homem + Homem = Dupla;
Mulher + Mulher = Dupla.

Nunca ouvi ninguém em sua sã consciência dizer que tem um casal de filhos ou um casal de filhas.

Essa mentira foi implantada nas pessoas que repetem dioturnamente sem questionarem o profundo erro de semântica e assim como conseguiram fazer dessa frase uma verdade, também conseguiram introjetar no meio da sociedade moderna um monte de outras mentiras que hoje estão travestidas de verdades.

E antes que venham querer me acusar de homofobia somente porque vi o óbvio, digo que esse comentário não é incitação à violência contra ninguém, nem contra homessexuais e nem contra heterossexuais, é apenas uma observação, repito: do ÓBVIO!

Autor: Tom Alvim

sábado, 30 de julho de 2016

A PALAVRA NÃO ESCRITA


Tenho a honra de postar neste blog o livro de poesias, recém lançado, de um amigo e irmão em Cristo que conheci, por estas bandas, quando comecei a aventurar-me pelo mundo da escrita em blogs. 

Não irei querer descrevê-lo, pois não tenho profundidade poética para isso e até porque já existe um excelente prefácio na própria obra que retrata muito bem quem é o autor. Fica aqui a dica para quem gosta de poesias. Eu gosto! 

Sente-se em um lugar tranquilo e aproveite a leitura.

  • Para ler online ou realizar o download pelo site SlideShare, CLIQUE AQUI.
  • Para ler online ou realizar o download pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.
  • Para baixar o livro pelo site 4Shared, CIQUE AQUI.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

VIDA COM DEUS; SÓ NA COZINHA!


Desde que vim morar em Minas Gerais aprendi uma coisa muito gostosa: É na cozinha que o mineiro gosta de ficar e de encontrar os amigos

É na cozinha, principalmente no interior, que as famílias se reúnem ao redor de um fogão à lenha e jogam conversa fora sem pressa. 

Isso me faz pensar que se queremos ter um relacionamento verdadeiro com Deus, devemos nos encontrar com Ele na "cozinha" de nossa casa interior. Orando, jejuando, lendo a Bíblia Sagrada o maior tempo possível. Não há como crescer em espírito sem ter esse tempo prazeroso com o divino, e se colocarmos outras coisas na frente disso não iremos ter vida com Deus. Não se engane!

Quanto mais tempo gastamos no Facebook, no WhatsApp, nas mídias sociais, jogando video-games ou perdendo nossas vidas em intermináveis horas na frente de um aparelho de televisão, jamais teremos intimidade com o Pai, e isso é algo lógico. 

Quem quer conhecer outra pessoa se não convive com ela? 

Com Deus não é diferente.

Quer ter vida com Deus? Chame-o para a sua "cozinha". Lá no interior de seu coração.

Autor: Tom Alvim.
Imagem: Google

segunda-feira, 18 de julho de 2016

DEUS SEMPRE NOS RESERVA O MELHOR


Por incrível que pareça as pressões na vida podem nos fazer crescer e nos tornar pessoas mais aptas a resolver novos problemas, ou potencializar habilidades que nem sabíamos que possuíamos.

Isso me fez lembrar de um fato que ocorreu comigo quando ainda era um adolescente lá no Rio de Janeiro. Estava participando de um evento anual na "Cidade das crianças", uma entidade Batista, se não me engano, que cuidava na época de órfãos.

Nesse encontro havia campeonatos de diversas modalidades esportivas e mesmo não sendo um atleta, sempre gostava de participar e estar junto dos amigos. Contudo, naquele dia, fiquei no time reserva e no treino com o time oficial da igreja fiz 3 golaços. Um gol por baixo das pernas do goleiro, outro de voleio e o último olímpico.

Foi muito engraçado ver os garotos que haviam me deixado no time reserva chamando-me para passar para o time principal. Aceitei de pronto e curti bastante aquele campeonato amador, mesmo não tendo repetido a façanha novamente.

Diante dos times reservas da vida, Deus pode estar nos reservando uma passagem para o time principal. Basta que fiquemos atentos e aproveitemos o jogo.


Autor: Tom Alvim
Imagem: futpopclub.com

sábado, 16 de julho de 2016

TERRORISMO E OS FUGITIVOS DO ESTADO ISLÃMICO - FRANÇA

Terrorismo e os fugitivos do Estado Islâmico

Carlos Eduardo Schaffer (Correspondente – Áustria)
Atentado perpetrado pelo terrorismo islâmico em Nice (14-7-16)
O problema dos fugitivos das atrocidades do Estado Islâmico e dos atentados terroristas, sobretudo o atentado perpetrado ontem em Nice (França) ocupa hoje boa parte do noticiário nos jornais do mundo inteiro.
O sonho de uma Europa sem fronteiras internas vai encontrando dificuldades cada vez maiores. Elas começam novamente a se fechar, como meio de controlar a procedência e o destino dos que entram, bem como sua autossuficiência, a própria e a de suas famílias. É um fato o Islã estar enviando um grande número de muçulmanos para a Europa com vistas a conquistá-la através de uma “invasão pacífica”, diferente das anteriores, de 1524 e de 1683, quando o Islã foi derrotado no campo de batalha.
Além do grave problema da concessão de abrigo provisório, emprego, alimentação, vestuário e assistência médica às dezenas de milhares de pessoas que chegam continuamente, entre as quais há idosos e crianças, põe-se a questão de encontrar uma solução de moradia definitiva para essas pessoas. 
Deve-se considerá-las como imigrantes, ou como fugitivos que desejariam voltar para suas casas tão logo os problemas que causaram sua evasão estiverem resolvidos?
Provavelmente a maioria dos refugiados preferirá permanecer na Europa a voltar para suas regiões, sempre ameaçadas por novas violências dos muçulmanos radicais.
Causa espanto a atitude das nações ocidentais, que não cogitam na solução mais simples para todos esses problemas: neutralizar o “Estado Islâmico”.
Tal solução valeria para todos os envolvidos no conflito, tanto países quanto pessoas. Ela seria mais simples e menos onerosa, e provavelmente, a que salvaria mais vidas, embora não seja tão simples como à primeira vista possa parecer.
Evidentemente não se acaba com movimentos terroristas simplesmente derrotando-os no campo de batalha e tirando-lhes as armas. Eles se reorganizarão, encontrarão meios de adquirir novas armas e recomeçarão a luta.
É preciso tirar-lhes aquilo que é insubstituível: seus combatentes. E isto só se conseguirá por meio de uma campanha de esclarecimento das populações onde o Estado Islâmico faz seu recrutamento.
É verdade que é fácil dizer, mas difícil de executar, por tratar-se do tipo de luta mais complexo de ser travada: a luta no campo religioso e ideológico.
Mas não vejo outra opção.
Os governos da Europa estão dormindo sobre uma bomba relógio que tem prazo marcado para explodir: será quando o Islã sentir-se suficientemente forte para vencer uma guerra civil dentro do continente europeu. Isto, que pode parecer agora produto de uma imaginação fértil, afigura-se-me como a única explicação para esta invasão metódica e paciente que está efetuada.
A Hungria, numa atitude muito compreensiva, marcou para o dia 2 de outubro próximo a realização de um plebiscito no qual perguntará à população: se ela está de acordo que a União Europeia estipule o número de imigrantes que o país deve aceitar.
Creio que poucos admitiriam a hipótese de o povo húngaro permitir que esse problema seja decidido por Bruxelas. Certamente o objetivo de tal governo é apenas deixar Bruxelas sem porta de saída para um gigantesco e muito compreensivo NÃO da Hungria.
Milhares de muçulmanos entram diariamente na Europa pela Itália, Síria, pelos Bálcãs, por onde podem. Até a Amnesty International, entidade de tendências esquerdistas bem conhecidas, estampa artigo referente ao fluxo de “imigrantes” com o seguinte título: “Não corremos o perigo de permitir que terroristas entrem em nossos países?” (https://www.amnesty.at/de/menschenrecht-qa3)
Este é verdadeiramente o grande perigo. O Islã não desistiu de seu objetivo último: conquistar a Europa e torná-la um continente islâmico.
A entrada em massa de muçulmanos na Europa — mesmo que não seja de terroristas ou de pessoas que desejem explicitamente implantar a religião de Maomé — acaba, ainda que involuntariamente, colaborando para esse fim. Isto porque seu modo de ser, trajar, com sua culinária, seus lugares de culto etc., influirão para criar a impressão: o Islã é uma força irresistível que veio para ficar.
Se a própria Igreja Católica não estivesse passando por uma terrível crise, poder-se-ia esperar o desenvolvimento de um intenso trabalho para a conversão desses muçulmanos. Mas, infelizmente, deste lado não se pode esperar a solução, do problema.
A Carta de São Paulo aos Coríntios (9,16) contém a seguinte frase: “Anunciar o Evangelho não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe. Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho!”
Isto se aplica a todos os católicos. Devemos aproveitar todas as oportunidades para fazer apostolado com aqueles que nos são próximos.
Se esse espírito for difundido entre os católicos, e especialmente no ambiente do clero, então poderemos esperar uma solução para o grave problema decorrente da invasão islâmica.
Do contrário, a Europa deixará de ser, dentro de certo tempo, um continente cristão.
(*) Carlos Eduardo schaffer é jornalista e colaborador da Abim
Fonte: Abim

domingo, 10 de julho de 2016

TÁTICAS FEMINISTAS




Vídeo: YouTube

sexta-feira, 3 de junho de 2016

terça-feira, 24 de maio de 2016

Ana Hickmann está viva graças às coragem e virilidade de um homem que reagiu


“Nunca reaja”, dizem os pacifistas que mais parecem amigos dos bandidos. Até mesmo especialistas em segurança e policiais, às vezes, embarcam nessa. A cultura do ‘nunca reagir’ está espalhada pelo país, tomou conta de todos. Mas é a cultura da covardia, da negligência, que serve apenas para intensificar a ousadia dos marginais, como o especialista em segurança pública, Bene Barbosa, não cansa de dizer.

O caso da tentativa de assassinato da modelo Ana Hickmann mostrou que não é bem assim. Se ela está viva hoje, isso se deve ao fato de que seu cunhado reagiu, partiu para a cima do maluco que certamente iria matá-la e a todos no recinto.
Flavio Morgenstern escreveu verdadeiro tratado filosófico tendo como base o ocorrido. Recomendo a todos os interessados em mais profundidade a leitura na íntegra, pois versa sobre o mal, sobre as ideologias que o justificam ou alimentam, sobre a cultura da covardia e sobre a necessidade da virilidade, da Fortaleza. Após o longo arrazoado, ele conclui:

Ana Hickmann teve sua vida salva graças ao contrário do que prega toda a nossa sociedade, de cabo a rabo. Tudo aquilo que é chamado de atrasado, ultrapassado, opressor e, claro, “intolerante” e “fascista” foi o que garantiu que ela hoje respirasse.
Raríssimos são os que têm coragem de falar abertamente em masculinidade hoje (como o blog The Art Of Manliness), já que a pecha de “machista” é imediata e sempre aceita, como se o cavalheirismo e a proteção fossem o mesmo que espancar a mulher, os filhos, os gays e qualquer pessoa frágil, e não justamente o contrário. Explicar que apenas se defende a força como necessária para a proteção da maioria é um dos tabus supremos da modernidade. Uma rápida visita pelas palavras de G. K. Chesterton e tantos outros aristocratas ingleses, com sua doçura, rigor e asseio tão masculinos, mostraria outro mundo a quem crê nas ideologias contemporâneas.
Não é preciso concordar com visões de mundo religiosas e nem tampouco considerar aqueles que preferem um modo de vida com muito maior fragilidade como cidadãos menores (o que todos nós somos em alguma, ou várias, medidas), mas de entender por que visões de mundo que soam tão ásperas aos ouvidos da modernidade ainda têm sua importância e poderiam muito bem dialogar com quem se julga” racional”.
Ana Hickmann está aí, literalmente, para provar a importância da masculinidade e da Fortaleza que leva até o auto-sacrifício.

Outro dia, em conversa com amigos, surgiu o seguinte dilema: e se um brutamontes resolver mexer com sua mulher, o que fazer? A resposta, claro, passa pela definição de “mexer”. Palavras? Olhares? Isso é uma coisa, e o melhor talvez seja ir embora dali. Mas e se mexer significar meter a mão na bunda dela na sua frente? Existe um limite que, se ultrapassado, não deixa alternativa além de reagir. Mesmo que isso signifique um grande sacrifício para o indivíduo, um nariz quebrado, uma internação hospitalar.
A alternativa é humilhante demais, degradante demais, e fere de morte aquilo que entendemos como masculinidade. Infelizmente, o conceito anda “ultrapassado”, obsoleto, e alguns presentes disseram que não importa o ato praticado pelo brutamontes, o certo, o racional, é partir e evitar a dor. Evita-se a dor física, talvez, mas e a dor da alma? E a perda da admiração da mulher?

À exceção das feministas, a maioria quer sim um homem que a proteja. Uma das amigas presentes foi sincera ao admitir. No fundo, até as feministas querem. Como diz Pondé, a admiração pela “sensibilidade” masculina não dura até a página três…
Voltando ao caso de Ana Hickmann, não só o heroísmo do homem presente a salvou, refutando a tese do “nunca reaja”, como fica claro que o problema não é a arma em si, e sim quem a possui. A mesma arma que pode matar um inocente serve para impedir a morte de muitos inocentes. Legítima-defesa. É o óbvio, mas como ele tem sido ignorado! Alexandre Borges comparou o caso com o da mulher de Polanski:

Esta é Sharon Tate, uma das mulheres mais bonitas da história do cinema.

Ela foi brutalmente assassinada em 1969 com oito meses de gravidez, aos 26 anos, pelos tarados da família Manson, nome do grupo de hippies seguidores de Charles Manson que passavam o dia se drogando, fazendo orgias e cometendo roubos e assassinatos, aquilo que hoje alguns chamam de “movimento social” ou “coletivo”. Sharon Tate esperava um filho de Roman Polanski.
É realmente uma pena que Sharon Tate não estivesse usando as armas que aparecem nesta foto quando os seguidores de Charles Manson invadiram sua casa ou ela e seu filho teriam alguma chance de sobreviver.
Ana Hickmann teve uma sorte diferente: foi protegida por seu cunhado Gustavo Correa que tomou a arma do agressor e ela não sofreu um único arranhão. O que fez a diferença? A arma na mão de uma pessoa de bem defendendo seu ente querido contra um criminoso.
Armas nas mãos certas salvam vidas. É óbvio, mas não custa lembrar.
– Em apenas cinco minutos, tudo que você precisa saber sobre armas: “Disparado em Primeiro” https://youtu.be/sKc10A4c028

Armas não matam; pessoas matam. E contra essas pessoas armadas que querem matar inocentes, nada como um homem igualmente armado ou capaz de enfrentar o perigo para defender os demais. Foi isso que salvou Ana Hickmann. É isso que as feministas tanto atacam e condenam.

sábado, 14 de maio de 2016

QUEM SABE?


Precisamos de pessoas como o Marcel Van Hattem, para dar uma lufada de ar fresco neste ambiente viciado da política brasileira que está aí...Quem sabe?


Imagem: Google
Vídeo: YouTube

domingo, 8 de maio de 2016

domingo, 24 de abril de 2016

A CARA DO BRASIL - QUEDA DA CICLOVIA


A cara do Brasil retratada na queda de um monumento à incompetência, mesclada com irresponsabilidade e escárnio.

Uma obra que custou aos cofres públicos R$ 45 milhões de reais e mostrou ao mundo inteiro como são feitas as coisas por estas bandas. Depois de aproximadamente três meses uma parte da estrutura foi derrubada pela forças das ondas, mas antes de mais nada pela própria fragilidade demonstrada em si mesma.

Como um projeto destes foi aprovado? Qualquer leigo poderia ver o quão perigoso ele era. Não existem rotas de fuga, não existem acessos alternativos e a estrutura foi construída margeando a avenida Niemeyer, ou seja, de um lado um precipicio e do outro o mar. Com uma pista fina, apoiada em pilastras que visualmente não oferecem segurança nenhuma, parapeitos baixos  e as ondas e ventos batendo logo abaixo. Está aí uma fórmula para a tragédia.

Quem foi o irresponsável que aprovou esse projeto?

Não dá para acreditar que alguém tenha feito isso.

E com todo o respeito as vítimas e suas famílias, creio que se aventurar em uma "coisa" dessas é quase um ato de suicídio. Vejam bem, não quero culpar as vítimas, pois elas devem ter acreditado que uma obra feita a pouco tempo tivesse segurança, senão com certeza não teriam entrado naquele corredor da morte, mas no Brasil é difícil acreditar que nossas vidas estão seguras quando se trata de responsabilidade isenta. Temos sempre que ficar com um pé atrás quando pensamos nisso. 

Repito: R$45 milhões jogados fora e se estivessemos em um país de verdade, essa obra iria ser demolida e a empresa deveria refazer o projeto para a sociedade. Um projeto com segurança e solidez, é o que necessita ser feito, em um lugar como esse trecho das encostas do Rio de Janeiro.

A cara do Brasil em um estado Chulé como o Rio de Janeiro.

Antes de mais nada, sou carioca e sei muito bem o que estou falando.

Autor: Tom Alvim
Imagem: Site da Veja

quarta-feira, 20 de abril de 2016

BOLSONARO E O JOGO DURO DE SE VER


Eu e a minha família ficamos até bem tarde da noite de domingo assistindo a votação na Câmara dos Deputados em Brasília. Para nós o que estava em jogo era "lavar a alma" vendo um desgoverno que está querendo implantar a todo o custo uma ditadura comunista no Brasil sendo desmoralizado e apanhando feio dentro da democracia, o placar foi mais do que 7 a 1, foi 367 a 137.

Voto a voto, nós parecíamos torcedores em um estádio de futebol comemorando os gols do seu time do coração. 

Nesse jogo democrático muitos jogadores estavam lá somente pelo dinheiro, outros apenas para cumprir tabela e outros para chutar a canela do adversário e depois dizer que tudo foi "intriga da oposição". 

Então, entra em campo o meu jogador preferido, daqueles que vão até o seu oponente e gritam palavras que a maioria tem medo de gritar, porque o politicamente correto os impede, mas esse jogador não tem medo, ele encara o adversário e diz o que todos queriam dizer, mas nem todos tem coragem. Contudo, nesta noite em especial, ele "pisou na bola" foi trazer à tona uma personagem controversa chamada Coronel Ustra, mesmo sendo um direito dele, não deveria, pois o outro lado estava gravando cada palavra, cada gesto, cada olhar de soslaio, cada "- Pelo meu pai, - pela minha mãe, - pelo meu papagaio, - pelos poderes de grayskull, etc, etc!". Este jogador que pretende nas próximas eleições se candidatar a treinador (Presidente), deveria ser mais maduro, pensar melhor e usar o domínio próprio a seu favor, pois mesmo falando o que quer, vai acabar colhendo o que não quer. 

Reitero, nada foi provado contra o Coronel Ustra, existem somente acusações vazias feitas pela tal "Comissão da inverdade", e a esquerda brasileira se apoderou deste militar já falecido, para ter o seu objeto preferido, os maus contra os bons, sendo que todos os que pensam diferente deles, são naturalmente os maus. O eterno jogo do eles contra nós, dos brancos contras os negros, dos pobres contra os ricos, da elite branca contra o povo mestiço, etc, continua sendo jogado (mesmo que sejam em sua maioria, ricos e "brancos") e a tática é a seguinte: "Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade (Joseph Goebbels)". Veja bem, não estou defendendo este militar por simplesmente não ter motivos para defendê-lo e nem tampouco acusá-lo, estou apenas dizendo que o Bolsonaro tem que saber jogar esse jogo ou vai tomar muitas caneladas do adversário e vai perder feio. Ele não está lidando com amadores, não está jogando uma pelada no campinho do bairro, são profissionais da mentira e da morte. O Bolsonaro precisa saber que esses sujeitos irão continuar exaltando, Che Guevara, Carlos Lamarca, Olga e Marighella (como foi feito naquela noite de domingo) sem que NINGUÉM se levante contra. Haja vista, a imprensa brasileira quase que completa está doutrinada pelo esquerdismo e muitos nem saberem que estão, apenas repetem o que ouviram de seus professores nas universidades e seus editores-chefes sem questionarem nada. Afinal de contas, o que importa é a bola rolando e os seus nomes sendo escalados para outros jogos, mesmo que isto signifique vender o seu passe por qualquer quantia.

Resumo do jogo: Os esquerdistas podem exaltar a qualquer um, facínoras ou não, mas os "outros" não podem trazer ao campo ninguém que já tenha sido pego no doping forjado,  mesmo sem provas disso.

Mesmo assim o jogo ainda está 7 a 1 - Eterna vergonha para um povo desmoralizado como tem sido o nosso.

Autor: Tom Alvim.
Imagem: Gravada da TV no dia da votação na Câmara.

terça-feira, 5 de abril de 2016

Ministro da Justiça legitima tortura sofrida por Dilma Rousseff

O ministro da Justiça, Eugênio Aragão, diz bem a que veio. Não me lembro — e olhem que já acompanhava política durante parte da ditadura — de um ministro da Justiça justificar a violência. E isso está sendo feito debaixo do nariz das instituições e da imprensa, que parece narcotizada e embarca agora na tese golpista, esta sim, das eleições gerais.

Num evento que discutia a segurança dos Jogos Olímpicos, o doutor foi questionado sobre o discurso da incitação à violência de setores contrários o impeachment, respondeu o seguinte:
“Esse tipo de discurso [de incitação à violência] não é produtivo. Agora, claro que existem pessoas acuadas e outras que estão acuando […]. Aí prevalece a lei de Newton: toda ação corresponde a uma reação em igual intensidade e sentido oposto, mas nós temos que evitar isso […] Não é produtivo […]”.

Querem mais? Pois não.

“Reação de quem está acuado é realmente uma reação que está em intensidade proporcional […] A manifestação de absoluta rejeição a qualquer tipo de afastamento através de golpe, mesmo que com aparência de constitucionalidade, me parece um movimento legítimo”.

As palavras fazem sentido. Tome-se a “absoluta rejeição” como sinônimo de violência. Logo, ele justifica a violência.
Esse discurso de Aragão é o que justifica o terrorismo, por exemplo: os palestinos se dizem acuados pelos israelenses; os  islâmicos se dizem acuados pelos “cruzados”; os católicos do IRA se diziam acuados pelos protestantes…
Esse discurso de Aragão legitima a tortura. Afinal, os “acuados” pela esquerda, que praticava atos terroristas, decidiram segundo a lei de Newton. Foram lá e torturaram Dilma Rousseff.

Se havia alguma dúvida de que o governo está disposto a tolerar a violência de seus seguidores, agora não há mais.
Notem que o ministro não acha a violência uma coisa errada. Ele só não a considera “produtiva”.

É evidente que tem de ser objeto de um processo de impeachment, ele também, e de ser processado.

terça-feira, 29 de março de 2016

Eu Repudio o Manifesto do Ministério Missão na Íntegra



Difícil não concordar que o Manifesto "Evangélico" emitido pelo Ministério Missão na Íntegra não seja um documento pró-governo. Mesmo que seu conteúdo tenha um linguajar velado, há em seu texto argumentos que são sistematicamente utilizados pelos grupos favoráveis ao PT. São eles:

1. A defesa do Estado democrático de direito, no qual dizem estar sendo atacado.
2. Parcialidade da imprensa e alarmismo midiático.
3. Respeito aos que elegeram a Dilma pela via democrática.

O que fica de fora no referido manifesto é:
1. Uma postura de condenação a já confirmada conduta imoral do atual governo nomeando o ex-presidente Lula a um cargo de ministro para obstrução da justiça.
2. Que o processo de Impeachment é legal, constitucional e em nada compromete o Estado democrático de direito, muito pelo contrário, ele o corrobora frente às irregularidades de quem foi confiado pelo voto a presidir eticamente a nação.
3. Que até mesmo pessoas que votaram no atual governo estão arrependidas e endossam o pedido de impeachment. Pesquisa recente do Datafolha demonstra que 69% classificam o governo Dilma como ruim ou péssimo.

Sendo assim, o manifesto vai de encontro ao clamor da maioria dos brasileiros e ainda desqualifica o legítimo e - dada as atuais circunstâncias - até mesmo urgente processo de impeachment (que, diga-se de passagem, não significa que vá derrubar a Dilma, pois a mesma tem direito de defesa e só seria impedida de governar constatando-se as irregularidades de sua gestão).

Mas esse tipo de discurso é conhecido daqueles que militam ou simpatizam com o pensamento da esquerda. O Pr. Franklin Ferreira, em seu recente livro, Contra a Idolatria do Estado, denuncia esse tipo de arquitetura argumentativa. Diz ele:
(...) outro aspecto do esquerdismo é somente tolerar crítica ao partido-Estado em dois casos: se elas vierem de seus quadros ou se alvejarem igualmente o “outro lado”, ou seja, a direita – de representação inexistente no Brasil. Essa seria uma prova de suposta “neutralidade” política, uma noção epistemológica profundamente ingênua e moralmente errada. Essa “isenção” no debate é apenas um jeito de ficar do lado do dono do muro.¹

Se posicionar favorável a um governo que além de corrupto e corruptor, é também detentor de uma agenda político-ideológica que em diversas esferas é antagônica ao que ensina o Evangelho, mostra como que determinadas correntes teológicas – neste caso, a Teologia da Missão Integral – tem sido influenciadas por uma ideologia que macula o ethos do cristianismo e mantém um ponto idolátrico que deve ser denunciado por todo aquele que anela pela sã doutrina. Se nós somos cristãos e temos os nossos pressupostos baseados na Escritura, logo, não podemos abraçar uma doutrina concorrente ao cristianismo. Ainda mais quando esta corrente enxerga a religião, ou melhor, a metafísica como sendo um produto da opressão, uma vez que os oprimidos a inventaram como um entorpecente que alivia a dor (ópio). Isto é pregado pelo Marxismo, ideologia-base do partido do atual governo. Todavia, endossamos que a doutrina cristã não foi fabricada. Ela é a revelação de Deus por meio do seu Filho, trazendo boas novas de salvação. Não que ela negue que existam opressores e oprimidos, essa realidade existe e se lermos os profetas, os evangelhos e as cartas apostólicas, veremos que Deus está sempre do lado dos pobres quando os ricos não agem corretamente e tolhem a justiça, devido a sua ganância. 

Marx, junto com Engels, criou uma soteriologia ao anunciar o fim da opressão quando o proletariado se rebelar contra a burguesia e tomar o poder político e econômico, controlando os modos de produção e a máquina estatal. É um enredo religioso-escatológico, pois a sociedade sem classes e sem miséria certamente chegaria (Marx tinha esperanças de ver isso ainda no séc. 19). A certeza deste mundo idílico é fruto de sua tese na luta de classes. Segundo Marx e Engels, toda a história se resume no conflito entre opressores e oprimidos, sendo que este segundo grupo, cansado da exploração acaba fazendo a revolução e subvertendo a ordem vigente. Logo, o governo do proletariado iria dar um basta no capitalismo burguês. O que os marxistas não esperavam é que o Capitalismo aliado à democracia cativava mais os trabalhadores do que o ideal revolucionário.

Defender o atual governo é depositar as esperanças de melhoria social no Estado, elevado a categoria de redentor das classes menos abastadas. Deixo-vos novamente com as palavras do Pr. Franklin Ferreira:
Nas Escrituras não há um único texto que apoie a ideia de que o cristão deve depositar a esperança no poder do Estado ou ser subserviente a um governo autoritário ou totalitário. A mensagem poderosa do evangelho (Rm 1.16), que tem o poder de produzir mudança social profunda, não depende do poder ou do controle do Estado.²

Eis o motivo para repudiarmos o posicionamento dos que subscreveram o manifesto em defesa do atual governo, chegando ao ponto de deslegitimar o processo de
impeachment e o grito das ruas, dando a entender que era um grito manobrado pela imprensa e por gente “mal intencionada”. O conteúdo do manifesto chega a alertar para que o clamor por justiça não se torne em injustiça, caso o atual governo venha a ser derrubado (é ou não é uma forma eufemística de dizer “não vai ter Golpe”, tal como fazem os correligionários petistas?).

Devemos protestar contra um mau governo. Devemos exercer nossa cidadania, de maneira pacífica, ordeira, tal como cabe aos santos se portarem. Mas não devemos nos calar, pois, omissão frente ao mal é colaborar com o mesmo. Não devemos ser cúmplices de um governo imoral e profanador daquilo que professamos crer. Contento-me em subscrever a declaração emitida por pastores, teólogos e líderes evangélicos que estiveram presentes no 10º Congresso de Teologia Vida Nova, nos dias 15 a 18 de março de 2016, em Águas de Lindoia, São Paulo. Eis um trecho: “Repudiamos o silêncio eloquente daqueles que, em nome de uma agenda ideológica iníqua, se eximem de fazer crítica profética a partir das Escrituras e, com isso, contribuem para a corrosão do estado democrático de direito”. 

Acrescentaria dizendo que não apenas o silêncio, mas o apoio eloquente de uma agenda (ou governo) iníqua deve ser repudiado. Eu repudio o Manifesto do Ministério Missão na Íntegra por entender que este não coaduna com a postura cristã frente a um governo corrupto. E você? 

Oremos por nossa pátria! Oremos por nossas igrejas!

Extraído: Bereianos

sexta-feira, 18 de março de 2016

Valentina de Botas: Parido ministro para sobreviver como presidente, Lula morrerá politicamente como presidiário

A nomeação escarnecedora do criador odioso a ministro numa série de crimes de Dilma Rousseff que, entre a renúncia e a vergonha, terá as duas, efetivaria o “delenda Curitiba est”, equivalente a um “o Brasil precisa ser destruído”. Parido ministro para sobreviver como presidente, morrerá politicamente como presidiário acompanhado pela desonra e pela família detestável.
Na noite que antecedeu o golpe, convoquei minha mãe para ficar com a neta e fui para a Paulista, onde permaneci até o começo da madrugada. Este é o relato de uma cidadã comum, apenas uma mulher latino-americana, sem dinheiro no banco, sem parentes importantes e vinda do interior das ruas nas quais também marchou contra a ditadura militar, pois não é em nenhum refúgio que nos descobriremos: é na rua, na cidade, no meio da multidão, coisa entre as coisas, homem entre homens, segundo Sartre. E são os cidadãos comuns assim ou nem tanto, mas todos autônomos e reunidos para civilizar o país, que estão se descobrindo donos da história que tem surpreendido o cotidiano.
Mas como explicar que pessoas de bem ainda defendam os patronos do esbulho material e moral, preferindo ser crédulas ou indiferentes na barbárie a ser protagonistas na civilização do país? Não sei. Desnecessário gostar de FHC ou da Rede Globo; basta gostar da perspectiva de o país ter a chance de se civilizar. A nitidez dos diálogos sórdidos de Lula e Dilma tramando submeter a ele todos os Poderes da República deveria eliminar dúvidas residuais de que essa perspectiva inexiste sob o PT. Chegando à Paulista, adentrei a República de Curitiba, a Berlim onde ainda há juízes expandida por todo o Brasil, que o déspota repugnante quer destruir em pânico pela ineficácia dos ataques a um juiz federal seguro e sereno.

Depois de ouvir um Lula encharcado de vulgaridade e de potência só realizada no primitivismo cultivado em torno de si pela subserviência dos comparsas e pelo ódio aos desobedientes, enlouquecido na pretensão de intimidar os onze do Supremo, orgulhoso do primarismo que julga ser inteligência política de um cabra da peste, tão à vontade na imundície que, mesmo sabendo do possível grampo, chamou de “meu sítio” o sítio que diz não ter, cheguei à Paulista me sentindo suja e entristecida. Suja da voz roufenha colonizada também por ofensas às mulheres; entristecida na certeza de ainda termos de lidar com tanta sujeira por algum tempo porque a presidente tosca preferiu renunciar não em favor da nação, mas do criador miserável.

Na cerimônia da posse revogada, os farsantes tentaram um golpe a céu aberto acusando de golpista quem os vencerá no mais limpo dos combates – o de cidadãos comuns, livres, amparados na legalidade e fortalecidos na indignação. É nesse combate que me vejo limpa outra vez e, de volta para casa, a tristeza capitula quando beijo minha mãe e minha filha que acorda, a quem conto baixinho: durma, minha flor, sonhe porque Curitiba non delenda est.

segunda-feira, 14 de março de 2016

BATISTAS DA CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA PERDEM A VISÃO DE PECADO E ACEITAM A PRÁTICA DA HOMOSSEXUALIDADE NA IGREJA

Pr Dinelcir de Souza Lima

Politicamente na concepção mundana isto estaria correto, porém, biblicamente, é pecado e uma igreja de Cristo não pode ser conivente com o pecado. Precisa ensinar o Evangelho, dar oportunidades a quaisquer pessoas de ouvir e se decidir se deseja ou não viver em conformidade com o que a Bíblia ensina.
Um dos princípios das igrejas batistas, talvez o mais valorizado, é que temos a Bíblia como nossa única fonte de regra e prática da vida cristã. Isto significa que devemos rejeitar todo e qualquer pensamento humano que esteja em desacordo com os ensinamentos bíblicos. Para nós, viver fora dos princípios estabelecidos por Deus registrados na Bíblia é negar a fé.
Ao contrário do que muitos pensam, não existe A IGREJA BATISTA DO BRASIL, porém existem IGREJAS BATISTAS NO BRASIL. Somos independentes por princípio e nos unimos em cooperação umas com as outras com a finalidade de realizarmos trabalhos em conjunto, principalmente a pregação do evangelho da salvação. Isto significa que uma igreja pode tomar decisões independentemente de outras igrejas, ou até mesmo de algum órgão administrativo dos trabalhos realizados como associação de igrejas.
A  denominada Convenção Batista Brasileira é uma associação de igrejas batistas e, para fazer parte dela, uma igreja precisa concordar com uma Declaração Doutrinária bem explícita e praticar o que a Declaração estabelece. Quando uma igreja rompe com o que está estabelecido na Declaração Doutrinária, a Convenção tem o direito de desligar essa igreja do seu rol de cooperadoras. Quando a CBB não toma essa posição, de desligar ou disciplinar, torna-se conivente com o ato praticado pela igreja que se posicionou contra nossa Declaração Doutrinária.
O homossexualismo (leia-se a prática da homossexualidade) é, como disse antes, prática condenada nas Escrituras Sagradas, a Bíblia. Além disso, diante da narrativa da criação do ser humano por Deus, é anti-natural. Cremos assim como batistas. No entanto, uma igreja que se intitula batista, no Estado de Alagoas, tomou a decisão de aceitar em seu rol de membros pessoas que praticam a homossexualidade. Aparentemente um ato isolado de uma igreja independente. No entanto, uma igreja cooperadora da Convenção Batista Brasileira, que tem pastores filiados à Ordem dos Pastores Batistas do Brasil. O ato da igreja envolveu todas as igrejas batistas filiadas à Convenção Batista Brasileira.
Um grupo de pastores batistas se uniram e enviaram um manifesto à Diretoria da Convenção Batista Brasileira solicitando um posicionamento público e a Diretoria da CBB se calou até agora. Diz o ditado que “quem cala consente” e, particularmente, receio que isto esteja acontecendo com a nossa denominação (é assim que nos referimos ao somatório das igrejas filiadas à Convenção Batista Brasileira). 
O objetivo desta publicação é declarar que:
     Não são todas as igrejas batistas que concordam com o ato daquela igreja, nem todos os pastores batistas. Creio que a grande maioria não concorda.
    O silêncio dos líderes da Convenção Batista Brasileira e das Ordens de Pastores Batistas do Brasil e de Alagoas, não significa que estamos juntos com eles, e nem que vamos aceitar o que tentarem nos impor.

    Como crentes em Cristo, batistas, temos o direito de discordar religiosamente de atitudes que são tomadas por outras igrejas que se dizem formada por crentes batistas também.
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quarta-feira, 9 de março de 2016

DIAS DIFÍCEIS E ANGUSTIOSOS PARA AS IGREJAS DE CRISTO

Pr Barbosa Neto

Vivemos dias difíceis e angustiosos. Estamos a cada dia nos embrenhando numa desfiguração do cristianismo bíblico que até Deus duvida. Em nome do ‘amor’ vale tudo, até mesmo ir em encontro aos nossos princípios, chutando com os pés as nossas doutrinas e nosso posicionamento histórico. Estamos cada vez mais desfigurados e quando nos olhamos no espelho da nossa realidade, sentimo-nos vergonhados de nós mesmos... Quem somos? Aonde queremos ir e onde estamos? O liberalismo invade as nossas igrejas locais, e toma conta de nossos púlpitos, dos quais saem veneno quando deles deveriam germinar o bom alimento para saciar e fortalecer as ovelhas do Senhor.
Admoestar contra a apostasia em nosso dias parece ser semelhante a alertar os cristãos sobre a potencial vinda de um dilúvio quando eles já estão com a água da inundação até os joelhos. Infelizmente, para muitos, nem mesmo objetos flutuantes, isto é, as óbvias corrupções cometidas contras as Sagradas Escrituras por ‘pastores’ e ‘pastoras’ ostensivamente descomprometidos com a História do povo chamado e dissociados com a Palavra da Verdade do Evangelho, e que sem nenhum pudor, trazem no meio do povo de Deus um “outro evangelho”, e isso parece chamar muito a atenção.
Lamentamos que indivíduos inescrupulosos, arrotando saber ‘teológico’, de botequim de quinta categoria, tenham o desplante de alegar que os crentes fiéis e bíblicos, que vivenciam o Cristianismo, escarrando  no rosto do fiel povo de Deus, afirmando que “na maioria das suas igrejas se apegaram apaixonadamente muito mais por suas doutrinas, estruturas e estatutos do que pelas vidas/pessoas pelas quais Jesus de Nazaré derramou seu sangue”. O que estes ‘teólogos’ entendem ser o Evangelho, a Boa Nova de salvação? Evangelho que não muda vidas, que não transforma vidas, que as faz “novas criaturas” não é Evangelho da redenção, não é o Evangelho transformador, mas o “outro evangelho”. Vejamos o que o apóstolo Paulo já advertia aos gálata: “Admira-me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de Cisto para outro evangelho, o qual não é outro, senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema. Assim, como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema” (Gálatas 1.6-9).
Não obstante a toda esta enxurrada de heresias que avança em direção às nossas igrejas locais, continuamos tendo esperança e orando para que a mensagem alcance aqueles que têm olhos para ver e ouvidos pra ouvir o que a Palavra de Deus prevê claramente. Para aqueles que admitem as coisas que estão acontecendo como a Bíblia descreve como pecado, tratando o pecado coo ele é, pode ser uma experiência aflitiva e ao mesmo tempo trazer contentamento. A parte triste é o reconhecimento das consequências devastadoras e destrutivas da apostasia que está acontecendo no mundo, nas igrejas, entre nossos amigos e pessoas que amamos e que têm sucumbido aos crescentes enganos e seduções, através de ‘pregoeiros’ das trevas.
Como devemos tratar com esses tempos difíceis de liberalismo que se opõem agressivamente às instruções das Sagradas Escrituras para vivermos nossa vida de maneira que seja agradável a Deus? A resposta é simples: aprenda o que a Bíblia verdadeiramente ensina e depois faça o que ela diz, em espírito e em verdade. Um ensinamento que é uma questão de crescente preocupação é a comunhão – a falta dela – entre os crentes. Será que a igreja local onde estamos inseridos prega verdadeiramente a palavra de Deus ou ensinamentos pragmático dos homens? Ultimamente temos visto tantas igrejas locais em nosso meio aderirem a ensinamentos questionáveis e a programas não-bíblicos, e isso tem surgido para espanto nosso da noite para o dia.
Saibamos de uma coisa: nem toda igreja que se diz Batista encara a Bíblia como sua única de regra de fé e de prática, ela “é a autoridade única em matéria de religião, fiel padrão pelo qual devem ser aferidas as doutrinas e a conduta dos homens”. Aqueles que desejarem ser fiéis á fé “que uma vez por todas foi dada aos santos (Judas v3) serão no mínimo marginalizados, com experiências ainda piores nos dias que estão diante de nós. Depois de décadas de sedução espiritual devida a ensinamentos não-bíblicos, às falsas práticas, ás concessões ao mundo, à persistente aceitação das pseudos-ciências da evolução e da psicoterapia, a consideração do homossexualismo como “socialmente correto”, e ânsia por se fazerem as coisas do jeito do homem e não na maneira de Deus, chegamos ao momento em que é chegada “a ocasião de começar o juízo de Deus” ( 1Pedro 4.17).
Vivemos hoje uma imitação sedutora do cristianismo sem precedentes. Apresentamos uma forma de cristianismo bíblico falso, sema  verdade, sem a palavra da verdade do evangelho, sem suas instruções, mas a religião do Anticristo que se tornará em um sistema de crenças orientado para o amor do ego e para a deificação do ego que inicialmente tema  “forma de piedade”. Paulo diz: “nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigo do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes”. (II Timóteo 3.1-5). Aos crentes simplesmente professos lhes será dado um passe-livre para que continuem em seus pecados, em suas perversões, desagradando a Deus – mas não aos crentes bíblicos fiéis, verdadeiramente regenerados e transformados, aqueles que permanecerem firmes na palavra de Deus.
Será que a igreja cristã poderá algum dia voltar contra si mesma? Sim! E isso já está acontecendo! Mas essa será  a igreja apenas professa, com seus lideres cegados e mercenários iludidos. Eles posarão de verdadeiros pastores, mas são, na verdade, lobos vorazes vestidos em pele de ovelha. Aqueles que, de fato, fizeram o papel de cristãos, mas nunca nasceram de novo (João 3.3,5). E os que nasceram de novo, são “novas criaturas” em Cristo Jesus. (II Coríntios 5.17).               
Estamos abismados com o que aconteceu no último dia 28 de fevereiro do ano em curso, na Igreja Batista do Pinheiro, em Maceió – AL, integrante da Convenção Batista Alagoana. Não somos contra aos homossexuais, mas contra a prática do homossexualismo. E aprovar a vivência do homossexualismo no meio de uma igreja local, é algo inaceitável. E líder daquela igreja diz com todas as letras, que “louvo a Deus pela vida do irmão Júlio Daniel que, corajosamente há 10 anos, de forma pura e até inocente declarou sua condição sexual publicamente na igreja, gerando na ocasião, desconforto para alguns e desafio para outros que a partir daquele momento começaram a considerar o tema de forma mais didática e pedagógica em oração”. Em outras palavras, aquele irmão confessando a sua opção sexual, mesmo gerando desconforto àquela comunidade, foi aceito assim mesmo, como se isso fosse um comportamento do agrado de Deus.
A Bíblia fala de sexo como nenhum outro livro. O estupro, o incesto e o adultério são nela claramente mencionados porque são problemas do homem. E Deus deseja resolvê-los, mas não da forma como passaram 10 anos debatendo os líderes daquela Igreja local – Wellington Santos e Odja Barros Santos. Recentemente referido pastor, convidado que foi para ser preletor de uma recente convenção da Convenção Batista Baiana, surpreendeu a família batista baiana, quando proferiu palavras não muito familiares em uma de suas mensagens, quando chegou a perguntar para os convencionais “o que as mulheres dos pastores tinham entre as pernas, cuja intenção ser de ser agradável diante da plateia com relação a desejos e assuntos de relacionamento íntimos, desagradando e chocando centenas e centenas de irmãos e irmãs que não estão acostumados com este tipo ‘moderno’ linguajar chulo.
Na Bíblia o sexo é um fator importante na fida humana, e dentro dos propósitos divinos, cumpre sua finalidade como prazer mais alto do amor, companheirismo e procriação. Mas um homossexual não pode pensar assim. Mas na cabeça e na orientação distorcida daquela casal de lideres, pode.
Saibamos: a relação tido como “pura e inocente” do tal irmão com desvio de comportamento é sempre imperfeita – física, moral e espiritualmente. Pode ser consentida e livre, mas cheia de conflitos, e peso no coração, porque está desobedecendo ao Senhor, além de não oferecer nenhuma estabilidade ou vínculo permanente. O homossexual sabe que nunca substituirá uma mulher em qualquer nível que deseje imaginar. Só com uma mulher um homem estabelece uma ligação verdadeira, só ela pode ser companheira; só ela pode gerar filhos. E o homossexual sabe que isso é impossível no seu caso de relacionamento contrários aos planos de Deus. E um lar só se forma com um homem e uma mulher que se amam e temem a Deus. E relacionamento homossexual, mesmo que a igreja encare como “puro e inocente”, não passa de um desvio da vontade de Deus, e a Bíblia chama a isso de pecado e é contra a esse tipo de pecado e a qualquer atividade sexual incorreta. A Bíblia diz: “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação”. (Levíticos 18.22). “Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável” (Levítico 20.13).              
Desde o Gênesis, passando pela lei e pela trajetória do povo hebreu, até os evangelhos e as epístolas do Novo Testamento, a tradição bíblica aponta no sentido de que Deus criou homem e mulher com papéis sexuais definidos e complementares do ponto de vista moral, psicológico e físico. Assim, é evidente que não é possível justificar o relacionamento homossexual a partir das Escrituras, e muito menos dar à Bíblia qualquer significado que minimize ou neutralize sua caracterização como ato pecaminoso. Em nenhum momento, a Palavra de Deus justifica ou legitima um estilo homossexual de vida, como os defensores da chamada “teologia inclusiva” têm tentado fazer. Seus argumentos têm pouca ou nenhuma sustentação exegética, teológica ou hermenêutica.
A “teologia inclusiva” ou “teologia gay” é uma abordagem segundo a qual, se Deus é amor, aprovaria todas as relações humanas, sejam quais forem, desde que haja este sentimento. Essa linha de pensamento tem propiciado o surgimento de igrejas onde homossexuais, nesta condição, são admitidos como membros e a eles é ensinado que o comportamento gay não é fator impeditivo à vida.
Autor: Pr Barbosa Neto

domingo, 28 de fevereiro de 2016

FAMÍLIA - A SUTILEZA CONTRA NOSSAS CRIANÇAS



No vídeo acima o Dr. Guilherme Shelb sendo entrevistado pelo Pr. Silas Malafaia fala sobre como estão querendo destruir os valores judaico-cristão de nossa sociedade, começando literalmente "pelo começo", ou seja, por nossas indefesas crianças no ambiente que deveria, mas não é, um lugar seguro - a escola - aonde elas deveriam ser ensinadas a ler, a escrever, e em ciências importantes para a formação básica de futuros profissionais, contudo de forma sutil estão querendo ensiná-las sobre temas que somente os pais, na idade oportuna, deveriam falar. É o Estado querendo mudar toda uma geração e assim desmantelar valores cristãos sólidos que ainda os impedem de fazer a sonhada revolução, que não foi conseguida através de armas, mas que está sendo implantada através da revolução cultural.

Assista e divulgue! Esse programa também será reprisado no próximo sábado, dia 05/03/2016.

Autor do texto: Tom Alvim
Vídeo: Youtube